Perdida Na Tempestade

42 Capítulo - 42- Um novo tempo...


Notas iniciais
Olá a todos! Finalmente essa guerra acabou! Ahhh eu já estava de saco cheio de ficar falando de morte e de tristeza! Coisa chata! As coisas finalmente podem voltar a esquentar! Neste cap teremos finalmente o fim dessa guerra insuportável, e o esperado reencontro de gerações...

A dor era lacerante, mas ela tinha de permanecer consciente. "Só mais um pouco... Eu preciso aguentar, só mais um pouco..." Repetia, Minara para si mesma. Ela precisava aguardar o momento em que Orochi comessasse a enfraquecer, para atingir seu objetivo. Ela só tinha uma chance, e tudo tinha de ser perfeitamente calculado. Orochi continuava atacando ferozmente usando-a como escudo. Apenas alguns momentos haviam se passado, mas parecia-lhe uma eternidade. Quando Kyuura cravou sua espada no peito de shigeko, e em seguida, caiu morto, por conta do veneno lançado contra ele, Minara sentiu as serpentes que lhe prendiam, fazendo ás vezes de cordas, afrouxarem em seu corpo. Era o sinal que ela esperava. Imediatamente usou seu poder para conectar-se ao portal de Orochi, fazendo o monstro ficar paralizado.
Orochi urrou, enquanto Minara tornava seus olhos brancos, tomando o controle sobre os portais do tempo, lançados por Mizuki, anteriormente. Mas o pior aconteceu, e a consciência de Mizuki que ainda jazia dentro de Orochi, começou a lutar pelo controle dos seus poderes roubados. A luta travada entre elas era aterradora. Minara permanecia colada ao corpo de Mizuki, que ora tinha sua feição, ora tomava novamente as feições de Orochi. A apreensão tomou conta de todos, que não tinham certeza do que estava acontecendo.
_Eu não vou ser derrotada... Por você, sua maldita! — A voz, ora rouca de Mizuki, ora gutural de Orochi, demonstrava a determinação de ambos.
Minara estava exausta, após alguns minutos de disputa de poder e sequer se dignava a responder tamanha a concentração que adquirira.
"Eu sou a feiticeira do tempo... Minha mãe, conta comigo... Me pai, meus amigos... Hikaru... Ryotaro... Eu não posso mudar o passado... Mas posso usá-lo para mudar o futuro!"
_Eu sou a feiticeira DO TEMPO! VENTOS DO TEMPO, AREIAS DO DESTINO, OUÇAM A VOZ DE SUA SENHORA! — A Celestial ordenou e o tempo ao redor começou a obedecer.
Lentamente os portais foram se fechando e os soldados restantes iam desaparecendo para desespero dos aliados de Mizuki. Minara estava usando cada gota de seu sangue e suor para recobrar o controle total do tempo. Mizuki percebeu que não conseguiria vencê-la e tentou sua última cartada: Ela sabia que assim que Minara conseguisse o controle sobre os portais, se empenharia em fechá-los e esqueceria de proteger a si mesma. Seria a hora perfeita para tentar absorvê-la novamente. A youkai não precisava de muito, apenas algumas gotas de sangue já a fariam recobrar o vigor. Continuou forçando para que Minara que permanecia de costas para ela, em uma posição estratégicamente perfeita para seu ataque, não percebesse sua real intenção. Mais alguns minutos se passaram e Inu no Taishou finalmente conseguiu derrotar Ryokutsusei. Era a deixa perfeita. Mizuki reassumiu sua forma física, e fingiu não ter mais poderes. Seu corpo estava suspenso apenas pela barreira do tempo que era agora controlada por Minara. Aguardou ansiosa pelos gritos hesultantes de vitória dados pelos mais empolgados, e também que os demais youkais aliados dela, se afastassem. O que ocorreu logo em seguida. Sorrindo internamente, Mizuki usou o que restou do seu poder e moveu-se pelo tempo espaço transformando-se definitivamente em Orochi.
_Tempo e espaço... Adeus vadia! — O monstro grunhiu atacando Minara pelas costas.
O sangue escorria lentamente. A celestial continuava imóvel na mesma posição. À suas costas, Orochi sorria. Mas seu sorriso não durou muito. Uma a uma, suas cabeças já decepadas caíram ao chão. Em seu coração a lança de Raijin, fazia verter o sangue negro e espesso.
Minara sabia que Mizuki era ardilosa. Ela com certeza teria uma estratégia pronta em caso de derrota. E foi por isso que ela pediu a Hikaru que usasse o poder do espaço tempo que compartilhava com ela por conta da ligação de marca, para que Juntamente com Raijin e a lança que segundo a lenda, matou Orochi, o atacassem assim que tivessem a oportunidade perfeita. Assim que percebeu que Orochi atacaria Minara, Hikaru usou seu poder para sair exatamente nas costas da celestial. A velocidade de Hikaru aliada ao poder do tempo, permitiu que ele cortasse as cabeças de Orochi praticamente ao mesmo tempo, enquanto Raijin perfurava o coração do monstro. Os dois logo em seguida, usaram suas formas energéticas para retornarem ao solo, enquanto o cadáver de Orochi caía aos pedaços ao redor deles.
_Eu disse que acabaria com você, sua cobra imunda... — Hikaru murmurou, antes de ir até os túneis para ver Igraine. Raijin o seguiu, pois desejava saber como estava Kikyou.
Minara permanecia usando seu poder para fechar definitivamente so portais, mas a perturbações temporais eram muitas. Mizuki havia mexido com o passado e isso era deveras perigoso. O mundo estava mudando e sua única alternativa era usar sua magia para moldar as alterações de modo que as fendas temporais fossem seladas em definitivo.
Respirou profundamente e começou a proferir as palavras de ordem.
_" Oh ventos do tempo, obedeçam a tua senhora... Que se descortine o passado e se revele diante de mim! Todo o mal cometido pela usurpadora, deverá ser abolido, do passado e remediado no futuro! Eu sou tua senhora oh destino, obedecei-me pois a mim tu pertences, em nome de Izanami e pela vida de Izanagi, eu invoco o poder total da tempestade!"

Uma explosão de luz aconteceu, e imediatamente a chuva parou. Os raios pararam de cortar os céus, e as barreiras do tempo se dissiparam. Os poucos soldados remanescentes desapareceram por completo, assim como os aliados de Mizuki. Uma onda de luz emanou do corpo de Minara e por onde passava a destruição causada pela guerra retrocedia. Por alguns momentos a luz cegou a todos. E quando finalmente se dissipou, tudo parecia er voltado ao normal. Raijin lembrou-se de seu pai, imaginando que ele havia partido. Mas para a surpresa de todos, Susanoo, Inu no Taishou Teigure e Kuro Ookami, continuavam lá, assim como Kyuura, Kagura e Kanna. Mais cinco sombras se aproximaram, sendo que uma delas estava sendo apoiada por outra que exibia um belo par de asas. Uma bela youkai correu e pulou nno pescoço de Susanoo, beijando-o demoradamente.
_ Eu não entendo... E deveria voltar agora... O que você faz aqui Byakurö? — Susanoo abraçou-a mas estava muito confuso.
_Que pressa é essa de partir meu amor? Eu acabei de chegar... -Respondeu a youkai de longos cabelos azulados como os de Yukina. Susanoo a beijou ternamente, constrangendo Raijin que estava ao lado, ainda surpreso por ver a mãe.
Brunhilde ajudou Claire a caminhar até Teigure, que a abraçou com toda sua urgência. Kuro Ookami, colou sua testa a de sua amada Brunhilde, enquanto Inu no Taishou beijava sua Izayoi apaixonadamente.
Os demais youkais mal podiam acreditar no que viam. Os senhor das terras do oeste estava de volta e trouxera consigo, seus fiéis generais. Rin, Kagome e Ritorirï tinham os olhos cheios de lágrimas. Sesshoumaru estava surpreso demais, mas como sempre, não demonstrava nada além de sua placidez de sempre. Inuyasha por sua vez, mal conseguia se mover. Era a primeira vez que via seus pais juntos, e isso lhe parecia ser surreal demais. Ryotaro também se sentia assim. Afinal, depois de uma vida de desencontros, ver seu pai e sua mãe juntos, lhe parecia um sonho. Sonho este que atingiu seu ápice, quando Saori, sua mãe o abraçou e se declarou orgulhosa de tudo o que ele havia feito por amor a seu pai. Kyuura se aproximou de Inu no Taishou, que pôs Izayoi em suas costas, preparando para atacar se fosse necessário.
_Não se preocupe Inu no Taishou, tudo o que eu desejo é seu perdão. O seu e o de seus generais. Quero selar a paz entre nossos reinos, para poder desfrutar do resto de meus dias com minha fêmea, e talvez recompensá-la por não ser o macho que ela merecia... — Disse Kyuura estendendo a mão para Inu no taishou, que ponderou por alguns minutos antes de estender sua mão e pegar a dele.
_Eu compreendo sua preocupação melhor do que imagina. Eu a paz me parece algo mais do que justo, mas infelizmente não posso lhe garantir mais isso. Eu não sou mais o lorde destas terras. Assim como acredito que você também não é mais o senhor das terras do leste... — Respondeu-lhe Inu no taishou com um sorriso discreto nos lábios. Que foi prontamente correspondido por Kyuura. Os dois se cumprimentaram e se afastaram. Kyuura voltou para seu filho e sua fêmea, enquanto Inu no Taishou observava Izayoi caminhar na direção da entrada dos túneis, onde um jovem hanyou abraçava uma miko humana.
_Mãe... É você mesma? — Perguntou Inuyasha, que soltou Kagome ao perceber o cheiro de Izayoi se aproximar. Apesar de saber que aquele cheiro realmente pertencia a ela, tinha medo de que aquela não fosse realmente sua adorada mãe.
_Mas é claro que sou eu meu filho... Como é bom vê-lo novamente. Você está tão crescido... — Disse a humana estendendo as mãos para abraçá-lo. O hanyou não resistiu mais e abraçou-a de volta com toda a sua ternura. Estava tão envolvido que não percebeu que um youkai se aproximava.
_Izayoi, este é...
_Sim, este é Inuyasha, o nosso filho...
_Como vai, filhote? Vejo que se tornou um grande guerreiro... — Inu no taishou se dirigiu formalmente, ao filho que nunca conhecera. Era algo muito complicado para ele, aproximar-se daquele hanyou que era agora quase um adulto. E mais difícil ainda era para Inuyasha conhecer o pai que sempre desejara mas, nunca tivera.
_Estou bem... Sou um grande guerreiro apenas por conta da herança que me deixou. A Tessaiga me fez guerreiro. — Disse o hanyou com Humildade. Em seguida pegou Kagome pela mão e apresentou-a.
_Mãe, Pai, esta é Kagome. Ela será a minha fêmea. — Disse o hanyou com segurança. Inu no Taishou ergueu uma sobrancelha, mas pegou a mão da jovem e beijou-a com delicadeza.
_É um imenso prazer conhecê-la, Kagome. — Disse o youkai com um sorriso.
_O... O prazer é todo meu! Senhor Inu no taishou e senhora Izayoi... Nossa, a senhora é muito bonita mesmo. — disse a humana ainda em choque arrancando um sorriso de izayoi.
_É muita gentileza sua, minha querida... Você é uma Miko? Eu sempre admirei muito as mikos, até quis me tornar uma, mas acabei enveredando por outros caminhos... — Izayoi estava sendo simpática embora dissesse a verdade. Continuaram conversando animadamente enquanto os demais também se aproximavam para cumprimentá-los.
Isamu fez questão de ir até o interior dos túneis onde Ritorirï ajudava alguns seres que estavam machucados. Ao avistá-la entrando em uma parte mais afastada, foi atrás dela, da maneira mais sorrateira possível. Ela havia entrado em um túnel que era atravessado por um pequeno filete de água, provavelmente das chuvas, e se abaixara para lavar um pedaço de tecido sujo de sangue.
_Você está bem? -Disse o youkai fazendo com que a rosada serva, se sobressaltasse.
Ao ver que se tratava de Isamu no entanto, Ritorirï abriu um largo sorriso, e correu para abraçá-lo. Após o fazê-lo se deu conta do gesto, e o soltou ficando de costas para ele para disfarçar o rubor em sua face.
_Me... Me desculpe senhor Isamu! Eu não sei o que deu em mim... —
_Não tem que se desculpar... Você não fez nada demais... — Disse ele, sorrindo de lado. Caminhou até ela e a virou para ele, com delicadeza, fazendo com que ela o encarasse. Havia algo de estranho, na voz e no comportamento dela.
_ O que há com você? Aconteceu algo? — Questionou-a o youkai corvo.
_Ah.. Nada... Senhor Isamu... É que o senhor... E a senhora Yukina...
_Eu e yukina não temos mais nada. E começo a perceber que nunca tivemos. Você não deve se preocupar com ela. — Disse o youkai corvo, pegando o queixo da rosada.
_Não devo? —
_Não...
_O senhor cumpriu o que me prometeu... Muito obrigada senhor Isamu, por me proteger...
_Não precisa me agradecer. Agora você está livre... Já sabe o que vai fazer?
_Eu não pretendo sair daqui. Quero ficar em meikaku mün e continuar servindo a senhora Minara.
_Ora, mas se tem a oportunidade de ser livre e fazer o que bem entende, porque continuar sendo uma serva?
_Porque essa é a minha escolha, eu quero ficar aqui e ajudar estes seres... O mundo é um lugar grande demais para uma youkai sozinha como eu... Estarei cercada de amigos, e poderei ver o senhor... Mesmo que de vez em quando... — Respondeu ela com um sorriso cálido nos lábios. Isamu estava surpreso novamente com as palavras dela.
_É esta sua simplicidade que me encanta. Você vê a vida de uma maneira tão doce, tão simples, que me dá vontade de conhecer esse seu mundo, onde as coisas não têm de serem rebuscadas para terem sua beleza... -Youkai corvo, não mais resistiu ao desejo que sentia e com delicadeza, beijou-a.
Foi um beijo, cheio de calor, mas mesmo assim, casto. Os dois tinham as maõs dadas e os dedos entrelaçados, ao lado de seus corpos. Apenas as bocas se tocavam com a avidez do desejo, e a calma do sentimento verdadeiro.
Hikaru, encontrou Igraine e a abraçou. Em seguida ergueu-a nos braços para levá-la até onde Claire e seu pai estavam. Ao se aproximarem, Teigure imediatamente os encarou. Aproximou-se dos dois e sem qualquer cerimônia tomou a jovem hanyou dos braços de Hikaru. Igarine até quis se defender. mas havia algo naquele macho que a acalmava.
_Igraine? Claire é a nossa filha... Veja, ela tem os olhos do meu pai! Claire você me deu os olhos de meu pai, como você disse que o faria! — Teigure estava tão feliz, que nem de longe lembrava o truculento general que havia aparecido há pouco. As lágrimas desceram de todos principalmente de Claire, que abraçou a filha como se ela fosse um tesouro. Teigure as abraçou e puxou Hikaru, ficando os quatros juntos abraçados e chorando.
Sesshoumaru estava afastados deles, abraçado à Rin. Nada lhe parecia ser mais importante do que estar ao lado dela. De onde estava no entanto, Inu no Taishou o observava, atenciosamente, pois não compreendia que interesse, seu primogênito poderia ter naquela simples humana.
Brunhilde limpou as lágrimas que insistiam em descer pelos cantos dos olhos. A montanha de meikaku mün finalmente fora reestabelecida e o shiro reconstruído com todo o seu esplendor. Minara havia conseguido, e ela estava orgulhosa de sua filha. Porém sua expressão se fechou no momento em que percebeu que todas as fendas haviam sido fechadas e o tempo havia sido reestabelecido. "Hora de acabar de vez com isso..." Pensou a celestial já sentindo que as portas celestes estavam prontas para tragá-la. Concentrou-se suas últimas energias em um ponto específico. Exausta com todo o esforço, Minara caiu vertiginosamente.
Quando abriu os olhos novamente estava nos braços de Hikaru, Inu no taishou até que tentou pegá-la no ar como fazia, mas surpreendentemente o youkai tigre, fora mais rápido.
_Mina, você conseguiu...
_Oi meu amor... Eu ainda não terminei... Tem algo... tem algo que eu tenho de fazer... Onde está o principezinho? Ah... Olha ele aí... — Minara estava muito ferida por isso, foi muito custoso para ela ficar de pé. Apoiada em Hikaru, Minara aproximou-se de Inuyasha sendo observada pelos demais. Tocou-lhe a face com delicadeza.
_Você é a cara do meu tio... Eu vou lhe dar um presente, que deveria ter sido seu desde o seu nascimento... Abro mão de minha condição de celestial dando a você metade do meu poder... Desse modo, você se torna youkai completo... Você aceita? — perguntou ela olhando nos olhos do hanyou.
Inuyasha ficou ainda mais surpreso. Não só pela oferta que lhe foi feita, mas pela beleza de Minara. Ele sequer a tinha notado antes, por conta da batalha. Mas naquele momento, mesmo ferida, ela era linda. E ele compreendeu por que Hikaru nunca a esquecera.
_Eu aceito sim, mas o que tenho de fazer? — Questionou o Hanyou desconfiado. Nada nunca vinha de graça para ele. Minara sorriu e ele a achou ainda mais encantadora.
_Apenas fique quietinho... — Novamente uma forte luz, os envolveu, e tudo o que Inuyasha sentiu foram os lábios de Minara envolvendo os seus.
Não podia se afirmar que era um beijo apaixonado, era apenas uma maneira que ela havia encontrado de dar a ele sua energia, já que normalmente esse tipo de coisa envolvia sangue e sexo.
Com toda aquela luz, ninguém pôde enxergar nada. E quando terminou Minara havia perdido suas asas. Seu cheiro também havia mudado, e agora ela voltara a ser a hanma que sempre fora. Inuyasha por sua vez, assumira em definitivo, as marcas nas laterais do rosto semelhantes as de seu pai. Mas a sua maior mudança aconteceu dentro de si. Sentia-se muito mais forte e poderoso. Minara cambaleou de volta e foi pega no colo novamente por Hikaru.
_Mina? Você está bem? — Foi Brunhilde quem questionou preocupada com a saúde de sua filha.
_Estou mãe... Só vou descansar um pouquinho, antes da festa... -respondeu ela aconchegando-se nos braços de Hikaru.
_De que festa esta falando, Minara? -O youkai tigre a questionou.
_Da Festa que Sesshoumaru vai dar... Em homenagem aos heróis da guerra... Rsrss... Não é mesmo meu Lorde? — Riu-se ela antes de cair em sono profundo.

Inuyasha dai Youkai, e Kagome.

Notas finais
Pessoal eu agradeço muiiito a Day Silva chan pela belísssima imagem que ela me mandou! Infelizmente a que ela me mandou realmente, não entrou nem por um decreto! Mas foi através daquela imagem que eu consegui esta, que ha meu ver, quebrou um galho... Enfim fiquem à vontade para me mandarem as suas opiniões! Obrigada por lerem a fic, e até a próxima!