Notas iniciais
E ai, povoooo do meu S2?
Gostaram do ultimo capitulo? Bem, a partir de agora as coisas vão começar a esquentar, tanto no romance (q vai esquentar MUUUIIITOOOO) como na ação! Batalhas mais dificeis e cruéis! MUAHAHAHA!
Leiam e se divirtam, e não esqueçam de comentar, ok?

Capitulo Quatorze

Uma Batalha Alheia

Seguimos a garota até uma mesa na frente de todas, onde Kerina, Alina e Ário estavam sentados, e Marjore em uma cadeira maior, que a deixava na altura certa da mesa. Nos sentamos ali e foi incrível como havia exatamente o número de cadeiras para que todos nós nos acomodássemos.

— Não, porque quando ela disse que não era isso, é porque não era isso! — reclamou Alina.

— Nem discuto mais com você por isso! – respondeu Ário, com má vontade.

— Não acham que já deram shows o bastante? – reclamou Kerina, impaciente, e Marjore deu uma gostosa gargalhada.

— Nos desculpem. – falou Alina, mexendo nos cabelos ruivos. – Hum... Nós pensamos sobre a tal profecia e resolvemos que vamos ajudar. Eu não queria, sabe... Mas... Hécate sempre nos ensinou a sermos compreensivos. Então vamos ajudar.

— Quem vai? – perguntei mais aliviado por nos ajudarem.

— Eu e Alina. – respondeu Ário.

Nico, que estava sentado ao meu lado esquerdo, olhou diretamente para Kerina, que deu de ombros. Com certeza acharam que ela era muito nova para ir.

— Tudo bem... Acho melhor sairmos amanha bem cedo. – falou Annabeth, descontraída.

Nó comemos uma comida deliciosa e logo depois fomos dormir. Nessa noite eu tive um sonho.

Eu estava em uma sala de pedra, e nela não havia nada a não ser um balanço de ferro e uma garota sentada, seus cabelos pretos com mechas vermelhas e um vestido roxo um pouco acima do joelho e um cachorrinho no colo.

— Não esqueça da sua promessa. Também pedi isso a outra pessoa. Mas isso não quer dizer que não precisa se preocupar com ela. – ela disse com uma voz doce e aveludada.

— Quem é você? – perguntei.

— Não precisa saber. Apesar de que já devia pelo menos imaginar, criança.

— Você é Hécate. – respondi, num súbito entendimento. Kerina era muito parecida com a mãe.

Ela levantou o olhar, e Kerina realmente era muito parecida com a mãe. Os mesmos cabelos negros, apesar do da filha estar sempre preso em dois tipos de grampos retos de metal, e o de Hécate estar solto, alcançando um pouco abaixo da cintura. Mas os olhos eram do mesmo lilás, a pele do mesmo branco pálido (que as faziam parecer zumbis, se não fosse pelo ar de vida) e os lábios avermelhados. A Deusa na minha frente parecia ter uns quinze anos, o que não me fazia imaginar ela como mãe de todos aqueles semideuses.

— Finalmente percebeu. – ela respondeu, com ar divertido. – Mas apenas não se esqueça da promessa.

— Mas quem eu devo proteger? – perguntei já ficando com raiva daquelas indiretas.

— Kerina. Ela vai precisar de muita proteção quando chegar o momento, e preciso confiar em mais alguém para ajuda-la.

Quando ela disse aquilo, eu acordei, e já estava amanhecendo.

Chegamos ao refeitório, e todos os filhos de Hécate já estavam lá.

Fomos andando para um ponto da floresta e andamos até não poder mais. Às vezes conversávamos, mas, como sempre, preferimos ficar mais calados. Era meio que... Reconfortante.

Quando estava escurecendo, Alina quebrou o silencio.

— Acho melhor não andarmos por aqui durante a noite. Já tivemos muitas experiências ruins com esse lugar durante a noite.

— Concordo. – disse o irmão.

Eu não tinha nada contra. E parece que ninguém tinha; havíamos andado muito hoje, e todos estavam cansados.

Eu, Travis e Alan fizemos uma fogueira bem improvisada, e ficamos em volta dela até adormecermos, e Alan ficou com o primeiro turno de vigilância.

Meu sono estava tranqüilo, sem sonhos estranhos, apenas uma tranqüilidade. Até que acordei com gritos. Abri os olhos assustado, e vi que era Alina, e todos tentavam acalma-la e saber o que aconteceu, mas ela soluçava tanto que não conseguia falar.

— O... O... Acam...Pamento... – ela tentou dizer, mas não saia Ada direito.

— Respira fundo. Acalme-se... – Annabeth tentou ajudar, e conseguiu. Alina começou a se acalmar um pouco, mas ainda soluçava.

— O Acampamento... Ele... Estava sendo... Dês... Destruído! E estavam todos lutando com dracaenais e Lestrigões, e muitos estavam no chão... – e então ela começou a chorar mais.

— Nós devíamos voltar! – falou Annabeth, preocupada – Mas esta muito longe... Droga!

— Eu posso voltar! – falou Nico. – Eu posso viajar pelas sombras!

— Ah! Mais não vai voltar mesmo! Dissemos eu, Thalia e Annabeth, ao mesmo tempo, mas isso não alterou na decisão dele.

— Por favor!

— Não! Não vou deixar meu priminho se arriscar desse jeito. – respondeu Thalia, com aquela cara homicida que não via há algum tempo.

— Eu quero voltar! – respondeu Ário, com lágrimas nos olhos, como a irmã.

— Mas vocês não podem fazer isso. E se eles ainda estiverem lá? Se tiver acontecido algo com os seus irmãos, não vai adiantar nada vocês voltarem pra lá e se machucarem também! – falou Karen.

Todos olhamos para ela com uma expressão tipo: você pensa?

— Concordo. – respondeu Annabeth.

Ouvimos um barulhos vindo do meio das árvores e estava próximo. Peguei Contracorrente, e a destampei.

Alina arregalou os olhos e saiu correndo na direção dos arbustos. Momentos depois ela voltou com Kerina, e Marjore em seu colo. A pequena garotinha chorava, e a irmã tinha vários machucados no rosto e nos braços.

— Ai meus deuses! – falou Nico.

Notas finais
Oie!!!! E ai? Gostaram?
Detalhesinho: Só posto o próximo capitulo quando alcançar 9 reviews no capitulooooo!!!!!! NA, NA, NA, NA, NA, NA!!!!!!
É que eu to sentindo falta de alguns reviews! Alguns capitulos chegam á 13 e outros só a 3!!! Não é justo!
Mas até a proxima flores do meu jardim, arco-iris da minha vida preto e branco! Bjs