Notas iniciais
Boa leitura, espero que gostem!

— Droga! — Falei. Annabeth havia acordado assustada.

— O que foi isso? — Ela pergunta.

— Não sei, mas vou descobrir. — Respondo. Levantando-me de um salto e pego a calça, visto-a rapidamente e passo a camisa pela cabeça na mesma velocidade. viro-me para Annabeth que está de pé e procurando a blusa, jogo-a para ela.

Puxo Contracorrente do bolso e tiro o escudo de meu pai do outro eu o entrego a Annabeth, mas ela diz que não com a cabeça.

— Vamos Annabeth pegue, você está só com a sua adaga o escudo deixará você mais protegida. — Quando digo isso vejo que ela está remexendo na própria bolsa, momentos depois ela retira o boné de beisebol e eu suspiro aliviado.

Saímos do quarto e vamos até o quarto de Grover. Vejo o recepcionista da pousada erguendo Grover do chão com uma das mãos e com uma adaga na outra.

— Ei. — Eu grito. Quando o recepcionista vira-se para mim presto mais atenção ao seu rosto. — Ai que droga. — Um ciclope. Eu não notei antes por causa da nevoa, odeio quando isso acontece. — Annabeth, pegue o Grover e leve-o para o carro, eu atraso esse ciclope.

— Não Percy... — Ela começa.

— Annabeth agora. Eu alcanço vocês. — Falo. Para Annabeth alguém ficar para trás para atrasar um ciclope não é uma coisa boa, uma vez que Thalia quase morreu tentando, para salvar a vida dela, de Luke e do próprio Grover quando eram crianças.

— Que droga, os meios-sangues acordaram. — Diz o ciclope soltando Grover. Nesse mesmo instante Annabeth põe o boné e fica invisível. Eu retiro a tampa de Contracorrente.

— Seremos eu e você. — Digo ao ciclope.

— Percy Jackson. Vai ser ótimo matar você. — O ciclope ataca com sua adaga coloco o escudo à minha frente, eu o empurro para trás com o mesmo. Vou para cima dele com a espada apontada em sua direção.

Eu o golpeio, mas ele desvia o golpe com a adaga e me ataca novamente, eu desvio o golpe com o escudo e ataco ao mesmo tempo com Contracorrente. A espada atravessa a sua barriga. Fico esperando ele virar poeira. Mas isso não acontece.

Tento formar um plano rápido, mas ele continua atacando, assim fica difícil pensar. No momento em que o desvio para o lado eu avisto uma poltrona no canto do quarto. Mas sem querer fico ao alcance da mão do ciclope que me acerta na lateral do corpo, ouço ossos estalarem, eu caio perto da poltrona para minha sorte e levanto-me. Subo na poltrona e espero até que o ciclope chegue perto o bastante, solto o escudo e pulo por cima do ciclope, ao fazer isso mando um golpe de espada que corta a cabeça dele fora. Mas o ciclope também me acerta com sua adaga, ele vira pó no chão e eu olho para a lateral do meu corpo e vejo a adaga cravada na minha barriga.

Puxo a adaga de lá e saio do quarto cambaleando. Chego até o estacionamento e vejo Annabeth correr em minha direção. Ela passa o meu braço ao redor dos próprios ombros e me apoia até o carro, deito no banco de trás, sinto gosto de chocolate quente na boca (néctar).

Minha visão escurece...

No momento que durmo vejo meu irmão dentro de uma cela, ele estava chorando. Ouço a voz de alguém dizendo a ele que eu iria morrer, que iriam mata-lo quando eu morresse.

Acordei atordoado. Seja lá quem estivesse com o meu irmão estavam torturando ele psicologicamente. Olho ao redor e vejo a claridade do sol, percebo que ainda estou no banco de trás do carro, vejo os cabelos de Annabeth no banco do motorista e Grover sentado no carona.

Levanto a camisa e vejo que o corte já está cicatrizado, minha camisa e calça estão sujas de sangue.

— Percy você se sente melhor? — Pergunta Annabeth me olhando pelo espelho retrovisor.

— Estou, não se preocupe. — Falo sentando-me, ao fazê-lo avisto a mochila no chão do carro, procuro roupas limpas dentro dela e encontro o que eu estava procurando no fundo da bolsa.

Troco-me rapidamente.

— Vamos parar na praça para comer. — Falou Annabeth.

Eu apenas fiz que sim com a cabeça. Nesse momento Grover acorda.

— Percy, cara você nos deu o maior susto. — Ele diz.

— Não foi dessa vez Grover. — Respondo.

Annabeth para o carro e nós vamos em direção a uma mesa nós nos sentamos e ela começa a remexer a bolsa a procura de comida. Eu olho para a mesa e vejo uma inscrição em grego antigo que dizia "Pela pomba será testado". Olho ao redor e avisto uma mulher com vestido longo azul, ela tinha cabelos negros e era linda. Estava sentada em um banco pouco distante de nós. Viro-me para os outros.

— Acho que já sei que deusa me testará. — Falo e aponto para a mulher.

Notas finais
O que acharam? Quero suas opiniões.