Percy Jackson e a Fúria da Divindade
1 INÍCIO
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Oi, então...Já vou começar rudemente, me desculpe. Mas tenho que ir rápido contando minha
história.
Meu nome é Perseu '' Percy'' Aquiles Jackson. Eu sou um estudante da Academia Yancy, um lugar
para crianças como eu.
E antes que você se pergunte, ''Eu'' como crianças delinquentes juvenis. Aquelas que os adultos
não gostam nem um pouco. Pois bem, o meu termo ''delinquente juvenil'' é uma história longa
que minha mãe disse que vem desde que eu tinha UM ano de idade. Sim, exatamente. Um ano de idade.
Vamos fazer um certo do que seria '' Delinquente juvenil.''
Os adultos que nasceram nas décadas de 60, 70, ou 80 colocam esse termo com uma criança que não
consegue tirar notas boas na escola, Traz problemas para a família, Sempre atrapalha as aulas dos
professores para as crianças ''normais'', etc..
Já a minha espécie de delinquente juvenil é um pouco distinta, Um pouco, Um fato sobre mim.
Eu nunca tirei notas abaixo de B em Yancy. E isso é um ponto ótimo. A grande maioria dos
delinquentes juvenis são jovens que tem inteligência baixa. E é isso que me difere da maioria
dos delinquentes juvenis.
Já, agora, eu não me difiro em quase nada dos outros, você pode ver.
Nos outros termos de delinquentes, eu sou mais avançado que as outras pessoas. E você vai entender:
Em cada escola que eu fui, desde quando eu tinha sete anos, Algo muito estranho ocorria e sempre
a culpa era posta em mim, Pois eu era o que estava mais próximo. Eu era suspenso por alguns dias
e então, finalmente, Uma carta era enviada a minha mãe dizendo que eu era expulso.
O olhar que ela me dava quando eu chegava em casa, dizia claramente: '' Eu sei por que disso, não é sua culpa''.
Mas eu nunca perguntei. Acho que isso consegue ferir ela, de algum jeito, De algum jeito.
E as vezes, eu tinha uma sensação bizarrésima que Sally Phione Jackson não era minha mãe.
Uma sensação bizarrésima. E eu sempre ignorava essa sensação. Eu me convencia de que ela era sim minha
mãe, e ignorava totalmente.
Como uma mulher que cuidou de mim até agora não seria minha mãe? Nem mesmo se um ser sobrenatural tivesse ameaçado-a
a cuidar de mim, Espera ai. Ser sobrenatural. Tudo bem, Percy. Você precisa parar de beber café, precisa mesmo.
Pois bem, eu acho que está na hora. Hora de quê? Você se pergunta.
Hora de deixar meus pensamentos de lado para ir a aula do Sr. Brunner.
O Sr. Brunner era um daqueles professores misteriosos, raros. Ele parecia concentrar-se em mim
mas do que qualquer outro aluno seu. Ele tinha um casaco e uma barba um pouco desenrolada, Ele cheirava
a sorvete de limão e café, Ele andava em uma cadeira de rodas, E eu não sei nem o por que.
Por que ele aparenta MUITO não precisar daquela cadeira de rodas, Não sei se é só impressão
ou ele realmente não precisa daquela cadeira e só estava sentado nela por que gostava, ou algo do tipo..
Enfim. Não era bem uma aula de Sr. Brunner, e sim uma excursão.
E só de ouvir essa palavra, eu fico super-angustiado. Pois as excursões, passeios, foram sempre meus motivos
de ser expulso das escolas. Eu odeio excursões, Porém, eu não posso evitar. Eu teria que ir.
E bem, Sr. Brunner aparenta ser mais do ue eu descrevi. Ele é com certeza o professor mais legal
que já vi. Ele tem uma coleção de armaduras greco-romanas e espadas e lanças, Ele reserva um campinho
no terreiro da escola para mostrar as armaduras em ação.
Ele era o professor substituto de latim e de história medieval. E bem, eu era quase fluente em Latim.
Quase. Bem, isso não é um mau presságio.
A excursão se dirigia ao Museu Metropolitano de Artes, em Manhattan. Observar coisas antigas,
velharias, e algumas outras coisinhas. Eu não achava ruim isso, mas também não achava bom observar
velharias quase em decomposição, que sobreviveram quinhentos mil, seiscentos mil anos.
Eu ficava um pouco alucinado pensando nisso.
Enquanto a nossa turma passava por uma das colunas romanas apresentadas no museu, A valentona
da sexta série, Cleptomaníaca, feia, e ridícula, estava alguns metros de Grover, meu melhor amigo. ela mordeu um pedaço de salsicha
do lanche dela, E logo depois, olhou para Grover com um sorriso malvado.
Ela arremessou o lanche dela no cabelo de Grover, Grover se assustou.
Grover era com certeza o mais velho da Sexta Série. Aparentava ter dezoito anos de idade, E com certeza repetiu de anos
No mínimo cinco vezes, Ele não parecia de inteligência baixa, Mas a aparência dele era velha de mais
para ser apenas um aluno normal da sexta série, Então eu tenho quase certeza que Grover repetiu
de ano várias vezes.
Ele tinha cabelos cacheados, Ele era frustado, Usava muletas e cambaleava.
Porém, por alguma bizarrice bizarramente bizarra da natureza, Ele corre muito rápido
quando a merendeira de Yancy preparava enchiladas na cantina. Eu não sabia como diabos ele
conseguia fazer isso, mas ok.
Nancy Bobofit tem muita sorte, com certeza. Eu estava em liberdade condicional em Yancy, e se
não estivesse, eu arrebentava-lhe a cara.
Continuando, Grover freou e caiu. Nancy Bobofit e seus valentões começaram a rir, mas Sr. Brunner,
por alguma dádiva de Deus, não deixou isso passar barato. Glória Deus.
Pois bem, ele estava nos guiando a o museu, Quando de repente parou em ua coluna acinzentada
e com o triplo do tamanho de um Professor. Haviam inscrições e a imagem de uma garota que deveria
ser com uns quinze anos de idade.
Se chamava estela, se eu não me enganava.
Eu estava prestes a perguntar uma coisa, mas Nancy Bobofit, sua turma, e alguns outros alunos
da nossa turma, Conversavam sem parar na turma. Eu fiquei com raiva, e então tentei:
-Silêncio, caras. — Minha voz saiu alta o suficiente.
A Sra. Dodds, a outra professora que nos acompanhava, me olhou de maneira que poderia aterrorizar
um soldado do exército, Mas eu não freei. Já estava acostumado a Sra. Dodds tentando fazer-me se assustar.
Ela era a professora de Álgebra substituta, Quando a outra professora teve um colapso nervoso.
A Sra. Dodds aparentava ter cinquenta e quatro de idade, Usava um casaco de tweed cinzento,
Tinha cabelos louro-ruivos, e ela assustava Grover até a morte, mesmo que Grover aparentasse ser um adulto de vinte anos.
Ela parecia ser má o suficiente para quebrar as paredes de Yancy com um avião e ainda ficasse rindo.
Ela havia chegado em Yancy há apenas três meses atrás.
Quando ela chegou na sala pela primeira vez, Ela começou a adorar Nancy Bobofit como se ela fosse um deus
e ela concluiu que eu era Filho do Capeta, praticamente. Me ignorava, me lançava olhares feios, balbuciava palavras incompreensíveis,
e na maioria das vezes, Me obrigava a trabalhos horríveis e que exigiam esforços enormes.
Depois do dia doze da Sra. Dodds, eu cheguei perto de Grover um pouco antes do terminal
da escola, e cochichei a ele que a Sra. Dodds não era humana. Ele me encarou seriamente, e balbuciou:
-Não sabe o.......isso é.....verd...
Eu não escutei direito, pois logo depois que eu havia dito aquilo, Minha atenção se focalizou em outra coisa.
VOLTANDO PARA O SR.BRUNNER....Ele estava falando um pouco sobre Mitologia Grega e explicando a história
de Tântalo, o rei que resolveu ser insolente o suficiente para desrespeitar os deuses, e então ele...
Nancy Bobofit cochichou alto para os amigos, Eu fiquei com raiva o suficiente para dizer:
-Cale a boca!
O barulho ecoou fortemente pela sala. Sr. Brunner interrompeu-se abruptamente e me lançou
um olhar calmo por um segundo constrangedor.
O grupo inteiro olhou para mim, e logo em seguida, fez algo que me constrangeu e me deixou vermelho.
Explodiu em risadas, Sr. Brunner pensou por três segundos, antes de voltar a sua posição normal, e me perguntar:
-Algum comentário, Sr. Jackson?
Eu respondi, imediatamente:
-Não, senhor. Mas se puder expulsar esta aluna...Ela está interrompendo-me de ouvir. — Eu pedi, escolhendo sabiamente as palavras.
Ele pensou por um segundo, e perguntou-me:
-Diga-me, o que essa imagem representa?
Ele apontou para a estela, onde havia uma imagem entalhada, E era muito familiar a mim, Eu pensei
e disse:
-É Tântalo. — Eu simplesmente disse isso, Sr. Brunner me olhou um pouco impaciente, e perguntou novamente:
-Por que é Tântalo? O que ele fez?
-Tântalo era um rei da Frígia, Ele era Filho de Zeus, Porém, mesmo assim, ele não acreditava muito na capacidade dos deuses olimpianos.
Por esse motivo, ele fez algo insano: Ele esquartejou seu filho, Pélope, e deu a os Deuses, em seus manjares divinos como forma de desrespeito.
Ele serviu a os Deuses, que percebendo o que ele fez, Lançaram Tântalo ao Tártaro, em uma região
onde haviam muitas árvores, um lago, e uma vegetação, Porém, quando Tântalo quisesse pegar alguma fruta
ou beber água, O lago se estendia para longe de Tântalo, e os galhos das árvores iam para longe de seu alcance, Tendo então
A fome eterna. — Eu disse.
Sr. Brunner pareceu satisfeito.
-Um ponto, Sr. Jackson, pode responder o que seriam então, aquela outra escultura? — Perguntou Sr. Brunner, apontando a outra.
Eu conhecia também.
-É Cronos comendo os seus filhos.- Respondi, sem hesitar.
Ele assentiu levemente, e as garotas a meu lado faziam cara de nojo.
-Então, por que ele fez isto? — Perguntou Sr. Brunner.
-Cronos havia ouvido uma profecia de seu pai, Urano, que um de seus filhos um dia iriam tomar o seu
trono como rei, e então Cronos, que estava tendo filhos com sua irmã, Reia, roubava os filhos dela e então
comia-os. Isso incluia os Deuses Poseidon, Hades, Héstia(senti-me confortável com esse nome)e Deméter.
A esposa de Cronos e também irmã, Réia, cansada disto, um dia, quando teve o bebê Zeus, rezou a mãe, Gaia, e o pai, Urano, para ela esconder o bebê
de Cronos. Os conselhos de Gaia levaram Réia a esconder o bebê e substituí-lo por uma pedra. Então
Cronos comeu a pedra achando que era o bebê Zeus.
Vários anos depois, Zeus, adulto, conseguiu uma poção, que era uma mistura de vinho e mostarda
com um gosto horrível. Ele visitou o pai, Cronos, disfarçado. Quando Cronos bebeu a poção, ele vomitou os filhos,
que como eram deuses imortais, ainda estavam vivos dentro de Cronos. eles eram Poseidon, Hades, Héstia, entre outros.
- Eu terminei a história.
-Dois pontos, Sr. Jackson, de fato, toda sua explicação está correta. — Sr. Brunner disse.
-Nerd — cochicharam os capangas de Nancy Bobofit perto de mim.
-Mas sinto que falta algo.- Ele disse, e deu um meio-sorriso.
Eu continuei:
-Um tempo depois, Os titãs decretaram Guerra contra os Deuses, no meio da batalha, Zeus, Poseidon, e Hades
tiveram seus símbolos de poder construídos por mestres ciclopes ou outras criaturas que eram trabalhadores natos.
Eram armas super-poderosas, capazes de destruir cidades inteiras e destruir monstros, Eram elas: O raio mestre de Zeus, O Tridente de Poseidon, E O Elmo e a Espada de Hades. — Eu fiz uma pausa.
-Quando isso aconteceu, Os deuses ficaram mais preparados para a Guerra. Porém, Zeus, que era
astuto, teve uma ideia que aumentou as chances da Guerra: Os irmãos de Cronos, Os Hecatônquiros, eram descomunalmente fortes
e talvez mais fortes que um titã. Eles possuiam cem braços e cinquenta cabeças. Os nomes eram: Briareu, o vigoroso, Coto, o raivoso, e Giges, o de grandes proporções.
Quando foram libertos, Fizeram um juramento a Zeus e ajudaram a derrotar os Titãs, pois os Hecatônquiros eram maiores e mais fortes, além de que a força deles
era descomunal. Após a derrota dos Titãs, na guerra que era chamada de Titanomaquia, Os três receberam moradias, e se estabeleceram por lá.
Foram anos de batalha, mas no fim, Os deuses venceram, e no meio da Guerra, Zeus teve alguns filhos, como Apolo, Hermes, Ártemis, Atena..
E no fim, casou-se com Hera. — Eu finalizei, descansando a voz.
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