Percy Jackson e a Aventura com os Kane

5 Capítulo 5 - Recebemos uma mensagem importante


Notas iniciais
Obrigada a todos que responderam a pergunta que eu fiz no capítulo passado. E me desculpem se eu demorei pra postar.

S A D I E

Nós estávamos no museu do Brooklyn havia alguns minutos, e como o meu irmão Carter diria, eu fiz uma besteira.
Liz conseguiu fazer um “monstro beija-flor grandão” explodir e melecar a parede inteira do museu (quero só ver o que as pessoas vão achar disso, quando o museu reabrir amanhã). E depois um espírito de fogo apareceu, e ela desmaiou não sei porque.

Corri para socorrê-la.
– Liz! Liz! Acorda! – Disse eu, sacudindo ela.
– O que foi? – Perguntou Carter chegando até mim.
– Eu não sei! Ela só apagou. – Respondi.
– Como ela tá? – Annabeth perguntou. Ela estava vindo, com Percy apoiado em seu ombro. Se bem... que o Percy é muito gato!
– Bem. E você Percy? – Eu disse. Ele tinha uns olhos... lindos.
– Estou... bem. É que eu bati minha cabeça na parede com muita força. — Ele disse, colocando a mão atrás da cabeça.
– Bem, mas o que vamos fazer quanto à ela? – Carter me tirou do meu transe.
Annabeth abriu... Ah! Quer saber? Annabeth é um nome muito grande! Vou chama — lá só de Annie por enquanto.
Annie abriu os olhos de Liz com cuidado.
Wow! Tava tudo branco! Até a íris do olho.
– Ai não! O que aconteceu? – Disse Carter, examinando o pulso dela. Porque ele tava tão estressado?
– Eu não sei. Mas temos que sair daqui agora. – Disse o Meu-Percy-Gato. (Sim, agora dei até apelido).
– Acho que estamos esquecendo alguma coisa. – Me lembrei da razão pela qual viemos até ali, e fui até a estátua de Knhum. Sua cabeça havia sido jogada para trás, revelando um buraco onde havia um pedaço de papiro meio rasgado.
– O que está escrito? – Perguntou Percy.
– Nada. Está em branco. – Eu disse.
– Deve ser porque você precisa das outras duas partes, não? – Annie disse. Pensando bem, ela e o meu irmão dariam uma bela dupla! Wikipédia Humana e Dicionário Ambulante.
– Ok. Mas, como nós vamos dar o fora daqui? – Perguntou o Sr. Wikipédia Humana.
Arrgh! – Disse Khufu apontando para a janela.
Cheguei mais perto, e olhei para onde ele apontava.
– Ei! Aquele não é o caro do tio Amós? – Disse.
Carter veio ver.
– Sim. É ele mesmo! – Ele disse. – Vamos descer até o primeiro andar, abrir a porta discretamente, e cascar fora antes que alguém nos veja!

Eu e Carter levantamos a Liz e apoiamos em nosso ombro, para ela não cair. E Percy ajudava algumas vezes quando ela pendia para frente.
Chegamos ao salão de entrada.
Alohomora. – Carter disse o feitiço e abriu a grande porta de madeira.
Fomos andando discretamente até o carro do tio Amós.
– Olá crianças, conseguiram a primeira parte do livro? – Disse Amós, abaixando o vidro do carro. Ele usava uma camiseta cinza, com calça jeans meio preta, e tênis.
– Sim. – Disse Annabeth mostrando o papiro.
Entramos no carro. Carter, Liz, Annabeth e Percy espremidos atrás, e eu no banco da frente do lado de Amós, segurando Khufu no meu colo. (Ah, qual é? Eu to fazendo aniversário hoje!).

– Então... Difícil? – Amós perguntou.
– Um pouco. Um grifo apareceu para dificultar as coisas. Tudo isso graças à Sadie. – Disse Carter me provocando.
– Epa! Culpa minha nada! – Protestei.
– Ah, qual é Sadie! Você faz qualquer coisinha sem pensar. E com isso acaba colocando nós em risco. – Ele disse apontando com a cabeça para a Liz.
– Ah... mais... A culpa não é minha. Quer dizer... eu não faço isso por querer! – Tentei me defender.
Carter só bufou, e ficou olhando pela janela.
Olhei para Percy e Annabeth pra ver se alguém me defendia, mas os dois estavam com cara de “Não vou me meter em briga de irmãos!”.
Tá bom! Eu admito! Carter está certo! Satisfeitos?

Olhei para Liz. E senti raiva de mim mesma por um instante.
Será que eu era uma idiota que só sabe atrapalhar os outros?

...

P E R C Y

Chegamos à casa do Brooklin.
Minha cabeça ainda latejava um pouco, por causa da pancada.
Não me lembro de muita coisa, mas quando eu fui jogado e bati na parede, Annabeth foi me socorrer. Acho que estou começando a gostar dela... quer dizer....... de... outro jeito...
Ela sempre foi minha melhor amiga, nunca se passaria na minha cabeça que algum dia eu poderia estar... apai...xonado por... ela.
E esses dias (quero dizer, esses dois dias), ela tem agido um pouco diferente. Ou será que é só impressão minha?
Não sei... Mas... é melhor voltar para a história agora!


Liz recuperou a consciência, e disse que não sabia por que tinha desmaiado.
E depois fizemos um lanche, afinal aquilo tudo no Museu do Brooklin tinha me deixado morto de fome!
Comi uma batata de saquinho, e bebi uma coca. Khufu, o babuíno estava comendo um salgadinho Cheetos sabor queijo.

Amós disse que ele só comia alimentos terminados na letra O. Eu achei esse hábito muito estranho para um babuíno.
Liz tomou um suco e comeu umas bolachas. Ela ainda estava um pouco pálida. Annabeth preferiu comer um Cheetos também.
E Carter e Sadie mal não se encaravam. Essas brigas de irmão...
Ainda bem que eu e Tyson nos dávamos muito bem.


...


Eu já estava satisfeito, quando de repende ouço uma voz: “Ei! Tem alguém ae? Percy Jackson? Annabeth Case? Opa! não é Case. Annabeth Chase?! ”.
– Alguém mais ouviu isso ou eu to ficando maluco? – Perguntei.
– Não. Eu também ouvi. E como assim Case? – Disse Annabeth.
– Gente olhem pra trás! – Disse Liz.
Me virei. Havia uma pequena névoa flutuando na parede. Era uma Mensagem de Íris!
Corri até lá. A imagem estava embaçada, mas logo pude ver quem era. Ele era a ultima pessoa de quem eu esperaria uma Mensagem de Íris.
– Ti... Tibério? – Chamei me lembrando do nome.
– Quem? – Annabeth perguntou para mim. Seus olhos... eram muito bonitos, cinza como a tempestade.
– Um guarda de Apolo. – Esclareci.
Ah! Finalmente! Pensei que eu iria ter que ficar aqui até amanhã! – A imagem melhorou e pude vê-lo melhor. Só então me dei conta de uma coisa, ele é muito irritante!
– Mais o que é que você quer? – Annabeth disse.
O Oráculo de Delfos pronunciou uma profecia. E eu precisava avisá-los! – Ele falou.

Então Rachel havia recitado uma nova profecia?

No barco da noite, seis irão navegar.

Magos e heróis, todos juntos devem ficar.

Obstáculos aparecerão, e velhos amigos ajudarão.

Mas antes da nova vida, para um, a morte chegará.

Ele recitou a profecia. Ela não fazia muito sentido para mim. Essas profecias geralmente nunca fazem sentido no primeiro momento.
O clima da sala estava meio tenso.
Que foi? Dá pra falar alguma coi...? – Nesse exato momento a imagem ficou preta.
E uma vozinha falou “Mensagem encerrada. Insira mais dracmas para continuar a conexão”. E a névoa se dissipou.
– Impressão minha ou teve uma parte que dizia “Para um a morte chegará”? – Eu perguntei intrigado.
– Sim, Percy. Mas não é a única coisa que nós temos para nos preocupar... Eu tive uma visão quando eu desmaiei. – Disse Liz, para a surpresa de todos.

Notas finais
Gostaram? #ah, como eu amo colocar suspense no final dos meus caps! MUAHAHAHAHAHAHAH