Percy Jackson: O Labirinto do Submundo Interativa

8 Capítulo 8: O Labirinto do Submundo


Notas iniciais
Espero que gostem.

Percy acordou em um chão gelado, o ambiente onde ele estava era escuro, mais parecido com um castelo medieval do que com o ambiente anterior. Ele estava desamarrado e sua espada em formato de caneta estava perfeitamente intacta, já que durante o sequestro, ela havia sido arrancada de suas mãos por Anteros.

Percy olhou em volta, não viu sinal de Anteros e Annabeth, ele se sentiu sozinho e perdido demais para tentar compreender o que haviam feito com ele. Ele caminhou vagarosamente em linha reta, tateando pelas paredes geladas e úmidas, sentiu que não eram feitas de tijolos como a maioria dos castelos e sim eram feitas com plantas.

— Onde estou? — Murmurou baixinho, para si mesmo.

Ao andar mais para frente, ele encontrou uma tocha, aproveitando a situação, retirou a tocha do pedestal e viu corredores à sua frente, logo pensou que era um jardim bem cuidado, mas ao avançar, notou que havia algo no chão, correu em direção ao objeto e notou que era um boné.

— Annabeth! — Murmurou baixinho, novamente para si mesmo e saiu correndo na direção dos corredores, apenas munido de sua espada, uma tocha e do boné de invisibilidade de Annabeth.

...

— Não entendi uma coisa, Eros! — Comentou Dione, com um quê de interrogação na voz. — Não entendi o que você está fazendo por nós, não entendi porque de você estar nos ajudando, de repente nos encontramos e de certa maneira quer nos ajudar, isso não me parece estranho? — Questionou ela, como se suspeitasse das boas intenções de Eros.

Ian se levantou com raiva e olhou fixamente nos olhos dela.

— Será que você não pode dar um tempo a ele? — Gritou Ian. — Estamos querendo ajudar você e tudo o que ouvimos são perguntas idiotas e insinuações ridículas, dê um tempo. — Finalizou Ian.

Dione levantou-se, mas Eros criou uma barreira entre os dois, a força da barreira foi tão forte que ambos caíram deitados no chão.

— Meninos, não vamos perder nossas amáveis educações! — Murmurou Eros, se divertindo com toda aquela situação. — Vamos beber um pouco de chá e nos acalmarmos, está muito frio, mesmo que seja uma calorosa discussão.

Todos eles pegaram o chá e começaram a beber devagar.

Em poucos minutos, Dione sentiu que estava fora de si, sentiu os olhos se fecharem e sentiu que o seu corpo tinha ficado mais pesado e logo após todas essas sensações, ela desabou.

Eros se levantou e pegou os dois e lançou aos ombros.

— Vocês acharam realmente que eu fosse Eros, não é? — Murmurou Anteros, tomando a forma do irmão. — Eros está cuidando do nosso herói, Percy Jackson, vocês não sabem o quanto estamos nos divertindo com isso, logo saberão que o nosso jogo está perto de começar.

...

Oceano pacífico, Argo II, 13h.

— Como estamos, Alejo? — Murmurou Guilherme Murray, enquanto navegavam pelo oceano. — Não podemos nos perder em nossa primeira missão.

Alejo sorriu.

— Estamos em um caminho favorável, mas como é o nome dos semideuses que o diretor Hércules mandou encontrar? — Questionou ele, com um sorriso confiante.

— Os nomes são: Dione Möllier e Ian Balle. — Respondeu Narcisa Le Fay, com um sorriso ainda mais confiante.

— Ótimo, minha garota! — Murmurou Alejo, piscando para ela. — Vamos resgatar as donzelas em perigo.