Notas iniciais
Espero que gostem, a historia é inventada por mim. Porem contem personagens que Rick Riordan, Cassandra Clare e Suzanne Collins criaram :)

Meu nome é Percy Jackson, tenho 16 anos, moro em Panem no Distrito 4, é distrito da pescaria. Moro com minha mãe, meu pai desapareceu quando eu nasci, — ninguém sabe por quê. Não tenho irmãos, nem amigos. Sou hiperativo e disléxico, de vez em quando acontecem coisas estranhas comigo, vejo coisas que nem imaginam.

Estou na cama olhando para o teto, hoje é o dia da colheita. Nessa edição dos Jogos meu nome deve estar umas 30 vezes, tive de pegar tésseras, pois quando não consigo pescar muitos peixes, não temos dinheiro para comprar comida. Normalmente os peixes vêm a mim, eu não sei como, mas juro que eles vêm.

Levanto da cama, é uma cama bem grande para uma pessoa só. Estou de cueca, percebo que meu pênis está ereto, é normal quase todo dia acordo assim. Vou em direção a meu banheiro, entro e tiro a cueca. Vejo meu pênis no espelho, é um membro grande eu acho. Hoje não vou me masturbar, já fiz isso ontem.

Entro na banheira e ligo o chuveiro, espero a agua esquentar. Meu banheiro não é grande, deve ser como todos os banheiros do Distrito 4, não sei, nunca entrei em outra casa sem ser a minha. A agua deve estar quente já. E está. Passo o xampu e o sabão. Quando acabo de tomar banho, pego minha toalha me seco, e vou para meu quarto, tenho que escolher com que roupa irei hoje para pescar.

Saio do banheiro nu mesmo, vou para meu armário que esta ao lado da porta que dá para o corredor. De repente minha mãe entra no quarto.

-Mãe! Eu já disse pra você bater a porta antes de entrar no meu quarto. — digo levando as mãos para meu pênis. Por mais que minha mão não tampe o meu pênis inteiro, faço a tentativa, eu disse meu pênis é grande.
-Oh! Desculpa filho, eu só queria avisar para você que já esta na hora de você ir, -disse minha mãe um pouco envergonhada.- E a proposito, você tem um membro muito grande, deveria ficar orgulhoso.
-Tá bom mãe! Obrigado, agora sai!

Olhei para o armário para ver o que eu iria vestir. Uma blusa azul e uma calça jeans acho que seria bom. Pego minha cueca, visto-a, pego a calça e a blusa e as visto também. Saio do quarto e desço as escadas. Lá esta minha mãe, fazendo ovos mexidos para mim.

Minha mãe é um anjo, apesar de não bater na porta antes de entrar no meu quarto, ela sempre ajuda com tudo, ate na pesca. Ela não gosta de falar do meu pai, por isso nunca pergunto.

-Que bom que já se vestiu, não seria legal você descer pelado. As pessoas que passassem em frente de casa, não parariam de olhar. – Ela fala isso rindo.
-Para mãe!- digo irritado.
-Esta, bem. Seu café da manha esta pronto, sente-se à mesa.
-Não da tempo de tomar café, tenho que sair para pescar, você sabe disso.
-Você também sabe, que eu não gosto que você vá para pescar... Não gosto que fique perto da agua.
-Mãe, eu sei nadar! Além disso, como você ia nos sustentar sem? Só com o dinheiro que você consegue se prostituindo? Você sabe que não é o suficiente.
-Talvez, possa haver outro emprego para você. Ouvi dizer que tem mulheres em busca de sexo com homens, talvez quem sabe você poderia se prostituir como eu.
-Não mãe, não vou fazer isso.
-Elas gostariam do seu pênis...
-Para com isso! –digo. –Não vou me prostituir, esquece. Além disso, eu me sinto muito confortável na agua, mais forte até.
-Esta bem vá. Mas volte para o almoço, depois temos que ir á colheita.
-Pode deixar, estarei aqui para o almoço.

Despeço-me da minha mãe e saio pela porta. O Distrito 4 parece uma cidade de praia. Tudo aqui gira em torno da pescaria e de produtos marítimos. A rua é toda cheia de areia, pelos ventos fortes que transportam a areia da praia para as ruas.

Caminho até a praia, não é muita coisa. Quando chego vejo que alguns pescadores já estão entrando em seus pequenos barcos e partindo mar adentro. Não tem ninguém da minha idade. Todos estão na escola. Eu não vou á escola porque me expulsaram de todas as que têm aqui. Sou um problema para os professores. Consegui juntar dinheiro para comprar uma pequena lancha.

Vou até o píer onde se encontra minha lancha. Subo na lancha e ligo os motores.

-Oi belezura, sentiu saudades? – Isso mesmo, converso com a lancha.

A lancha já esta ligada, acelero e saio do píer. Começo adentrar o mar. O que eu disse à minha mãe é verdade. Eu sempre me sinto confortável no mar, ganho confiança, fico mais forte e mais relaxado. Ela não gosta de agua, não sei por quê.

Agora estou no meio do Oceano. Pego as redes, e jogo-as no mar. Como sempre os peixes estão perto de mim. Normalmente sempre pesco peixes, muitas vezes mais do que os pescadores experientes. Tem até vezes que pesco outros animais aquáticos por acidente. Teve um dia que um golfinho entrou nas minhas redes, eu o soltei. Quando fui explicar isso aos outros pescadores, eles disseram que é muito difícil haver golfinhos tão perto da costa.

Espero alguns minutos.

-Cansei de esperar, é melhor eu fazer algo para me distrair. – digo em voz alta.

Já sei o que fazer, tiro minhas calças, a blusa e minha cueca. Pego meu short de praia e o visto. Fico de pé e pulo na agua.

Tudo está tão tranquilo aqui, tudo tão calmo. Dou umas braçadas, fico de barriga para cima, flutuando na agua, esperando o tempo passar. Parece que a agua faz parte de mim agora.

De repente uma coisa estranha acontece. Um golfinho se aproxima de mim, e começa a falar. Sim a falar!

-Olá Percy Jackson, fui enviado pelo seu pai.

Pai? Que pai? Meu pai desapareceu quando eu nasci. Devo estar imaginando, isso não é possível. Penso eu.

-Sim, seu pai. Vou tentar te explicar tudo. Os deuses existem, tiveram filhos com mortais, alguns deles estão vivos ainda por toda Panem. Atualmente só a um em cada Distrito. Você é filho de um dos três grandes; Poseidon, Hades e Zeus. Seu pai é Poseidon. Ele voltou ao Olimpo depois que você nasceu. Agora ele esta te reclamando como filho e quer te avisar sobre um grande problema que ocorrerá, daqui a pouco tempo.

-Você esta maluco? Como isso é possível? Meu pai não é Poseidon! Não existem os deuses, e eu estou imaginando isso! – digo irritado.
-Acredite no que quiser, só vim mandar o recado que Poseidon mandou. Tchau — quando disse isso, o golfinho saiu nadando.

Subi no barco, fiquei sentado durante muito tempo. Eu, filho de Poseidon? Isso poderia fazer sentido se os deuses existissem, fora isso não fazia nenhum sentido. Mas talvez isso explicava tudo o que me acontecia na agua. E aquele golfinho? Como ele pode falar comigo? Golfinhos não falam!

-Tenho que esquecer isso. –Já sabia o que fazer para esquecer o que acontecera.

Tirei o short de praia, liberando meu pênis. Era realmente grande. Peguei-o e pensei em alguma coisa que me excitasse, mulheres por exemplo. Rapidamente meu membro ficou ereto, liberando a cabeça do pênis. Quando estava totalmente ereto, me preparei para começar a me masturbar. Fiz movimentos para cima e para baixo, era realmente delicioso. Até que gozei. Não foi muita quantidade, pois me masturbara ontem, mas isso não importava. Pelo menos pude esquecer por alguns minutos o que acontecera.

Rapidamente a imagem daquele golfinho voltou à minha cabeça. Lavei meu pênis na agua, e botei minha cueca. Vesti os jeans e a blusa. Em seguida tirei a rede da agua. Havia vários peixes na agua, como sempre ocorrera. Deixei a rede com os peixes no chão da lancha, liguei os motores e parti em direção ao píer.

Notas finais
Espero que tenham gostado !
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.