Percy Jackson E As Aventuras De Jasmim

9 Capitulo 9 – Já posso morrer feliz


Notas iniciais
Tai, era pra ter saído ontem, mais eu tava com preguiça de terminar :D.
Galera quem puder lê ai a historia da minha irmã:
http://fanfiction.com.br/historia/290057/Entre_Dois_Mundos_-_Percabeth
Esse capitulo tem Hentai, quem não quiser não lê, botei 3 *** pra iniciar e terminar o Hentai.
Leiam as notas finais.

POV. Annabeth

Devo admitir, não sou lá muito romântica nem muito fresca mais essa foi a melhor surpresa que já tive na minha vida (por enquanto).

Quando sai do meu chalé, pude ver um buque de rosas vermelhas e chamativas na porta, ao olhar para frente, se seguia um caminho de rosas que levava a nada mais nada menos do que a praia. No caminho, eu parei pra pensar, não podia deixar de fazer suposições e pensar em possibilidade afinal ser filha de Atena é sempre estar preparada para tudo.

No caminho, percebi que não se via um único campista, apesar de não estar muito tarde pelo menos alguns deles deveriam estar a andar por ai, afinal estava na hora de jantar, e eu não tinha escutado o sinal, alguma coisa muito esquisita estava acontecendo.

Dei uma passada no refeitório, e vi que não tinha absolutamente ninguém por la, muito, muito estranho, resolvi seguir a trilha de rosas, afinal nenhum inimigo deixa rosas no caminho para atrair a vitima, ou deixa? E não tinha como todo mundo sumir, afinal tínhamos Quíron e o senhor D. por aqui.

Quando eu estava me aproximando da praia, pude ver que ela não estava escura como de costume, mais sim que estava iluminada, e meu queixo quase caiu, ao ver que no final desse caminho encontrava-se nada mais nada menos do que o meu, MEU cabeça-de-alga.

-A-a-a-a-na... – Nunca vi o Percy gaguejar tanto.

-P-percy? O que é isso, onde está todo mundo? – Eu estava reparando no lugar procurando algum sinal de perigo.

-Você está linda! – Foi tudo que saiu da boca dele – Simplesmente a pessoa mais linda que já vi na minha vida, e olhe que já vi Afrodite, cara a cara.

Corei. Depois comecei a perceber melhor a situação em que nos encontrávamos. Fiquei estupefata, o lugar estava com um tipo de cobertura, algo como um tapete, no meio da areia, onde acabava a trilha de rosas e em cima dessa cobertura, tinha-se uma mesa, com uma toalha branca, e um vaso com rosas vermelhas em cima, duas cadeiras, e um conjunto completo de jantar, ao lado um carrinho, com vinho e champanhes.

Percy. Ele estava simplesmente lindo, com um terno, simples porem, elegante, uma gravata azul, que combinava perfeitamente com meu vestido, afinal eu estava com um vestido, tomara que caia que ia ate um pouco acima dos meus joelhos, uma sapatilha também de um azul mais escuro... Perai, como eu to vestindo essa roupa? Lembro-me de ter usado o presente de Afrodite, ter vestido minha roupa normal, e...

-Confusa?

-Hã? Ah, sim! O que aconteceu? Cadê todo mundo, porque eu to assim? O inimigo... – Fui interrompida por lábios quentes e calorosos, num sinal de paz, soube que nenhuma das minhas conspirações malucas de que alguém estava invadindo o acampamento estavam erradas, soube que estava tudo bem no mesmo momento, mais ainda me faltavam explicações, olhei para ele exigindo.

-Tudo bem. Eu sei, que você quer saber, mais só depois de jantarmos o que acha?

-Perseu, me conta agora, o que aconteceu com todo mundo, e porque disso daqui? – Ergui uma sobrancelha.

Ele simplesmente veio ate mim me deu um beijo calmo e sussurrou no meu ouvido.

-Confie em mim. – Não podia negar a esse pedido.

Fomos ate a mesa, ele me conduziu ate uma das cadeiras puxou a cadeira para mim e me ajudou a sentar, num simples sinal de cavalheirismo.

-Bem, vinho ou champanhe? – Ele deu uma pausa enquanto olhava para mim, afinal eu não devia estar com uma cara de muito empolgada, odeio ficar sem respostas, e eu estava muito preocupada com todo mundo.

-Annabeth, meu amor, todo mundo esta bem posso te garantir, depois eu te conto tudo, agora você poderia simplesmente curtir essa vista linda não?

Vi pra onde ele apontava, o céu estava simplesmente maravilhoso, sem nuvens, as estrelas brilhavam de um jeito, como se estivessem nos hipnotizando a olha-las.

-Isso traz ótimas lembranças né? – Ele estava me encarando e eu fiquei muito envergonhada com isso. – O que foi?

-Ah Percy, para de me encarar o que foi? Tem alguma coisa no meu rosto?

-Kkkkkkk, não sua boba, simplesmente estou aproveitando para olhar um pouco mais para sua beleza.

-Ah, deixa de besteira, você ta brincando comigo só pode.

-Eu? Porque eu estaria brincando, com uma coisa tão seria? Porque, você não acredita quando digo que você é bonita?

-Ta, pode ate ser, so que você exagera às vezes, mais bonita que Afrodite? Nem sem sonhos!

-Ora, mais é verdade, pra mim nem todas as deusas juntas superariam a sua beleza. – Ele falava isso com uma convicção que eu quase acreditava.

-Deuses, como você consegue dizer essas coisas? – Eu realmente não conseguia ser tão sincera assim com meus sentimentos, só de dizer que amava ele, já ficava muito envergonhada.

-Que a verdade seja dita, quando eu estou com você, não tem vergonha, medo, ou nada nesse mundo que me faça mentir ou ficar longe de você, eu te amo Sabidinha. Por isso Anna...

Não o deixei terminar de falar, simplesmente o beijei, enquanto as lagrimas caiam pelos meus olhos, meu cabeça-de-alga nunca foi tão romântico assim, nesses 3 anos juntos, nesse tempo, quase não nos víamos, mais quando nos víamos era como se eu estivesse sempre com ele, era sempre perfeito, nunca ficávamos muito tempo sozinhos, a não ser quando eu dormia na casa da mãe dele com ele, ou quando saiamos, todas as minhas amigas tinham inveja de mim, e me diziam o quanto eu era sortuda por ter o Percy, nossas faculdade ficavam longes, por isso nosso tempo era precioso. Pra se ter uma ideia, nunca tive uma única noite com ele, apesar de sonhar, desejar, nunca tive uma oportunidade, nunca sequer dormimos na mesma cama, eu ainda era virgem e creio eu ele também.E a vida de Semideus nunca tinha sido tão tranquila, não queria apresar as coisas.

-Annabeth? Terra para sabidinha, ta me ouvindo?

-Ah, me desculpa estava perdida em pensamentos. – Tínhamos parado de nos beijar, e ele estava limpando minhas lagrimas.

-Tudo bem com você? – Ele parecia preocupado.

-Tudo bem sim, são apenas lagrimas de felicidade.

-Bem, então sugiro que guarde-as para daqui a pouco, não sei se vai gostar mais, eu andei juntando toda minha coragem pra isso, bom eu tive ajuda, mais não foi totalmente, foi so pra fazer, mais eu que fiz tudo, claro que eu tive ajuda, mais a ideia foi minha, eu já tava querendo fazer isso a um tempo, não sei se é o certo, eu estava com medo, mais...

-PERCY! Fala logo deixa de enrolar, to ficando curiosa, você ta suando frio!

Ele respirou duas vezes, parecendo tomar coragem, se levantou veio ate a minha frente, me deu a mão, eu a peguei e levantei, ele se ajoelhou aos meus pés, tirou uma caixinha de veludo do bolso, abriu-a, dentro tinham dois anéis, não. Duas alianças, simplesmente lindas, por dentro percebia-se que tinha escrito em Grego, Perseu e Annabeth.

-Você aceita se casar comigo?

-Hã?

-Pode ser cedo, mais a vida de um Semideus é curta, nunca se sabe o que vai acontecer, e eu te amo de um jeito que nunca vou amar ninguém, eu quero passar com você o resto da minha vida, por isso eu achei que era bom pedir, mais se você não quiser eu vou entender, afinal você é jovem não deve querer se prender assim a uma pessoa, nessa idade...

A única coisa que se passava na minha cabeça é Hã dã, eu não tinha certeza de absolutamente nada na minha vida, a não ser de uma. Calei a boca dele com um beijo, me ajoelhando e o abraçando com todas as minhas forças.

-Sim, sim, sim, sim, sim, é claro que eu aceito casar com você seu cabeça-de-alga!

O beijei de novo, de uma coisa eu tinha certeza, no meu futuro a única coisa da qual eu queria era Percy presente nela, nunca imaginei um momento da minha vida sem ele!

-Ma-Mais você não acha que é cedo demais? Que ainda somos jovens? Não vai negar e dizer que eu sou bobo por pensar assim? – Ele realmente acreditava que eu não ia aceitar.

-E daí se somos jovens? E daí se nossos pais se odeiam? O mundo pode acabar, a única certeza é que você vai estar a meu lado, e é como você disse, nunca se sabe o que pode acontecer na vida de um Semideus. Eu te amo, e isso nunca vai mudar.

Beijei ele por mais um tempo, e pedi a ele para ele botar a aliança em meu dedo, era linda e perfeita, feita sob medida para mim, mais perai, como ele conseguiu arrumar tudo isso, hora de algumas explicações.

-Bem, já que você não esta mais tão nervoso quanto antes... Percy! Para de me olhar assim! – Ele me encarava com um lindo sorriso nos lábios, que dava vontade de beija-los ate o mundo acabar.

-O que foi minha “Noiva”? Esta com vergonha? – Com essa eu tive que corar, e rir, pois ate que eu tinha gostado da nova denominação.

-Porque eu estaria com vergonha meu “Noivo”? – Acho que posso me acostumar a isso.

Ele riu, e eu me lembrei de uma coisa que iria ser muito engraçada.

-Porem. – A cara dele mudou, de uma hora pra ele, eu comecei a rir, não me aguentava.

-O que foi?

-Você vai ter que contar a meu pai! Não eu! – Se a cara dele estava espantada, ela simplesmente ficou 10 vezes pior, eu não aguentava de tanto rir.

-Ah Annabeth que isso, nem uma ajudinha? – Ele realmente parecia desesperado.

-Ta bom, eu te ajudo a acalmar a fera. Agora um brinde!

Brindamos e nos beijamos mais uma vez, eu já estava quase esquecendo mais me lembrei e voltei a perguntar.

-Agora que tal algumas respostas? Como você fez isso tudo? Onde arrumou essas rosas? Onde esta todo mundo? – Antes de ele responder escutei um barulho, me virei, e corei pesadamente.

Praticamente todo o acampamento estava ali, ate Clarisse era uma das que estavam mais a frente, pelo que me parecia todos tinham presenciado de longe toda a cena, e o que mais me surpreendeu foi ver Thalia no meio da galera.

-Então quer dizer que agora eu serei padrinho de um certo casamento? – Disse Grover.

-Mais é claro que não, eu serei! – Nico? Da onde ele tinha vindo?

-Mais a madrinha já esta decidida correto? – Thalia falou empolgada – Afinal, se não fosse por mim você nunca iria descobrir sobre essas rosas Nemo.

-Você que ajudou? – Perguntei.

-Opa, opa, opa, não posso ficar sem meus creditos de ter feito quase tudo certo? – Nada mais nada menos do que a Rachel disse isso, serio? A Rachel ajudou o Percy a me pedir em casamento? AH FODASE, agora não importa sem ciúmes Annabeth! O Percy é seu e pronto, meu “NOIVO”, ai adoro isso, nem parece que é verdade.

-Deuses, vamos deixar esse assunto para depois, agora temos que comemorar certo? Não é todo dia que dois campistas se casam! Na verdade, isso nunca aconteceu para ser exato.

-Quíron! – Me preocupei, o que será que ele ia achar disso tudo? Um sermão será? – Me desculpa sobre isso, a arruaça que isso causou.

-Que nada, hoje é uma exceção, vocês mereciam isso, mais é so por hoje em não abusem!

Algo estranho, porque Quíron iria concordar com isso, tem dedo de alguém nisso, dedo não talvez o corpo inteiro, e so tem alguém que poderia fazer tudo isso!

-Euzinha mesmo! – Escuto na minha mente.

-Afrodite! Eu te amo, muito obrigada, você é a melhor!

-Querida, aproveite o bastante, seu amor é lindo, por isso meu passatempo predileto! – Ela parecia um tanto... Empolgada?

-Claro muito obrigado por ajudar o Percy!

-Annie?

Finalmente me desliguei da conversa com Afrodite e voltei pro mundo real.

-Ah, oi amor? – Percebi que todos nos olhavam.

-Então, quem vão ser seus padrinhos? – A expectativa era grande na plateia.

-Pois então, tenho que pensar nisso ainda para decidir, não é uma coisa que se decide assim de vez!

-Ah, que isso Annabeth você não vai me escolher? Sua melhor amiga? – Thalia parecia realmente triste.

-Nossa, eu que ajudei a preparar tudo, sai em busca de tantas coisas em nome do amor de vocês, não mereço essa recompensa? – Disse Rachel com uma carinha do gato do Shrek.

Ficamos nessa, ate que eu já estava cansada, acabou que todos ficamos conversando na praia, e nem pude aproveitar meu momento com o Percy.

-Uma ultima ajudinha? – Adivinha quem?

-Seria muito bom minha deusa predileta! – Falei mentalmente para Afrodite.

Então acho que Percy, deveria estar falando com ela, porque ele olhou para mim, me pegou no colo e saiu correndo em direção á água da praia deixando pra trás alguns campistas, confusos já que alguns já tinham ido embora.

-Percy o que você ta fazendo Cabeça-de-alga vou me molhar! – Não queria estragar o vestido e muito menos meu presente que um dia eu queria utilizar de verdade!

-Apenas seguindo ordens! E você esta com seu noivo filho de Poseidon, nada para se preocupar!

Tenho que confiar né? Entramos na água, não me molhei, estava escuro, mais percebi que conseguia respirar graças a uma bolha de ar que nos envolvia, os próximos minutos, foram borrões, apenas escuridão e velocidade, eu estava abraçada no Percy me lembrando dos últimos acontecimentos, quando diminuímos a velocidade, não sei quanto tempo tinha se passado, mais saímos numa praiazinha, com um pequeno cais, e um pequeno barco, la tinha-se uma casa, não muito grande, mais uma casinha muito bonita com uma pequena varanda, duas cadeiras do lado de fora, ela parecia conservada e arrumada, dentro viasse uma luz ligada parecia habitada por alguém.

-O que estamos fazendo aqui? – A curiosidade estava me matando.

-Ué, realizando o seu desejo, você não queria privacidade? – Ele estava rindo maliciosamente.

-Será que sou só eu? – Também ri.

-Quem sabe, vamos entrar para discutir.

Entramos, e eu me surpreendi de novo, tinha uma mesa com um jantar preparado para dois.

-Percy como você consegue pensar em tudo isso? – Eu estava realmente surpresa, ele tinha arquitetado tudo isso? Afinal ele disse que todas as ideias foram dele.

-Bom, passar um tempo com você deixa qualquer um pelo menos um pouco mais inteligente não acha? E afinal, eu cresci! Não sou mais tão lerdo como era antigamente, ou sou? – Ele fez um biquinho tão lindo que não resisti.

Beijei-o, um beijo longo e calmo, cheio de amor e carinho.

-Quem sabe, daqui pra frente veremos essa sua grande Inteligência, agora vamos comer porque eu to morrendo de fome! – Pura verdade.

Comemos, bebemos, beijamos, brindamos, fizemos planos, relembramos o passado, percebi que fiz o certo, não importa o que minha mãe ou qualquer outra pessoa diga, não ligo para maldições, profecias, ou qualquer outra coisa, não consigo viver sem o Percy.

-Percy, sobre aquele outro dia, no chalé de Poseidon, e a sua promessa... – Disse eu sorrindo maliciosamente.

-É. Sou um homem de palavra, tenho que cumprir o que prometi correto? – Ele disse serio mais logo abriu um sorriso e veio para perto me beijando.

Eu praticamente me joguei em cima dele, o beijei com urgência, mesmo com a falta de ar, ele desceu me beijando por toda a extensão do pescoço, ate voltar a minha boca e dar uma leve mordida no meu lábio inferior. Prendi minhas pernas na sua cintura, e ele foi andando ate uma casa de casal, que tinha no cômodo ao lado, o lugar era lindo, uma simples cama de casal, uma penteadeira com um abaju, duas janelas e um guarda roupa. O quarto estava todo enfeitado com velas, rosas no chão, e um aroma tão agradável que dava vontade de senti-lo para sempre. Fui tirada dos meus devaneios por um beijo.

-Tem certeza disso? Se não estiver preparada eu vou entender. – Ele realmente é muito fofo quando quer.

-Não sabe quanto tempo esperei por isso, minha primeira vez não deve ser com mais ninguém a não ser com você. – Não sei de onde a coragem veio mais naquela situação se eu não fosse sincera com meus sentimentos não sei quando eu seria.

-A minha primeira vez também não seria com mais ninguém alem de você, só acho que estamos trocando um pouco a ordem das coisas não? Geralmente a lua de mel vem depois. –Rimos juntos.

-Mais eu te amo, só isso que importa pra mim nesse momento.

-Eu também te amo Sabidinha, e isso nunca vai mudar.

***

Eu estava nervosa não posso negar afinal eu era inexperiente, Percy também, resolvi não pensar, deixar o instinto e os desejos me guiarem, me desinibi da vergonha e do medo, apenas a paixão me dominava, cada terminação nervosa do meu corpo sentia o Percy, cada beijo, cada toque, cada respiração.

Ele se deitou por cima de mim de leve, não botava nenhum peso em mim, mais eu o sentia, nos beijávamos loucamente, eu já estava ficando louca, resolvi agir, retirei sua camisa, mostrando seu físico lindo e não resisti ataquei.

POV. Percy

Não posso negar, eu estava morrendo de medo da Sabidinha não aceitar se casar comigo. A um bom tempo eu estava pensando nisso, mais ainda bem que deu tudo certo, ainda melhor quando Afrodite, disse que o lugar que eu pedi estava pronto.

Annabeth retirou minha blusa, o que foi muito legal, já que eu já estava muito excitado e o calor me dominava. Ela simplesmente veio com tudo, tomou o controle, inverteu nossas posições, distribuiu beijos por todo meu corpo, minha calça já estava incomodando há muito tempo, fiquei feliz quando ela abriu o zíper, e eu me livrei dela, ela percebeu o volume na minha Box vermelha e corou, também corei, quando ela olhou para mim e me beijou, começou a acariciar com a mão meu membro me deixando mais louco ainda, não aguentei e retirei seu vestido com ajuda dela revelando... UAU! Claro, a minha Sabidinha é linda, perfeita, maravilhosa, e devo dizer muito gostosa. Mais aquilo, simplesmente multiplicava isso por 100.

-A-a-a-a-annie? – Simplesmente engasguei as palavras.

-O que foi não gostou? – Ela realmente tinha achado isso? Boba.

A beijei.

-É claro que não, eu simplesmente adorei, aonde arrumou isso?

-Um presente de Afrodite, ousado? Gostaria de ver o que tem embaixo dele? – A maliciosidade naquele sorriso me estimulou mais ainda. Ela estava com uma lingerie aparentemente francesa, preta, muuuuuuuito sexy, que realçava seus seios fartos, e a deixava muito envergonhada. Coloquei uma mão sobre um de seus seios, ela deu um gemido baixo murmurei.

-Posso?

-Hoje você pode tudo.

Com o sinal verde, eu retirei de leve sua parte de cima revelando seus seios fartos e lindos.

-Lindos.

-Para com isso, é embaraçoso.

-Por quê? Você é mesmo linda.

Antes que ela pudesse retrucar abocanhei um dos seus seios, e com a outra mão massageei o outro, fiquei chupando seus seios, lambia, mordia, alternava entre um e outro, e ela somente gemia, um gemido lindo, de puro prazer, ver sua face envergonhada daquele jeito era muito satisfatório.

Eu já estava ficando louco de excitação e a cueca começou a incomodar muito, ela pareceu perceber, pois mais uma vez tomou o controle da situação, inverteu nossas posições, e a retirou, jogando-a seila sabe onde, e pareceu me engolir com os olhos, ela olhou para meu membro com gula e receio, olhou pra mim e eu assenti, ela parecia não sabe fazer, mais queria tentar então não a impedi. Ela lambia, chupava mordia, de tudo um pouco eu já estava à beira do ápice, e acabei que gozei sem querer dentro de sua boca, ela pareceu não se incomodar e engoliu tudo.

Então eu desci ate sua calcinha e a retirei revelando sua intimidade bem molhada e totalmente linda e perfeita com seu lindo tom de rosa, dei uma leve lambida que a fez estremecer.

-Tudo bem ai? – Perguntei.

-Uhum, por favor, continue.

Continuei a lamber, de vez em quando eu dava uma chupada de leve, ate que resolvi começar. Primeiro peguei uma camisinha que não sei daonde surgiram na penteadeira ao lado da cama e fiquei por cima dela, não sabia bem como fazer isso, mais era quase como instinto, eu seguia as minhas vontades, e a permitia seguir as delas, comecei devagar, afinal era a primeira vez dela, e eu soube que a primeira vez de uma mulher dói muito. Ela me guiava a penetrei de leve, o que a fez dar um gritinho.

-Annabeth, tudo bem mesmo, se doer me avisa.

-Claro, deixe que eu guie.

Comecei a ir um pouco mais, o que a fazia gemer, e se acostumar um tempo depois, depois de um tempo, ela simplesmente foi de vez, o que a fez preparar uma lagrima, mais eu a beijei e ela relaxou, vi sangue escorrer, e me preocupei.

-Não se preocupe é normal sair sangue na primeira vez de uma mulher.

Ergui uma sobrancelha, ela sabia demais sobre coisas desse tipo não? Ela pareceu entender, pois logo depois riu e disse.

-Eu li um pouco sobre isso, afinal não queria fazer feio na nossa primeira vez.

Ri um pouco, quando ela pareceu estar acostumada comecei a fazer movimentos leves de vai e vem para que ela se acostumasse, ao simples mecher, me senti extremamente bem, não consigo descrever o prazer, ao continuar e olhar para minha Sabidinha, percebi que sua expressão não era de dor, mais sim de prazer, ao vê-la se sentir bem, esse prazer foi dividido entre nos dois, e triplicou, aos poucos ela se acostumava e eu me sentia cada vez melhor, ela resolveu inverter as posições de novo ficando por cima de mim, e meio que cavalgando em cima de mim de leve, fomos juntos, nos abraçamos beijamos, acabou que ao final chegamos juntos ao ápice, ela caiu ao meu lado parecendo exausta, eu também não estava pra menos, simplesmente a beijei e a abracei, dormimos assim o resto da noite, juntinhos abraçados.

***

POV. Annabeth

Acordei com algo nos meus lábios, quando abri os olhos e consegui distinguir alguma coisa, senti o cheiro de maresia e sorri, meu Cabeça-de-alga me acordava com café da manha na cama, uma bandeira com quase tudo que gosto, o beijei, e então lembranças da noite anterior vieram a minha mente, de inicio ele, depois a dor, o prazer, o imenso prazer de tê-lo pra mim, de nos tornarmos um, aquilo era imensurável a melhor coisa do mundo.

-Bom dia flor do dia – Sua voz era doce, calma e gentil.

-Bom dia meu sentido de viver. – O beijei.

-Nossa vejo que acordou inspirada, e toda aquela vergonha onde foi parar? – Ele ergueu uma sobrancelha divertido.

-Foi embora ontem com a minha virgindade, depois de ontem, acho que consigo ser sincera pra sempre com meus sentimentos.

-Hm, será?

-Claro, é por isso que te digo, eu te amo, te amo, te amo, te amo, meu noivo.

-Ah, não ama mais como eu amo você minha noiva. Mais agora não é hora para decidirmos isso, agora é hora de você tomar café da manha, ou meu esforço aprendendo a cozinhar com minha mãe foi em vão?

-Você fez isso? – Aquilo realmente me surpreendeu – Onde achou ingredientes para fazer?

-Bem, eu simplesmente desejei que eles estivessem aqui, e eles apareceram todo na mesa da cozinha.

-Hm, aproposito, que tal me contar como conseguiu todas essas façanhas de ontem e hoje?

Ele parecia inseguro, talvez com vergonha? Mais acabou que depois de me encarar e ver que eu não ia desistir, ele decidiu abrir o jogo de uma vez por todas.

-Bom, eu estava simplesmente pensando em um jeito de te pedir em casamento, e imaginei o cenário de ontem, e devo dizer que o de hoje também. Então Afrodite simplesmente falou comigo em sonho dizendo que iria me ajudar e que não me preocupasse com nada, que simplesmente descobrisse seus gostos, e alguma ajuda feminina no acampamento, ela queria que eu pedisse a uma de suas filhas, mais eu não confio muito nas filhas de Afrodite, então resolvi pedir ajuda a Rachel, depois de um pedido direto de uma Deusa Olimpiana e com o consentimento de Zeus...

-PERAI! Zeus concordou em deixar Afrodite fazer tudo que fez?– Eu estava surpresa, realmente surpresa.

-Por incrível que pareça, ele deixou Afrodite fazer o que quisesse.

Devo ressaltar que Zeus não permite que nenhum deus ajude algum de seus filhos de qualquer modo, o que Afrodite fez para convencê-lo? Bom, nota mental. Lembrar-se de fazer oferendas a Zeus e a Afrodite por 1 mês.

-Foi basicamente isso, as alianças eu já as tinha a 6 meses, e o resto você já sabe.

-Fico surpreso com tudo isso, com tudo que anda acontecendo e que vai acontecer, tudo isso ser permitido por Zeus... – Eu estava pensativa.

-Bom, Afrodite diz que sempre é hora para o amor, não importa a situação, e que isso vai nos ajudar muito no que vem por ai.

-Bom, espero que sim, agora que tal um banho? Ainda estou suja de terra de ontem a noite, algumas invejosas do chalé de Afrodite jogaram em mim, dizendo algo sobre não ser justo eu ter você so pra mim.

Depois disso tomamos um “bom banho” juntos se é que você me entende, e decidimos voltar para o acampamento, dessa vez fomos de barco, Percy ordenou as correntes para nos levar, enquanto isso ficávamos conversando sobre besteiras, sobre o futuro, sobre a profecia, ate que chegamos no acampamento, estávamos com roupas trocadas, já que no guarda roupa da ilha tínhamos tudo que precisávamos, inclusive meu boné da invisibilidade estava ali.

Desembarcamos e ouvimos gritos, do nada uma chama envolveu o céu, definitivamente tinha algo de errado.

Notas finais
Tai, gostaram?
Gente sem fantasmas! Se tiver 10 reviews, quarta feira eu lanço um bônus!
Reviews? Recomendações?
Bjbjim! :*
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