Percalia - O começo
15 Capítulo 15 - Thalia
POV Thalia
– Então, chegamos. – eu digo parando em frente ao meu chalé.
– Então esse é o chalé dos filhos de Zeus?
– Na verdade só dois até agora. – digo.
– Deve ser bem confortável.
– Você quer entrar? Talvez ver como fosse seu chalé você fique.
Nós entramos no chalé. Jake se senta no sofá e eu pego um suco que tem na mini geladeira do chalé. Will havia me dado uma pequena alta, contanto que eu visitasse ele todos os dias para ele ver o meu estado.
– Se fosse por Jason esse chalé seria uma horrível bagunça, mas por causa da caçada e das regras que tinha eu aprendi a ser mais organizada.
– Eu ouvi que você foi caçadora de Ártemis. Porque você saiu?
Arrumo aquela capa e sento no sofá. Graças aos deuses aquela benção estava saindo, e eu consegui trocar o meu sapato. Aquele assunto era delicado.
– Você deve ter ouvido falar na Guerra dos Titãs, quando Cronos tomou conta do corpo de um semideus para conseguir derrotar os deuses sabe?
– Sim. Eu ajudei em algumas batalhas.
– Antes de tudo isso eu me apaixonei por Luke, éramos namorados, então eu morri. Ele foi pro lado do mal e foi ele que ajudou Cronos a ressuscitar.
– Você era namorado do filho de Hermes, Luke?
– Sim. Mas quando eu voltei ele já estava corrompido e só queria vingança, então eu me juntei as caçadoras, e depois ele morreu e... Bem você já sabe.
– Então você saiu da caçada por que...?
– Porque eu já esqueci Luke, e foi por causa dele que eu me juntei, e foi por causa dele que eu sai.
– Entendi.
Jake se aproximou de min olhando diretamente para a minha boca e me beijou.
– Jake. – digo afastando-o.
– Que foi?
– Olha, você é muito legal, sério, só que eu... Eu gosto do Percy. Me desculpe.
Ele se afasta.
– Tudo bem. Thalia você é uma pessoa muito interessante, mas se você gosta de outra pessoa eu vou entender.
Antes que ele levante eu o abraço.
– Obrigado por salvar meus amigos, obrigado por me salvar, obrigado mesmo.
– Tudo bem.
– Vou ficar te devendo o resto do minha vida.
– Você não me deve nada. Adeus Thalia. – ele abre a porta do chalé e vai embora para sempre.
Me jogo no sofá e fico olhando para o teto até me tocar do que eu fiz.
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