Percabeth - Nossa história
4 A profecia se cumpre.
Notas iniciais
POV Percy
Estávamos no Pinheiro de Thalia, eu e Annabeth ( que estava linda como sempre, mesmo para ir para uma missão. Estava de short jeans, uma camisa preta e um tênis de cano alto branco ), estávamos esperando Bob, Matt, Grover, Julie e Thalia. Me virei para Annie:
– Está com medo? — perguntei, olhando bem no fundo de seus maravilhosos e hipnotizadores olhos cinzas.
– Não — ela disse e eu arqueei uma sobrancelha -Okay. Um pouco. E você?
– Um pouco também. Mas, escuta, por favor. Não pense na profecia, nós não vamos sair extremamente feridos ou mortos ok?! — eu disse rápido demais, que ela quase não entendeu o que eu disse. Só deve ter entendido por que trabalhamos a linguagem de boca ( entender o que o outro fala só pelo o movimento da boca ) muito no acampamento.
– Tudo bem, mas é difícil não pesar quando voce diz para eu não pensar. — ela disse e nós rimos, e eu a beijei, um beijo calmo e doce. Depois a abracei.
Vimos um vulto loiro se aproximando, o nome dela começava com J, mas eu não lembrava se era Júlia ou Juliana.
– Boa Sorte. — ela disse e voltou para a aula de Arco-Flecha
*30 minutos depois*
– Boa Sorte, a van já esta aí. Espero que salvem o mundo. Adeus a uma pessoa de vocês. Adeus — Quiron disse e peguei a mão da Annie e ela me abraçou, todos entraram na van e Grover nos chamou:
– Vem logo casalzinho!!
Andamos até a van e pegamos os últimos bancos. Thalia estava no banco do lado do motorista, que era Argos, Julie, Bob, Matt e Grover estavam no meio e eu e Annie estávamos nos últimos lugares.
– Argos, quando vamos chegar? — perguntei
– 18:00 da tarde. — ele respondeu
Annie deitou a cabeça dela no meu ombro e eu encostei a minha cabeça na porta do carro. Assim ficamos até 15:00, quando ela acordou. E olhou para mim
– Estou com medo Pers. — ela disse com lágrimas nos olhos e começou a chorar, eu odiava vê-lá chorar, era como se fosse meu coração se despedaçando. Abracei-a ela ficou chorando no meu ombro, e foi quando ela começou a rir, olhei-a confuso e ela disse:
– Minha mãe disse que todos os deuses viram a cena de ontem.
Meu congelei
– Isso é sério? — perguntei e ela assentiu.
– Oh Deuses. — falei.
Ela riu e Argos freio e olhamos pela janela, vi um castelo bem grande.
– É aqui. Boa Sorte. — ele abriu as portas e saltamos da van, e logo a mesma desapareceu.
Fomos andando até lá, e encontramos um velho, que quando nos viu, disse:
– Meu nome é Alvo Dumbledore, e sou o diretor dessa escola, já sei quem são vocês, temos quartos já prontos para vocês. Temos algum casal presente nesse pequeno grupo?
– A gente — disse Annabeth e pegou minha mão e eu sorri.
– Ótimo, vamos então.
Nós andamos por 10 minutos até que chegamos em um lugar que havia 6 quartos, cada um escolheu um.
– Eu vou tomar banho ok Cabeça de Alga? — Annie perguntou e eu assenti e deitei na cama de casal. Quando ela saiu, e entrei e tomei meu banho, quando sai, nos jogamos na cama e adormecemos.
Acordei com os primeiros raios solares entrando no quarto e percebi que eram seis da manhã, acordei Annie e fomos tomar café.
1 hora depois nos encontramos na porta da escola com Dumbledore, que disse:
– Boa Sorte galera, uma dica: procurem no Campo de Quadribol — ele apontou para um belo estádio, então nos dirigimos até lá.
– Gostei dessa escola — disse Thalia quando chegamos.
Logo encontramos um grupo todo de preto. Uma mulher se virou e falou:
– Milorde, eles chegaram.
Uma voz áspera disse:
– Acalme-se Bella. — então se virou para mim — façam o que quiserem com os outros, o moreno de olhos verdes é meu.
Entao a batalha começou, feitiços foram lançados por todos os lados, eu lutava com Voldemort, Annie e Julie lutavam contra 3 pessoas, Grover e Matt lutavam contra 2, e Bob e Thalia lutavam contra 4.
– Sectumsempra!! — escutei e um feitiço foi lançado pelo último comensal que ainda lutava, a mulher chamada Bella. O feitiço atingiu Grover e Matt, e eles começaram a sangrar imediatamente. Enquanto eu olhava a cena, Annie aproveitou e pegou o Livro de Magia, mas Voldemort gritou:
– AVADA KEDAVRA!! — então um feixe de Luz verde saiu de sua varinha em direção a mim e um vulto preto Se jogou na minha frente, imóvel e o corpo estava gelado, Voldemort e Bella se retiraram, e eu e Annie fomos em direção ao corpo, enquanto Thalia e Bob foram em direção ao Grover e Matt. Olhamos para o corpo, era Julie, minha meia-irmã, era para estar morta, mas o feitiço havia passado de raspão, eu lhe falei com lagrimas nos olhos:
– Você vai ficar bem, eu prometo — eu dizia a ela, mas nem eu já estava com muita certeza nesse assunto [N.: E em qual assunto você é inteligente Peseu?] [N/P.: Não esculacha também poxa.].
– É meu destino morrer. — ela dizia, mas eu me recusava a acreditar em suas palavras. Mas ela estava certa, e eu estava errado.
– Não!! Você não vai morrem Ninfadora!! — disse brincando um pouco com ela, uma última brincadeira.
– Não me chame de Nifadora!! — ela brincou também, mais estava a beira da morte.
Peguei-a no colo e corremos em direção ao castelo. Chegamos na enfermaria e a enfermeira disse que Matt e Gover já estavam melhorando. Quando a Julie, ela disse que nao havia jeito, e que podíamos nos despedir dela. Todos foram e choraram. Quando foi minha vez de falar, eu falei que a amava e sabe o que ela falou? Me chutou na canela, e disse:
– Eu também te amo Pe... — ela não conseguiu terminar, do nada os olhos dela haviam ficados vidrados, do nada ela ficou gelada, do nada minha irmã morreu.
A profecia estava completa, lembrei da minha mãe me falando para cuidar bem dela, e quando eu disse que iria cuidar sim. Agora ela estava morta, e eu não consegui cumprir a minha promessa.
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