Notas iniciais
Oie!Não tenho nada a dizer hoje rs Só agradeço a todos que acompanharam.Obrigada gente e espero ter novos leitores :D Espero que gostem deste capítulo. Boa leitura!!

Luize e Lucas levantaram-se assustados,vestiram rapidamente as roupas e foram correndo em direção ao quarto do casal que ficava a duas portas do deles.

Eles bateram freneticamente na porta mas ninguém a abriu.Eles escutaram a gritaria:

–Percy,estou com medo,faz alguma coisa! -Gritava Annabeth.

–Estou tentando! -Falou ele de volta.

–Deve ter algo que ajude lá no banheiro. -Disse ela com a voz chorosa e desesperada.

–Vou ir lá. -Ele foi no banheiro e achou o que queria. -Aqui,está!

Depois de um tempo o choro de Annabeth diminuiu.

–Obrigada cabeça de algas. -Disse ela com a voz ainda um pouco trêmula.

–De nada Sabidinha.É minha obrigação proteger você.

Eles bateram na porta novamente e dessa vez eles abriram.

–O que estava acontecendo?Ouvimos seu grito lá do nosso quarto. -Falou Luize para Annabeth.

–Aranhas. -Ela disse ainda um pouco abatida.

–Ta explicado... -Falou Luize indo abraçar Annabeth.

–Hum,quando partiremos? -Perguntou Lucas.

Percy consultou o relógio e disse:

–Acho que devemos tomar um bom café da manhã antes de irmos.

–Ok,encontramos vocês lá embaixo daqui a vinte minutos.Vamos Lucas? -Disse Luize.

Eles saíram e fecharam a porta.

Vinte minutos depois estavam os quatro reunidos em uma mesa separada para o café.

Annabeth estava de cara fechada.

–O que foi Annabeth? -Perguntou Luize enquanto passava manteiga em seu pão.

–Por que os insetos tem de existir?Por quê as aranhas tem que ter 8 patas?E por qual motivo os insetos comem as pobres plantas?Por quê a vida é tão injusta? -Questionava ela para ninguém específico.

Lucas e Luize estavam sem entender o porquê de Annabeth fazer tantas perguntas assim de uma hora para outra mas,Percy já estava se acostumando aquilo.São os hormômios.Annabeth ficava mais frágil e mudava de humor frequentemente.Pequenas coisas eram motivos para ela se debulhar em lagrimas.Percy afagou o ombro dela e sussurrou:

–Está tudo bem amor.A vida é assim.Não dá para mudar isso. -Disse ela calmamente.

–Argh estou me sentindo uma idiota.Fico falando coisas assim e me desmanchando em lágrimas.Isso tudo é culpa sua! -Disse ela ríspida.

–Por que é culpa minha? -Disse ele com um ar de indignação.

–Você colocou esse bebê dentro de mim!

–Fala sério Annabeth!Até parece que fiz o bebê sozinho!

–Droga,é melhor pararmos de discutir isso aqui.Já está ficando constrangedor.

Ele concordou em silêncio e fez uma anotação mental:Não discutir com uma mulher grávida.Ainda mais quando essa mulher é Annabeth Chase,filha de Atena e com argumentos infinitos.

–Acho melhor irmos. -Disse Luize quebrando o silêncio que se instalara desde a discussão de Percy e Annabeth.

Eles fecharam o registro no hotel e saíram.Pegaram um ônibus para ir ao Rio Mohawk,o local em que a Ninfa mora.

Annabeth e Percy permaneceram boa parte do trajeto em silêncio,até ela quebra-lo:

–Ei cabeça de alga. -Chamou ela.Ele olhava distraído para a janela.

–Hum?Oi.

–Me desculpe.

–Por?

–Por essas mudanças de humor e toda essa coisa.Não deveria descontar em você.

–Concordo mas eu entendo.Sério mesmo.Desculpas aceitas sabidinha. -Disse ele sorrindo pegando a mão dela para beijar cada um dos dedos.

–Amanhã completo seis meses de gravidez.

–Ta passando rápido.

–Percy!Ela chutou!Sente! -Ela pegou as mãos dele e pôs em sua barriga.Ele sentiu o chute.um sorriso imenso brotou de seus lábios.Annabeth tinha lágrimas nos olhos.Sem ele perceber ele também sentiu seus olhos molharem.

–É o nosso pedaço de vida. -Disse ele.

–É. -Concordou e o beijou.

Eles chegaram ao Rio e caminharam até o local indicado.De acordo com as instruções que receberam de Quíron,a ninfa não mora exatamente no Rio e sim em uma entrada na beira dos Rio e meio a vegetação.A entrada não pode ser descoberta por mortais.

Eles caminharam até o local indicado e abriram a vegetação que há na beira do rio.Atrás da vegetação se encontrava uma porta que parecia ser feita de bronze celestial e aço.Eles bateram na porta.O som ecoou um pouco alto.Depois de ouvirem algumas trancas serem abertos a porta se abriu.De pé atrás da porta tinha uma ninfa de cabelos castanhos-avermelhados e profundos olhos azuis.

–O Senhor Zeus avisou que viriam.Entrem.

Eles entraram.O local onde a ninfa vivia parecia apropriado para ela.O chão era de terra batida.Havia plantas ali também.Móveis de madeira com um tom rústico e delicado ao mesmo tempo parecia o espaço médio.Era um bom lugar.

Eles se sentaram em cadeiras de madeira.Eles se apresentaram e a ninfa se apresentou como Lidiane.

–Hum como você deve saber estamos encarregados por descobrir quem roubou o objeto e encontra-lo.Poderia nos contar como aconteceu o roubo? -Falou Annabeth em um tom delicado.

–Eu escondia o objeto em um local na parede.Era um local bastante seguro,pelo menos eu achava. -Ela deu uma um suspiro e depois de uma longa pausa continuou. -Como a parede é feita de barro o objeto não se destacava sob ela,em uma noite comum para mim eu estava dormindo quando senti algo estranho.Por instinto me levantei e fui conferir o local onde o obejto ficava e tive uma surpresa por ver que ele não estava lá.Depois disso revirei cada parte desse local e não o encontrei.Saí para procurar nos arredores do Rio e nada. -Ela terminou choramingando.

–Calma,calma.Não foi culpa sua. -Disse Luize consolando-a.

–Obrigada.

–Hum,você viu algo que poderia indicar que é o ladrão? -Perguntou Percy.

–Depois que voltei eu encontrei uma coisa que eu nem tinha prestado atenção que estava lá. -Ela disse e se levantou para buscar algo.Ela voltou com uma borboleta azul nas mãos.

–O que isso quer dizer? -Perguntou Lucas.

–Não sei.A encontrei no local onde ficava o objeto.Tome,pode ser uma pista.

Annabeth tomou a borboleta em mãos e ficou imaginado o que aquilo significaria.Seu inimigo tinha a marca de uma borboleta?Qual a ligação daquele animal com tudo isso?E porquê o ladrão havia deixado aquilo ali?

–Obrigada por tudo. -Disse Percy enquanto a ninfa os levava até a porta.

–Eu que agradeço.Boa sorte. -Disse ela aos aventureiros.

Sorte.Acho que vamos precisar.Pensou Annabeth.

Notas finais
Desculpem-se se houver algum erro. Alguma ideia de quem seja o ladrão?Deixem reviews!! Beijos!!