Percabeth- Amor Verdadeiro
8 Maui
Notas iniciais
O nome do hotel era Sunnyville. Nós pegamos as chaves e fomos em rumo ao nosso quarto : décimo andar, 106. Nós pegamos o elevador, que tocava uma daquelas comuns músicas sobre piñas coladas de elevador.
Nós fomos parar num corredor com paredes cor de creme com oito portas. Enfim paramos em frente á porta com o número 106 em letra itálica.
Percy destrancou a porta e eu estiquei o braço para abrir a porta, mas Percy parou a minha mão no meio do movimento:
– Não, tem de ser como na tradição.
– Como assim?- perguntei, confusa.
Ele esticou os braços atrás de mim e rapidamente, antes de eu sequer pensar em protestar, me pegou mo colo.
– Assim, Sabidinha.- Ele respondeu, abrindo a porta.
Nosso quarto era uma suíte, na verdade. Era claro, em formato redondo, com imensas janelas de vidro, duas portas em lados opostos do quarto que ligavam a mesma sacada e cortinas beges. Uma cama de casal bem espaçosa se destacava ao centro, com um criado mudo em cada lado dela. Havia um armário de madeira grande num canto. O banheiro estava com a porta fechada naquele momento, então não pude ver como era lá dentro.
Nós ficamos lá, abraçados na cama por um tempo, mas depois decidimos ir á praia.
Eu abri a mala á fim de ver as roupas que hazel tinha separado para mim. Os sapatos eram simples.Minha faca de osso de drakon reluzia em meio ás roupas. Minha tiara do casamento havia sido colocada cuidaosamente num bolsinho da mala. Haviam muitos biquínis, saídas de banho e vestidos, alguns shorts e camisetas. Mas havia algumas peças que fiquei com vontade de enforcar Hazel por ter colocado lá: quatro Lingeries azul, vermelho, preto e azul de novo.
Eu enfiei as quatro peças indesejadas no fundo da mala e peguei o biquíni verde- mar e uma saída de banho branca.
Eu já estava prestes a me trocar quando ouvi tres batidas na porta.
– Quem é ?- Perguntou Percy .
– Serviço de quarto! — Disse alto uma voz familiar estridente que ao mesmo tempo eu não reconheci.
Percy abriu a porta dizendo:
– Nós não pedimos n... — Ele parou abruptamente — Oque está fazendo aqui?- Ele perguntou com a voz fria.
Por extinto, escorreguei a mão para dentro da mala e fechei o a mão em volta do punho da minha faca.
– Ah querido, que falta de educação, hein?- Disse a voz estridente — Parece que sua namorada...
– Esposa- corrigiu Percy, e uma parte do meu cérebro que não estava ocupada em detectar de quem era a voz achou essa correção casual muito fofa.
– Certo, sua ESPOSA — ela disse com amargura e desprezo — não me apresentou- Ela fez uma pausa, e eu fui em direção á porta do quarto — Eu sou a Katye.
Ela disse seu nome bem na hora que eu parei ao lado de Percy, a faca na mão. Ela continuava a mesma doce aero moça de 27 anos. mas agora estava num traje de camareira e carregando toa lhas brancas com a marca "Sunnyville"
– Ah! Aí está você, Annabeth! Enfim, eu sou Katye, a mais nova e fiel serva de confiança de ... Não direi o nome dela! Vocês não merecem sequer ouvir o nome dela! nunca direi!
– Ah, de novo não...- Eu murmurei, e ela ignorou meu comentário.
Eu podia sentir a mão de Percy deslizando para o bolso da bermuda, em direção ao bolso, sem dúvida para pegar contracorrente.
– Porque está nos vigiando?-Perguntei diretamente
– Informação sigilosa!- ela exclamou, e saiu andando pelo corredor empurrando um carrinho cheio de toalhas e pequenos frascos de shampoo de hotel.
– Eu, hein? — Disse Percy fechando a porta — To mara que ela continue sendo pacífica assim...- Disse ele, passando os braços pela minha cintura e colando sua testa na minha — assim podemos ficar tranquilos — Eu já podia sentir seu hálito de pasta de dente e o cheiro de maresia de seus cabelos — e juntinhos...
Nós nos beijamos pelo que pareceu uma década, casualmente esbarrando em cabeceiras e prateleiras, e depois eu fui trocar de roupa. Prendi o cabelo num rabo de cavalo por causa do calor, oque era uma pena, pois depois de passar a noite numa trança, tinha ficado perfeitamente enrolado. eu ia levar uma bolsa de praia com a faca, uma toalha, protetor solar, dracmas e alguns dólares.
Nós pegamos o elevador de volta ao térreo e fomos direto á praia, já que o hotel era ligado diretamente com a praia.
No caminho, vimos as imensas piscinas, algumas quadras de tênis, trilhas que entravam sorrateiramente nos bosques tropicais do Havaí.
O mar de Maui... como posso descrever? Era perfeito. A água era cristalina, e se podia ver o fundo de qualquer lugar.
Nós nos sentamos em um ponto perto de algumas rochas, um lugar perto da água. Eu estendi uma toalha no chão e coloquei nossas coisas lá.
Eu me sentei ao lado de Percy em cima da toalha e encostei a cabeça em seu ombro, ao mesmo tempo que ele passava a mão pelas minhas costas. Nós olhamos o mar por alguns minutos, quando Percy anunciou que ia para a água e me convidou para ir junto.
– Eu Já estou indo, vou passar protetor antes.- Eu respondi sorrindo e ele foi em direção á água.
Nesse momento, algumas risadinhas me chamaram á atenção. Alguns metros longe de mim, algumas turistas morenas com os olhos claros e biquínis muito pequenos para meu gosto olhavam animadamente para Percy, enquanto davam risadinhas e mordiam os canudos das suas Pepsis.
Na mesma hora, eu larguei o protetor solar e corri para a quebração. eu cheguei mais perto de Percy e segurei sua mão. Ele me olhou surpreso e depois sorriu. Eu me virei para as turistas, que agora nos olhavam com amargura, e dei uma risadinha.
– Oquê? — perguntou Percy.
– Nada não — eu respondi, feliz.
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