Pequenos Contos
8 Pequeno explorador
Notas iniciais
Navegando em terras distante
Há, em águas remotas
Um barquinho
Velejando em águas imaculadas
Explorando e encantando
Ali, ao longe um barquinho velejando
Há um pequeno navegante explorando
A noite
Reverencia-o
Encobrindo-o com seu manto
Abraçando-o com seu véu
Às estrelas sua luz
Ao seu amor as águas
Ao seus braços as terras distantes
Lágrimas salgadas
Tocam as marés
Caindo e molhando as velas
Mesmo que belas , saudosas são elas
Como lamentos
Ouvindo o grito das nuvens
À fúria dos céus
O mar parece enfurecido
As lágrimas que caem e tocam as marés
Se transformam em sua fúria
Odiando entre lágrimas , revoltando-se entre ondas
Quando o Sol toca
A Lua desvanece
Subjugada pelo dia , a noite desaparece
No solstício da primavera
O nosso pequeno barquinho viajante , navega
Entre rosas e ordálias
Admirando novas terras
O sabor
O amor por estas terras
É tão grande quanto o mar
O pequeno e solitário barquinho
Continua a velejar
Cordas e cordames
Se amarram , para novas terras explorar
No coração do mar
Navegando sem destino
Procurando um novo lar
As ondas vem e vão
Como uma canção
Ó canto da sereia
A voz do mar
Em águas cristalinas
Ou em tormentas salgadas
O mar ressoa
Trilhando seu próprio destino
Guiando seu próprio caminho
Sem rumo navegando
Adeus meu distante barquinho
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