Pequena Inocencia
6 Six
Notas iniciais
Acordei pouco antes do sol nascer, sentia saudades de ver aquele sol que um dia me aqueceu, aquele calor que depois de tanto tempo ainda sinto falta. Sem me aperceber senti uma grande dor no peito e uma terrível solidão a tomar conta de mim, não intendi os motivos, mas aos poucos parecia doer mais.
Com as forças que tinha levantei-me e pus me a janela, pude ver o sol nascer, igual aquele que um dia podemos ver juntos, aquele onde juras te que me amavas, será que ainda te lembras? Diz me Natsu ainda te lembras de todas as promessas que me fizeste, todos aqueles amo-te que lanças te ao vento, todos aqueles momentos só nossos? Senti a solidão a arrastar me novamente para um buraco sem fundo, sabia que já não estava mais só, mas o porque deste sentimento.
No nada o teu nome surgiu na minha cabeça, serias tu Natsu, eras tu que te sentias só?
Sem eu mesma permitir esse pensamento fez com que uma lagrima escapa-se, uma lagrima de um amor que continuava acorrentado no que um dia pude chamar de coração. Uma pequena lagrima de saudade e talvez de uma dor que nunca poderei apagar. Sai da janela, eram demasiadas lembranças, era demasiada dor e sofrimento. Olhei para a minha pequena, tinha acordado, como é linda. Sabes Natsu é por ela que vivo todos os dias e por ti que quero morrer a todos os segundos.
Tentei tirar esses pensamentos da cabeça, não me faziam bem e com a ajuda da porta pude faze-lo.
Peguei na minha princesa e fui abrir a porta, e quando olhei não podia ficar mais surpresa. Nela estavam um “brutamontes “e uma “nanica”. Sim Levy e Gajeel estavam os dois especados a porta do meu apartamento.
–Lu.. Lu-chan, es mesmo tu?- perguntou a mais pequena
–Le..levy-chan?- Não consegui e abracei-a com toda a saudade que tinha
–Bunny girl, finalmente voltas te, aqui a nanica não parava de chorar por tua causa- falou o gajeel, bruto e grosso como sempre.
–Ta calado eu também vi que choras te e sei que também sentias saudades dela- falou a levy com um olhar de divertimento.
Vi-o a corar e a abraçar me também, quem havia de dizer o brutamontes do gajeel a sentir saudades de alguém? Reparei quando o olhar dele parou na minha pequena.
–Então é ela?
–Sim é ela, a minha pequena, a razão da minha vida.
–A filha do dragennel, uma dragon sailer estrelar
–Notasse assim tanto que é filha dele?
–Lu-chan, obvio que se nota, ela parece a copia dele. Não me digas que é um demoniozinho também?
–Não Levy-chan, ela ate é bem calminha, mas tenho pena que a minha pequena nunca possa vir a saber o que é ter um pai.- falei triste
–Bunny girl não fiques assim aqui o tio gajeel toma conta da mini monstrinha gigigi- lá estava aquela risada estranha de novo, a quantas saudades tinha daquele cabeça de metal
– Gajeel tu nem dos teus monstrinhos tomas conta quanto mais da princesinha da Lu-chan!
–Espera, Monstrinhos? Levy- maria-chan! O que que eu não sei?!- via corar dos pes a cabeça, espera não me digas que os meus cabeça dura finalmente se alinharam *-*
–er.. bem como é que eu posso dizer
–eu explico nanica, quando assim o coração faz bumbum por uma rolhinha e o coração dessa rolhinha faz bumbum assim por metal e..
–Gajeel eu não sou nenhum bebe, não preciso dessa explicação PARA CRIANÇAS!- Falei –lhe com a maior cara de tacho, afinal se pensar mos bem, só assim talvez EU TENHA UMA FILHA e por azar (ou sorte) sei como isso se faz (lé assim perversa ^^)
–Gajeel, só assim naquela a Lu-chan tem uma bebe, ela sabe como se fazem né- respondeu a menor ainda vemelha- mas deixa estar que eu explico, então eu e aqui o brutamontes temos dois monstrinhos devoradores de metal lá em casa.
–Sua rata de biblioteca eles não são monstrinhos, são ratinhos iguais a ti. So tem um ano e já devoram livros, literalmente.
Estava mais que visto que eles começaram uma discussão, deixei o casal feliz, ou nem tanto, a discutir e fui comer e alimentar a minha pequena. Amo revelos mas a fome não se mata com a discussão dos outros. Mas quando chegei a cozinha é que me lembrei que não tinha ainda comprado comida, mas por alguma razão abri o armário com uma estela no puxador. E de lá tirei aquilo que pensei nunca mais ver. Lá estava a nossa caixa, cheia de memorias e aquilo..
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