Você age como se não olhasse em meus olhos, como se não escutasse minha voz, como se não sentisse o calor da minha pele

Você vive como se não tivesse coração, como se eu fosse ninguém, como se eu nunca tivesse existido

Você ignora minhas lágrimas, ignora meus machucados, ignora os seus próprios tentando parecer que não liga

Você finge que jamais tocaria meu corpo, jamais observaria o universo em meu olhar, jamais colocaria suas mãos entre meus cabelos e beijaria meu pescoço de novo

Você anda depressa até sumir na multidão, prefere não sentir que velo por ti, que ainda te desejo

Como poderia eu inventar uma forma de fazer-te ceder?

Como pode tão distante tornar meu mundo incolor?

Você, você, você… por quem suspiro mil vezes antes do alvorecer

Amor, amor, amor… não é à toa que teu nome combina tão bem com a dor

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.