Notas iniciais
Oi gente! Esta foi a primeira vez que me atrevi a escrever oneshots. Espero que gostem.

Se a gente namorasse? Ah, seria lindo!

Primeiro, ele pediria minha mão em namoro para meus pais, meu pai no começo ficaria enciumado mas acabaria cedendo, minha mãe também aceitaria. A gente trocaria mensagens e telefonemas todos os dias e finalmente se encontraria nos fins de semana, devido a dificuldade de se encontrar nos meios de semana por causa do trabalho e da escola. Quando finalmente nos encontrássemos, daríamos tantos beijos e abraços apertados, a fim de matar a saudade. A cada encontro, minhas pernas bambeariam, as mão geladas e trêmulas, o coração quase saltaria pela boca de tão disparado, como sempre acontece quando o vejo.

Ele me apresentaria para sua mãe, que ficaria surpresa ao saber quem era "a namorada", mas que nos apoiaria e ficaria feliz por nós. Depois, me levaria para conhecer seu pai, que também nos aprovaria.

Quando chegasse sexta-feira ou sábado a noite, eu correria para me arrumar, porque iríamos nos encontrar para sair para passear, ou até mesmo ficar em casa, conversando, namorando. Quando ele chegasse e me visse, diria o quanto eu estaria bonita cheirosa, também me estonteando com sua beleza e me embriagando com o cheiro delicioso de seu perfume. A gente sairia, iria ao cinema, ou pelo menos andar por aí. Nos domingos, nós almoçaríamos juntos, ora na sua casa, ora na minha; pela tarde, eu assistiria futebol com ele (mesmo sem entender nada) mas só para fazer companhia e tê-lo comigo.

Ele teria orgulho ao me apresentar para seus amigos, que me elogiariam, deixando-o enciumado, e eu, achando lindo seus ciúmes quando outros caras me encarassem, eu da mesma forma estaria cheia de ciúmes de certas "fulanas", mas ele sempre me tranquilizaria me dizendo que me escolheu e que não queria mais ninguém além de mim, e eu para variar, me derreteria.

Nós conversaríamos tanto, sobre diversos assuntos, eu lhe mostraria meus poemas e acabaria confessando que muitos eu escrevi pensando nele. Eu confessaria também que eu nunca havia beijado ninguém até que a gente namorasse, ao contrário do que pensei, ele não riria de mim, mas ficaria muito feliz ao saber que era o único de toda a minha vida.

Ele me faria chorar, mas não de tristeza e sim de alegria, ao me fazer surpresas como o romântico que é, me mandando flores e fazendo declarações. Ele cozinharia para mim e eu "tentaria" cozinhar para ele. A gente iria a festas, reuniões de nossas famílias, faria passeios de casais com minhas amigas e seus namorados; nas férias nos veríamos mais vezes, sairíamos pela tarde para passear, tomar sorvete.

Eu sempre estaria ao seu lado e ele ao meu, nos momentos bons e felizes, rindo das palhaçadas um do outro, mas como a vida não é feita somente de coisas boas, também estaríamos juntos nos momentos ruins, eu sempre estaria lá para amparar e confortá-lo; estaria ao seu lado comemorando as vitórias do seu time, mas também o consolaria nas derrotas. Discussões é claro que teriam, ninguém pensa igual (seria até chato se pensassem), mas estas discussões sempre terminariam em risadas, abraços e beijos.

Quando ele chegasse em minha casa de surpresa e eu estivesse de pijama e descabelada, eu sairia correndo para me arrumar e ele riria de mim e diria: "Não precisa disso, você fica linda de qualquer jeito." e eu com minha insegurança de sempre pensaria: "Nem tanto". Todos os dias trocaríamos mensagens de "bom dia" e "boa noite", mesmo que a gente tenha acabado de se ver.

Ele olharia para mim e pensaria: "Que sorte eu tenho de ter essa menina comigo, ela é tão inteligente, dedicada, sempre me faz sorrir, além de ser tão linda, todos olham para ela mas quem tem seu coração sou eu." da mesma forma eu o olharia e pensaria "Ele é tão lindo, trabalhador, bom moço, faz de tudo para me alegrar, que sorte eu tenho de ter ganhado seu coração, tinham tantas à disposição dele mas ele preferiu a mim, me escolheu."

A cada novo poema que eu escrevesse mostraria para ele que me incentivaria a continuar escrevendo e até me apelidaria de "minha poetisa" e eu adoraria, somente pelo fato de ele ter me chamado de minha. Se fosse preciso nós ficarmos sem se ver por muito tempo, iria até doer de tanta saudade, mas trocaríamos telefonemas para pelo menos ouvir a voz um do outro (a cada vez que ouço sua voz meu coração acelera e quase salta do peito); quando finalmente nos encontrássemos, findaríamos a saudade com um mar de beijos longos e abraços apertados, ele me diria: "Como senti sua falta!" eu não precisaria nem responder, meu olhar já entregaria tudo.

Defeitos todos têm, mas gostar, se apaixonar, amar é isso, conhecer os defeitos um do outro e mesmo assim continuar gostando, até em maior proporção.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Beijos, até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!