Pensamentos de um Alien

2 Ócios e penas, cuja memoria...


Uma vidinha cumprimentar-me-ia num belo monte, donde a neblina não alcança, e nesse, a vasta floresta perder-se-ia, avergonhada de tamanha vastidão;

E esta vidinha refletir-me-ia, drenando meus medos, esconderia expectativas opressoras;

Neste monte a vida corre, é um monte de assassinatos!

Onde pisava encontrava ossos, de diversos tamanhos, havia ossos de pouco tempo, médio, ou muitíssimo!

Havia ali todas as provas de um assassinato!

O curioso era que quanto mais ossos, maior era a sina, o objetivo se afastava terrivelmente rápido, bastava uma espiada para o angulo errado, e pairava um outro pedregulho.

Já a floresta era um belo lugar, que nunca existiu, representava uma falsa infância, onde crianças (des)aprendiam valores, de quaisquer modo que lhe valha;

Aprendiam num colo oque aplicar à vida, mais disso nada supria, ao menos não ao mundo, que é ganancioso feito o dono da galinha dos ovos d'ouro.