Notas iniciais
Marco, apenas citado neste capitulo, acompanhando a Alex, é um capanga da família Cristiano. Um humano. talvez ele apareça mais no próximo cap. só coloquei ele pq seria estranho a Alex andando sozinha pela cidade, dada a situação. :) e como sempre, tive de cortar mta coisa... então, a conclusão pra esse cap vem no cap de amanhã. mas o motivo da Alex ter gritado no cap anterior felizmente coube! ainda que resumido. enfim... :)

Ajeito o xale sobre os ombros e continuo meu caminho, ignorando certos olhares indecentes dirigidos á mim.

É estranho.

Em meu trabalho, estou acostumada a ser vista como objeto, usada e descartada. Mas ultimamente, esses olhares me incomodam profundamente.

Talvez eu deva comprar roupas mais discretas para usar no dia a dia...

Junto de Marco, desvio da rua principal e adentro o beco, onde a concentração de pessoas é menor, apertando a sacola de compras contra o peito.

Chego á esquina próxima ao “Bastard”. Vejo Nicolas na porta, observando os arredores. Parecia preocupado.

Pouco nos falamos nesses últimos dias, apesar da ausência de Worick. Nicolas é uma pessoa forte, capaz de antepor os movimentos dos adversários e atacar sem hesitação ou remorso, mas às vezes, em seu olhar astuto, vejo uma sombra de paciência e compaixão tão humana que me surpreende.

Aceno para ele e acelero o passo, porém, acabo esbarrando em alguém e a sacola cai, espalhando as compras.

_ Gomen – digo, e abaixo-me para pega-las. Quando percebo, estou cercada. Alguns homens fardados me rodeiam, falando coisas e fazendo gestos.

Querem meus “serviços”.

_ Desculpe, estou de folga hoje.

Entretanto, aqueles mercenários não pareciam dispostos a aceitarem um “não”.

Notas finais
Notinha: A Alex trabalha como prostituta. no anime, ninguém parece se importar. Aparentemente, em Ergastulum, ser prostituta é uma profissão tão normal como qualquer outra... o que faz mto sentido. e... não se preocupe. nada muito grave vai acontecer... pelo menos, não com a Alex... kkkkkk :)