Notas iniciais
Boa noite, primeiro perdão pela demora. Esse cap eu dedico a minha preciosa, te amooo muitooo Chris... TQMMMMM mi regalo de Dios.

Meu irmão ficou me olhando quando racionou.

— Muito prazer, enfim conheci a mulher que roubou o coração do meu irmão.

Victoria sorriu. – O prazer é meu.

Vi minha mãe olhando Victoria, estava feliz, precisávamos contar tudo para o Bruno, e ela tomou a iniciativa.

— Na verdade Bruno, temos que te contar uma coisa.

— O que mamãe?

Sentamos no sofá, Victoria entre eu e nossa mãe, Bruno ficou a nossa frente, ouvimos toda a historia de novo, Bruno se surpreendeu muito.

— Ual, tudo isso é inacreditável. – Ele olhou novamente Victoria que estava calada, a observou.- Acabei de ganhar uma irmã e cunhada.

Victoria riu, a abracei, ficamos conversando, almoçamos.

— Meu amor, me leva pra casa, preciso fala com meu pai.

Beijei seus lábios, e a levei pra se despedir da mãe e do meu irmão, se abraçaram e fomos pra casa dela.

— Amor tem certeza que não quer que eu te acompanhe?

— Sim, tenho que enfrenta isso sozinha, só me acompanha até a porta.

Sai do carro dando a volta, a ajudando a sair, chegando na porta nos beijamos.

— Te amo.

— Também te amo meu amor.

Ela entrou com cuidado, esperei ela fechar a porta e fui embora, entrando em casa vejo Bruno no sofá tomando Whisky.

— Oi, cadê a mamãe?

— Foi se deita um pouco, estava cansada, que uma bebida?

Balancei aceitando e me sentei no sofá, ele me entregou a bebida e se sentou ao meu lado.

— Então, veio pra fica?

Ele sorriu. – Quem sabe. – deu gole na sua bebida – O que aconteceu com a Victória, pra ela fica cega?

Respirei fundo. – Foi atropelada, uns 3 anos atrás, estava na praia, atropelaram e foram embora sem prestar socorro, acredita nisso?

— Caramba, mas me conta como a conheceu?

— Ela foi se consultar comigo, ela me cativou na primeira Bruno.

— Tem chances dela voltar a enxergar?

— Sim, muito, ela esta fazendo um tratamento, daqui um mês e meio é a cirurgia.

— E ela não conseguiu ver quem a atropelou?

Bebi um pouco. – O ultimo rosto que ela viu foi da pessoa que a atropelou.

Ficamos conversando sobre tudo.

Entrei em casa, e já senti Morena em minhas pernas, me abaixei e a abracei, estava morrendo de saudades da minha peluda, ouvi a voz da minha irmã.

— Vick, que saudades.

Me levantei e ela me abraçou, apertei ela em meus braços. – Tambem senti sua falta meu amor.

— Victoria. – Ouvi a voz do meu pai, Julia me levou até perto dele.

— Julia me deixa sozinha com papai.

Ela saiu sem protestar.

— Que bom que voltou filha.

— Temos muito o que fala, porque papai?

Ouvi ele suspirar. – Me apaixonei.

Balanço a cabeça – Você deixou uma mãe sem filha, me roubou, da minha mãe, como pode fazer isso?

— Me apaixonei, mas não podia ir embora sem você, era minha luz.

— Então porque não conversou com a minha mãe, como faria qualquer pessoa, não simplesmente pega e ir embora com a filha dela. – Respirei. – Eu não sei o que pensar, nunca imaginei que meu pai, meu herói foi capaz de fazer uma monstruosidade dessas. – Respirei fundo, um soluço escapou da minha garganta.

— Me perdoa filha, sei que errei, mas te amo muito.

Limpei meus olhos. – Você é meu pai, não sou eu quem tem que te perdoar, mas doi muito o que você fez, mas eu te amo, vou tomar um banho, preciso descansar. – Fui para meu quarto, sentindo a companhia de Morena, entrei, ouvi um soluço.

— Julia o que foi, onde você esta?

— Aqui na minha cama.

Fui até ela, me sentei e estiquei o braço, ela pegou minha mão, a puxei pra perto de mim. – O que foi, porque chora?

— Você não é minha irmã?

Passei a mão no rosto dela, a abraçando. – O meu amor, claro que você é minha irmã, só não temos a mesma mãe mas o pai é o mesmo.

Ela suspirou aliviada e ficamos juntas, a tarde toda.

Já estava a noite, peguei o telefone, queria ouvir a voz da minha pequena.

— Alô.

Sorri. – Meu amor.

— Heriberto, oi.

— Como esta?

— Estou bem, e você, nossa mãe?

— Estamos todos bem, só estou com saudades de você.

— E eu de você.

— Que tal almoçarmos amanha?

Ela aceitou, conversamos mais um pouco e desligamos, dormir assim que encostei no travesseiro.

A semana passou rápida, Victória aceitou passa o fim de semana em casa, com a condição de trazer Morena, não queria ficar muito tempo sem ela, fui busca-la sábado de manha, ela veio sendo guiada por Morena, estava linda, sorrindo, chegou perto.

— Minha pequena, esta maravilhosa. – A abracei pela cintura, cheirando o pescoço dela, ela riu.

— Que saudades suas meu amor.

Nos beijamos. – Vamos, que sua mãe esta doida de saudades. – Coloquei a Morena no banco de trás, saímos em direção a minha casa. Entramos e minha mãe já veio abraçar Victoria.

— Minha filha já estava com saudades. – Vi Victoria fechar os olhos, sentindo o abraço da mãe, pôs a cabeça em seu ombro e sentiu seu cheiro.

— E eu de você mamãe.

Vi meu irmão descendo as escadas arrumado.

— Não vai fica com a gente, vamos fazer churrasco na piscina.

— Já tinha marcado com alguns amigos, desculpe. – Ele olhou pra Victoria. – Bom dia Victória, com licença.

Ele saiu, estranhei a atitude dele, desde quando conheceu Victoria , vi as duas se afastarem juntas, com Morena atrás, sentaram no sofá, Victoria falava sobre a cachorra, minha mãe estava encantada, com a Morena e com a filha.

— Bom, já que fui abandonado vou ver as coisas do churrasco. – Brinquei passando por elas que riram.

Ficamos na piscina, comemos, conversamos, brincamos, Morena não saia da piscina, brincava com a bolinha dela, estávamos sentados em uma cadeira eu e Victoria e bem próximo minha mãe.

— Filha, falou com seu pai?

Vi Victoria baixar a cabeça, minha mãe pegou a mão dela.

— Sim, pediu perdão, eu amo meu pai, mesmo ele tendo feito que fez, mas ainda doi, nunca imaginei, mas não sou eu que tenho que perdoa-lo e sim você mãe.

Minha mãe respirou fundo. – Nunca te pediria pra odiar ou se afasta do seu pai, sei que ele sempre cuidou muito bem de você, mas pra mim o perdão é muito difícil, ele me tirou você meu amor, minha vida ele arrancou do meus braços da forma mais cruel, mas agora que eu te encontrei, quero paz, pra cuida de você e te amar com esse amor que ficou guardado por tantos anos.

Victoria se levantou do meu lado se sentando junto a mãe, a abraçou. – Sempre vou precisar de você mamãe, sempre.

Ficamos até anoitecer, Victoria queria tomar um banho e descansar, subimos, Morena continuou na sala dormindo, entramos no quarto, a abracei.

— Senti sua falta.

— E eu a sua. – A beijei. – Vai tomar um banho, preciso terminar de arruma as coisas la fora, consegue tudo sozinha.

— Sim, já me acostumei com seu banheiro e só quero uma ducha.

Ela foi caminhando devagar para o banheiro, eu desci terminei de arruma as coisas e subi, ela já estava de camisola encostada na cama sorriu quando ouviu a porta fechar.

— Conseguiu arruma tudo?

— Sim, agora vou tomar um banho e já volto. – Fui até ela e dei um selinho, fui pro banho, relaxei na agua quente, não demorei muito, voltei para o quarto, observei ela, estava deitada de lado sem coberta, com as pernas amostras, olhos fechados, meu corpo respondeu a ela, me aproximei, ajoelhei ao lado dela, comecei beijando a coxa, subindo chegando a parte descoberta da bunda, dei uma mordida de leve, a ouvi gemer, se virou ficando de barriga pra cima, levantei a camisola dela, passando as mão pelo quadril, ela terminou de tirar a camisola, ficando apenas de calcinha, se ergueu um pouco na cama, cheguei aos seios, peguei um na boca e chupei, as mão dela em meus cabelos.

— Hummm meu amor, que gostoso.

Subi meus beijos ao pescoço. – Você é gostosa, ela tocou meu rosto, buscando meus lábio, a beijei forte, ela passou as mãos por todo meu corpo, chegando na toalha.

— Deus como é cheiroso, meu corpo incendiava mais sentindo seus beijos em meu ombro, ela mordeu, Victoria desenrolava a toalha da minha cintura deixando minha ereção livre, ela tocou de leve.

— Ahh meu amor, não faz isso, quero estra dentro de você.

— Então Heriberto, entra em mim, bem gostoso.

Deitei sobre seu corpo, ela abriu as pernas e me recebeu, fui fundo, ela me arranhava, sabia que nenhum dos dois queria esperar, acelerei e gozamos juntos, ela sussurrou meu nome, deitamos abraçados, ela adormeceu logo, a coloquei na direito na cama, vesti o roupão e desci, precisava ver se tinha comida e agua pra Morena, na sala encontrei meu irmão sentado no sofá, percebi que estava um pouco bêbado me aproximei.

— Bruno, tudo bem?

Ele olhou pra mim, balançou a cabeça, me sentei do seu lado, ele olhou pra mim.

— Heriberto, ama de verdade Victoria?

Me surpreendi com a pergunta, mas respondi. – Amo, mas que tudo, ela se transformou em meu mundo, a amo tanto Bruno.

— Então não a opere Heriberto.

Fiquei sem reação, o olhei sem palavras, me levantei.

— Ficou louco Bruno, por ama-la tanto é que quero dar a ela a visão de novo, pra ela me ver.

Bruno se levantou rindo. – Meu caro irmão se soubesse.

Me aproximei dele. – O que esta acontecendo Bruno, vi com olhava a Victoria, como a trata diferente, porque?

— Você a opera e ela volta a enxergar, você vai perde-la pra sempre.

— Porque?

— Porque ela vai ver quem a atropelou.

Continua...