Pelos Teus Olhos
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Quando alguém bateu na porta atrapalhando esse momento tão magico, me ajeitei e quando vi que Victoria estava arrumada fui abrir, esperando ser muito importante para terem atrapalhado esse momento, quando abro a porta não posso conter um sorriso, era ela, minha madrasta, ela foi morar com meu irmão fora do pais quando meu pai morreu, era como uma mãe pra nós.
Ela sorri. – Oi, será que meu filho pode me dar um abraço e me deixar entrar?
A abracei apertado, ela entrou. – Olivia, que surpresa maravilhosa.
— Eu estava morrendo de saudades, e resolvi voltar, agora pra ficar.
Sorri pra ela e a abracei novamente. – Vem quero que conheça uma pessoa.
Ela arregalou os olhos. – Me desculpe, eu te atrapalhei.
Dou risada. – Não, já aproveito e a apresento, vem.
Pego na mão dela e voltamos a sala, Victoria esta no mesmo lugar, sentada, com um olhar confuso, largo a mão da Olivia e me aproximo. – Victoria, quero que conheça alguém.
Ela se levanta, eu fico ao seu lado, quando olho para Olivia ela esta paralisada, imagino que seja porque nunca apresentei ninguém a ela. – Victoria quero que conheça minha madrasta Olivia, Olivia essa e Victória.
Victoria sorri. – Muito prazer senhora. – Olivia ainda não se mexia.
— Olivia esta tudo bem? – Parece que ela sai de seus devaneios, se aproxima.
— Me desculpe, prazer sou Olivia. – Olivia estende a mão, mas quando percebe que Victoria não enxergava colocou a mão na boca, em total agonia, olhei pra ela dizendo com o olhar para se acalmar, ela balançou a cabeça. – Me desculpem, atrapalhei o jantar de vocês.
Victoria sorriu. – Não senhora, já jantamos. – Ela balança a cabeça, tentando lembrar-se de algo. – Parece que conheço sua voz de algum lugar.
Olivia parecia surpresa. – Deve ser apenas impressão.
— É provavelmente só impressão.
Ajudei Victoria a se sentar, Olivia fez o mesmo. – E aonde esta suas malas Olivia?
— Deixei no hotel ate encontrar uma casa.
Balancei a cabeça. – De jeito nenhum, vai fica aqui comigo.
— Não quero te atrapalhar em nada meu querido... – A interrompo.
— Claro que não me atrapalha você fica aqui, caso queira algo só pra você procure, mas more aqui enquanto não encontra, por favor.
Ela sorriu. – Tudo bem.
— Heriberto creio que já esteja tarde, preciso ir.
— Tudo bem, Olivia vou levar Victoria pra casa.
— Tudo bem, enquanto isso vou buscar minhas malas no hotel, Victória foi um prazer, será que...- Ela para por um instante, e com o olhar firme, continua. – Será que posso te abraçar?
Victória pareceu surpresa, assim como eu, mas balançou a cabeça dando liberdade para o abraço, Olivia se aproximou e a abraçou, um abraço que foi correspondido com todo carinho, me despedi dela e levei Victoria pra casa, nos despedimos com um beijo, voltei para minha casa, Olivia ainda não tinha voltado, peguei um copo de agua e me sentei no sofá, sorri lembrando-se dos momentos que sucederam antes da chegada da minha madrasta, quando escuto a porta, olho e a mesma entra, com a ajuda do segurança que trás as malas, ela sentou ao meu lado me olhando, sorri.
— Pode perguntar.
Ela riu. – Quem é ela, e o que são?
— Na verdade ela é minha paciente, mas também e um sol que entrou pra iluminar minha vida.
— Ela vai poder voltar a enxergar? – Noto a preocupação dela.
— Os exames todos indicaram que sim, agora e esperar a cirurgia, vejo que gostou dela.
Senti ela nervosa. – Sim, e uma mulher linda e parece ser muito boa, já conhece sua família?
— Sim, o pai e a irmã mais nova, a mãe parece que faleceu.
Ela se levantou. – Que pena, tão nova, o que houve pra ela fica cega?
Me ajeito no sofá. – Foi atropelada.
Ela me olha assustada. – Meu Deus.
Conversamos mais um pouco e fomos deitar, estava pensando em fazer uma surpresa pra Victoria, seria amanha, adormeci pensando nisso. Acordei, o sábado estava ensolarado, perfeito para o dia de hoje, desci já arrumado, Olivia estava à mesa do café.
— Bom dia. – Beijei sua testa.
— Bom dia querido.
— Hoje quero fazer uma surpresa pra Victoria, se importa de fica sozinha hoje.
Ela balança a cabeça. – De maneira nenhuma, vou resolver algumas coisas, visitar antigos conhecidos.
Sorri pra ela, e tomamos café, contei meus plano e ela achou que Victória iria adorar, depois de estar tudo certo saio de casa, vou busca-la para a nossa surpresa, não demoro chego até a casa dela, aperto a campainha e escuto a voz da irmã dela.
— OI dr, entre.
— Oi, Victória esta? – Pergunto entrando na casa.
— Esta sim, só um momento vou chama-la, fique a vontade.
Entro e fico na sala, quando vejo o pai dela entrando. – Bom dia Dr, esta tudo bem?
Sorrio. – Sim, esta tudo ótimo, vim convidar Victória para um passeio.
— Heriberto. – Me viro sorrindo, ela esta linda com um vestido acima dos joelhos branco, e os cabelos em um coque.
— Oi. – Me aproximo dela, a beijando na bochecha, ela sorri. – Quero te fazer um convite, aceita passear comigo hoje?
Ela sorri mais amplo. – Aceito claro.
A irmã e o pai se despedem pois precisavam ir ao mercado. – Bom na verdade quero te raptar o dia todo.
— E posso saber pra onde? – Não resisti mais, a abracei pela cintura e a beijei, ela correspondeu na mesma intensidade, nos separamos.
— Estava louco pra te beijar, é uma surpresa, mas uma coisa te falo, coloca o biquíni.
Ela vai pro quarto com a Morena, saindo um pouco depois, com o mesmo vestido mas agora com o biquíni por baixo, vi ela se abaixando pra conversar com a Morena, explicou que iria sair mas já já o pai e a irmã chegariam, da um beijo nela e me olho, a pego pela mão guiando ate entrarmos no carro, chegamos rápido, ajudo ela a sair, a abraço pela cintura, ela estava insegura pois não conhecia o lugar, me aproximei de seu ouvido.
— Não se preocupe jamais te deixarei cair. – Ela suspira. – Cuidado tem um degrau, isso.
Entramos, era um barco, lindo de um grande amigo, a levei ate a parte de fora, fiquei atrás dela, abraçando sua cintura. – Não imagina onde estamos?
Ela respirou fundo. – Sei que o mar esta muito perto, e sinto algo balançando sob meus pés.
— Exato, estamos em um barco, hoje vamos ficar aqui, almoçar, nadar juntos.
Ela se vira ficando de frente pra mim, como eu queria que seus olhos vissem a beleza de tudo, me abraça, beijando meus lábios devagar, com calma, passando a mão pelo meu rosto se afasta. — Obrigada, vai ser um sonho ficar o dia todo com você.
— Agora vamos lá pra dentro, vou me trocar e vamos entrar nessa agua deliciosa. – Eu me arrumei, ela tirou o vestido, peguei em sua mão, e abri a portinha do barco. – Pronta, confia em mim?
Ela balançou a cabeça, a peguei no colo e pulei na agua, ela deu um grito, ainda com ela no colo dentro da agua, a beijei, eu podia fazer isso sempre, ficamos brincando, abraçados por um tempo, depois a ajudei a subir, a guiei ate dentro do barco, voltamos para o quarto, ela colocou o vestido e eu uma bermuda, fomos para a cozinha.
— Agora, vamos almoçar. – Já estava tudo pronto, almoçamos entre conversas, ela perguntou da minha madrasta.
— Ela é como uma mãe pra mim e para o meu irmão, ela morava com ele fora do pais, mas quis voltar, minha mãe morreu eu era um garoto, tinha uns 10 anos, quando completei 15 meu pai e ela se conheceram, ela nos conquistou, tem uma historia muito triste, e assim nossa família estava completa, meu pai morreu faz 5 anos, a amo muito.
Ela procurou mina mão na mesa. – Ela parece ser uma mulher maravilhosa, sua vós e doce, parece que a conheço, mas foi apenas impressão.
— Ela é maravilhosa, mas agora vem. – A puxei comigo, fomos até o quarto.
— Tenho uma surpresa pra você. – Peguei uma caixa grande, e coloquei em sua mão. – É para usar hoje a noite, no nosso jantar, na proa do barco. – A ajudei a coloca a caixa na cama, ela abriu e pegou o conteúdo.
— Um vestido?.
— Exato, vai ser um jantar maravilhoso.
Passamos o dia maravilhoso, nadamos, ela era mais que perfeita, quando chegou a hora de se arrumar, expliquei onde estava tudo, ela ficaria bem me disse. Agora estou esperando na porta do quarto, que não demora a se abrir, a olho, o vestido perfeito pra ela, azul bebe, tomara que caia, um pouco acima do joelho, no cabelo ela fez um coque bem feito.
— Você esta maravilhosa.
Ela sorri, eu pego na mão dela, que já vai para o meu rosto. – Eu digo o mesmo.
Fomos para fora, tinha uma mesa posta, com velas, a ajudei a sentar e contei pra ela como estava a decoração, ela sorria, jantamos, ela se levantou devagar, acompanhei, ela me estendeu a mão.
— Vamos dançar?
Sorri. – Não temos musica.
— Temos sim, a mais linda musica, o som das ondas.
Contigo aprendí
Que existen nuevas y mejores emociones
Contigo aprendí
A conocer un mundo lleno de ilusiones
Ela não deixava de me surpreender, peguei a mão dela, e devagar balançávamos com os sons das ondas, passei delicadamente a mão pelo seu rosto, a beijei, ela me abraçou, a segurei forte na cintura, ela cessou o beijo, sorriu pra mim, a peguei no colo e levei ate o quarto, a coloquei no chão, voltando a beija-la, ela abria minha camisa com calma, depois deslizou para o chão, passava as mãos pelo meu peitoral e abdômen, como se quisesse me ver com as mãos.
— Me da sua camisa. – Não entendi, mas fiz o que me pediu, peguei do chão e a entreguei.
— Quero que me veja como eu te vejo, fecha os olhos. – Ela enrolou a camisa, eu fechei os olhos e ela os vendou. – Me veja como eu te vejo Heriberto.
Aprendí
Que la semana tiene más de siete días
A hacer mayores mis contadas alegrías
Y a ser dichoso yo contigo lo aprendí
Pegou minhas mãos, colocando em seu rosto acariciei todo ele as minhas mãos foram ate o seus cabelos e soltei, o sentindo entre meus dedos, desço até achar o zíper do vestido, abri com calma, o empurrando para o chão, toquei seus ombros, chegando até seus seios, eram perfeitos para as minhas mãos, ouvi ela soltar um gemido, desci as mãos até sua barriga, passei pela cintura, contornando toda as costas dela, a puxando para mim, ela passava as mãos pelo meu cabelo, beijando meus ombros, chegado até minhas calças senti ela a brindo o zíper, e a tirando, fiz o mesmo com a calcinha dela, me abaixei, acariciando as pernas dela, subindo com calma, parei um pouco em sua bunda, a encostando em meu corpo, ela gemeu de novo, beijei seu pescoço, e mordi a de leve sua orelha, ela suspirou.
— Você é perfeita sobre minhas mãos, te tocar assim foi maravilhoso, mas quero olhar pra você, ver você chegando ao prazer, ver esses seus olhos mesmo sem ver ter o brilho provocado por mim. — Ela se afastou um pouco, tirando a venda, a olhei por inteiro, me aproximo mais.
Contigo aprendí
A ver la luz del otro lado de la luna
Contigo aprendí
Que tu presencia no la cambio por ninguna
— Perfeita, você é perfeita Victória.
— Ahh Heriberto...
A peguei no colo, ela traçou as pernas em minha cintura, deitei na cama com ela em cima de mim, ela roçou sua intimidade na minha, beijei seu seio, devagar, a virei, continuei os beijos em seus seios, a vi arquear o quadril, desci os beijos pela coxa dela, e sem aviso toquei sua intimidade com a língua, ela gemeu alto, chamando meu nome, saboreei seu gosto, enquanto ela se contorcia de prazer, demorei mais um pouco, quando vi que ela não aguentaria, retirei minha cueca, e a beijei.

— Herberto, me faça sua, quero você dentro de mim...
Sem demora a penetrei, lento sentindo ela toda em mim, comecei os movimentos, ela remexia os quadris vindo de encontro com os meus, me virei, a fazendo ficar por cima, ela passava as mãos por todo meu corpo, querendo me sentir, rebolava mais intenso, subi e chupei seu seio, ela arqueou para trás, subindo e descendo mais enlouquecida, olhei ela estava com os olhos fechados, mesmo sem me ver eu queria ver o brilho dos olhos dela, quando gozasse.
Aprendí
Que puede un beso ser más grande
Y más profundo
Que puedo irme mañana mismo de este mundo
Las cosas buenas ya contigo las viví
— Victória, abra os olhos... ahhh ..isso.
Ela abriu. – Heriberto...
Sussurrou meu nome, gozando me levando junto com ela, e como eu sabia o brilho nos lhos verdes acenderam, ela encostou a cabeça em meu peito, ofegante, depois levantou, olhando para longe, a beijei, cessando ela sorriu.
— Você é toda perfeita Victória, e não consigo mais ficar longe de você.
Ela passou a mão em meu rosto, me dando um selinho demorado.
— Eu que te agradeço, por me ensinar a voltar a viver.
Não tive como conter, em um sussurro falei o que estava preso em meu coração.
— Eu te amo...
Y contigo aprendí
Que yo nací el día en que te conocí
Continua...
Fale com o autor