Pelos Teus Olhos
10 Capítulo 10
Notas iniciais

A apertei em meus abraços para não deixa-la ir nunca, senti a pele dela junto a minha, essa noite eu a reverenciaria, esquecer de tudo, mesmo que na manha seguinte tudo acabe, Victória se esfregou em mim, chupava seus seios, ela passava as mãos pelo meu cabelo pedindo mais, parei de dar atenção ao seios a coloquei de pé, ainda sentado abri o botão da calça dela, tirei junto com a calcinha, fiquei apenas a olhando.
— Heriberto, me toca meu amor.
Levantei ficando próximo, ouvindo sua respiração ofegante se misturando com a minha, toquei seu rosto fechando os olhos, sentia sua pele, seu cheiro, passei toda a mão pela lateral do corpo dela, ela fixa a mirada pra mi, mas eu sei que ela não me via, e por minha culpa, sem demora a beijei, calmo, saboreando, tremi quando senti as mãos dela em minhas costas, queimava de desejo.
— Meu amor, te quero tanto, mas quero aproveita toda a noite, te amar como da se fosse a ultima vez. – Sussurrou entre os beijos.
— Não será a ultima vez minha vida, vamos Heriberto, sou tua.
Beijei seu ombro, a guiei até a cama, a deitei, me despi totalmente, estava como ela nu, beijei sua coxa subindo, senti o cheiro do desejo, e provei, vi Victoria arquear o quadril gemendo, sentia seu sabor, queria leva-la a loucura, estava entre as pernas dela a chupando, conhecia o corpo dela, sabia que isso a levava ao máximo do prazer, não demorou quando ela explodiu em um gozo esplêndido, até chegar ao seu rosto beijei todo corpo, ela estava com o rosto corado, e os olhos sem luz mas com um brilho único, o prazer dela me deixava em um estado de tesão enorme.
— Deus Heriberto, deixa eu te toca, quero te sentir de corpo e alma.
— Estou aqui, minha alma e coração entregues a ti minha pequena. – Peguei sua mão e levei ao eu rosto, ela sorriu. – Sou todo teu.
Vi um sorriso travesso em seus lábios, com calma ela saiu debaixo de mim e me virou, sentou em meu colo, beijou meu peitoral inteiro, mas minhas mãos não paravam de acaricia-la, o corpo dela perfeito, estava louco pra se enterra dentro dela e fazer morada, fechei os olhos quando ela segurou meu membro com as mãos, sem reservas ela o tomou na boca.
— Deus, não vou aguentar Victoria.
— Não segure meu amor, quero te provar também.
Sem mais espera gozei, a vi me tomando por completo, sentei na cama a trazendo pra mim, a colocando em meu colo, tirei alguns fios de cabelo de seu rosto, a beijei com tesão, queria mais, queria estar dentro dela.
— Meu amor, preciso de você, me enterrar inteiro.
— Ahhh Heriberto, isso, me toma inteira.
A levantei um pouco e a encaixei, entrando nela, gememos juntos pela sensação perfeita.
— Assim, quero te ver rendida, te ver com tesão, quero olhar em teus olhos quando vier pra mim.
Victoria começou a se mexer, apertei sua cintura, enquanto senti suas unhas em minhas costas, ela subia e descia uma hora calma ou rápido, rebolava me deixando desesperado, mas queria aproveita essa noite, apenas conseguia olha-la, minha mente fotografava todos os movimentos e reações dela, pra guardar pra sempre em minha memoria, sabia que ela estava perto, apertou meus ombros, senti a sua pressão, me inclinei ao seu ouvido.
— Isso minha pequena, se entrega, vem pra mim. – Levei uma das mãos ao seu clitóris e massageie, sem demora ela gozou, mordeu meu ombro, ela rebolou mais uma vez e fu eu que me deixei levar, a abracei ainda em meu colo, ela colou a cabeça na curva do meu pescoço, sem palavras apenas nossas respirações e a batida de nossos corações.
Ficamos assim mais um tempo, não a deixei sair de mim, respirei fundo.
— Marquei sua cirurgia meu amor.
Em um ato rápido ela levantou a cabeça sorrindo. – Jura, quando Heriberto?
— Pra segunda feira, de manha.
Vendo o sorrindo dela, sei que era o certo, mesmo sabendo que ela não voltaria a ser minha, podia contar tudo agora, mas não posso, sou um covarde, jamais conseguiria.
— Meu Deus, meu amor não sabe como estou feliz, sei que não é 100% certo que volte a enxergar mas, só de ter uma chance, a chance de poder te ver, porque conhecer eu já conheço, Heriberto, me promete, me promete que você será a primeira pessoa que verei.
Engoli um soluço, limpei rápido a lagrima que caia, respirei. – Prometo, serei a pessoa que verá quando abrir os olhos.
Não falei mais nada, apenas a beijei, e naquela noite não dormimos, nos entregamos uma e outra vez ao nosso amor e aos nossos prazeres.
Quando Victoria dormiu já amanhecendo, apenas a olhei, cada detalhe, sai da cama sem barulho, tomei um banho rápido, me arrumei e desci, fui para o escritório, sozinho, ali sabia que seria assim, fiquei um tempo pensando, quando ouvi a porta abri, era meu querido irmão, ele fechou a porta e se aproximou.
— Mamãe me contou que marcou a cirurgia da Victoria pra segunda feira, é verdade?
Apenas balancei a cabeça, vi ele andando de um lado para o outro, passou as mãos pelos cabelos e voltou seu olhar a mim.
— Sabe o que vai acontecer, ela vai acaba com você, vai perde-la, e tudo o que conquistou será perdido, Heriberto, não a opere, fala que não pode ser, que é irreversível.
Meu sangue ferveu, levantei dando um murro na mesa. – O que Bruno, que bicho você se transformou, eu a amo, sei que quando ela abrir os olhos e me ver eu a perderei pra sempre, mas sei também que é o sonho dela, eu tirei a visão dela uma vez não vou fazer de novo. – Me aproximei dele, frente a frente. – Ela é minha vida, meu peito dói, se rasga só de pensar em não tê-la em minha vida, mas o amor verdadeiro é feito de sacrifícios, e se pra ela voltar a ver eu precisarei morrer em vida eu morrerei, você não sabe o que é amar, eu vou opera-la e como prometi vou ser a primeira pessoa que ela vai ver. – Dei as costas pra ele, e ouvi a porta bater.
Esperei me acalmar mais um pouco, e sai do escritório, voltei para o quarto, sem fazer barulho entrei, ela já estava arrumada, apenas colocando as sandálias, me aproximei.
— Oi meu amor.
Ela deu um pulo e depois riu. – Que susto, você entrou como um gato.
Me abaixei, beijei de leve seus lábios. – Vamos fugir, esse fim de semana, vamos pro barco, ai voltamos domingo a noite para se preparar para sua cirurgia.
Ela sorriu. – Fugi com você é a proposta mais deliciosa do mundo, claro que aceito.
Preparamos tudo, nos despedimos e fomos para o barco, esse fim de semana será perfeito, e a esperança de que ela se lembre o quanto a amo acendia em meu peito. Quando chegamos ao barco deixamos as melas no quarto e subimos, ela amava o barulho e o cheiro do mar, se encostou em meu peito.
— Heriberto, como será a cirugia?
— Na verdade não é tão complexa, não vai precisar de anestesia geral, você só vai ser sedada, uma anestesia local, não se preocupe. – Beijei seus cabelos.
— Eu confio em você. – Fechei os olhos diante dessa declaração.
O fim de semana passou rápido, regado a muito amor, Heriberto fez tudo por mim, me amou os dois dias de uma maneira única, eu estava pronta pra cirurgia, no quarto estava minha mãe, meu pai e a Juju, digamos que o clima não estava tão leve, mas precisava de todos.
— Filha, te dou minha benção, minha menina. – Minha mãe me abraçou, seguida da Juju e meu pai, não demorou para Heriberto chegar, me levou para a sala de preparação, ele acariciou meu rosto e me beijou, nos separamos.
— Eu não vejo a hora de te ver. — Ele beijou minha testa, pediu calma e disse que estaria ali, sempre, senti meu corpo pesado, fechei os olhos.
Como não era anestesia geral ouvia barulhos, mas parece que foi tudo tão rápido, parece que dei um cochilo e acordei no quarto, coloquei as mãos no olho e vi que estavam cobertos, ouvi a voz de Heriberto.
— Oi dorminhoca, mesmo não sendo anestesia geral você dormiu bem, como se senti?
— Na verdade normal, um pouco de pressão nos olhos.
Senti ele pegando minha mão. – Isso é normal, eu vou ficar com você, seus pais e irma já vieram e te viram enquanto dormia, não podem ficar mas eu sim.
Beijou de leve meus lábios e, sua mão rodeou meus ombros e me puxou pra ele, encostei a cabeça em seu peito.
— Como foi tudo?
— Excepcional, vamos tirar esses tampões amanha a tarde. — Sorri o abraçando e logo peguei no sono.
Na parte da manhã minha família ficou comigo, senti Heriberto mais afastado, mas sabia que estava mais ansioso que eu. Chegando a hora de tirar os tampões ficou apenas ele na sala, era melhor, ele estava segurando minha mão, e logo depois me puxou para um abraço, sussurrou em meu ouvido.
— Sempre se lembre meu amor, eu te amo muito, minha vida sem você não seria nada.
Notei sua voz embargada, como se tivesse controlando para não soluçar de chorar, o apertei mais.
— E eu tampouco sem você minha vida.
Sem eu esperar ele me deu um beijo sem pressa, parecia que estava memorizando cada parte de meus lábios, tatuando o sentimento, o correspondi na mesma intensidade, nos separamos por falta de ar, mas ainda ele me dava beijos e mais beijos, sentiu meu cheiro, tocando em todas as partes do eu corpo, encostou sua testa na minha.
— Te amo Victoria.
Tracei seu rosto com minhas mãos, sabia que seria a ultima vez, porque dentro de instantes o veria, mas aquela sensação de ansiedade e medo não saiam de mim, ele se afastou e sem dizer nada com cuidado começou a retirar o curativo do olho direito, e logo depois foi para o esquerdo, mantive os olhos fechados, percebi ele se afastando.
— Abra os olhos meu amor.
Lentamente abri meu olhos, já conseguia ver uma claridade forte, uma sombra de um homem perto da cama, fechei novamente e abri com calma, pisquei algumas vezes até ter o foco, estava um embaçado mas eu via, olhei pra cima, louca pra conhecer o rosto do homem por quem eu me entreguei e amo mais que tudo, mas ali na minha frete eu apenas vi o homem que me causou toda a dor, aquele que me deixou cega e a ponto de morrer sozinha naquela praia.
Si te vas a despedir y ya no hay marcha atrás
Si tienes que partir y no te detendrás
No dejes nada aquí, no intentes regresar
Si tienes algo que decir, mejor dímelo ya
Que no voy a sufrir, pensando en que te vas
No te voy a extrañar, ni me veras llorar
Balancei a cabeça, olhei em todo quarto. – O que faz aqui, cadê o Heriberto? – Vi os olhos dele se encherem de lagrimas, não estava entendo nada.
— Sou eu amor, o seu Heriberto.
O ar faltou pra mim naquele momento, não podia ser, essa voz era a dele, mas, ele tentou se aproximar mas não deixei.
— Como assim você é meu Heriberto, não, você me deixou cega, me atropelou, foi você eu vi eu lembro. – Já não conseguia segurar o chro.
— Por favor meu amor, me escuta, eu vou te explicar tudo.
— Explicar o que, que você me viu e resolveu brinca comigo, meu Deus isso não pode estar acontecendo.
— Victoria eu juro, eu não sabia, eu não tive culpa...
— Você estava dirigindo aquele motociclo, você olhou nos meus olhos, me atropelou e foi embora. – Soluçava, precisava de ar.
Ele se aproximou mais, tocou minha mão que retirei de imediato .
— Eu não te vi, eu não sabia uqe tinha atropelado uma pessoa aquele dia, eu juro meu amor.
— Não me chama de amor, porque fez isso, se aproximou de mim, e fez enxergar, você sabia de tudo, foi tudo planejado é isso.
— Não, eu não sabia eu não te conhecia, eu não sabia que tinha te atropelado aquele dia, por Deus acredita em mim.
Te juro que aunque duela
Y se desangren hoy mis venas
Te voy a olvidar
Te arrancare de mi memoria
Serán los labios de otras bocas
Donde borraré tu historia
Ele parecia desesperado, não se importava em chorar na minha frente, mas não podia acreditar, ele mentira antes. – Claro que sabia, por isso estava estranho esses dias.
Ele me olhou, quase derrotado. – Soube alguns dias atrás.
Limpei um pouco as lagrimas que já borravam minha visão, respirei fundo.
— Você me enganou, como podia imaginar que quando eu te olhasse e visse o mesmo homem que me atropelou que tirou minha visão eu iria correr e te abraçar? Não, eu tenho asco, Deus eu me entreguei e amei o mesmo homem que praticamente acabou com a minha vida.
Te voy a olvidar
Aunque el puñal de tus mentiras
Este quitándome hoy la vida
Te lo juro que es verdad
Que te voy a olvidar
O olhar que vi em seu rosto me fez virar para o outro lado, ouvi ele chorando.
— Eu sabia que sentiria isso, mas eu fiz a cirurgia porque te amo mais que minha vida, sabia que me desprezaria, só quero que saiba que meu amor por você é real, te amo Victoria, Deus como doí ver esse olha de raiva, decepção direcionado a mim.
Sorri sem vontade. – Achou que ia encontrar que olhar, eu ainda não estou conseguindo entender, como você pode me operar, culpa?
— Amor.
— Para de fala que me ama, você me enganou, mentiu e quase me matou, Deus essa dor é tão grande que preferia ter ficado cega e ter você daquele jeito, como imaginava.
— Eu sou daquele jeito meu amor.
— Não, não é, você é o monstro da minha vida, por favor vai embora, eu não quero mais te ver, eu quero você fora da minha vida, e vou paga cada centavo dessa cirurgia.
— Victoria por Deus me escuta...
Os dois choravam como crianças, quando aquele sonho se desmorona, o interrompi.
— Não há nada que escutar, faz isso por mim, me esquece, porque eu vou te esquecer.
Ele não disse mais nada, apenas saiu do quarto, deitei a cabeça no traveseiro e chorei mais e mais.
Si tienes algo que decir, mejor dímelo ya
Que no voy a sufrir, pensando en que te vas
No te voy a extrañar, ni me veras llorar
Apenas senti alguém me abraçar, era minha mãe, eu desabei nos braços dela, era o colo que eu mais precisava, quando me alcalmei um pouco, ela beijou meu rosto.
— O que houve, Heriberto saiu chorando saqui, quebrando tudo o que via pela frente, e você agora nesse estado, o que aconteceu minha filha?
Olhei pra ela me acalmando e contei tudo, ela estava perplexa, não sabia o que fala.
— Eu naõ sei o que fazer, o que dizer Victoria, mas eu criei Heriberto e ele não é homem de fugir de seus atos.
— Por favor mãe não o defenda, ele me atropelou, e fugiu, eu preciso da senhora, mas se for ficar do lado dele me esqueça.
Ela me apertou forte em outro abraço. – Nunca peça pra eu te esquecer, não fiz isso nunca e não é agora que farei, não vou ficar do lado de ninguém estou aqui agora, pra você meu amor.
Me agarrei a ela sem querer soltar nunca, não sei por quanto tempo ficamos assim, só sei que acordei já estava escuro, minha mãe estava no sofá me olhando, não quis fala nada, apenas aquele sentimento de dor veio com tudo, chorei de novo nos braços da minha mãe.
Heriberto fez o que pedi, não veio me ver mais, sabia que minha mãe estava doida pra me contar sobre como ele estava, mas não dava abertura, fui pra casa dois dias depois, recebi orientações de outro medico, quando cheguei em casa olhei tudo como se fosse a primeira vez, andei pelos cômodos, meus pais e Juju não me deixavam só, até que eles estavam sendo amigáveis agradecia por isso, precisava dos dois junto a mim, jantamos e deitei, mas meus pensamentos não me deixavam descansar, a imagem de Heriberto estava constante em minha mente, tanto no dia do acidente como do hospital chorando, fiquei em casa de repouso mais 3 dias, no terceiro recebi a visita de Eduardo, ele me fez rir, ele me chamou para dar o passeio da praia com ele, mas quando eu visse o mar de novo teria que ser sozinha, eu fui um dia depois, Morena do meu lado, minha fiel e eterna companheira, andei descalça olhando o mar, as pessoas, me sentei e quando dei por mim estava chorando, não sei quanto tempo fiquei ali, só sai dos meus pensamentos quando ouvi uma voz atrás de mim, aquela voz.
— Eu queria tanto ter te mostrado o mar, mas não é de tão mal ainda estou aqui com você.
Me levantei me virando pra ele, quando via ele as imagens era distorcidas, as lembranças eram bagunçadas, sua voz me lembrava aquele homem que me tirou do chão e me mostrou o mais belo amor, a imagem aquele homem que me atropelou e o mesmo que chorava no hospital.
— O que faz aqui, esta me seguindo, te pedi pra me esquecer.
— Eu não estava te seguindo, apenas vim aqui pra fica mais próximo de você, e te vi, e vim aqui pra tentar de novo que me escute, porque eu não aguento mais viver sem você, eu não vivo mais, Deus Victoria eu te amo.
— Heriberto por favor, eu preciso de você longe de mim, eu não posso olhar na sua cara, que essa seja sua ultima tentativa. – Peguei a coleira da Morena, e sai, ficando de costas pra ele, mas parei quando ele falou.
— Só será a ultima se eu ter a certeza que você me despreza.
Em um ato sem pensar me virei pra ele, quando olhei em seus olhos a única coisa que vi nitidamente foi ele vindo pra cima de mim, me deixando desacordada.
— Eu desprezo você, quero distancia, aquele amor que eu tinha se transformou em puro desprezo, me deixa em paz.
Foi como uma adaga entrando em meu peito terminei de fala e vi os olhos dele apagados, sem conter uma lagrima que caia, ele não disse nada, apenas balançou a cabeça virou as costas e foi embora. Respirei fundo, como era difícil, mas não ia conseguir olhar pra ele sem lembrar, segui o caminho de casa, agora era a hora de recomeçar, procuraria um emprego e terminaria minha faculdade, tinha que seguir em frente.
Que te voy a borrar
Para siempre de mi memoria
Y aunque tenga que llorar
Yo te tengo que olvidar
Fazia um mês que tudo tinha acontecido, consegui um emprego com a ajuda do Edu, em um escritório de advocacia, como secretaria, ele me ajudou muito, sabia que ele queria algo a mais só que não estava pronta, precisava ser apenas eu, sozinha, não podia negar que cada vez que fechava meus olhos a voz de Heriberto soava em minha mente, lembrando dos momentos de amor que tivemos, desde aquele dia na praia nunca mais nos vimos, minha mãe sempre vem me ver, nos encontramos muitas vezes, ela era meu alicerce, mas nada de que mencione Heriberto, já estava na hora do almoço, não consegui tomar café da manha pois o estomago estava embrulhado, mas algo me fez esquecer o almoço, olhei o calendário, peguei minha bolsa e sai para a hora de almoço, fiz o que tinha que fazer, as horas pareciam ais lentas ainda, quando deu eu horário corri pra casa, me tranquei no banheiro e fiz o teste, 5 min de espera, o olhei.
— Positivo...
Este quitándome hoy la vida
Te lo juro que es verdad
Que te voy a olvidar
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