Notas iniciais
Hey! Espero que gostem desse capitulo, novamente eu digo que estou fazendo mudanças ao universo Tolkien e usando a liberdade criativa hahahahaha

“Quando você se esconde

Você sabe que está fingindo

Quando você derrama seus sentimentos

Quando você os deixa, então, cair

Muitas vezes na vida nós vagamos

Estamos procurando uma saída

A solidão está nos levando para um grito final

Você vai esconder no mar?

Vai jogar todo seu sofrimento em mim?”

Gandalf olhava o jardim caminhando, há muito não pisava naquelas terras e sabia que não era bem-vindo ali o rei élfico não era muito amigo de magos e menos amiga ainda era a convidada feiticeira principalmente depois que ele a deixou sozinha para ir atrás de Thorin Escudo de Carvalho, mas na mente do mago ela deveria compreender, os anões deveriam recuperar a montanha era o lar deles, a única casa eles tinham e Thorin tinha que ir ao trono, por mais que Elbereth tivesse lhe mostrado um futuro que ele não sobreviveria, ao pensar naquilo a mente do mago tem um lapso sombrio ao imaginar que mandava o rei anão e seus sobrinhos para a morte.

Com seu cajado andava entre os silvestres, eram muito diferentes dos elfos de Valfenda e isso era notável, via a tensão que tomava conta deles desde que a grande Floresta Verde se tornou negra, o mal havia impregnado aquelas terras, um mal que ainda era desconhecido por ele e pelos elfos, mas Gandalf sabia que existia algo maligno, Elbereth havia lhe disse isso no tempo em que caminhavam juntos “Vocês devem se cuidar a escuridão vai recair por essas terras novamente, as feiticeiras estão se movimentando... Eu sinto os poderes delas, principalmente das negras e das verdes”, aquilo era preocupante.

Feiticeiras não se manifestavam sem um motivo, elas não serviam a ninguém, não tinham um líder a quem prestavam lealdade, nenhuma espécie conseguia prender uma feiticeira e força-las a se curvar perante eles, a não ser os elfos através de um casamento, o encontro de duas magias, os elfos filhos de Eru, os primogênitos, e feiticeiras criaturas vindas de relações de ainur que nasceram com poderes extraordinários. Elbereth havia lhe contado que o casamento lhe mostraria como uma feiticeira marcada perante suas irmãs, ela nunca seria livre, mas que carregaria uma corrente que a prenderia pelo resto de sua existência.

O mago já havia visto os horrores causados por feiticeiras das mais variadas cores, mas nenhuma destruição se igualava as três negras, porém Tíssaia, Saphyr e Esther, as três verdes não ficavam muito atrás das negras, eram tão insanas quanto, atacavam com tanta violência e fúria, usavam como desculpa que protegiam as terras e a natureza ao limpar e dizimar condados inteiros sem poupar uma única vida, fossem crianças, mulheres ou idosos. Gandalf fecha os olhos ao se lembrar da imagem da vila em chamas e uma criança elfa correndo gritando enquanto o fogo consumia seu corpo, ele ouvia a risada de Esther até hoje em sua mente, e seus olhos brilhando ao olha-lo sabendo que ele já não podia mais para-la.

— Suas lembranças gritam. – Escuta a voz de Elbereth.

— Deveria parar de olhar a minha mente. – Sorri se virando para olha-la, embora pudesse ver a escuridão que ela carregava, havia algo diferente na feiticeira a sua frente.

— Caminhamos tanto tempo tendo conversas silenciosas que me acostumei com isso Mithrandir... Você não poderia fazer nada para salvar aquela vila de elfos ou aquela criança, não foi sua culpa. – Sentia que ele carregava a culpa pelo que tinha acontecido, mas mesmo que tivesse chegado antes, Esther teria destruído tudo do mesmo jeito. – Ela teria prolongado o sofrimento de todos com você lá, uma brincadeira cruel.

— Você não parece gostar de suas irmãs originais, algum motivo particular? – Pergunta divertido, querendo mudar o assunto.

— Bree, Cora e Sarah as três brancas a qualquer momento serão corrompidas na luta para alcançarem poder o suficiente para destruírem Cordélia a fonte de todo mal. – A vê fazer um cachimbo aparecer entregando para ele. – Isso irá ajudar sua mente a ficar longe de pensamentos indesejáveis, posso não gostar de magos, mas você é uma boa pessoa Mithrandir. – Sorri fracamente para ele.

Gandalf pega o cachimbo levando a boca sentindo o encantamento dela limpar sua mente dos pensamentos obscuros que o assolavam. – Acredita que o conselho de feiticeiras brancas caíra em ruína? Galadriel gosta daquelas mulheres, seria lastimável para ela. – Diz com pesar.

— Bree é irmã de Cordélia, filha dos mesmos pais nascida com alguns poucos anos de diferença, mas não tem metade dos poderes da irmã, a inveja corrói a branca por mais que ela tente se manter inerte, ela sente a dor de ser menos e possuir a mesma magia ainur em seu sangue. – Suspira. – Entre as feiticeiras a história é clara, quando Bree nasceu com o seu nome e a cor da sua aura explicita todos acreditaram que ela seria o poder e a salvação, mas os poderes de Cordélia são inimagináveis, ninguém ainda sabe do que ela é realmente capaz.

— Nunca compreendi isso Elbereth como funciona o nome das feiticeiras? – Olha confuso e a mulher sorri para ele dando o braço para o mago.

— Nossos pais não escolhem nossos nomes, nascemos com ele, quando somos trazidas ao mundo a cor da nossa aura traz o nome que iremos carregar por essas terras. – Explica.

— Você carrega um dos nomes da mãe de Córdelia e Bree. – Gandalf sorri.

— Exatamente, o que também significa “Rainha das Estrelas”. – Suspira.

— Você tem certeza que vai honrar esse acordo Elbereth? – Olha nos fixamente para a feiticeira ao seu lado que agora para retribuindo o olhar.

— É o mínimo que eu devo fazer, eu e Thranduil podemos arrumar um jeito de conviver, não odeio os elfos como minhas irmãs, e não quero fugir o resto da minha vida Mithrandir, elas precisam saber de minha existência. – Responde calma.

Assente respirando fundo. – Mithrandir, os anões na montanha solitária vão atrair feiticeiras, o dragão foi um aviso, da segunda vez irão pessoalmente.

— Quer que diga para eles não lutarem pelo lar deles Elbereth? Thorin tem direito...

— Eu não protejo anões é a única coisa que posso lhe dizer, eu não salvo uma espécie como a deles. – Olha no fundo dos olhos do mago.

— Compreendo o que quer dizer, feiticeiras não podem lutar por anões e nem os salvar. – Gandalf já tinha ouvido falar sobre a lei pétrea do código das feiticeiras nenhuma de sua espécie podia ajudar um anão, mas nunca soube o motivo.

— Thrór não irritou apenas o rei élfico, quando as negras perpetraram essa lei a magia atingiu todas até mesmo as brancas, feiticeiras que ajudam anões além de terem seus poderes reduzidos ao pó, ganham o dom da visão, porém tem os olhos arrancados e a língua cortada para que não possam falar o que viram a maioria enlouquece e definham assim. – Seu olhar era vago agora.

— Ficamos tão feliz em termos conseguido se ver livres de Sauron que não nos demos conta de que ainda há ameaças por essas terras. – Gandalf diz, aquelas mulheres eram criaturas cruéis e perigosas demais para que tivessem sido esquecidas por causa de um pacto entre espécies.

— Mithrandir o mal ainda está nos rondando é questão de tempo até que ele retorne.

— Acredita realmente que ele possa voltar Elbereth? – Olha a mulher.

— O anel do poder não foi destruído. – Diz por fim.

Aquilo coloca fim na conversa dos dois que escolhem continuar a caminhada em silêncio. Tauriel observava os dois andando pelo jardim não gostava da presença daquela mulher ali, sentia uma certa ameaça, odiava o que ela representava, a feiticeira estava ali há mais de uma semana e tinha tirado atenção de todos do lugar o rei e Elrond há dois dias faziam uma reunião particular e estavam com os ânimos alterados, Legolas quando não estava ajudando nas patrulhas passava mais tempo com a mulher do que com ela.

Fora que o rei parecia perturbado toda vez que era exposta a presença dela, embora desejasse negar só ela sabia o que sentia realmente por seu rei, por muito anos sufocava o sentimento impuro que nutria por Thranduil, não o via apenas como seu governante, como o homem que tinha lhe beneficiado e a criado como uma irmã para Legolas, aquilo era sufocante e a ideia de que aquela feiticeira pudesse se tornar a nova rainha élfica era dolorosa demais, tentava se manter firme e não perder o controle de suas emoções, havia intensificado seus treinos desde que Legolas lhe contou sobre tudo aquilo, era como se o amigo tivesse cravado uma adaga em seu peito.

No momento que ouviu aquelas palavras saindo da boca do amigo sentiu como se seu chão sumisse, mas a única coisa que pode fazer foi sorrir e dizer que sentia muito pela mulher, os dois riram, quando ela queria chorar e destruir tudo que estava a sua volta. Legolas sentia algo a mais por ela, e Tauriel sabia disso, aquilo era doloroso para a elfa silvestre, não queria machucar o amigo, mas ela já tinha alguém em seu coração, havia amado o rei desde que aprenderá sobre aquele sentimento, mas agora via tudo escorrer por suas mãos, sabia que nunca teria chances, mas ainda assim a dor não diminuía.

O olhar em direção a feiticeira era carregado de desprezo, elas eram tão nojentas e odiosas, não entendia como Legolas podia gostar de uma criatura tão repulsiva, a única coisa a seu favor era a aparência e seu amigo nunca havia se deixado levar por isso. Se soubesse o que ela era e o que traria para o reino não teria falado para que o príncipe se apressasse em salva-la, por mais cruel que parecesse, a deixar morrer na floresta agora lhe parecia a melhor opção, mas não podia voltar no passado e reverter o que aconteceu, só desvia o olhar saindo dos jardins ainda tinha patrulha para fazer.

Elrond olhava para Thranduil que tinha uma taça de vinho em mãos, o silêncio era absurdo no escritório aquele momento, as coisas não eram das melhores entre eles, o moreno respira fundo sabia que o amigo estava em um dilema. – Thranduil o que fará? O silêncio já perdura há um bom tempo. – Elrond sabia que o loiro tendia a ignorar quando estava irritado, mas eles não tinham muito tempo para aquele jogo.

— Nos casaremos o mais breve possível. – Responde bebendo um gole de dorwinion, aquilo faz com que Elrond arrume sua postura na cadeira em que se sentava.

— Tem certeza?

— Em absoluto. – Olha sério para Elrond. – Não vamos conseguir quebrar esse acordo e postergar isso só vai acarretar problemas e não os quero. – Sua voz era firme.

— Você estará fazendo o correto Thranduil. – Embora lhe custasse admitir, aquilo era o correto a ser feito, Elrond tinha um apego afetivo com Elbereth e ela com ele, mas aquilo teria que ser quebrado com o casamento dela com Thranduil e o elfo sabia disso.

— Faremos de forma simples e particular, depois ela será apresentada aos elfos silvestres como sua rainha. – Tinha certa amargura na voz.

— Eu retornarei para Valfenda pela manhã, não me despedirei de Elbereth será melhor se evitarmos contato a partir de agora. – Elrond diz calmo.

Thranduil o olha. – Faça como achar melhor.

Assente balançando a cabeça o amigo não mudava, sai de lá indo para seu quarto arrumando suas coisas, sairia antes do amanhecer preferia não a ver até que os laços fossem completamente cortados. Thranduil no escritório caminhava até a janela ainda pensativo contrair um novo matrimonio nunca esteve em seus planos, mas decidiram escrever seu futuro por ele e agora se adaptaria a essa nova história, não podia se afundar nas lembranças que tinha, desde o ocorrido no escritório não esteve mais na presença da feiticeira e considerava isso o melhor para o momento.

Sabia que seu filho a todo momento estava em sua companhia, Legolas parecia encantado com tudo que saia dos lábios dela, não deixava de pensar o quão tolo o filho conseguia ser. Escuta batidas na porta, permite a entrada vendo o filho, olha para ele, Legolas podia ver um olhar cansado no pai embora tivesse sempre a mesma frieza. – Ocupado? – Pergunta.

— Não, o que tinha para conversar com Elrond já conversei. – Responde se sentando em uma das poltronas apontando a outra para o filho. – Vi quem tem passado muito tempo com Elbereth, quase nem mesmo da atenção a Tauriel. – Bebe um gole de vinho olhando para o filho.

— Me interesso pelo que ela conta, o que sei sobre feiticeiras é o que escuto falar, mas ouvir alguém da própria espécie é diferente. – Legolas sorri. – Converso com Tauriel, mas ela está distante e mais estressada que o normal nesses últimos dias. – Suspira perdendo o sorriso.

O rei arqueia a sobrancelha. – Sabe o motivo pela mudança de humor de Tauriel?

— Creio que ela também considere sua futura esposa um ser desprezível e não aceite muito bem o fato de que a próxima rainha seja uma feiticeira. – As feições do jovem príncipe endurecem um pouco.

— E você Legolas não se incomoda com isso? – Olha no fundo dos olhos do filho que eram do mesmo azul que o dele, porém bem mais calorosos.

— Na verdade não, acredito que Elbereth possa ser um boa rainha, realmente gosto dela, embora a tenha a conhecido há pouco tempo sinto uma conexão com ela... Claro que ao mesmo tempo que ela consegue ser elegante, a mulher sabe ser selvagem e agressiva, deveria a ver caçando aranhas. – Sorri com a lembrança do dia anterior em que os dois estavam na floresta e as aranhas apareceram.

— Quando foram a floresta? – Thranduil pergunta sério.

— Ontem à noite ela acompanhou a patrulha comigo, ela é mais rápida que muitos elfos e tem prática com espadas e adagas, não deu nem chances para as aranhas. – Legolas tinha certa animação na voz.

— Não quero que isso aconteça novamente sem o meu consentimento entendeu Legolas? Ainda não sei se podemos confiar nela. – Diz ríspido.

Ada, ela não faria nada, está tentando ajudar, falou até que consegue recuperar a floresta e torna-la verde novamente, isso se o senhor permitir. – O jovem tinha esperança na voz.

— Conversarei com ela sobre isso, mas não quero que você saia com Elbereth desse palácio, você é a única coisa que ainda me resta Legolas e não vou te arriscar com uma feiticeira que não sabemos o risco que representa. – Suaviza sua voz ao falar com o filho.

O príncipe olha para o pai, eram raros os momentos que o rei demonstrava afeto, mas esses momentos faziam com que o mais novo não perdesse a esperança de refazer os laços quebrados entre eles. – Não vai acontecer nada comigo ada, Elbereth gosta de mim, posso ver isso nos olhos dela e até hoje não me enganei com isso... Há algo entre nós, não o que há entre um ellon e uma elleth, é diferente e eu sinto isso ada.

Aquilo choca Thranduil o filho realmente estava apegado aquela mulher, estava desenvolvendo um laço fraternal com ela. – O que descobriu que te deixou tão animado? – Decide mudar o rumo da conversa ainda confuso com tudo aquilo.

— Bom a primeira coisa é que ela não come crianças e nem bebês elfos. – Sorri. – Mas que as feiticeiras negras são canibais... – Começa a contar, Thranduil ouvia, embora sua mente divagasse em mais diversos pensamentos, mas mantinha o olhar no filho quase não tinham momentos assim então daria a Legolas aquele momento. – Ela me contou também que Russell era um excelente soldado...

Arqueia a sobrancelha para o filho. – Russell? Quem é Russell? – Pergunta.

— Seu primeiro marido. – Da de ombros.

Puxa em sua memória se lembrando que ela havia mencionado na conversa acalorada que tiveram na biblioteca o nome dele e que ele era um soldado. – Ela chegou a comentar algo assim. – Diz sem interesse.

— Contou também que ele era amante de um elfo silvestre? – Pergunta divertido ao ver o olhar chocado do pai. – Sim Russell tinha por amante um elfo silvestre que pertenceu a esse reino, os três viviam juntos como nômades, quando ele morreu Elbereth disse que Barael não superou e acabou desvanecendo.

Ainda chocado com aquilo Thranduil se lembrava de um antigo guarda de nome Barael, mas que a muito tempo tinha se retirado de sua guarda. – Creio que isso seria muito para eu digerir. – Não conseguiria viver daquela forma.

— Disse a mesma coisa para ela... Quando vocês vão se casar? – Pergunta para o pai.

— Ainda não decidi, mas será algo particular, nós dois estamos no segundo matrimonio, então faremos nas tradições élficas.

— Tudo bem... Eu vou me juntar a Tauriel na patrulha, obrigado pela conversa ada. – Agradece fazendo uma reverencia saindo de lá.

O rei élfico se levanta colocando a taça no lugar saindo do escritório decidindo ir ao seu jardim particular, lá era o único lugar que poderia colocar sua mente no lugar, vai pelas passagens que apenas ele tinha acesso, olhando o lugar que tinha criado para sua primeira esposa, caminha em direção as flores da lua tocando as belas pétalas brancas assumiam um brilho prateado ao serem iluminadas pelo luar, sorri, eram tão belas quanto Chalen havia sido, seu peito se apertava ao lembrar de seu esposa, a dor ainda era dilacerante, havia a amado com sua alma e quando ela se foi tudo pareceu perder o sentido, mas tinha um ponto de luz para o guiar em meio a toda escuridão que sua vida havia se tornado: Legolas Greenleaf.

Cerra os punhos deixando de tocar as flores, tudo naquele lugar a lembrava, fecha os olhos tentando limpar a mente todos os acontecimentos da última semana, mas não conseguia se livrar da imagem da feiticeira ou do gosto dos seus lábios, abre os olhos, olhando para as estrelas, se sentia traído por si mesmo e se condenava por isso. – Me perdoe Chalen. – É a única coisa que consegue dizer saindo do jardim.

Elbereth olhava a floresta suas irises tinham um brilho intenso o verde se misturava com o negro, a mulher se abaixava tocando o solo escutando o sussurrar da terra sentia todo mal presente ali, fiapos negros começam a grudar em suas mãos subindo por seu braço rasgando sua carne enquanto ela permanecia inerte ao que a floresta parecia lhe dizer. Legolas e Tauriel estavam em patrulha com mais três elfos silvestres, eles veem o brilho dos olhos da feiticeira e a sua imagem tocando a terra. – Elbereth. – Legolas sussurra, indo em direção a ela, porém quando vê que o príncipe se aproximar cria uma imensa barreira de proteção a sua volta impedindo que qualquer um se aproximasse.

O príncipe via o sangue dela escorrer pelo solo élfico enquanto os fiapos de trevas se perpetravam por sua pele. – O que essa mulher está fazendo? Precisamos relatar isso imediatamente ao rei. – Tauriel diz olhando assustada aquilo, até que um grito agoniante é ouvido por toda floresta e uma criatura negra é puxada para cima e Elbereth olha fixamente para aquele espectro, Gandalf que havia sentido a grande concentração de magia no local cai de joelhos ao vê-la segurando aquilo.

Sangue de Morgoth— É a única coisa que é dita pela voz estridentes e agoniada que se desfaz, Elbereth cai com suas mãos sangrando, olhando para Gandalf.

— O mal retornou. – Sussurra. – Sauron está de volta.

Notas finais
E ai o que acharam?