Pedido de Casamento
1 Pedido de Casamento
Notas iniciais
Pedido de Casamento
Rubi e Esmeralda...
Rubi e Esmeralda...
Rubi e Esmeralda...
Dois anéis que eram segurados por Harry. Lindos anéis quase iguais, sendo um de prata e com uma pedra esmeralda quadrada e outra de ouro com um rubi quadrado. Essas duas preciosidades tinha sido uma fortuna, que Harry avaliou como sendo muito bem gasta. Seria com elas e mais uma bela noite que pediria em casamento o seu amado loiro.
Passaram cerca de 3 anos desde o primeiro beijo naquela sala de porções e só haviam afirmado o namoro, mas o moreno temia que se não fizesse o pedido de casamento logo, os pais do loiro o casariam com qualquer uma.
Para resumir as coisas: Nos meses seguintes de o loiro ter confessado seus sentimentos por Harry, a caçada as houcluxes começou, Voldemort tocou o terror no mundo trouxa e bruxo e isso deixou os dois separados, um em cada lado da guerra, embora Draco tenha sido forçado a isso. E depois de tudo ter acabado, Draco meio que se distanciou dele. Ficou um pouco menos carinho e alegre como ele era antes com o Harry e às vezes o via chorar e o abraçava como se sua vida depende-se daquele abraço.
Mais tarde descobriu que o pai de Draco estava o chantageando. Dizia para ele não procurar mais Harry ou então o deserdaria, tiraria tudo dele. Bem, não era assim que as coisas ocorreriam. Era a vez de Harry ser feliz e ninguém diria como, a não ser ele mesmo.
Naquela noite mesmo faria o pedido. Já tinha até decidido como: primeiro um jantar a dois, feito por ele mesmo, depois algo como um passeio e por ultimo o pedido.
Só uma coisa não saiu como planejou. Ao sair para buscar o loiro, não o encontrou em seu emprego. Procurou a onde sabia que o loiro gostava, mas nada. Ligou para a Hermione e Rony, mas ela também disse que tinha encontrado com ele mais cedo e que o rapaz parecia um tanto abatido. Ligou para Blayse, na esperança do colega dele saber o paradeiro, mas nada também. Antes de desligar, Blayse falou algo como ‘Talvez a Pansy saiba. ’ É talvez ela saiba afinal os dois são melhores amigos e confidentes.
Decidiu ir a Pansy, então aparatou na casa da morena. A mesma estava sentada em seu sofá, tomado um chá e com um olhar perdido e triste. Parecia não ter notado a chegada dele.
- Oi, Parkison! – Cumprimento casualmente, fazendo a morena o olhar. – Eu vim aqui saber se o Draco passou aqui e se você sabe onde ele ta?
A mulher o olhou como se tivesse se decidindo falar algo importante ou não.
- Draco que me desculpe. – Murmurou baixinho. – Sim, ele esteve aqui a pouco e não estava nada bem. Não era para eu ti dizer isso, mas... Mas se eu não ti disseres talvez seja pior. – Ela parou por um tempo e respirou fundo e disse: — Lucius Malfoy marcou o noivado de Draco com uma tal de Astride. E o jantar de noivado será depois de amanhã.
Aquilo foi o suficiente para Harry se desesperar. Tinha que encontrar o loiro antes que algo o fizesse mudar de ideia e se casasse. Mas como faria isso? O loiro provavelmente estaria cansado de mais para ter um jantar romântico e um passeio.
- O Draco tava desesperado quando saiu daqui. Ele chegou aqui umas 3 horas da tarde e estava muito abatido, chorou por horas e até dormiu. Pensei em ti chamar, mas teu celular estava fora de área. – Ela parou por um tempo. Parecia desesperada de mais para uma sonserina. – Por favor, você tem que fazer algo sobre isso.
Seria mesmo verdade que a Pansy estivesse tão aflita em ajudar o amigo que pediria a Potter um pedido desse.
- Claro que farei algo... Você sabe a onde ele foi? – Perguntou querendo ir logo o encontrar.
- Não, ele não disse. Talvez tenha ido para casa. Lembro-me que ele disse algo sobre ti encontrar.
- Tá. Então vou indo e não se preocupa com isso. – Então saiu, aparatando da casa da morena e indo para sua casa.
Sua casa era grande, em uma área trouxa. Sua fachada da frente era verde e marrom, e sua varanda era de frente para um parque infantil. Indo direto para aquela área encontrou seu homem sentado em uma cadeira tomando chá. Quando o viu, sorriu um pouco. E pelo sorriso soube nada estava bem.
- Oi. – O moreno disse se aproximando e ido beijá-lo na boca, mas o loiro virou a cara recebendo apenas um beijo na bochecha. Achou estranho, por que normalmente o loiro o agarrava para beijá-lo por um longo tempo. – Ta tudo bem?
- Sim, ta tudo bem. – Falou baixinho, com a voz roca e o nariz um pouco avermelhado. Harry resolveu fingir que não sabia de nada, queria saber se o loiro falaria para ele ou se só o contaria na hora do jantar.
- Seu nariz ta vermelho. – Notou como o loiro arregalou os olhos minimamente.
- É eu to gripado. – A mentira colaria se o moreno não soubesse a verdade.
- Então vamos para dentro. – Disse enquanto o abraça. E de novo, o loiro desviou dele. Saiu o mais rápido que podia para dentro da casa. Ao entrar, depois de ter passado pela cozinha, encontrou-o no sofá. – Se ta tudo bem, então vamos jantar?
- Shiiii... Não dar Harry, eu não fiz nada para a gente comer. – Disse com um olhar de desculpa e vergonha. Para muitos amigos do casal, Harry que fazia parte das coisas da casa. O que ninguém imaginava era por Harry ser Auror não ficava muito em casa, então Draco fazia algumas coisas, como preparar o café e o jantar e até ajeitar a casa.
- Não se preocupe, eu fiz um jantar para nós.
Os dois seguiram para o jantar. Em silêncio por um bom tempo, Draco só ouvia como o foi o dia de Harry. Sempre era assim, no jantar os dois dizia como foi o seu dia e conversavam sobre coisas banais. Mas hoje Draco não parecia nem um pouco confortável para conversar e Harry percebia isso. Será a conversa do loiro com seu pai tinha o deixado tão abatido que ele se queria conversa com o moreno? Harry sabia que talvez a conversa tenha o machucado muito, mas a pergunta era: como? E como bom grifinorio iria ter essa resposta agora.
Após os dois terminarem o jantar o loiro se levantou com os dois pratos e começou a lavar o que eles tinham sujado. O moreno ficou em silêncio por um bom tempo e aquilo começou a deixar o loiro apreensivo. Toda vez que Harry ficava por muito tempo em silêncio, Draco sabia que ele tava aprontando algo, e talvez ele esteja aprontado algo ruim para Draco, pelo mesmo ter rejeitado suas tentativas de aproximação.
O Malfoy virou-se para dizer algo ao seu companheiro, mas mal teve tempo para isso. Logo que se virou, Harry o imprensou na pia e o beijou. Mesmo não querendo o beijo, a força do moreno o deixou sem muita reação.
Draco podia sentir pelo beijo, a raiva e submissão tomar conta de si. Raiva por não conseguir se livrar dele e disser o que tinha ensaiado e submissão por saber o que veria a seguir e talvez aquilo fosse a ultima vez dos dois. Preferindo se entregar ao moreno, deixou que o mesmo o guiasse por essa montanha russa de desejos e prazer.
Diferente das primeiras vezes, onde o loiro conseguia fazer com que o moreno fosse o submisso, depois do treinamento de Auror era o Potter que dava as ordens. Mesmo que o homem de olhos verde fosse o mais baixo da relação. Às vezes deixava o loiro ser o seme, mas só às vezes. E, no entanto agora não seria como ‘às vezes’.
Harry não conseguia se sentir calmo, não queria ser romântico. E pensar que talvez pudesse perdesse o loiro, o fazia ficar com uma fúria selvagem, uma vontade louca transar com o mesmo onde estavam. Não se importaria com os vizinhos que os olhavam da janela da cozinha ou da porta dos fundos, ou falaria do fato. Era bonito de mais para ser escondido.
Começou a despir o tronco do loiro, enquanto dava chupões e lábia o pescoço alvo do mesmo, que gemia contido com a ação. Se bem que não o despiu da camisa e sim a arrancou transformando-a em pequenos pedaços de pano. Parou por um tempo só para admirar o loiro de pele tão alva que parecia mármore. Teve a mais bela das visões: seu adorado loiro tremia dos pés a cabeça, a camisa azul-marinho que antes escondia os belos mamilos eriçados agora estava no chão, transformada em trapos, o pescoço antes limpinho e alvo, agora estava coberto de traços vermelhos e alguns pontos roxos.
Draco tava temendo cair, desabar no chão do prazer que sentia. Uma vez, Harry fez uma brincadeira com seus mamilos e aí ficou sabendo de sua super sensibilidade. Era pior ainda sabendo que seu ponto fraco seria usado e que não poderia fazer nada. Sentiu-se sendo deslocado um pouco, olhou em volta tentando saber para onde e apenas teve a confirmação que era para a mesa da cozinha. A mesa da cozinha, um presente de sua mãe, era tão alta que batia na altura da cintura do moreno. A pedra de mármore fria seria mais uma das testemunhas de uma bela relação amorosa.
Com Draco em cima da mesa, Harry começou uma trilha de beijinhos do pescoço até o mamilo direito. Sugou suavemente, adorando ouvir o som que aquele carinho provocou. Mordiscou com suavidade o bico avermelhado, depois o mamou com força. Mesmo assim o loiro ainda tentava abafar os gemidos. Teve uma ideia para fazê-lo gemer com força e desesperadamente.
Draco sentia tudo o que o moreno fazia em si. Sentia os beijinhos que iam do pescoço até seu mamilo e tentava de todos os modos de conter os gemidos. O que não esperava era ter uma massagem nos seus testículos e ter seu membro agarrado com força. Gemeu mais alto, sem ter como se conter. Olhou para o moreno e o viu olhando como um animal que rodeia a sua presa, e ele é a presa do rapaz de olhos verdes.
Harry mal podia esperar para ouvir mais daquele delicioso som. Tirou primeiro seu casaco preto junto com a camisa verde e a caixinha com os anéis, e depois olhou para o loiro que o olhava. O cinza encontrou-se com o verde e o tempo parou para os dois. Por um momento algo lhe veio à cabeça, mas logo esqueceu.
Encostados um ao outro, as mãos ásperas do moreno corriam pelo corpo do mais alto. Queria bem mais do que aquilo, queria tocá-lo mais fundo, mas aquela calça atrapalhava tudo. Então, com um feitiço, tirou do corpo loiro e deslumbrou com as coxas magras, uma linha de pelos quase brancos que iam do umbigo até a cama de gato formada acima do membro, e esse soltava pequenas gotas que denunciavam o quanto estava amava aquele tratamento.
Depois de ser despido por completo, Draco pode sentir com mais fervor os toques de seu amado, sentia as mãos passearem por sua virilha e a boca pecaminosa dele descer a cada instante. Abriu os olhos apenas para depois fechá-los com força, jogando a cabeça para traz, arqueando a coluna e gemendo com todo o seu fôlego. Devia esperar por aquele tipo de ataque. Harry sempre queria que ele gritasse de prazer, que fosse marcado, só para no dia seguinte se lembrar de quem vez isso. Mas não queria ser tão submisso assim, encostou mais nele. Passeou com suas mãos de dedos delgados, longos e finos pelos ombros largos. Deixou-se ser levado pelas sensações. Sentia-se como uma bomba prestes a explodir, explodir de prazer.
Seus dedos da mão direita acariciavam o buraco do homem loiro a sua frente, os da direita seguravam a base do membro com força, enquanto sua boca experiente trabalhava com fervor. Sentia os fortes tremores do corpo, que se encontrava acima da mesa, sabia que logo o orgasmo chegaria e queria tê-lo relaxado o suficiente para a dor da penetração fosse menor do que de costume. O deitou na mesa e continuou com sua sugação.
E então o mundo parecia ter acabado. Explodiu ou simplesmente sumiu. Gemeu ou gritou? Não tinha certeza, apenas que não sentia mais nada de seu corpo. E por isso Draco se quer chegou a resmungar quando dois dedos invadiram sua profundeza. Mais foram por pouco tempo, o moreno queria o mais rápido possível ter sua recompensa. Tirou o resto de suas roupas, abraçando o loiro deitado e o beijou com carinho. Com seu membro direcionado por uma mão para a entrada do sonserino, foi entrando. Mas o mais alto o impediu.
- Não! – Gritou mais alto do que antes. Os dois se olharam e Draco viu os olhos do moreno, a tristeza entrar. – Não... Não... Aqui não. – Gaguejou. – Vamos para o tapete, essa mesa foi presente. – Disse um pouco rápido demais e ofegou ao terminar. Aquilo foi o suficiente para Harry o abraçar e beijá-lo calorosamente. Para ele, por um momento, Draco o tinha rejeitado. Mas não era isso, apenas a mesa é que era o problema.
Sem se separarem por um momento se quer, Harry conduziu Draco da mesa da cozinha até o tapete da sala. Grifinorio e sonserino, deitados naquele tapete se amaram. E diferente das outras vezes, onde a selvageria tomava conta dos corpos insaciáveis dos dois, os olhos se encontraram muitas vezes assim como as bocas. Os corpos dos dois dançavam a mais bela das canções, o dominante olhava para o ser de olhos cinza e dizia eu te amo, e esse apenas gemia enquanto recebia os prazeres que o membro de seu leão o proporcionava.
Quando os dois chegaram enfim ao seu auge de prazer, gozaram juntos. O loiro, segundos primeiros que o moreno, sentiu o corpo de seu amado tombar ao seu lado no tapete. Tão cansado, apenas conseguiu se arrastar para ficar com a cabeça em cima do ombro dele.
Minutos passaram-se e os dois quase estavam dormindo, quando um pensamento passou pela cabeça do loiro o fazendo chorar. Tentou deixar seu choro baixinho, abafado para seu companheiro não notar, mesmo sabendo que isso não adiantaria. Não com seu carinhoso e sentimental leão.
Com pequenas sacudidas no corpo e algo molhar a sua pele, Harry volto-se para a sua serpente e a encontrou aos choros.
- O que foi? – Perguntou o abraçando tão forte, talvez por medo de algo acontecer, e depois o soltando quando outros pensamentos invadiram a sua cabeça. – Eu te machuquei? Forcei-te a algo que não queria?
- Harry... – Baixo, mas não tanto para não ser escutado.
- Sim? Fale amor. – Afagou o rosto alvo tentando confortá-lo com algo.
- Eu... Eu falei hoje com meu pai... – Harry já sabia o que ele tava querendo dizer e preferiu não interromper, Draco precisava desabafar e tirar esse peso que parecia carregar desde que o virá. – E ele disse que... Que já tinha marcado o jantar de noivado... – Esperou por algum o moreno explodisse, gritasse ou até que ele esperneasse, mas nada disso aconteceu. Harry apenas o abraçou e sussurrou algo como ‘Tudo vai ficar bem’ – Harry, eu não quero isso, quero ficar com você. – A fala entrecortada pelo choro, não escondia a verdade. Amava Harry e não suportaria viver sem ele.
- Você não vai ficar sem mim. Prometo-lhe isso. – Acariciou a bochecha molhada de lágrimas e depois lhe deu um selinho.
-Mas como? Como vamos ficar juntos sem que meu pai não nos destrua, não destrua nossas vidas?
- Simples... – O moreno se levantou caminhando até as suas roupas, pegou a caixinha e se ajoelhou de frente para Draco, esse tinha se sentado no tapete. Ambos nus e de frente para o outro, olhando um nos olhos do outro. Foi então que Harry abriu a caixinha com os anéis dentro e disse: — Draco Black Malfoy, você aceita me fazer o homem mais feliz?
-... – As palavras tinham fugido da boca do sonserino. O tempo parecia ter parado para eles e Draco apenas conseguia afirma com a cabeça que sim.
Com aquela confirmação do loiro, o homem de olhos verdes tirou os dois anéis da caixinha colocando o anel dourado no dedo anelar da mão direita e dando o outro anel para que Draco coloca-se em seu dedo.
Após isso os dois sorriram um para o outro, beijando se logo em seguida. É como dizem, a noite é uma criança... E das mais travessas que eu já conheci.
Depois disso as coisas mudaram um pouco. No jantar de noivado de Astride e Draco, o próprio junto a seu amado anunciou para toda a Elite bruxa e jornalistas seu noivado, fazendo questão de mostrar o anel. Pelo que falaram Lucius Malfoy, não gostou nada, disse que era uma afronta e que nenhum Malfoy se casaria com alguém sem poder ter filhos, final das contas deserdou Draco. E esse nem se incomodou muito, pois tinha o apoio da mãe e estaria para sempre com seu moreno.
FIMMM!!!
Notas finais
Para quem leu os dois, beijocas e comentem!!!
Mas para quem quer mais, desculpem mas terão de esperar até a minha criatividade voltar.
XAU e até minha próxima fic.
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