Pecados em Branco
1 Prólogo
A morte de seus entes queridos, o abandonou pelo mundo, um garoto sem rumo abandonado à própria sorte.
Como,quando e onde, ninguém poderá de saber. Nem mesmo o pobre garoto saberia o motivo de estar sozinho. Até a igreja com os mais generosos sacerdotes e sacerdotisas o recusaram.
O garoto órfão de apenas sete anos, vive sozinho sem aprender ou conhecer até mesmo seus próprios sentimentos. Seu local de sofrimento era na própria e populosa Prontera.
Seu nome somente ele sabia, assim seria invisível aos olhos de muitos, bom era o que o pobre garoto se arriscava a pensar.
Mas sua idéia mudou ao deparar-se com a imagem a sua frente... Seis pessoas naquele canto esquecido de Prontera, olhando fixamente o pobre garoto. Um dele lhe estendeu a mão, e lhe disse uma frase tão esmagadora e não esperada pelo garoto.
Desconhecido: Levante-se, enxugue essas lágrimas e venha conosco...
Nem mesmo o garoto em seu pequeno período de vida nunca tinha esperado ouvir aquilo de alguém sem nenhum contato.
O garoto então enxugou suas lágrimas e ainda meio recuado, estendia a mão para o desconhecido.
Mas o desconhecido sem paciência, agarrou o braço do garoto, e com um sorriso no rosto exclamou de forma tão positiva que todos ali começaram a rir.
Desconhecido: Vamos lá maninho! hehe.
O garoto ainda meio assustado ficou olhando para todos ali rindo em sua volta.
De repente uma ninja de cabelo negros e bem lisos, contendo um belíssimo penteado, uma face jovem e também bela, de forma que a fizesse aparentar ter pouca idade.
Esta moça jovem deu um peteleco na testa da pessoa desconhecida que era um paladino, depois deste ato revelou o nome do rapaz que estava segurando o garoto.
Ninja: Mori o que pensa que está fazendo?
Mori era um paladino de cabelos longos até o ombro e meio azulados, com uma cicatriz em vertical na testa, ainda sim de face jovem com olhos castanhos claro.
A reação de Mori era meio confusa, mas não fez nada, pois não desejava enfrentar aquela ninja que parecia ser muito superior a ele. Não em poder, mas em atitudes e caráter.
Sem perder seu tempo olhando foi tentar dar uma pequena bronca na sua colega, revelando também seu nome.
Mori: Ah Yoko-san, por que tem que sempre dá uma de valentona em?
Mori dizia isto de modo tão agressivo que chegou a irritar Yoko, vendo tudo ali sem pode fazer se quer um argumento estava o garoto confuso e meio assustado.
Mas só até ver uma linda mulher de cabelos meio cacheado negros e pouco longo, com um sorriso belo em uma face bem generosa de aparência doce.
Era uma arque maga de tamanho médio baixo para uma jovem.
Que chegou até o garoto meio confuso, com um sorriso no rosto e lhe tentou ajudar.
Arque maga: Olá, tudo bem com você jovem?
O garoto ainda meio confuso com tantos acontecimentos ao mesmo tempo, mas logo olha para a arque maga em sua frente e logo acena positivamente com a cabeça, sem dizer nada.
A arque maga ainda mais sorridente, atrevidamente coloca a mão na cabeça do garoto e lhe faz um pequeno carinho, logo após isto se atreve a outro ato.
Arque maga: Meu nome é Matsu, e o seu jovem?
O garoto timidamente e ainda meio confuso desvia o olhar de Matsu, mudando sua expressão para uma triste. Mori percebe que há algo com o garoto e começa a ignorar sua pequena discussão com Yoko, a mesma também percebe a expressão do garoto e para ao mesmo tempo com discussão um pouco depois. Certo silencio se encaminha ali por um pequeno período de tempo, mas logo esse silêncio é quebrado quando o garoto começa a tentar falar, ainda sim tímido e meio recuado mas ser esforça para soltar uma pequena frase.
Garoto: Eu... Eu... Na...
Mori: Seth, o nome dele é Seth!
Exclamava Mori enquanto se aproximava do garoto, de um jeito bem seguro e com sorriso animado de mais. Yoko, meio estúpida como de costume tenta impedi Mori, mas é surpreendida por um braço runado e brilhante coberto por um metal puro, o dono deste braço era um rapaz de aparência adulta, mas ainda sim com uma juventude em seu físico. Seus cabelos loiros e meio bagunçados, que ainda sim lhe davam uma bela aparência, e para completar olhos verdes, serenos e misteriosos, era um runeknight com vestis pretas.
Runeknight: Deixe-o, ele sabe o que bem quer fazer...
Dizia com uma expressão séria e muito calma, Yoko por respeito ou medo recua ficando bem onde está talvez por saber que aquele que o dizia era sábio, mesmo sempre calado.
Mori se aproximou do garoto, se abaixou em sua frente ficando do mesmo tamanho que o garoto, colocou as mãos no ombro do garoto e olho seriamente, mas sem impor medo no garoto.
Mori: Quer se unir a nós Seth?
Aquilo deixou o garoto meio espantado, mas ainda conseguiu se manter calmo e meio assustado com todos em sua volta, acenou positivamente e meio tímido.
Mori sorriu se levantou e ergueu um dos braços do garoto e logo exclamou para todos ali em volta o ouvirem.
Mori: Aqui está nosso mais novo irmão!!!
Alguns ali soltaram um pequeno sorriso, outros preferiam manter o silencio, mas ainda sim podia se saber que sorriam por dentro. Seth o nome do garoto abandonado à própria sorte, agora não era mais um solitário, mas sim um irmão mais novo de seis.
Seis que agora eram sete, mas algo ali chamou muito mais a atenção de Seth, uma garota, uma pequena aprendiz de pele meio clara e ainda uma criança, que poderia se dizer com a mesma idade de Seth. Ela o olhava inocentemente e meio confusa, ele fazia o mesmo, mas estranhamente ela começou a dizer seu nome repetidamente, cada vez com um som mais alto
Garota: Seth, Seth, SETH!
Seth abre o olhos e percebe que estava sonhando.
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