Pecados Íntimos

18 Capítulo 17 – Louca aventura


Notas iniciais
Gente, desculpem a demora Era para o capítulo ter saído mais cedo, mas eu tipo surtei muito quando li a notícia de que TVD, TO e Reign tinham sido renovadas (aliais, ainda estou surtando com isso!!!!) Mas o importante é que o cap está aqui Espero que gostem (e não se esqueçam de ler as notas finais lá embaixo)

Já tinha passado três minutos, então eu me sentei na cadeira que coloquei em frente a cama e Eve para poder retirar o termômetro debaixo do seu bracinho. 36,5º C, soltei um suspiro de alívio ao ver.

– E então, como ela está agora? — meu pai estava parado na porta do quarto.

– A febre passou completamente – falei enquanto passava mão pela testa da minha filha, não estava mais quente como antes – Obrigada pela ajuda, pai.

– Não fiz nada demais – garantiu – Você parecia tão preocupada e, como médico, precisava ajudar.

– Fico muito preocupada quando vejo a Eve doente – expliquei – Eu me sinto tão impotente e ela é tão pequena.

– Sua mãe agia da mesma maneira quando você e o Jer ficavam doentes – aproximou-se e colocou a mão no meu ombro – Lembro quando você era um pouquinho mais velha que a Eve e teve catapora. Acho que eu nunca vi a Miranda tão tensa e desesperada quanto naquela semana.

Dei um fraco sorriso, apesar de não ter tido tempo de “aprender a ser uma boa mãe” com ela, fico feliz de ser um pouco parecida com a minha mãe.

– Você conseguiu falar a com a pediatra dela lá em Nova York? — perguntou logo em seguida.

– Ela retornou a minha ligação há alguns minutos – afirmei – Não disse nada diferente do que fizemos, para colocá-la no banho gelado para baixar a temperatura e também aprovou o remédio que você me disse para comprar. E recomendou que, se a temperatura não baixasse até amanhã, era para levá-la a um pediatra aqui em Mystic Falls, mas parece que não vou precisar fazer isso.

– É mesmo uma alívio – concordou – Estava pensando em fazer uma sopa de frango com macarrão, você disse que é a favorita, não é mesmo?

– Sim! — concordei com a cabeça – Mas eu posso ir até lá preparar, não precisa se preocupar.

– Ora, Elena, eu faço questão – garantiu – Fique um pouco com a sua filha.

Ele saiu do local e fechou a porta. Então eu fiquei ali vendo Eve dormir tranquilamente e passei mão pelo seu cabelinho, tomei um grande susto quando ela acordou com o corpinho todo mole e uma febre de 38º C, por sorte parece que foi somente uma virose infantil.

Meu celular começou a tocar e quando eu o peguei, reconheci o número de Damon, decidi ir atender a ligação no corredor.

– Oi Damon! — mesmo tendo saído do aposento em que minha filha estava, eu sussurrei.

Só liguei para saber como é que a Eve está – avisou.

Achei muito fofo da parte dele fazer isso, sendo médico Damon foi a primeira pessoa para quem eu liguei pedindo ajuda, mas como ele está de plantão hoje, não teve como ajudar muito, pelo menos está sendo mais solícito que o Klaus. Liguei para o meu marido também, é claro, só que caiu na caixa postal e até agora não me retornou.

– Ela já está bem melhor sim, Damon, obrigada por perguntar – respondi – A Eve está dormindo agora, mas não está mas com febre.

Que bom!– continuou – Lena, hoje eu estou de plantão, mas amanhã, o que acha de sair comigo para uma louca aventura?

– Louca aventura? — não pude deixar de rir do comentário dele – E que aventura seria essa?

Bom, isso é surpresa – disse – Mas eu prometo que vai valer a pena se você disser sim, prometo que não vai se arrepender.

– Não tenho certeza se é uma boa ideia Damon dei um longo suspiro e me encostei na parede – Normalmente esses seus planos envolvem que eu durma fora de casa e com a Eve desse jeito...

Você mesma disse que ela já está melhor – lembrou – E seria só amanhã a noite, fale com o seu pai, tenho certeza de que ele não vai se importar de ficar cuidando da neta. Vai até se sentir útil e feliz por você estar lhe dando um voto de confiança.

– Damon... — revirei os olhos, aquela tinha cara de ser mesmo uma proposta tentador e estava totalmente inclinada a dizer sim, mas não tinha certeza se devia mesmo fazer isso.

Por favor!– não estava olhando o seu rosto, mas tinha quase certeza de que ele estava fazendo uma carinha de cachorrinho abandonado.

– Tudo bem, eu aceito embarcar em uma louca aventura amanhã a noite com você – concordei, por fim – Mas antes eu preciso verificar com o meu pai se não tem mesmo problema ele ficar com a Eve.

Fale com ele e me mande uma mensagem com a resposta – pediu – Agora eu preciso ir, é hora de fazer a ronda dos meus pacientes internados.

Desliguei e voltei para o quarto de Eve, nesse meio tempo ela já tinha acordado.

– Com quem é que você estava falando, mamãe? — perguntou assim que me viu – Era com o papai?

– Não, lindinha, era o doutor Damon – soltou um suspiro de frustração – Ele queria saber como é que você sabe.

– Queria que o papai ligasse também – afirmou – E ele podia vir aqui visitar a gente, não é mesmo?

No dia seguinte daquela ligação em que Klaus expressou a vontade de vir para Mystic Falls passar o fim de semana conosco, ele ligou avisando que não poderia vir. Secretamente me senti aliviada com isso, mas quando vi o rostinho de decepção da minha filha, mudei de pensamento na mesma hora.

– Se seu pai pudesse ele viria até aqui, tenho certeza disso – tentei acalmá-la.

– Foi o que você disse da outra vez – disse – Mas ele não veio, acho que ele não liga para mim.

– Claro que ele liga para você, Eve – dei um beijo no topo da sua cabeça — Mesmo que ele não venha a Mystic Falls, pense que logo seu avô estará totalmente recuperado e voltaremos para Nova York, Você não está com saudades de casa?

– Muito! — afirmou – Estou com saudades do papai, do vovô e da vovó Mikaelson, da tia Bekah, da Bonnie e das minhas amigas.

Isso tinha deixado a Eve feliz, é claro, mas na verdade não estou mais tão animada para voltar Nova York como estava quando cheguei aqui, as coisas mudaram tanto nesse pouco tempo que estou em Mystic Falls que não sei como será quando eu voltar para a minha vida normal e pacata.

– Mas são muitas pessoas – brinquei – Você está com fome? Seu avô está preparando uma sopa especial.

– Oba, eu estou com fome sim – afirmou.

Fui até a cozinha e meu pai estava colocando o macarrão junto com a sopa, sinal de que já estava quase pronta. Sentei e fiquei observando ele preparar comida.

– Lembro que você sempre fazia sopa de frango com batata baroa para mim e para o Jer quando estávamos doentes – comentei – Até hoje eu me lembro do cheiro, dá aquela sensação de estar se sentindo melhor.

– Não acredito que ainda se lembra disso – riu – O pior era quando um só estava doente, o outro também queria tomar a sopa.

Sorri, ficar ali na cozinha de casa lembrando os momento da minha infância era tão legal.

– Pai, queria te pedir um favor – continuei – Amanhã a noite eu preciso fazer uma... coisa, e queria saber se você pode ficar cuidando da Eve para mim.

– Mas é claro que eu posso – afirmou – Será que eu posso saber o que é essa coisa que você precisa fazer?

– Não é nada com que você precise se preocupar – dei de ombros, estava sentindo as minhas bochechas ficarem vermelhas de vergonha.

– Estou achando que tem alguma coisa a ver com um certo doutor Salvatore – brincou e eu não disse nada em resposta – Acho que é isso mesmo.

– Talvez – disse, por fim – Mas não fica me olhando com essa cara, por favor.

– Não disse nada – levantou as duas mãos em sinal de rendição – Mas eu estou muito feliz por saber que vocês estão se acertando.

O restante do dia passou sem maiores problemas e Eve parecia melhorar a cada minuto que passava, na hora de dormir nem parecia que ela tinha amanhecido com febre. No dia seguinte Damon foi me buscar quando estava quase escurecendo, infelizmente não conseguimos sair antes de meu pai recomendar que ele cuidasse muito bem de mim, o que me fez ficar vermelha de vergonha, mais uma vez.

– Seu pai parece animado em nos ver juntos – comentou enquanto abria a porta do carro para mim – Confesso que me sinto aliviado por saber disso.

– Como se fosse uma surpresa – revirei os olhos – Sabe que o meu pai te ama e você é o genro que ele pediu a Deus, não o Klaus.

– Fiz muito para merecer esse título – brincou – Talvez o seu marido devesse fazer umas aulas comigo.

Ele deu a volta e sentou no banco do motorista antes de ligar o veículo e sairmos da entrada da minha casa. Fiquei observando a paisagem na janela quando percebi que estávamos saindo de Mystic Falls.

– Será que eu posso saber aonde é que nós estamos indo? — quis saber.

– Já disse que é surpresa – deu de ombros sem tirar os olhos da estrada – Tem só um pouco mais de paciência e você já vai saber.

– Desde que você não esteja me sequestrando para mim está ótimo – comentei casualmente.

– Por mais que te sequestrar, te levar para longe do país e não dar mais notícias nem pedir resgate seja tentador, não posso fazer isso – riu – Só vou te dar uma dica, o que está ai atrás tem a ver com o que vamos fazer hoje.

Quando me virei vi que tinha uma sacola branca em cima do banco de trás, ela não tinha nenhuma indicação de loja ou qualquer coisa quem me indicasse o que era.

– Não ajudou muito – fiz uma careta – Pelo menos me responde uma coisa, nós estamos indo para Richmond? — estava começando a reconhecer, aquela era a estrada que levava a cidade.

– Não estamos indo exatamente para Richmond – respondeu – Digamos que é um local que fica entre Mystic Falls e Richmond.

– Um lugar que fica entre Mystic Falls e Richmond? — coloquei pensando no que poderia ser, apesar de ser um longo caminho, a estrada não oferecia muito atrativos – Sério, Damon, isso está começado a ficar irritante.

– Não fiquei chateada, duvido que você conheça o lugar, fica um pouco fora da estrada – explicou – Eu só descobri no caminho para Mystic Falls da última vez em que estive em Richmond, na semana passada, pensei que seria um lugar legal para ir.

Decidi não falar nada, percebi que não ia conseguir arrancar nada dele. Em algum ponto da viagem, saímos da estrada principal e passamos por um caminho de terra um pouco mal iluminado.

– Tudo bem, você garantiu que não ia me sequestrar – comentei – Mas tenho minhas dúvidas se você não pretende me matar, cortar meu corpo em pedacinhos e jogar no meio da mata.

– Que imaginação fértil, Lena – começou a rir – Tem que acreditar um pouco mais em mim – passou a mão pela minha perna, que estava a mostra por eu estar usando uma saia que batia na metade das minhas coxas.

Cruzei os braços e me fingi de emburrar, mas Damon não se importou e continuou a dirigir. Não demorou muito para avistarmos uma placa aonde se lia: “Motel Paradise”.

– Um motel? — olhei chocada para ele – Isso é sério mesmo?

– Não podemos nos encontrar na casa do seu pai por motivos óbvios, o meu apartamento não é uma boa ideia enquanto a Kath estiver lá e você não quer se encontrar no meu escritório no hospital- deu de ombros – Nossa única opção, então, é um motel.

– Nunca estive em um motel – fiz uma careta – Pensar outro casal transou no mesmo lugar que a gente é algo meio nojento.

– Nós estamos indo fazer exatamente isso, não sei porque você acha nojento – argumentou – E eles limpam os quartos todas as vezes em que são descopados.

– Não tenho nenhuma garantia quanto a isso – reclamei.

– Acha mesmo que eu não fiz uma pesquisa antes de te trazer aqui – falou – Esse é um motel de luxo e encontrei muitas recomendações positivas.

– Não sabia que as pessoas faziam recomendações de motéis na internet – brinquei.

– Acredite em mim, Leninha, as pessoas recomendam qualquer na internet – garantiu – Você precisa navegar mais.

Quando ele o carro parou na frente da entrada do motel, pude perceber que ele tinha razão, só a fachada já era maravilhosa, não consigo nem imaginar como deve ser por dentro. Um homem, que devia ser o recepcionista, veio e nos ajudou a sair do veículo.

– Gostaria do nosso serviço de manobrista, senhor? — perguntou diretamente para o Damon.

– Sim, obrigado – abriu a porta traseira do carro e depois entregou a chave para ele – Vamos entrar, Lena?

– Claro – afirmei antes dele segurar a minha mão.

A recepção era ainda maior do que aparentava por fora e muito luxuoso, é claro. Nos aproximamos do balcão aonde havia apenas uma mulher, ela estava olhando atentamente para o computador a sua frente.

– Boa noite! — ele disse – Temos uma reservas em nome de Damon Salvatore.

– Um minuto que vou procurar – começou a digitar e seus olhos passavam de um lado para o outro na tela – Aqui está, Damon Salvatore, reserva para a nossa suíte principal, é a melhor que temos por aqui.

– Damon! — o olhei, totalmente chocada – Não acredito que você reservou a melhor suíte, deve ter custado uma fortuna.

– Nem tanto, eu ganho muito bem no hospital – me abraçou pela cintura – E você merece o melhor.

– Vou buscar o cartão para abrir o quarto – a mulher avisou – Esperem só um pouquinho.

Quando ela se afastou, Damon uniu os lábios nos meus e fez com que ficássemos mais perto ainda.

– Você está ficando maluco – sussurrei – Todo mundo aqui pode nos ver.

– Tenho certeza de que todos estão acostumado com isso – sorriu, acabei me rendendo e me entreguei ao beijo.

– Aqui está o seu cartão – a recepcionista voltou e colocou o cartão em cima do balcão – Desejam mais alguma coisa?

– Gostaria de uma garrafa do melhor champagne que vocês tiverem aqui – respondeu – Leve até a nossa suíte, por favor, em um balde de gelo, é claro.

Caminhamos até o elevador e quando as portas se fecharem eu comecei a rir, descontroladamente.

– Será que eu posso saber por que você está rindo tanto? — cruzou os braços e se encostou em uma das paredes.

– De como você é doido – falei – Você acabou de comprar uma garrafa de champagne...

– Estou te devendo duas garrafas de vinho – lembrou – Nada melhor do que compensar isso com uma boa garrafa de champagne.

– Sinceramente, não sou muito fá de beber, não depois que a Eve nasceu – disse – Mas não se pode rejeitar um bom champagne.

Se eu já tinha ficado encantada com a fachada e recepção do motel, a suíte tinha excedido todas as minhas expectativas. Era um cômodo enorme, da janela dava para ver um pedaço da estrada, ao lado tinha uma piscina, a cama era king size e também tinha uma lareira e uma televisão de 84 polegadas.

– Isso daqui parece um sonho – fiquei olhando para todos os lados, totalmente deslumbrada.

– Eu disse que você ia gostar – me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido – Essa noite é toda nossa, sem nenhum tipo de interrupção e também sem nenhuma lembrança do mundo que está esperando por nós lá fora.

Enquanto falava ele pegou a minha bolsa e retirou o meu celular de lá de dentro.

– Seu celular vai ficar desligado hoje – avisou – Amanhã você volta a se preocupar com os seus problemas.

– O senhor manda, doutor Salvatore – me virei e disse, provocativamente, com os lábios bem próximos do dele – Será que agora você pode me dizer o que tem nessa sacola que você está fazendo tanto mistério.

– Tudo bem – me puxou e fez com que eu me sentasse na ponta da cama – Antes de ir te buscar mais cedo eu dei uma passadinha em um sex-shop.

– Está brincando? — certo, aquele dia estava ficando cada vez mais surpreendente – E o que foi que você comprou lá.

– Acredite em mim, tinham muitas coisas lá – revirou os olhos – A vendedora tentou me ajudar e acho que eu fiz uma boa escolhas.

– Certo! — completei.

Puxei a sacola para perto de mim e comecei a retirar o que estava lá dentro. Tinha um pote com alguma coisa que parecia um creme, um outro com sais de banho, um par de algemas peludas, algo que parecia com dois grampos e uma espécie de batom.

– Segunda a vendedora esse creme tem o poder de intensificar tudo que você sente, e ainda tem cheiro de morango – abriu o pote para que eu cheirasse, era mesmo muito bom – Os saís de banho também parecem ter um certo poder afrodisíaco.

– Interessante – não pude deixar de rir – E essas outras coisas aqui?

– A algema acho que é um pouco óbvio – revirou os olhos enquanto explicava – E esse daqui são grampos de mamilos.

– Damon! — gritei um pouco mais alto do que estava planejando, senti meu rosto começar a esquentar – Você só pode estar brincando, eu não vou usar isso.

– Eles não machucam – deixou bem claro – E se, por acaso, você não gostar, a gente não usa mais.

– Vou pensar no caso, quem sabe você não me convence no calor do momento? — concluí – Mas e esse batom aqui, o que é? — perguntei enquanto segurava o objeto.

– Isso é um vibrador – virou para que ele funcionasse, fiquei com os olhos arregalados – Tudo bem, eu sei que é diferente e a maioria dos caras não gosta, mas achei que podíamos brincar um pouco hoje a noite.

– Você realmente comprou algumas coisas bem interessantes – me levantei da cama e tentei ajeitar a minha saia, embora ela não estivesse amassada – Pensei em tomar um banho antes de qualquer coisa, hoje foi um dia corrido e eu estou precisando relaxar um pouco.

– Mas leve os sais afrodisíacos – pediu – Assim vemos se realmente funcionam ou eu gastei dinheiro a toa.

Enquanto a enorme banheira de hidromassagem enxia eu comecei a tirar a roupa. Assim que a água estava do jeito que eu queria, coloquei os sais de banho e entrei, não sei se tem mesmo poder afrodisíaco, mas certamente estava me ajudando a relaxar.

– Com licença – Damon estava na porta do banheiro segurando duas taças cheias de champagne, ele também estava apenas de cueca – Eles acabaram de entregar e decidi trazer um pouco para você.

– Obrigada – sorri e peguei uma das taças e tomei um gole – Sabe o que caia bem agora? Uma massagem.

– Você quem manda – sentou-se na ponta da banheira e começou a passar as mãos pelo meu ombro, inicio das costas e pescoço, soltei um gemido de satisfação – Está bom assim.

– Não muito – admiti – Seria melhor se você estivesse aqui dentro comigo.

– Como eu disse, é você quem manda – levantou-se e retirou a única peça de roupa que cobria o seu corpo.

Sentou-se atrás de mim e continuou a fazer a massagem, ainda ficou intercalando com alguns beijos na região, os meus gemidos foram ficando cada vez mais altos. Levei as mãos até cada uma das suas pernas e fui movendo até chegar ao seu membro que já estava começando a ficar... “animado”.

– Lena! — sua voz era um misto de suspiro e gemido – Pensei que esse fosse um momento para você relaxar.

– Já estou bem relaxada – me virei e passei a mão pelo seu rosto – Agora eu quero você.

Começamos a nos beijar ferozmente e Damon segurou a minha cintura fazendo com que eu sentasse no seu colo ao mesmo tempo em que me penetrava. Estava “cavalgando” lentamente nele sem desgrudar os nosso lábios um minuto sequer, fui aumentando a velocidade até que cheguei ao ápice e logo também o senti se derramar dentro de mim.

– Parece que era verdade, esses sais de banho tem mesmo poder afrodisíaco – comentei com a cabeça deitada no seu pescoço, minha respiração ainda estava ofegante.

– Verdade! — ele começou a rir – Espero que você ainda tenha bastante energia, pois a nossa noite está apenas começando.

– Pode ter certeza de que eu ainda tenho muito energia – garanti enquanto o olhava antes de voltarmos a nos beijar.

Notas finais
Na verdade era para essa parte deles no motel acontecer em um cap só, mas quando eu vi que ia ficar muito grande, decidi dividir, então no próximo cap teremos a continuação da noite dos dois com todos os brinquedinhos que o Damon comprou kkkkk. *** Agora, falando sobre as duas possíveis fics que serão postadas depois de PI, aqui está um trecho de cada uma delas. ** A Light Touch of Vegeance: "- Senhorita Petrova? - estendeu a mão para mim e eu retribui o seu comprimento – Sou Pearl Salvatore, nós nos falamos por telefone. - É um prazer conhecê-la, senhora Salvatore – disse – Eu ouvi coisas maravilhosas a seu respeito. - Fico feliz com isso!- sorriu – Mas, por favor, sente-se. Você trouxe o seu currículo para eu dar uma olhada? - Claro! - entreguei o envelope pardo que estava na minha mão – Como a senhora pode ver, eu organizei alguns eventos quando eu morava em Paris, mas ainda não tive tempo arranjar um trabalho aqui em Los Angeles. Estou de volta ao pais há pouco tempo. - É um ótimo currículo - comentou sem retirar os olhos da folha de papel – Mas aqui diz que você fez um curso de artes, por que decidiu começar a organizar eventos? - Dei aulas de artes enquanto eu morava na França também, mas o dinheiro não estava sendo o suficiente para eu sobreviver – e era verdade, afinal e precisava mandar dinheiro para a minha mãe e o meu irmão – Então me veio a oportunidade de fazer o meu primeiro evento, sempre gostei disso também, inclusive eu organizei alguns bailes e vendas de bolos na minha antiga escola. - Excelente – continuou – Bom, o meu marido é um importante empresário e político da cidade e estamos sempre organizando grandes jantares aqui em casa. Sinto falta de alguém que me ajude nesses momentos. - Entendo! - observei – Se a senhora me contratar eu ficarei muito feliz em ajudá-la. - O primeiro evento que você me ajudaria a organizar é a festa de boas vindas para o meu filho mais velho, Damon – explicou – Ele passou cinco anos na Itália e está voltando para trabalhar com o pai e achamos que é importante apresentá-lo para todos. Eu quero tudo I-M-P-E-C-Á-V-E-L." ** Living With a Terrible Lie: "A porta do quarto dele estava fechada, mas eu tinha acesso pelo banheiro que tinha entrada pelo meu quarto também e sei que meu irmão sempre esquece de fechá-la. Jer estava deitado na cama brincando de jogar uma bola de beisebol para cima. - Você não vai mesmo falar com a sua irmã mais velha? - perguntei cruzando os braços e me apoiando no batente. - Eu vi como você estava olhando para o Damon – comentou enquanto se sentava – Você ainda está apaixonada por ele? - De onde você tirou uma coisa dessas Jeremy? - tentei desconversar. A verdade é que eu nunca o esqueci. - Pelo jeito você não aprendeu com tudo que aconteceu – seu tom de voz estava um pouco mais alto – Passar todos esses anos longe de Seatle não foi o suficiente? - Agora eu sou maior de idade – lembrei Mamãe não teria como me impedir de ter nada com o Damon. - Então você ainda é apaixonada por ele – tinha acabado falando demais. - Isso não importa mais – dei de ombros e fiquei encarando o meus pés – Já faz mais de sete anos, a minha vida mudou e tenho certeza de que a dele também. - É bom mesmo – completou – Não quero ver você repetindo o mesmo erro. Não quero perder a minha única irmã, não de novo. Voltei para o meu quarto e fiquei olhando para o lado de fora pela janela, Damon e Ric ainda estavam conversando na entrada de casa. Tenho certeza de que esse será um longo verão." ** Agora vocês podem votar na favorita. *** Bom, é isso, comentem e digam o que estão achando. Recomendações? (sério gente, to ficando triste, daqui a pouco vou fazer chantagem... :C)