Pecados Íntimos
15 Capítulo 14 – Ousadia
Notas iniciais
Entrei no quarto e fechei a porta. A primeira vez que eu estive ali não tinha reparado em todos os detalhes do local e agora eu pude percebê-los. O cômodo não era muito grande, mas era bem confortável: tinha uma cama de casal, um armário, uma escrivaninha com alguns livros em cima e uma porta que levava ao banheiro.
Sentei na cama e coloquei as flores ao meu lado, foi inevitável dar um sorriso bobo,nunca tinham me dado um buquê antes, nem mesmo Klaus, ele sempre diz que desperdício de dinheiro. Então eu percebi que tinha um envelope no meio das flores, o peguei para poder ler o cartão.
Queria Elena,
Não sei como as coisas serão para nós dois, talvez alguém saia magoado nessa história toda, mas não estou me importando com isso no momento. Quero apenas aproveitar tudo que está acontecendo e espero que você esteja querendo o mesmo que eu.
Que o nosso tempo juntos, durando o tempo que for, seja mais do que especial.
Damon.
Meu sorriso aumentou ainda mais depois daquilo. Claro que eu ainda tinha as minhas dúvidas se o que estou fazendo é certo, mas já tinha decido ignorar as vozes da minha cabeça e seguir apenas o que meu coração quer, caso contrário eu não estaria aqui agora.
Retirei os sapatos e quando percebi já estava retirando a blusa e desabotoando a calça. Será que Damon me acharia muito atrevida se eu ficasse apenas de calcinha e sutiã? Espero que não, afinal ele vai fazer isso daqui a pouco mesmo, só estou facilitando para ele.
Dei uma rápida olhada no espelho que ficava atrás da porta e fiquei observando a minha lingerie vermelha, ela era de renda e ficava nem transparente no meu corpo. Essa era a peça de roupa mais sexy que eu tinha no meu armário, nem sei porque eu trouxe para Mystic Falls, mas iria me ajudar a compensar o “desastre” que tinha sido na nossa primeira vez.
Não demorou muito para ele aparecer. Estava segurando a bandeja com dois pratos e dois copos, caminhou até e escrivaninha e colocou o objeto ali em cima.
– Uau! — olhou o meu corpo de cima a baixo – Essa produção toda é para mim?
– Talvez! — dei de ombros e me aproximei provocativamente dele – Você gosta do que está vendo?
Sinceramente, eu nunca tinha agido dessa maneira, mas Damon fazia com que eu tivesse vontade de ser totalmente ousada.
– Mas é claro que sim! — me puxou pela cintura, fazendo com que meu corpo encostasse no seu – Embora acho que eu preferia você sem isso.
Ele começou a me beijar, fazendo com que eu ficasse totalmente derretida nos seus braços. Subiu as mãos pelas minhas costas até chegar o fecho do meu sutiã e se preparar para abri-lo.
– De jeito nenhum, senhor Salvatore – afastei meu rosto do dele e balancei a cabeça negativamente – A comida que você comprou no Grill vai esfriar.
– Deixa esfriar – pediu – Depois eu posso esquentar no micro-ondas outra vez.
– Se eu disser sim vai acabar estragando toda a comida – coloquei a mão sob o seu peito, o afastando totalmente de mim – Portanto, deixa de ser apressado, Damon.
– Tudo bem, você venceu – revirou os olhos – Mas antes de qualquer coisa, preciso fazer algo.
Não entendi o que ele quis dizer. Então Damon foi até o seu armário, pegou uma camisa e jogou na minha direção.
– É melhor você vestir isso – avisou – Não sei se vou conseguir pensar em nada com você desse jeito.
– Já que você insisti – dei de ombros antes de colocar a camisa, ia fechar os botões, mas decidi deixá-la aberta – E então, o que vamos comer?
– Ravióli de queijo com molho de cogumelo – colocou a mão meu ombro e me conduziu até a mesa – É a primeira vez que eu peço esse prato, só fiz isso porque você disse que gostava.
– E eu gosto mesmo – concordei – Se bem que faz anos desde que eu comi no Grill pela última vez.
– Só tem um jeito de descobrir, provando – completou – Também trouxe suco de uva. Queria fosse vinho, mas não vende no Grill e não tive tempo de passar em lugar nenhum.
– Não tem problema, assim já está perfeito – afirmei – Além disso, sabe que eu não gosto de beber, posso acabar fazendo alguma besteira.
– Acredite, eu não te deixaria fazer nenhum tipo de besteira – garantiu .
Damon puxou a cadeira para mim e se sentou na ponta da cama, de onde ele podia alcançar a mesa. Fizemos a refeição em completo silêncio, o prato estava totalmente maravilhoso, exatamente como eu me lembrava.
– Você está tão quietinha, Lena... — comentou – Aconteceu alguma coisa?
– Não foi nada – balancei a cabeça negativamente – Apenas estou um pouco pensativa hoje, é isso.
– Você está arrependida ter vindo para cá? — perguntou, totalmente inseguro.
– É claro que não – coloquei a mão sob a sua – Se eu estou aqui é porque quero, isso não tenha a menor dúvida.
– Que bom – sorriu – Tenho que confessar, eu tenho muita vontade de te proteger. Você e a Eve, é claro.
– Fico feliz em saber que nós duas temos alguém com quem contar – admiti – Já que eu não tenho certeza se posso contar com o Klaus.
– Não vamos falar sobre o Klaus hoje, tudo bem? — pediu – Gostaria de passar uma noite sem lembrar que você é casada e que tem alguém esperando por você lá em Nova York.
– Eu não estaria muita certa de que tem alguém me esperando – dei de ombros – Klaus é tão preocupado com o trabalho que acho que ele nem lembra que eu e a filha dele estamos fora da cidade.
– Você tirou a aliança – mudou, ligeiramente, de assunto, estava olhando para a minha mão esquerda, aonde ainda dava para ver a marca do anel – Por que?
– Não acho que é certo estar aqui com você e continuar usando a aliança – expliquei – Até porque faz muito tempo que eu não me sinto casada de verdade.
Aquela era a primeira vez que eu dizia aquelas palavras em voz alta e tenho que confessar, estava me sentindo bem melhor com isso.
– Sei que eu mesma pedi para não falarmos sobre o Klaus – continuou – Mas por que você, simplesmente, não pede o divorcio?
– Não é tão simples assim – foi tudo que eu disse – Agora vamos mudar de assunto, por favor.
– Tudo bem, já que você quer – falou – Será que você pode me dizer o que a Caroline falou para você na hora em que foi embora?
Foi nesse momento que eu comecei a rir, nunca imaginei que Damon poderia ser tão curioso a esse ponto.
– É sério, Lena, não ri – pediu, se fingindo de ofendido – Ela parecia tão misteriosa quando falou com você, eu fiquei curioso.
– Certo, eu falo – cruzei os braços e o encarei – Ela só disse que nós duas conversamos depois e que eu tenho que explicar tudo que aconteceu entre a gente.
– Só espero que ela não ache isso tudo ruim – admitiu – Quero dizer ela é sua melhor amiga, te conhece a vida inteira e pode achar ruim toda essa situação.
– Justamente por ela ser minha melhor amiga e por me conhecer a vida inteira que eu tenho certeza de que ela não acharia isso ruim – garanti – Para falar a verdade ela meio que me incentivou a vir atrás de você.
– Sério? — ficou totalmente confuso com a minha revelação.
– Acho que a Caroline viu o Klaus uma ou duas vezes na vida inteira – continuei – Mas lembro que quando contei que estava grávida e que ia me casar, ela insistiu que esse era o pior erro da minha vida.
– Não acho que você tenha cometido um erro – falou – Estava fazendo o que acha que era melhor para você e para a sua filha.
– Filho nunca foram garantia de um casamento feliz – lembrei – Claro que eu sempre soube disso, mas acho que pensei que pudesse fazer o meu casamento dar certo. Obviamente isso foi antes do Klaus virar um completo obcecado pelo trabalho.
– Eu disse para não falarmos sobre o Klaus hoje a noite e o assunto acabou voltando para ele – revirou olhos.
– Tudo bem, agora vamos mesmo para de falar dele – pedi, levantando as duas mãos para o alto – Tenho certeza de que temos coisas muito mais interessantes para fazer.
– Com toda certeza – levantou e colocou a mão na parte de trás de meu pescoço antes de me beijar.
Gemi quando a língua de Damon começou a acariciar a minha. Ele puxou as minhas pernas para enroscar na sua cintura e depois foi até o meu ombro, aonde começou a retirar a camisa que eu estava usando.
– Não... — coloquei as duas mãos no seu peito e balancei a cabeça negativamente.
– Como não? — perguntou, totalmente confuso – Pensei que era a isso que você se referia sobre as coias mais interessantes para fazermos.
– Mas não assim – me levantei e o puxei pelo braço, indo até a cama – Fiquei bem quietinho aqui que hoje sou eu quem mando – fiz com que ele ficasse deitado com as duas pernas retas e sentei no seu colo, onde podia sentir seu membro rijo embaixo de mim.
Voltei a beijá-lo e comecei a abrir os botões da sua camisa, quando terminei a tire completamente e comecei a descer os lábio pelo seu peitoral.
– Ah! Elena! — gemeu e eu fiquei contornando o seu umbigo com língua e ele levou as duas mãos ao botão da calça jeans.
– Eu já disse que não – parei o que estava fazendo e o impedindo de continuar.
Me afastei um pouco mais e me ajoelhei no meio da cama, sem nunca deixar de olhar no olhos azuis de Damon. Tirei a peça de roupa dele que cobria meu corpo de a joguei no chão, em seguida retirei o meu sutiã.
Comecei a passar as mãos pelos bicos dos meus seios e uma corrente elétrica passou pelo meu corpo. O moreno a minha frente estava mordendo os lábios com força eu volume no meio das suas calças estava ainda maior que antes.
– Você gosta de me ver fazer isso, Damon? — o provoquei, e ele apenas balançou a cabeça afirmativamente – Então acho que não vai se importar de eu continuar, sozinha.
Desci as mãos pelo meu corpo, barriga e quando cheguei a calcinha fiquei brincando com a renda e o elástico, até que eu a retirei. Levei o polegar até a minha intimidade e comecei fazer movimentos circulares no meu clitóris, foi impossível não soltar um gemido.
– E então? — minha voz saiu totalmente ofegante – O que você acha disso, agora?
Damon não disse nada, estava totalmente concentrado no que eu estava fazendo. Aumentei a velocidade dos meus movimentos, fechei os olhos e mordi os lábios com tanta força que senti gosto de sangue, já conhecia todas aquelas sensações, mas nunca tinha, eu mesma provocado elas.
Um aperto totalmente familiar e não demorou muito para eu chegar ao orgasmo. Ele segurou a minha mão e levou até a boca, sentindo o meu gosto.
– Você é simplesmente maravilhosa, Elena – falou – Mas agora chega de me torturar.
Damon me puxou e me fez deitar na cama, ficando por cima de mm, depois me beijou sem nenhum tipo de aviso. Antes que eu pudesse perceber ele já tinha se livrado da calça e da cueca, então me penetrou de uma vez só.
– Ah! — gemi e cravei a unhas nas suas costas quando ele começou a se mover lentamente.
– Você me deixa louco, Lena – sussurrou.
Foi aumentando os movimentos aos poucos e eu enrosquei as pernas na sua cintura para poder facilitar. Já estava quase chegando ao ápice mais uma vez quando percebi que não usávamos nenhum tipo de proteção.
– Damon... — o chamei – Esquecemos a camisinha, de novo.
– Agora não tem mais jeito, não vou conseguir parar para pegar uma camisinha – explicou – Vamos ter que arriscar sem.
Meu lado racional pedia para eu dizer que não. Era totalmente irresponsável arriscarmos transar em camisinha outra vez, não podia arriscar ter uma segunda gravidez inesperada, decididamente eu preciso começar a pensar em marcar uma ginecologista e tomar pílula.
Ele se derramou dentro de mim e não demorei muito para chegar ao ápice também. Ficamos ali deitados esperando as nossas respirações voltarem ao normal.
Espero que a gente não tenha acordado a Katherine – comentou, de repente e eu não pude deixar de rir.
– Que belo comentário para você fazer em um momento como esse – disse – Mas tenho certeza de que não acordamos ela.
– Você estava inspirada hoje – deu um beijo no topo da minha cabeça.
– Achou ruim? – levantei o corpo para poder olhá-lo melhor – Só porque eu te torturei um pouquinho? — passei a mão pelo seu queixo.
– Na verdade eu adorei – respondeu – Se quiser, pode ser criativa assim mais vezes.
– Acho bom mesmo você ter gostado – brinquei – Por que agora que eu descobri o que posso fazer sozinha, era bem capaz de te largar.
– Mas como você é engraçadinha – riu e ficou por cima de mim – Pois fique sabendo que você não vai se livrar de mim tão fácil.
– Gostei de ouvir isso – disse – Eu não quero mesmo me livrar de você.
Damon levou os lábios ao meu pescoço e ficou dando pequenas mordidinhas naquela região, me imprensou mais contra o colchão da cama, tentando fazer com que nossos corpos ficassem ainda mais próximos e eu pude perceber que ele estava animado novamente. Involuntariamente, acabei soltando um pequeno bocejo.
– Sério mesmo que vai ser assim, Lena? — cruzou os braços e se fingiu de ofendido – Eu aqui querendo um segundo round e você querendo dormir?
– É que eu estou cansada – dei mais um pequeno bocejo – Eu, realmente, preciso de uma boa noite de sono.
Parando para pensar agora, a última vez que eu tive um bom sono, de noite inteira, foi há três dias. No sábado eu fiquei aqui na casa do Damon e ontem fiquei horas rolando na cama sem conseguir pregar os olhos, pensando em tudo que tinha acontecido naquela manhã.
– Além disso, sexo matinal é sempre melhor – sussurrei, provocativamente, no seu ouvido.
– Se você me prometer que não vai dar nenhuma desculpa amanhã cedo para ir embora – passou a mão pelo meu cabelo – Eu até posso te deixar dormir um pouco.
– Acredite em mim, Damon, eu não vou a lugar algum – garantiu, estava falando totalmente sério, não tinha a menor vontade de ficar longe daquele homem.
Ele deu um beijo no topo da minha cabeça antes de se levantar.
– Aonde é que você vai? — perguntei enquanto me ajeitava melhor no travesseiro e ficava de lado na cama.
– Vou tomar um banho frio, é claro – reclamou, fazendo uma careta.
Damon fechou a porta do banheiro e poucos minutos depois eu ouvi o barulho do chuveiro sendo aberto. Não esperei que ele voltasse para o quarto, pois logo eu já tinha caído na inconsciência.
Quando eu acordei ainda estava escuro do lado de fora, dei um olhada no relógio da mesinha e verifiquei que era pouco mais de três e meia da manhã. Decidi me levantar, com todo o cuidado, para não despertar o moreno que estava totalmente tranquilo ao meu lado e sai de dentro do cômodo.
Ainda no corredor eu vi que a luz da cozinha estava acesa, provavelmente Damon esqueceu de desligar quando foi esquentar o nosso jantar. Vou até lá, então, com a intenção de fazer isso e também para beber um copo de água.
– Katherine! — tenho uma grande surpresa quando a encontro na cozinha, ela está em frente ao fogão preparando alguma coisa, tenho certeza porque o fogo está aceso e tem um frigideira em cima.
– Oi, Elena – coçou a parte de trás da cabeça, totalmente sem graça – Acordei com um pouco de fome, porque a última vez que eu comi algo foi n avião, então decidi preparar um queijo quente, espero que não se importe.
– Eu não tenho que me importar ou não, esse apartamento não é meu, é do seu irmão – lembrei – Eu, pessoalmente, não consigo comer nada essa hora da madrugada, mas se você consegue.
– Acho que já estou acostumada – deu de ombros – Nesses poucos meses de faculdade tenho feito muito isso, acontece que é muita coisa para estudar.
– Acredite, eu sei muito bem, como é isso – revirei os olhos – Passei pela mesma situação quando entrei na faculdade, mas logo você vai se acostumar, acredite em mim.
– Assim eu espero – completou – Quer me fazer companhia enquanto eu como ou só veio aqui fazer alguma coisa e já vai deitar?
– Claro que eu te faço companhia! — afirmei – Assim teremos bastante tempo para conversar.
Fui até a geladeira para poder pegar água e Kath colocava o seu sanduíche em prato. Ela se sentou em uma das cadeiras e eu sentei em frente a ela.
– Agora me fale uma coisa – pediu – Como foi que você e o Damon se conheceram?
Sabia que ela ia me fazer essa pergunta, algo totalmente justificável quando você conhece a “namorada” do seu irmão.
– Nós nos conhecemos no hospital, ele está tomando conta do meu pai – disse – Na verdade, meu pai foi orientador do Damon quando ele estava na residência.
– Seu pai é o doutor Gilbert, não é mesmo? — balancei a cabeça afirmativamente – O Dam fala muito dele. Não sabia que ele estava doente.
– Foi um grande susto, mas agora já está tudo bem – expliquei – Mas teve uma vantagem pelo menos eu conheci o Damon.
– E me conte mais, como foi que vocês se aproximaram? — continuou – Sei que estou sendo totalmente curiosa, mas eu não posso evitar, sou assim mesmo.
– Tudo bem, não tenho problema em contar – garanti – Acontece que começamos a conversar, a princípio sobre o meu pai, mas logo sobre outras coisas. Quando eu vi, já estávamos totalmente envolvidos.
– Isso é mesmo muito lindo – sorriu – Acho que eu nunca vi o meu irmão tão feliz quanto agora.
– Ele é mesmo um amor – concordei – Está me fazendo muito bem, sem contar que ele gota muito da minha filha.
– Você tem uma filha? — pareceu totalmente espantada – Quero dizer, você é tão nova, não parece ser muito mais velha do que eu.
– O nome dela é Eve e está com dois anos – falei – E eu realmente a tive muito nova, é uma uma longa história.
– Tudo bem, não precisa entrar em detalhes – fez uma careta e eu me senti totalmente aliviada por ela ter feito isso – Mas eu quero muito conhecer a sua filha. Adoro crianças, quero trabalhar com elas quando me formar em psicologia.
– Isso é mesmo muito legal – comentei – Tenho certeza de que não vão faltar oportunidades para você conhecer a minha Eve.
– Também tenho certeza disso – afirmou – Bom, voltando ao Damon, poderia te pedir para você cuidar muito dele e não magoá-lo, mas tenho certeza de que você não vai fazer isso. Dá para ver nos seus olhos que você também gota muito do meu irmão.
Fiquei um pouco nervosa com esse comentário de Katherine. Claro que eu sentia uma forte atração pelo Damon, mas não achava que fosse algo tão forte quanto ela estava afirmando, afinal, é só uma curtição.
– Pode ter certeza de que eu vou cuidar muito bem dele – garanti, embora eu não tenha certeza se vou poder cumprir essa promessa futuramente.
Continuamos conversando até ela terminar de comer o seu queijo quente. Depois disso eu voltei para o quarto e deitei, novamente, ao lado do Damon, logo estava dormindo mais uma vez.
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