Peace
15 Revenge
Notas iniciais
3 anos atrás...
Gina Weasley suspira fortemente. Não acreditava que tinha concordado com isso. Ela estava terminando de se arrumar para passar o natal com seus pais, e seus irmãos.
“Respira, Ginevra” pensou consigo mesma “É só um jantar em família. O que de mal poderá acontecer?”.
**
O barulho de aparatação é ouvido de dentro d’A Toca. Gina Weasley estava atrasada, mas Molly não se importava nenhum pouco. Sua filha tinha vindo.
A garota respira fundo e tenta controlar seus pensamentos. Aquele lugar lhe trazia muitas recordações.
Quando, finalmente, ela reuniu forças pra andar, não, é claro, sem antes ter a certeza de que não desabaria no choro, a porta se abre bruscamente e sua mãe vai correndo (ou tanto quanto se pode correr com suas perninhas pequenas e gorduchas) até sua filha, de braços estendidos.
A matriarca sufoca a filha com abraços, beijos e todo o amor de mãe que lhe foi reprimido desde que todos os seus filhos saíram de casa. Gina se sentia ótima.
Acompanhou sua mãe para dentro da casa e o cheiro familiar a invadiu de lembranças.
“É só respirar fundo, Gina” se acalmava “Ele não está aqui. Você não precisa se preocupar”.
Adentrou a sala de estar, junto com sua mãe, e viu alguns de seus, poucos, familiares vivos: George, Percy e sua esposa, Gui e Fleur (com uma menininha em seu encalço), seu pai, Arthur Weasley, Rony e Draco...
“Espera aí” a garota sufocou um grito “RONY E DRACO?”.
Sua cabeça girava. Claro que ela imaginou que Rony apareceria. Mas o Malfoy?
Rony percebeu olhar de sua irmã e sorriu divertido. Mandou-lhe um olhar que dizia “Depois eu explico, não surte”. Pena que Gina só teria essa explicação três anos depois.
Todos abraçaram a garota e disseram que ela fazia muita falta, ainda bem que, desde a última visita dos pais, ela resolvera voltar à cor de seu cabelo original. Imagine o choque de sua família ao vê-la de cabelos negros!
Sentaram-se a mesa de jantar, que já não tinha necessidade de ser posta la fora, infelizmente, e olharam ansiosos pras deliciosas comidas que estavam em sua frente.
– Antes de mais nada – Molly começou e Gina viu seu irmão murmurar um palavrão, a garota prendeu a risada – sei que estão todos com fome, acreditem, eu também estou, mas, sinto que preciso dizer algumas palavras aqui. – Todos assentiram e ela prosseguiu – Antes de mais nada, queria verbalizar minha felicidade ao ter minha família toda unida novamente. Ou quase. – Disse a matriarca pensando no seu filho morto, em Lupin e Tonks, que eram praticamente da família, em Harry, seu filho do coração, e deixou uma lágrima escorrer solitária por seu rosto. – Desculpe por isso. Mas, acima de tudo, é uma alegria ter, finalmente, Gina e Rony de volta. Vocês fizeram falta, meus queridos.
As pessoas ergueram uma taça para o brinde e Gina se permitiu sorrir. Sua família. Como amava aqueles cabeças de cenoura!
– Eu também gostaria de dizer algumas coisas – Draco Malfoy começou e recebeu uma cotovelada de Rony. Gina reprimiu o riso mais uma vez – Muito obrigado por vocês terem permitido que eu participasse do Natal de vocês... Com os meus dois pais mortos e mais nenhuma familiar que eu conheça, ou lembre, vivo, minha única família é Rony... Obrigado mesmo.
Ergueram as taças mais uma vez e, finalmente, ouvira Rony sussurrar, o rango foi liberado!
Comeram, comeram, comeram. Beberam, beberam, beberam. Ninguém sabia se eles estavam tontos pela comida ou pela bebida, só sabiam que o senhor Weasley olhou pra cadeira e teve uma crise de gargalhada tão brutal que morreu.
Mentira. Na verdade, ele só desmaiou. Gui e George levaram o pai pra seu quarto, Molly foi junto.
George, Gui, Fleur e a pequena garotinha, que Gina descobriu se chamar Dominique, resolveram também ir.
Quando a casa estava praticamente vazia, Gina olhou para seu irmão e arqueou a sobrancelha, “Agora vai me falar o que tá acontecendo?”. Ele apenas deu um sorriso divertido.
–Sabem, meus amigos, eu amaria ficar, mas tenho que ir dormir, a gata dos meus sonhos está me esperando, literalmente. Até mais, baixinha!
– EU SOU SÓ CINCO MAIS BAIXA QUE VOCÊ! – Mas ele já havia desaparatado.
O Malfoy olhava tudo com cara de doninha bêbada mas, após a saída de Rony ele acordou.
Os dois ficaram um pouco embaraçados por estarem sozinhos, mas, a bebida era a fonte da desinibição. E eles tinham várias garrafas de desinibição na mesa.
Não é necessário dizer que eles ficaram bem desinibidos. Tanto que, Draco começou a fazer um stripp sem música e a garota resolveu o imitar.
Em alguns minutos estavam os dois apenas com roupas íntimas, dançando que nem macacos quando veem banana e, no segundo seguinte, estavam se agarrando no sofá. Gina não lembrava como havia começado a beijar Draco, mas não se importava. Era boa aquela sensação.
Os dois começaram a se excitar, Gina sentiu o membro de Draco em sua intimidade, assim como sentiu sua calcinha começando a ficar molhada.
Draco tirou o sutiã da garota e o jogou do outro lado da sala. Acariciou os seios da garota e os beijou, delicadamente. Deu leves mordidas em seus mamilos, mas, por ele não ter se demorado, ela percebeu que ele não tinha tanto fascínio por peitos, ao contrário de Harry.
“Harry” ela pensou.
Gina sabia que o que ela estava sabendo era errado. Sabia que não era ele que ela amava, sabia que iria se arrepender depois. Mas ela estava cansada de fazer tudo certo sempre.
As vezes na vida, temos que nos arriscar. E ela estava adorando correr aquele risco.
Então, Draco finalmente tirou sua calcinha, e ela puxou a cueca dele com os pés, e ele a penetrou.
Tentou gemer baixinho, mordeu a almofada, fez de tudo pra não gritar.
Eles continuaram no movimento artístico que era o sexo e depois Draco saiu de dentro da garota.
Mas, pelo visto, ele havia guardado o melhor pro final.
Começou a beijar sua barriga e foi descendo até sua genital. Ao chegar lá, sem pedir o consentimento de Gina, sem olhar romântico, sem nada do tipo, ele apenas meteu a língua na sua vagina e começou uma dança, completamente excitante pela mesma.
Após um tempo, que os dentes da garota estavam doendo de tanto reprimir o grito, ela resolveu retribuir o favor a ele.
Mas, quando terminaram o “serviço” não se deitaram ao lado do outro.
Gina recolheu sua roupa pelo chão, se trocou, deu um ultimo olhar a Harry e aparatou com a sensação de vingança.
“Chupa, Hermione!”
Spoiler:
“- Oi, eu sou Gina Weasley. Me dá um biscoito?”
“- Vocês conhecem Bellatrix, ela não vai desistir enquanto não nos achar e matar todos nós.
– Então, suponho que temos que encontra-la primeiro”
–--- Momento Divulgação ---
Olá gente, eu passei aqui pra avisar a vocês que postei uma nova história: UHUUUUUUUUU.
Okay, imagino o que vocês estão pensando:
"Ela não tem tempo nem de atualizar essa, imagine outras!"
Essa fanfic será diferente, pois, a história foi toda baseada no meu diário.
Sem mimimi, aqui está o link e o resumo da fic:
Lily Evans está em busca de entender seu coração.
Uma paixão platônica por um amigo que ela não via há tempos, na tentativa de mascarar a paixão, que ela procura superar, pelo seu melhor amigo.
Confusa, perdida, ela busca caminhos para entender a si mesma, seus sentimentos e um jeito de ter uma relação saudável com seus pais.
Embarque junto ao cotidiano de Lily numa história em que o maior vilão também é o mocinho: Seu coração.
Espero ter a presença de vocês e de seus reviews nesse meu novo projeto ♥
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