Past, Present, Future And Fuck!

4 Capítulo 4 - Passado do Presente Continuo Sonhos!


Notas iniciais
Eu peço humildemente para não me matarem depois de lerem o capitulo está bem, eu amo todos vocês T.T
Enjoy!
P.S: Se tiver algum erro, peço desculpas! >.

Duas semanas haviam se passado desde o ocorrido entre Sam e Finn, suas relações como irmãos continuou a mesma, apesar de agora quase toda vez que estavam sozinhos eles faziam competição de punheta.

- Hey Sam... Você disse que me ajudaria e não fez nada até agora – comentou Finn quando eles estavam sentados na mesa do refeitório.

- Calma jovem Jedi, com pressa não chegaremos a lugar algum – disse Sam fazendo uma imitação de Star Wars – enfim, estou procurando saber mais sobre ele, só que é difícil.

- Hum sei – comentou Finn e se endireitou no banco, pois Puck havia chegado.

- Hey Dude, ei Sam – cumprimentou o garoto de moicano sentando-se com os dois – e então estavam falando sobre o que?

- Sobre você – disse Sam e Finn franziu o cenho espantado – é que estávamos falando sobre sonhos e tal, e você nunca comentou conosco qual seu maior sonho.

- Acho que já cheguei a comentar com o Finn sim – disse Puck encarando o maior que balançou negativamente a cabeça – então tá, bem meu maior sonho é ser pai, se é que da para acreditar.

- Realmente é difícil – disse Finn sorrindo de canto.

- Mas sei lá, é apenas um sonho – continuou Puck – provavelmente nunca vai se realizar.

- Por que diz isso? – perguntou Finn.

- Pois a pessoa que eu quero não pode ter filhos – disse Puck encarando fixamente os olhos castanhos de Finn que sentiu um arrepio na espinha – mas, e qual o sonho de vocês?

- O meu... Bem é mais um fetiche sexual, do que um sonho, quero fazer um ménage a trois com a Megan Fox e Angelina Jolie – disse Sam fazendo uma cara de safado que fez Puck rir.

- E o seu Finn? – perguntou o do moicano, e o maior encarou o irmão que lhe transmitia confiança com o olhar.

- Bem, apenas não ser um perdedor em Lima – comentou Finn tentando ao máximo ser convincente.

- Realmente isso ninguém quer – comentou Puck e então o sinal tocou – nos vemos mais tarde.

Mais tarde já em sua casa, Finn estava deitado em sua cama e Sam entrou no quarto trazendo dois copos de sucos.

- Você não foi totalmente honesto hoje no intervalo não é mesmo? – perguntou Sam sentando-se na cama de Finn e lhe passando um dos copos.

- Você queria o que? Que eu dissesse que queria passar o resto da minha vida ao lado dele? – perguntou o maior ironicamente.

- Bem, resumidamente sim – disse Sam rindo e então ambos ouviram a campainha tocando – quem será?

- Finn – berrou Carole do andar de baixo e os irmãos trocaram olhares e desceram.

O maior estranhou quem estava em sua porta, era Puck, “O que ele quer a essa hora?” pensou o maior.

- Hey Dude vamos dar uma volta, preciso falar com você – disse Puck assim que viu o amigo vindo acompanhado de Sam.

- Está bem, mãe já volto – disse o maior e antes de fechar a porta trocou um olhar confuso com Sam que apenas sorria.

Finn e Puck então começaram a caminhar pela calçada na direção oposta daquela que eles normalmente iam para a escola.

- E então o que você quer? – perguntou Finn.

- Bem, conversar com você, faz tempo que não fazemos isso – disse o garoto.

- Conversamos hoje na hora do almoço – falou Finn encarando o amigo pelo canto do olho.

- Hum, digo a sós – comentou Puck – não sei, mas parece que você, desde aquele dia, não tem mais me visitado como antigamente.

- O dia ao qual se refere é o... – Finn fingiu estar tentando lembrar-se e Puck revirou os olhos.

- Em que eu te ensinei a se masturbar – comentou baixo.

- Ah sim, mas isso também é exagero, pois semanas depois daquilo, eu fui te visitar e, digamos, eu acabei te chupando no banho – falou Finn quase como num sussurro.

Puck o encarou e era perceptível que o garoto estava corado e o que fez o moreno rir.

- Não fique assim, se serve de consolo foi muito bom – comentou Puck.

- Mas eu ainda acho... – Finn tentou falar, mas foi cortado pelo garoto.

- Se você disser que é algo gay eu vou arrebentar você – disse Puck – são apenas experiências de prazer, nada mais, não envolve essa coisa toda de sentimentos.

- Então quer dizer que você me quer perto apenas para satisfazer seu prazer? – perguntou Finn num tom incrédulo.

- Não falei isso – disse Puck – estou me referindo apenas as duas vezes que você me chupou.

Finn revirou os olhos e então um raio cortou o céu e logo em seguida começou a cair um pé d’água. Os garotos então correram até o toldo de uma lojinha que havia ali perto para de abrigarem.

- E essa agora – resmungou Puck.

Mais uma vez um raio cortou o céu, porém fez um barulho muito maior que fez Finn caminhar para trás encostando-se a Puck que encarava o céu. Vários outros raios iluminaram o céu e a chuva só piorava, num desses vários raios a mão de Finn encontrou a de Puck, o maior ia tira-la dali, porém ela foi segurada firmemente pela mão do moreno. Finn engoliu em seco e virou-se para o amigo que fez o mesmo. Eles ficaram nessa trocar de olhar até que o maior fez o primeiro movimento de aproximar seu rosto do de Noah e quando estava quase encostando seus lábios, um carro passa em alta velocidade na rua jogando uma imensa quantidade de água suja nos dois que se afastam xingando o carro.

Após a chuva ter diminuído e os dois terem voltado para suas casas. Sam ria do estado que Finn havia chegado a casa enquanto o mesmo se lavava no banheiro.

- Chega né mesmo Sam? – perguntou Finn quando saiu do banheiro e Sam ainda ria deitado na cama.

- Ai... Só você mesmo Finn, a coisa foi tensa pelo visto, para chegar naquele estado – comentou Sam soltando outra risada.

Finn revirou os olhos e vestiu uma cueca e um short e depois se jogou na cama.

- Mas, enfim, como foi? – perguntou Sam se endireitando na cama.

- Bem, normal fora pelo fato de que se não fosse por um carro eu teria finalmente beijado alguma pessoa – comentou Finn.

- Você nunca beijou cara? Tudo por conta do Puck? – perguntou Sam arqueando uma sobrancelha e sorrindo.

- Sim – suspirou o maior.

- Cara, temos que contar para ele sobre esse seu amor, sério – disse Sam rindo, porém Finn apenas sorriu de canto.

- Eu apenas quero que seja especial – comentou o maior.

- Entendi – disse Sam – vamos dormir então.

- Ok, boa noite.

Os dias seguiram normais, Finn e Puck nem comentavam sobre o “clima” que havia surgido embaixo daquele toldo no outro dia. O maior estava tomando seu lanche sozinho pela primeira vez no semestre, pois Sam e Puck estavam de recuperação, só para variar, o que significava que eles tinham que ficar mais tempo em sala de aula. Finn comia sossegado até que alguém sentou a sua frente, ele estranhou, porém cumprimentou o garoto.

- Que cara é essa Finn? Até parece que não me queria sentado aqui – comentou Kurt, um garoto um pouco mais baixo que Finn, pele branca, cabelos cada dia com um penteado diferente e sempre estava vestindo roupas da moda.

- Ah, desculpe, não foi minha intenção – disse Finn terminando de comer – mas, me diga o que deu em você para sentar-se aqui hoje?

- Você não está acompanhado dos seus guarda-costas – disse ele sorrindo – e eu queria conversar com você, algo meio particular.

- E o que seria?

- Você por acaso se tornou gay? – perguntou ele tão naturalmente, que Finn teve um espanto duplamente maior.

- Como é que é?

- Por isso que eu disse que era particular, imagina se o Puck me ouve falando algo assim, voltaria a temporada de “Quem jogar o Kurt na lixeira mais vezes ganha um troféu” – brincou ele, mas logo retomando a forma séria – me responda.

- Primeiro me diga o porquê quer saber disso? E que não seja por que está afim de mim novamente – falou Finn encarando aqueles olhos azuis claros.

- Lógico que não, estou com o Blaine, lembra? É apenas uma curiosidade – disse o garoto.

- Bem, eu não sei – soltou Finn.

- Como assim não sabe? Ou você é ou não – disse Kurt tomando um longo gole de sua garrafa de suco natural.

- Está bem, acho que posso confiar em você, sim eu sou gay – disse o garoto sussurrando a ultima palavra.

- Minha nossa, eu como tenho um sexto sentido para as coisas, até imagino que esteja apaixonado – comentou ele e o maior arqueou uma sobrancelha – pelo visto estou certo, de quem se trata?

- Noah – sussurrou Finn e Kurt quase engasgou.

- Ta de brincadeira? Sem chances, sério escolha qualquer outra pessoa, menos ele – disse Kurt sério.

- Por quê?

- Ele é um mulherengo Finn, caia na real, nunca o Puck ficara com um garoto – disse Kurt – se bem que...

- Se bem o que? – perguntou Finn.

- Pelo que fiquei sabendo, não fala para ninguém se não eu mato você, ele anda saindo com qualquer um que pague bem – sussurrou Kurt – então se está procurando apenas fazer “sacanagens” tem sua chance, porém não fará mais que isso.

Finn rodou os olhos que caíram sobre a figura de um Puck somente de regata preta justa, calça jeans clara vindo até eles.

- O que está fazendo Hummel? – perguntou o moreno chegando perto dos dois.

- Apenas conversando, Puckerman – respondeu Kurt.

- Então pica a mula, que sua mesa é do outro lado junto com as outras aberrações – disse Puck e Kurt o fuzilou com o olhar.

- Olha quem fala não é, senhor garoto de programa – Kurt então congelou ao sentir a mão de Noah segurar no colarinho da sua camisa.

- Repete – disse Puck.

- Chega Puck, deixe-o em paz – disse Finn intervindo e assim que sua mão tocou na do moreno ela se afrouxou instantaneamente, Kurt se ajeitou e sibilou um “obrigado” para Finn e saiu pisando firme para longe da mesa.

- Deu de proteger os gays agora Finn? – perguntou Puck encarando o amigo.

- Vamos conversar.

Então o maior saiu do refeitório sendo seguido pelo moreno até uma sala vazia no final do corredor. Finn apoiou-se na mesa do professor e Puck apenas ficou de pé próximo a janela encarando-o.

- Então diga – falou o moreno.

- Puck eu sabia que você era muita coisa, mas ser homofóbico realmente supera tudo – comentou Finn.

- Por que você se importa tanto com isso? – perguntou o do moicano.

- Por eu que sou gay, Puck, feliz agora? Hum? – disse Finn encarando o garoto que ficou sem reação – e sabe o que mais? Eu sou apaixonado por você.

- Nem a pau – disse Noah avançando contra Finn – você não é gay, não enquanto eu estiver aqui.

- Aceite Noah, eu sou gay, e isso por que eu amei aquela nossas “experiências” – disse Finn e o olhar de Noah mudou repentinamente para um olhar cheio de ira.

- Você não é meu amigo então, não ficarei andando por ai com alguém que gosta de chupar rolas – então o moreno jogou o garoto para o lado e quando estava de saída Finn berrou.

- Puck, encare os fatos, você também é, ou acha mesmo normal alguém que gosta de ficar punhetando ou sendo chupado por outro garoto, se trata de alguém hetero – disse Finn e Puck retrocedeu apressadamente, porém hesitou de chegar muito perto do garoto – e desde quando surgiria aquele clima, que estava entre nós no dia da chuva.

- Eu não sou gay, e sabe por quê? Eu já comi todas as garotas dessa escola, e sabe de uma coisa? Elas são bem melhores que você – disse Noah saindo da sala.

Finn berrou de raiva e chutou a carteira que estava ao seu lado e logo depois se apoiando na mesa e fechando os olhos, e a mistura de sentimentos, raiva e tristeza fez o garoto começar a chorar.

Sam encontrou o meio-irmão depois de meia hora rondando a escola. Então o ajudou a se levantar e o levou para fora de lá, depois pararam numa pracinha que havia no caminho de suas casas e comprou dois sorvetes.

- Sinto muito que as coisas tenham acontecidos dessa forma – comentou Sam – acredito que agora seja o fim.

- Acho que sim – disse Finn sem expressar emoção algumas nas palavras.

- Bem, fiquei sabendo que conversou com o Kurt, acredito que você tem uma carta na manga agora – disse Sam e Finn o encarou confuso – não vai fazer muito sentido, porém você bem que poderia contrata-lo.

- Você ficou maluco Sam? – perguntou Finn incrédulo.

- Não, apenas sei lá, é uma forma de você ao menos se aproveitar dele – disse Sam – eu ao menos faria isso.

- Não sou desses interessados apenas em sexo, Sam – disse Finn.

- Olha, se tem algo que entendo é disso, um homem sempre revela seus verdadeiros sentimentos no meio de uma relação sexual – disse Sam e Finn encarou-o novamente confuso.

- Pensei que eles dissessem barbaridades – comentou o maior.

- Confie em mim – disse Sam sorrindo e Finn assentiu com a cabeça – então você topa? Eu te dou isso como presente de natal adiantado.

Então os dois riram.

- Está bem Sam, vamos nessa – disse Finn e Sam sorriu em resposta.

Notas finais
Gostaram? '-'
Sabem o que fazer né, só comentarem o que não estejam gostando, mas não vale dizer o capitulo todo >
Até o proximo que postarei amanhã okay?
Hugs!