Past, Present, Future And Fuck!
7 Capítulo 7 - Futuro mais que perfeito Amor!
Notas iniciais
Bem, demorei para postar né? Desculpa, é que ultimo capitulo e tals é complicado, é... Bem, espero que ele compense meu atraso!
Enjoy!
Era bem cedo quando Finn levantou-se, o garoto se espreguiçou e caminhou lentamente até o banheiro, tentando não fazer barulho para acordar Sam. Fez sua higiene matinal e então se despiu para tomar banho. Enquanto se lavava, sua mão passeava cuidadosamente sobre sua barriga, que em pouco tempo cresceu consideravelmente. Desligou o chuveiro e se enrolou numa toalha saindo do banheiro. Voltou ao quarto e foi até seu guarda roupa, pegou um short jeans escuro, uma camisa preta e um tênis no compartimento para calçados. Depois de pronto olhou mais uma vez na direção de seu meio-irmão e então saiu do quarto.
Chegou à cozinha e como esperado estava vazia, abriu a geladeira e pegou um pouco de suco e o bebeu. Olhou no relógio na parede, eram sete horas ainda, então decidiu já ir para o hospital. Colocou o copo que segurava na pia e saiu da casa em seguida.
Encarou a casa do outro lado da rua, estava tudo escuro, exceto um quarto no canto superior esquerdo, possivelmente o quarto de Noah. Finn respirou fundo e então começou a caminhar em direção ao norte.
Noah abriu levemente a cortina e viu o maior caminhando, se alongando pegou sua jaqueta e então desceu as escadas saindo da casa em seguida. Andando do seu lado da calçada, manteve-se a uma certa distancia de Finn, que parecia distraído.
Levaram mais ou menos uma hora até chegar ao hospital, Puck aguardou atrás de uma arvore enquanto Finn adentrava o lugar, para então tornar a segui-lo. O moreno ao entrar no lugar deu de cara com o maior.
- O que você está fazendo aqui? – perguntou Finn.
- Bem... Eu vim... Acompanhar você – respondeu Puck sem encarar o amigo diretamente.
- Sam te contou que eu viria ao medico? – Noah concordou – mas eu não disse o horário que viria.
- Bem, eu fiz questão de acordar cedo para poder saber que horas você viria – comentou Puck dando de ombros.
- Ainda não entendo você – disse Finn dando as costas para o garoto e indo até a recepcionista.
Depois de comentar algo com a mulher, Finn encarou Puck e o chamou com um gesto de cabeça.
- Ele vai junto comigo – comentou o maior e a mulher atrás do balcão fez mais algumas anotações e então entrou um formulário para Puck.
- Preencha, por favor.
Noah respirou fundo e começou a preencher, não levou mais de cinco minutos e então os dois foram liberados para irem ver o medico.
Pelo corredor que seguiam, que estava deserto, Noah apenas encarava as costas de Finn que seguia a sua frente até que o mesmo parou. Finn bateu duas vezes na porta e então entrou.
- Bom dia Sr. Hudson, pontual como esperado – disse o medico sorrindo – e quem é o Senhor? – perguntou ele se virando para Noah.
- Bem, me chamo Noah, sou o... Companheiro do Finn – falou o garoto, e Finn sorriu de canto.
- O senhor tem muita sorte, o Sr. Hudson aqui é uma pessoa rara de se encontrar – comentou o medico – bem, vamos ao que interessa, se decidiu realmente?
- Sim senhor, eu vou abortar – disse Finn – claro se o Noah concordar.
- Eu apoio no que for melhor para você – confessou o moreno e Finn corou levemente.
- Ótimo, venha vou encaminha-lo para a sala de cirurgias – disse o medico levantando-se com uma prancheta nas mãos – Noah aguarde aqui, eu já volto para que possamos conversar.
O moreno assentiu com a cabeça e trocou um ultimo olhar com Finn antes do mesmo sair acompanhado pelo médico.
Noah se sentou na cadeira, fitando um pouco o teto e aguardou alguns minutos até que o medico retornou. Os dois ficaram mais alguns minutos em silencio e então o garoto decidiu falar.
- Doutor, eu gostaria de tirar uma duvida...
- Do porque o Finn ficou grávido? – Noah assentiu – bem, era de se esperar que perguntasse, pois bem, Finn quando foi gerado provavelmente recebeu doses anormais de estrogênio, que são hormônios femininos, a mais do que deveria, provavelmente o tornando propício pra gerar, mas nos exames não conseguimos detectar muito bem como isso aconteceu.
— Então ele é uma garota que tem pênis? Estou confuso – perguntou Noah passando a mão em sua cabeça.
- Não, bem em termos, por conta dessa acumulação de hormônios femininos seu corpo foi se construindo dessa forma, mas não foi completo, ele acabou nascendo um garoto com algumas partes internas femininas, é um caso extremamente raro, mas não temos certeza– confessou o médico.
- E o que vai ser dele agora, e a criança?
- Bem, ele concordou que após o aborto, também fizéssemos a retirada de qualquer vestígio de órgãos femininos, para que não haja mais chances dessa situação ocorrer novamente e que começaríamos um tratamento pra equilibrar sua produção hormonal – disse o médico.
- Quanto tempo isso vai levar? – perguntou o garoto preocupado.
- Algumas horas. Se quiser fique na sala de espera, ou vá para casa – falou o médico.
- Eu ficarei, obrigado pelas informações – disse o moreno apertando a mão do médico e saindo da sala.
Noah caminhou até a sala de espera e sentou-se numa poltrona e aguardou. Avistou uma pequena bancada com algumas revistas e começou a folheá-las, tentando se distrair. Os minutos pareciam se rastejar, aumentando a ansiedade do garoto. Parecia que tudo aquilo era um sonho, Noah se recusava a acreditar que aquilo era real.
Noah somente atirou a revista na cadeira ao lado e foi andar um pouco nas dependências do hospital, tentando encontrar alguma cafeteria pra tomar um bom gole de café preto. Como havia saído bem cedo de casa, não houve tempo de comer algo, seu estomago já estava se revirando. Pegando seu café expresso, Puck continuou sua caminhada até chegar ao lado da maternidade. Choros de criança invadiram os tímpanos de Puck que fez o mesmo sorrir. Chegou bem perto daquela espécie de “aquário”, uma salinha que os bebes recém-nascidos eram deixados de observação. Puck ficava imaginando como seria se Finn deixasse a criança nascer, como seriam seu rostinho, seus dedinhos, seu sorriso. Uma lágrima surgiu no canto de seu olho, e o mesmo suspirou bem fundo, balançando negativamente a cabeça a fim de esquecer essas ideias, por fim, voltou para o corredor do centro cirúrgico, aguardando ansiosamente algumas palavras do Doutor.
Após andar de um lado para o outro eis que um homem todo vestido de azul com luvas, mascara e uma touca sai de dentro da sala.
- Sr. Puckerman? – perguntou o doutor.
- Sim, por favor, diga que nada de ruim tenha acontecido com ele e a criança – disse o garoto.
- Não, o seu amigo está bem, já quanto à criança, digamos...
- Por favor, não me diga que ela morreu? – falou Noah avançando contra o medico.
- Não, me escuta, simplesmente não tinha nenhuma criança – o garoto o encarou confuso – digamos que foi algo, psicológico.
- Psicológico?
- Sim, ele tem sim órgãos internos femininos, porém seria impossível ele “engravidar” sem ter uma fecundação normal, tipo penetração anal não permiti que o sêmen chegue até o útero, afinal ele esta ligado com os intestinos – explicou o médico e Noah pareceu mais confuso ainda.
- Então foi tudo uma mentira?
- Erro médico, e pedimos desculpas por isso, afinal deve ter dado um transtorno e tanto – disse o medico – bem, nós estamos terminando a retirada dos órgãos, não deve demorar mais de uma hora.
- Obrigado doutor – disse Noah que se jogou na cadeira suspirando longamente, aliviado.
Mais tarde, Finn foi levado para um quarto de recuperação, estava meio mole ainda por conta de tanta anestesia e deveria ficar um pouco ali até que pudesse andar novamente.
- O medico me disse que tudo não passou de um engano – comentou Finn com Puck que estava ao seu lado sentando numa cadeira – eu sinto muito Noah, você deve estar me odiando mais ainda.
- Na verdade não estou, como não foi culpa sua – disse o moreno acariciando de leve o rosto do maior – a propósito, eu que tenho que pedir desculpas, por tudo.
- Eu te perdoo se você fizer algo para mim – disse Finn sorrindo de canto.
- O que?
- Vem aqui – disse ele e Noah se levantou aproximando o ouvido do rosto de Finn que sussurrou algumas coisas que fez o moreno arregalar os olhos.
- Mas nem... Morto – comentou Puck.
- Qual é Puck, aja como um namorado decente – disse Finn rindo – vai ou não?
- Está bem, está bem, mas só quando você se recuperar completamente para valer a pena – disse o outro beijando Finn.
Um mês depois...
Puck estava deitado em sua cama lendo gibis quando de repente ouve a campainha tocando, desce apressadamente a escada e abre a porta, e sorri ao ver a figura de Finn para em sua porta.
- Hey Dude – cumprimentou o maior – posso entrar?
- Entra ai, estou sozinho mesmo – disse Noah dando passagem para o outro – e então, se sente melhor?
- Sim, acho que depois de algumas seções com o medico para equilíbrio hormonal me sinto bem mais, ativo – comentou Finn.
- Que bom saber.
- Sabe, eu vim aqui, cobrar algo que você me prometeu no hospital – disse Finn sorrindo maliciosamente enquanto Puck revira os olhos rindo.
- Você não esqueceu daquilo?
- Não, e não adianta enrolar, promessa é promessa – disse Finn segurando uma das mãos do amigo e a segurando firme – vamos?
- Está bem, já que não tem outro jeito – disse Puck e então eles subiram para o quarto.
Finn ao chegarem ao quarto puxou o Noah para um beijo e foi começando a tirar a calça do mesmo, depois de se separarem retirou a sua própria calça e sua camiseta, Noah também terminou de se despir e já se encontrava totalmente nu. Eles subiram na cama e voltaram a se beijar, Noah estava sobre Finn, o moreno então começou a distribuir beijos e mordidas no pescoço do maior que estremecia a cada toque do garoto, então foi começando a descer e parou no mamilo do mesmo, chupando e dando mordiscadas leves, Finn mordia o lábio inferior desejando que o Puck continuasse. O moreno continuou a descer e finalmente chegou ao membro de Finn que estava em ponto de bala. Abocanhou-o lentamente e foi colocando-o pouco a pouco em sua boca, assim que estava com ele todo dentro, começou a fazer movimento de vai e vem, Finn começou então a gemer cada vez mais que o garoto aumentava a velocidade. Noah então parou de chupa-lo e se virou para o maior empinando sua bunda deixando seu anel rosado exposto para ele. Finn então se aproximou daquela entradinha e começou a lambê-lo para lubrificar e facilitar a penetração. Assim que viu que já estava bom, posicionou seu pênis cuidadosamente na entrada do moreno.
- Manda ver – disse Noah.
Finn então começou a enfiar a cabeça e ouviu Noah gemer de dor, continuou penetrando até que finalmente estava totalmente dentro do moreno, Puck sentia um pouco de dor ainda, mas não queria decepcionar o seu amado então pediu para que ele começa-se a estoca-lo logo. Finn então começou com movimentos lentos, e pouco a pouco o garoto foi se acostumando com o membro do maior, então as estocadas foram aumentando cada vez mais, assim como os gemidos dos dois, aquele cu virgem de Noah estava delirando Finn que revirava os olhos de tanto prazer, mas ele queria que o moreno senti-se aquilo também, agarrou a rola dele e começou a masturba-lo freneticamente. Não demorou muito e eles tiveram a ejaculação juntos.
Saindo de dentro de Puck, o abraçou e o trouxe para mais perto e se deitaram na cama de conchinha.
- Foi incrível... Realmente incrível – comentou Finn próximo ao ouvido do moreno.
- Só não se acostuma, pois não deixarei você repetir isso – disse Puck sorrindo.
- Eu aposto que deixa – falou Finn beijando o pescoço do amigo – agora vamos descansar.
O moreno assentiu e então eles adormeceram ali mesmo, nus e lambuzados de sêmen, porém certos de que a partir de agora, eles finalmente poderiam ser felizes.
Notas finais
Mais uma vez agradeço a quem leu até aqui, estou sem palavras para agradece-los :3
Até uma proxima!
Hugs!
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