Past, Present, Future And Fuck!

6 Capítulo 6 - Presente Imperfeito Desilusão!


Notas iniciais
Hello Pessoas que (eu espero) leem minha fic ainda né... Por conta do ultimo capitulo não sei quantos leitores me restaram...
Pois bem, eu não revisei esse capitulo, pois acredito que acabaria excluindo ele, então, espero que gostem!
Boa Leitura!

Finn abriu os olhos e se viu num ambiente escuro. Ele havia saído da casa dele sem rumo e quando deu por si estava ali. Olhando ao redor a procura de alguém, via apenas a escuridão. Então uma luz iluminou o centro do lugar, o garoto caminhou calmamente até lá e quando estava inteiramente envolto de luz uma melodia começou a tocar no fundo, então ele percebeu onde estava, e necessitava por tudo para fora, e não havia melhor modo para isso do que cantando.

Nunca me dei bem sendo um sábio

Também não daria certo sendo um pobre roubando

Estou cansado de viver como um cego

Me sinto doente por dentro, sem sinal de sentimentos

E é assim que você me lembra

É assim que você me lembra

Do que eu realmente sou

Não é do seu feitio desculpar-se

Eu estava esperando uma história diferente

Dessa vez estou errado

Por entregar-lhe um coração digno de se partir

E estive errado, estive deprimido

Tentei afogar as mágoas na bebida

Estas cinco palavras gritam na minha cabeça:

"Nós ainda estamos nos divertindo?"

"Nós ainda estamos nos divertindo?"

(Finn fez uma pausa e respirou fundo, com a mão sobre sua barriga, lembranças do hotel vieram a sua cabeça, e por um instante o beijo, o toque e até mesmo o aroma de Puck lhe vieram a cabeça)

Não é como se você não soubesse

Eu disse que a amava e juro que ainda amo

Deve ter sido péssimo

Pois viver comigo deve ter quase matado você

É assim que você me lembra

É assim que você me lembra

Do que eu realmente sou

Não é do seu feitio desculpar-se

Eu estava esperando uma história diferente

Dessa vez estou errado

Por entregar-lhe um coração digno de se partir

E estive errado, estive deprimido

Tentei afogar as mágoas na bebida

Estas cinco palavras gritam na minha cabeça:

"Nós ainda estamos nos divertindo?"'

Oh oh oh oohhh...

(Então todas as luzes se acenderam, e Finn estava com os olhos inundados já, mas ele conseguia distinguir a figura de alguém andando pela plateia, porém não sabia quem era)

É assim que você me lembra

É assim que você me lembra

Do que eu realmente sou

Não é do seu feitio desculpar-se

Eu estava esperando uma história diferente

Dessa vez estou errado

Por entregar-lhe um coração digno de se partir

E estive errado, estive deprimido

Tentei afogar as mágoas na bebida

Estas cinco palavras gritam na minha cabeça:

"Nós ainda estamos nos divertindo?"'

"Nós ainda estamos nos divertindo?"

Finn terminou de cantar e sentou-se cansado no palco e começou a enxugar as lagrimas na manga de sua blusa. O vulto que ele não conseguirá distinguir foi se aproximando enquanto as luzes ficavam mais fracas parando de ofuscar seus olhos, era Kurt.

- Eu odeio dizer isso, mas eu te avisei para escolher outra pessoa – disse o garoto se sentando ao lado de Finn que preferiu não encarar o menor.

- Se veio me dar sermão, por favor, vá embora – disse Finn.

- Não, eu vim lhe estender uma mão amiga, afinal, agora não se trata apenas de você não é? – comentou Kurt afagando o ombro de Finn.

- Sam já te contou? – perguntou o maior enquanto o outro assentia – que fofoqueiro.

Kurt riu brevemente e então respirou fundo.

- Aliviando o sofrimento?

- Bem, mais ou menos – comentou Finn – afinal quem deveria escutar não escutou.

- Quem disse isso? – perguntou Kurt.

- Mas ele não está aqui – disse Finn e Kurt sorriu animado – você já aprontou alguma, não é.

- Não aprontei nada, apenas liguei os autos falantes, em resumo a escola inteira escutou – disse Kurt se levantando – vamos, fiquei sabendo que você não frequentará mais as aulas por algum tempo.

- Nesse estado, o médico disse apenas para que eu fizesse algumas caminhadas regulares, para que não haja acumulo de peso, pois pode prejudicar o bebe – Finn revirou os olhos ao falar aquela palavra, era tão estranho estar naquela situação, que o garoto mal dormia ou comia.

- Bem, realmente você é um ser único – disse Kurt sorrindo e estendendo uma mão – vamos vou te ajudar a ir para casa.

Finn segurou a mão do menor e então eles saíram da escola.

- Eu lhes trouxe alguns sanduiches e suco – disse Carole entrando no quarto onde Finn e Kurt estavam conversando.

- Obrigado Carole, muita gentileza da sua parte, a propósito a roupa que você estava usando semana passada, estava fabulosa – comentou Kurt e Carole sorriu radiante.

- Ah para, graças a você que virou meu conselheiro de moda – disse a mulher saindo do quarto cantarolando.

- Você tem que parar de alimentar o ego dela – falou Finn forçando um riso, ele estava realmente acabado.

- Que nada, afinal ela é jovem, em termos, deve se vestir e se sentir bem – comentou Kurt e então tomou uma postura mais séria – o que pretende fazer agora?

Quando Finn ia falar, Sam entrou no quarto e parou de súbito encarando os dois garotos.

- Estou... Interrompendo algo? – perguntou ele sorrindo.

- Lógico que não, Sam – comentou Finn – eu estava prestes a contar ao Kurt sobre, o aborto.

Kurt arregalou os olhos e Sam preferiu não encarar o meio irmão.

- Não façam essas caras, eu não posso ficar com essa vida dentro de mim – disse Finn.

- Finn, já lhe disse que te ajudarei em tudo que for preciso, é errado o que você quer fazer – falou Sam procurando o apoio de Kurt.

- Concordo com o Sam, Finn, aborto é algo errado – disse o menor.

- Sinto muito, mas isso não é uma discussão, já tomei minha decisão e marquei o medico para sexta – disse Finn deitando-se na cama – agora se me derem licença, quero descansar um pouco.

Sam e Kurt suspiraram e então saíram do quarto indo para a sala.

- Vamos deixa-lo ir mesmo? – perguntou Kurt assim que sentou no sofá, juntamente com Sam e Carole.

- Bem, eu o apoiaria a ficar com a criança se não fosse gerar um caos na sociedade – comentou a mulher encarando o copo de vinho que segurava.

- Mas temos que fazer alguma coisa, ainda acho que aborto é muito cruel – disse Kurt.

- Eu irei falar com o pai da criança – disse Sam e os outros dois olharam espantados para ele – Finn não pode tomar essa decisão sem consentimento dele.

- Puck não está nem ai para o Finn – falou Kurt.

- Então realmente Noah é o pai? – perguntou Carole e os dois assentiram – Sam, apele para o bom senso dele, se ele realmente não se importar, deixe seu irmão em paz.

Sam assentiu e saiu da casa, deixando Kurt e Carole a sós para conversarem sobre outras coisas. O garoto atravessou a rua e respirou fundo antes de tocar a campainha. Depois de alguns minutos Noah abriu a porta e arqueou uma sobrancelha surpreso com quem estava ali.

- Posso ajudar Sam?

- Bem, não vim tomar muito do seu tempo – começou o loiro – podemos subir, o assunto é meio delicado.

Noah deu passagem para o garoto e então eles subiram até o quarto do garoto. Pelo que Sam pode perceber é que eles estavam sozinhos, pois não viu sinal da mãe do moreno em lugar nenhum.

- E então – disse Puck.

- Eu sei que você não está nem ai para o que vai acontecer com meu irmão, mas eu acredito que debaixo dessa armadura toda sua, ainda existe bom senso – disse Sam.

- Vá direto ao ponto – falou o moreno sentando-se na cama.

- Finn pretende abortar a criança que vocês dois geraram – Noah o encarou sério – não me diga que você apoia isso.

- A vida é dele, ele faz o que ele quiser – disse Puck secamente – afinal, de que adianta me falar algo? Não somos nem amigos mais.

- Puck deixa de infantilidade – berrou Sam se aproximando do garoto – olhe nos meus olhos e me diga que quando vocês estavam juntos não era a melhor parte do seu dia, que quando vocês fizeram sexo foi a experiência mais maravilhosa que já teve, diga!

- Acho que você deve ir embora – comentou Puck – agora.

Sam suspirou revirando os olhos, então acompanhado do moreno eles voltaram para a porta da entrada.

- Só para que saiba, sexta feira agora, ele vai estar no hospital da cidade – comentou Sam indo embora em seguida.

Puck fechou a porta e relaxou os músculos. Subiu novamente para o seu quarto e foi para o banheiro, necessitava de uma ducha. Enquanto sentia aquela água gelada caindo sobre seu rosto, lembrou-se da musica que tocara na escola hoje, da tarde que teve com Finn no hotel e suas experiências antes de tudo isso. Ele não sabia ao certo quando começara, mas sentia que estava chorando, quando foi que sua popularidade se tornou mais importante que seu melhor amigo? Ele não sabia.

Noah desligou o chuveiro e se enrolou na toalha e voltou ao quarto. Ele tinha que tomar uma posição sobre tal situação, afinal ele era o “pai” da criança. O garoto balançou a cabeça confuso e se jogou na cama. Puck sabia que tinha se tornado gay, porém não conseguia admitir, mas Sam estava certo, estava na hora de acabar com a infantilidade. Então está decidido Puck estará no hospital junto com Finn, e após tudo ter acabado não deixara o garoto fugir mais dos seus braços.

Notas finais
Gostaram? Esse foi o penultimo capitulo, ou seja a fica acaba nessa quarta feira >
Espero que tenham gostado, pois eu amei cada review que recebi até mesmo os chocados do capitulo passado :3
Hugs!