Past, Present, Future And Fuck!
2 Capítulo 2 - Passado do Começo!
Notas iniciais
Boa leitura, se houver algum erro mesmo depois de eu ter revisado, me desculpem!
Enjoy :)
Sete Anos
Era um sábado ensolarado em Lima, Ohio. O sol estava agradável e havia uma leve brisa que deixava o clima bastante refrescante. No quintal de uma casa do subúrbio, estava um pequeno garoto, de aproximadamente sete anos, com corte de moicano bem baixo, usando uma regata e um short, sentado na grama brincando com seus carrinhos. O garoto estava absorto com sua imaginação quando de repente um caminhão vermelho e preto passa em frente a sua casa e estaciona do outro lado da rua. O garoto encara o veiculo, enquanto o motorista e uma mulher acompanhada de um menino de mesma idade que este, porém mais branco e com mais cabelo, desciam do caminhão.
O menino do outro lado da rua encarou o que estava sentado e então se escondeu atrás de sua mãe, deixando apenas uma parte de seu rosto a vista. A mulher encarou seu filho e seguiu seu olhar até o outro lado e sorriu ao ver o garoto com os carrinhos.
- Não seja vergonhoso, Finn – disse a mulher – cumprimente o garoto.
Finn acenou brevemente com a mão direita, e o outro retribuiu o aceno.
- Viu? Ele me parece ser um bom garoto, depois vai lá e tenta conversar com ele – disse a mulher indo até a parte de trás do caminhão deixando o garoto parado ali encarando o outro.
Passados alguns minutos a mulher voltou e chamou Finn para ir ver seu quarto. Após todos os moveis estarem em seus devidos lugares, Finn e sua mãe finalmente puderam dar uma olhada mais calma pelo lugar, havia dois banheiros um no térreo e outro no andar de cima, três quartos, uma sala bastante espaçosa, a cozinha e por fim um quintal muito bom também.
Ambos estavam cansados demais da viagem de quase quatro horas então decidiram ir dormir.
Mais tarde, Finn estava na sala assistindo seus desenhos enquanto sua mãe cozinhava o jantar, até que alguém tocou a campainha.
- Atende para mim, Finn?
- Claro mãe – disse o garoto levantando-se do sofá e indo até a porta a abrindo.
Então ele ficou estático era o garoto de mais cedo, só que ele estava acompanhado de outra moça, provavelmente sua mãe.
- Mãe, acho que é para a senhora – berrou Finn e logo sua mãe veio até a entrada.
- Pois não? – perguntou a mãe de Finn.
- Olá, muito prazer, sou Gina – disse a outra moça e ambas se cumprimentaram com um aperto de mão – sou sua vizinha aqui da frente, ah sim e esse é meu filho, Noah.
Ela colocou a mão sobre a cabeça do garoto a sua frente.
- Prazer Gina, meu nome é Carole e esse é meu filho, Finn – disse Carole colocando Finn a sua frente – cumprimente-os, Finn.
O garoto de moicano estendeu a mão calmamente e Finn timidamente a segurou, porém com esse mero toque um sorriso surgiu na face do maior.
- Venham, faço questão de que vocês jantem conosco – disse Carole dando passagem para os dois.
- Ah obrigado, muita gentileza da sua parte – disse Gina adentrando a casa e indo até a cozinha junto com a mãe de Finn.
Enquanto isso, os dois ainda continuaram na porta, apenas se encarando.
- Er... Quer... Assistir desenho? – perguntou Finn deixando de encarar Noah.
- Claro – respondeu o outro.
Então eles entraram e foram para a sala. Noah assim como Finn ficou vidrado na TV até mesmo na hora de comer, ambos riam das mesmas coisas e das mesmas cenas, era algo realmente inédito.
- Fico feliz que eles estejam se dando bem tão rápido – comentou Carole na cozinha com Gina.
- Eu também, mas me desculpe à pergunta, onde está o... Pai dele?
- Ele morreu, servindo no Iraque pelo exercito – comentou Carole – cuido de Finn sozinha desde os dois anos.
- Meu pêsames, sei como é ter que cuidar de um filho sozinha, o pai de Noah é um vagabundo que nos abandonou assim que ele nasceu – comentou Gina e Carole a encarou – não se espante, não era um bom marido afinal.
- Digamos que não tivemos sorte, porém só de ter Finn aqui me fazendo companhia, já é bastante satisfatório – disse Carole.
- Tirou as palavras da minha boca, Noah é um bom garoto, quando não está aprontando, ele é uma ajuda incrível – falou Gina com um tom de orgulho e ambas riram baixo.
Mais tarde, os dois já haviam ido embora, Finn estava deitado em sua cama sendo coberto por sua mãe.
- E então? Mal chegou e já tem um novo amigo hein – comentou a mulher sorrindo.
- É, ele é legal – comentou Finn.
- Que bom querido, agora hora de dormir, boa noite – disse ela dando um beijo na testa do garoto e saindo do quarto ligando o pequeno abajur que projetava algumas estrelas no teto.
Oito aos Dezesseis Anos
Finn havia crescido consideravelmente rápido, não era mais aquele miudinho magrelo e tímido, era alto e tinha um físico bom e sua timidez ainda estava presente, porém não tanto quanto antigamente.
O garoto estava encurralado contra a parede, cercado por outros cinco garotos, provavelmente todos mais velhos e trajavam o uniforme do time da escola.
- Hey pirralho pensa que aqui é algum parque infantil para ficar correndo por ai? – perguntou o maior dos cincos com uma voz intimidadora.
- N... Não – respondeu Finn engolindo seco.
- Então por que estava correndo?
- Eu... Iria perder o ônibus – respondeu o garoto.
- O que diabos está acontecendo aqui? – berrou um garoto, cuja voz Finn reconheceria a distancia – vocês ai perdedores, não estão intimidando o meu melhor amigo não é?
- Droga Puckerman, fica fora dessa – berrou um dos garotos.
- Eu acho melhor vocês cinco ficarem fora dessa – disse o garoto do moicano vindo e ficando a frente de Finn – vão, caiam fora.
Os cincos se olharam e começaram a socar o garoto, que logo caiu ao lado de Finn.
- Pronto tome a surra no lugar dele então – disse o maior indo embora junto com sua turma.
- Noah, não precisava fazer isso – disse Finn vendo que o nariz do amigo começara a sangrar.
- E deixar aqueles babacas zoarem com você? Que espécie de amigo eu seria? – falou o garoto se levantando com um pouco de dificuldade – droga eles tem socos bem certeiros.
Finn ajudou o garoto a ficar de pé e começaram a seguir o caminho para suas casas. O maior sempre teve a proteção de Noah desde pequeno, quando estavam no primário, quando uns garotos de dez anos estavam o perturbando na escola por conta do modo como ele se vestia, Finn se vestia feito àquelas crianças dos anos oitenta. Enquanto Noah, sempre foi o garoto respeitado por todos, também com uma fama como a dele, quem não seria? Ele apenas com nove anos havia jogado um pequeno rojão dentro da panela da merenda que estourou sujando a cozinha e os alunos que estavam pertos, o garoto ficou uma semana suspenso e quase foi expulso, pois um garoto alérgico a algum ingrediente da sopa foi parar no hospital.
Mas, Finn não via esse lado de Noah, apenas o lado protetor e amigável que sempre esteve presente quando se tratava de Finn.
Duas semanas desde o ocorrido com os garotos na escola havia passado. Finn estava em seu quarto jogando seu Xbox quando chega uma mensagem em seu celular, era de Noah. “Hey Dude, vem em casa, estou sozinho e queria lhe falar sobre uma coisa” Finn terminou de ler e ficou meio indeciso se deveria ir ou não, mas por fim decidiu ir.
Avisou sua mãe e então saiu da casa, atravessou a rua e bateu na porta. Logo Noah apareceu apenas de short na porta, deixando seu peitoral a mostra.
- Entra ai – disse ele dando passagem, Finn já esteve varias vezes ali, porém essa foi a primeira que estava hesitante quanto a entrar ali ou não – vem, vamos lá para cima.
Quando chegaram ao quarto, Noah fechou a porta e sentou-se na cama enquanto Finn encarava o amigo, um pouco apreensivo.
- E então... O que você queria falar comigo? – perguntou o maior encarando a janela.
Noah sorriu de um modo malicioso e então ficou de pé.
- Não fale nada até que eu termine ok? – perguntou o moreno e o outro assentiu – é uma ideia meio maluca, porém quando eu estava conversando com outro colega meu, me pareceu bastante “excitante” – Finn deu um passo para trás involuntariamente receoso de onde aquilo iria acabar – sabe, eu estava interessado em experimentar...
- O que? – perguntou Finn e percebeu que havia interrompido – desculpe.
- Enfim, digamos que é... Bater punheta entre amigos – disse Noah e Finn arqueou uma sobrancelha confuso.
- O que é... Punheta? – perguntou o maior e Noah se segurou para não rir.
- Ta de brincadeira não é? – e Finn acenou negativamente – nossa você é o primeiro garoto que não deve ter feito isso nenhuma vez.
Noah então se aproximou mais de Finn que encarou aqueles olhos verdes que estavam inundados em malicia.
- Quer que eu te ensine? – perguntou o moreno e o maior ficou sem reação virando-se de costas e indo até a porta, porém foi impedido por Noah o segurando por trás – apenas, acalme-se.
Finn engoliu seco, Noah agora estava com a cabeça próxima do pescoço do garoto que sentia sua respiração quente. A mão de Noah deu a volta na cintura de Finn e foi até o cinto da calça do garoto, o retirando. Então ele começou a desabotoar a calça e por fim a desceu até o pé do garoto. Agora Finn estava apenas de camisa e cueca, Noah passou a mão por cima do membro do garoto que estava rígido ao mero toque que obteve.
- Digamos que você não tem conhecimento sobre o que é, porém seu corpo sabe do que se trata – comentou Noah sussurrando próximo ao ouvido de Finn que mordia o lábio inferior por conta do toque do amigo – vamos começar.
Noah abaixou seu short juntamente com a cueca, assim como abaixou a cueca de Finn. Pegou a mão direita de Finn e a direcionou para seu membro onde o garoto apertou e Noah soltou um gemido fraco.
- Faça como eu – disse o moreno começando um movimento de vai e vem no membro de Finn que começou a suspirar e a imitar o movimento na rola de Noah. Noah começou a gemer baixo e quando Finn começara também tapou sua boa com sua mão livre.
Eles ficaram nisso por diversos minutos e quando Noah chegou ao ápice involuntariamente mordeu o pescoço de Finn, que estremeceu levemente e começou a gozar, melando inteiramente a mão de Noah.
- É você nunca havia feito mesmo... Olha quanta porra – comentou Noah encarando sua mão – ah, você tem uma mão bem... Habilidosa.
Finn corou de leve eles ainda estava somente de cueca, e Finn de camisa. Então ele sentiu o membro de Noah encostar-se a sua bunda e saiu daquela posição encarando espantado o amigo.
- O que foi isso? – perguntou Finn.
- Desculpa, é que não me satisfaço apenas com uma punheta – disse o moreno e encarou Finn – você poderia, sabe... Chupar.
Finn o encarou espantado, porém algo dentro dele dizia para fazer aquilo, ele se aproximou de Noah um pouco receoso e agachou de frente para a rola do amigo que estava rígida a ponto de bala novamente.
- Isso... Fica somente entre nós? – perguntou o maior.
- Sim, com certeza – disse Noah.
Finn respirou fundo e então colocou suavemente o membro de Noah dentro da boca, e passou a linda pela glande do garoto que estremeceu. O maior então começou um movimento de vai e vem frenético, vez ou outra encostava os dentes no membro de Noah que parecia não notar, pois aquela boca molhada e quente estava o enlouquecendo de tal forma e não demorou muito e ele despejou mais porra dentro da boca de Finn que sem saber o que fazer, engoliu. Um gosto salgado invadiu sua garganta, mas preferiu não falar nada.
- Isso... Foi bom Dude – disse Noah um pouco sem graça.
- Noah, mas isso não faz de nós... Gays? – perguntou Finn sentado encarando o chão.
- Jamais, foi apenas uma experiência – disse Noah – tire isso da sua cabeça Finn, eu nunca serei gay.
Então o garoto foi para o banheiro tomar um banho rápido e voltou vestindo uma cueca boxe preta. Finn não sabia ao certo, mas estava um pouco, triste, com aquilo que Noah dissera para ele, então pegou suas roupas e as vestiu, Noah acompanhou o amigo até a porta da casa e eles se despediram.
Finn não sabia, mas aquele era o inicio do seu maior sofrimento.
Notas finais
Aguardando ansioso pelos seus reviews!
Hugs!
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