Notas iniciais
Bom gente, aqui está o capítulo novinho para vocês. Tenho certeza de que ele vai começar a resolver grande parte das dúvidas de vocês... Enfim, espero que gostem, nós vemos nas notas finais lá embaixo.

Elena

Minha mãe continuava ali parada esperando pela minha resposta, mas eu ainda não sabia o que dizer. Estava tremendo quando olhei novamente para o teste de gravidez que estava na minha mão, o sinal de positivo continuava lá, não tinha sido um sonho, ou melhor, um pesadelo, era totalmente real. Parecia que um balde de água fria tinha sido jogado na minha cabeça.

– Filha, se você não me contar o que está acontecendo não vou poder te ajudar – colocou a mão no meu ombro – Não estou com raiva de você eu te garanto. — disse, como se pudesse ler meus pensamentos.

– Não? — a olhei confusa, se fosse eu no lugar dela, acho que começaria a quebrar esse quarto agora mesmo.

– Confesso que não é a situação ideal, mas se você estiver mesmo grávida não há nada que eu possa fazer – lembrou – Só posso te dar todo o meu apoio.

Não consegui dizer mais nada, apenas comecei a chorar descontroladamente. Minha mãe me abraçou, permitindo-me encostar a cabeça no seu ombro.

– Oh, meu bebê! — nesse momento ela retirou o teste da minha mão.

– Mãe, eu não sei o que fazer – admiti, a encarando – Só tenho 16 anos, acabei de começar o Ensino Médio. Como é que eu vou criar um bebê?

– Sei tudo o que está passando pela sua cabeça agora, Elena, e, quer você acredite ou não, é normal. – passou a mão pela minha cabeça – Quando você nasceu eu era um pouco mais velha do que você e já era casada, mesmo assim fiquei preocupada em como as coisas seriam dali para frente. Mas então, quando a enfermeira entrou no quarto do hospital, você estava chorando muito e quando foi para o meu colo, parou na mesma hora. Foi então que eu percebi que poderia dar conta de qualquer coisa que viesse pela frente.

Ela nunca tinha me contado isso e era bom saber essa história. Mesmo assim ainda estou com muito medo. A ideia de ser mãe tão nova ainda é muito surreal para mim.

– Além do mais eu estou aqui te apoiando – continuou – Além disso, você não fez esse bebê sozinha, ele ou ela tem um pai, você tem que contar ao Damon o mais rápido possível, tenho certeza de que ele vai amar a notícia.

Com toda essa confusão tinha me esquecido completamente do Damon, ele estava lá embaixo com os pais e uma hora ou outra teríamos que conversar. Claro que já tínhamos conversado sobre nos casarmos e termos filhos, mas isso seria em um futuro bem distante, não agora. Ainda não tínhamos nem contado sobre o nosso namoro para os seus pais, como é que poderíamos contar que vamos ter um bebê? Além disso, ainda tem o meu pai.

– E quanto ao papai? — lembrei, totalmente desesperada – Ele vai querer me matar quando souber. Ou melhor, vai querer matar o Damon e depois vai me jogar em um convento.

– Ele não vai fazer nada disso. Seu pai parece bravo, mas te ama muito e jamais faria nada para te magoar – garantiu – Faça o seguinte, converse com o Damon primeiro, tenho certeza de que ele vai te ajudar a conversar com o seu pai e você também o ajuda a conversar com os pais dele, assim vai ser muito mais fácil.

Ótimo, ainda por cima ainda tinha que contar ao senhor e à senhora Salvatore que eles vão ser avós. Tinha um belo motivo para não termos contado sobre o nosso namoro para eles e tenho certeza de que essa vai ser a conversa mais difícil.

– Vou fazer isso – concordei com a cabeça – Mas será que você pode ficar um pouco aqui comigo?

– Claro, filha – concordou — o tempo que você precisar.

Minha mãe ficou comigo no meu quarto por quase uma hora, estava sentada na minha cama, enquanto apoiava minha cabeça em seu colo. Por um instante consegui esquecer de todos os meus problemas, mas não poderia ficar ali para sempre.

– Elena, minha filha, eu preciso ir preparar o jantar agora – lembrou – Você vai ficar bem aqui sozinha?

– Claro que sim, pode ir – concordei com a cabeça.

– Então eu vou lá – levantou e deu um beijo na minha testa – Volto aqui mais tarde e você não precisa contar nada hoje, descanse um pouco e faça isso amanhã quando estiver de cabeça fria.

– Obrigada, mãe. Por tudo – dei um fraco sorriso.

Infelizmente o destino não estava tão a meu favor assim. No momento em que minha mãe abriu a porta, notei que Damon estava parado do lado de fora. Provavelmente esperava para falar comigo, desde que subi mais cedo, pela sua cara percebi que estava totalmente preocupado.

– Miranda, será que eu posso conversar com a Elena? — perguntou, logo em seguida.

– Não sou eu quem tem que te responder isso, Damon – falou enquanto se virava novamente para mim – Elena?

– Tudo bem, mãe, ele pode entrar – concordei, enquanto me sentava na cama – Vamos ter que conversar mais cedo ou mais tarde, melhor que seja logo.

Então ela saiu do quarto antes de Damon entrar. Ele fechou a porta e se aproximou de mim.

– O que houve, meu amor? — sentou-se em frente a mim – Você estava chorando?- passou a mão pelo meu rosto, que ainda estava totalmente vermelho – Por favor, conversa comigo.

– Damon, antes de mais nada quero que você saiba que eu não planejei nada disso – comecei, calmamente – Eu ainda te amo tanto quanto no dia em que nos beijamos pela primeira vez e espero que ainda sinta isso.

– Você está começando a me assustar, Lena – admitiu, preocupado – Desse jeito vou começara acreditar que você me traiu. Foi com o Jace, não é mesmo?

– Claro que não, Damon, eu nunca te trairia – deixei bem claro. Poderia me sentir ofendida por ele ter pensado nessa possibilidade, mas acho que do jeito que eu falei poderia dar essa interpretação.

– Então o que aconteceu? — colocou a mão sobre a minha – Sabe que pode me contar qualquer coisa e eu vou estar aqui te apoiando. Sempre.

Em vez de responder, peguei sua mão e coloquei sobre minha barriga. Ainda não dava para sentir nada, mas acho que ele entendeu a minha interpretação, pois seus olhos estavam muito arregalados.

– Lena... — sussurrou.

– Acabei de fazer o exame e descobrir – expliquei – Minha menstruação está atrasada há quase quatro meses, mas como nunca fui muito regular, não liguei para isso, mas enquanto estava fazendo aquele trabalho sobre gravidez, percebi que estava com vários dos sintomas e quando fui verificar, era mesmo verdade.

– Uau! — foi tudo que conseguiu responder – Quero dizer, sei que temos transado várias vezes sem camisinha, mas nunca imaginei que isso pudesse acontecer.

– As pessoas nunca acham que vai acontecer com elas, não é mesmo – dei de ombros, essa conversa não estava tomando um rumo muito legal – Só quero que você saiba que eu já amo esse bebê e mesmo que você não o queira, vou criá-lo sozinha – essa última frase pegou até a mim mesma de surpresa, não esperava que fosse falar algo assim nesse momento, acho que já era o instinto maternal falando mais alto dentro de mim.

– Elena, de onde você tirou uma coisa absurda dessas? – revirou os olhos – Eu também já amo esse bebê e amo a mãe dele também, claro que eu quero ficar com vocês dois.

– Está falando sério? — não consegui deixar de sorrir nesse momento.

– Mas é claro, Lena – garantiu – Sei que ainda somos muito novos, principalmente você, mas não existe nenhuma outra mulher com quem eu queira ter filhos, então vamos começar logo.

Damon se aproximou de mim e me deu um selinho, todas as minhas preocupações foram varridas da minha mente. As coisas estão começando a se ajeitar e isso é muito bom.

– Então, acho que agora devemos contar tudo para os meus pais, não é mesmo? — disse logo em seguida, o tom de voz levemente apreensivo.

– Mas já? — fiquei totalmente espantada – Será que não podemos esperar para fazer isso?

– Você quer esperar o que? Até a sua barriga começar a crescer e não puder mais esconder? — cruzou os braços e me encarou – Lena, pelo que você disse já está com uns três meses, talvez até quatro, não tem muita coisa que a gente possa fazer e também não podemos esperar.

– Acho que você tem razão – tive que admitir – Mas eu estou com tanto medo.

– Não precisa ter medo, Lena, eu estou aqui com você – me deu um selinho – Vou proteger você e o nosso bebê de tudo.

Ele segurou a minha mão e me ajudou a levantar antes de sairmos do quarto. Os pais dele estavam ali no mesmo lugar de antes, quando descemos as escadas e se viraram na nossa direção.

– Mãe! Pai! Eu e a Elena precisamos conversar com vocês – avisou – E tem que ser o mais rápido possível.

O senhor Salvatore deu uma rápida olhada nas nossas mãos entrelaçadas antes de levantar, mas não falou nada sobre isso, ainda bem.

– Claro! — disse – Sobre o que vocês querem falar.

– Na verdade preferia que fosse no seu escritório – pediu – Se não for muito incomodo, é claro, mas pensei que fôssemos ficar mais à vontade.

Então nós quatro fomos para o escritório do pai de Damon. Eles se sentaram em um dos sofás e confesso que preferia ficar em pé, mas meu namorado me puxou para ficar ao seu lado.

– Vou direto ao assunto – Damon falou, rapidamente – Eu e Elena estamos juntos e ela está grávida.

Um silêncio totalmente constrangedor se instalou no local, o senhor e a senhora Salvatore ficaram olhando para nós dois. Queria muito que alguém falasse alguma coisa.

– Você só pode estar brincando, isso não é verdade – a mãe dele começou a rir – Aonde é que estão as câmeras, isso só pode ser algum tipo de pegadinha.

– Não, mãe, é totalmente verdade – afirmou, mais uma vez – Eu e Elena vamos ter um filho e vocês dois vão ser avós.

Ela se levantou e se aproximou de mim antes de começar a me sacudir.

– E você, menina, não vai falar nada sobre isso? – começou a gritar – Nós demos um teto para você, pagamos a sua escola e é assim que nos retribui?

Comecei a chorar novamente, totalmente desesperada. Damon conseguiu me separar da sua mãe e me abraçou.

– Não brigue com a Elena, a culpa é tanto minha quanto dela- me defendeu – Vocês querendo ou não, essa criança é um Salvatore e vão ter que aceitar isso.

– Ah, mas eu não aceito isso – ela começou a rir – Damon Salvatore, eu não te criei para você ficar com a filha da empregada que, provavelmente, deve estar querendo te dar um golpe. Você nem ao menos sabe se esse bebê é seu mesmo.

– Agora chega! — meu namorado gritou tão alto que até eu me assustei – Não admito que vocês falem dessa maneira com a mãe do meu filho. Esse bebê é meu, tenho total certeza e nós vamos nos casar.

– Você está mesmo contra os próprios pais por causa dessa daí? — a senhora Salvatore revirou os olhos – Giuseppe, faça alguma coisa quanto a isso.

O pai de Damon estava batendo as pontas dos dedos uma na outra totalmente pensativo. Não tinha a menor ideia do que estava se passando na cabeça daquele homem.

– Bom, Damon, você sabe sobre a minha opinião a respeito de um relacionamento seu com a senhorita Elena Gilbert, mas mesmo assim você não me deu ouvidos – falou – Não me deixa outra escola a não ser te fazer escolher. Ou ela e o bebê, ou a sua herança.

Senti que ele ficou totalmente tenso ao meu lado. Já estava me preparando para que começasse a brigar novamente com os pais quando Damon soltou a minha mão.

– Vocês estão certos, a Elena me seduziu e agora estava me obrigando a assumir o filho – disse por fim. Tudo que consegui foi olhá-lo boquiaberta.
– Sabia que você iria cair em si – o senhor Salvatore colocou a mão no ombro do filho – Você não precisa assumir esse bebê e, se quiser, podemos colocar os Gilberts para fora dessa casa.

– Não façam isso, os Gilbert trabalham para nós há anos, não é justo puni-los por uma coisa que a filha deles fez – afirmou, estava me olhando com a visão periférica – Posso conviver com isso.

– Está bem! — afirmou – Mas vamos fazer alguma coisa quanto a isso aí, disso pode ter certeza.

– Não precisam fazer nada contra mim – me levantei de maneira brusca – Se depender de mim, nunca mais coloco os pés nessa casa.

Saí correndo e quando cheguei ao lado de fora da casa, me sentei na escadaria. Queria ir para a piscina, mas como fica muito perto da cozinha a minha mãe ia me ver e eu teria de contar toda a verdade para ela, ainda não estou preparada para isso.

Comecei a chorar novamente, agora eu estava totalmente perdida, de verdade. Não acredito que o Damon falou todas aquelas coisas a meu respeito, pensei que ele fosse ficar sempre ao meu lado, não importa o que acontecesse, mas eu estava profundamente enganada.

– É, meu filho, pelo jeito agora somos só nós dois – coloquei a mão na minha barriga – Mas não se preocupe, mamãe te ama muito e eu vou te defender de tudo.

Peguei o meu celular, que, por sorte, estava no bolso da calça e procurei o número da minha melhor amiga e apertei o botão de discagem, alguns toque depois, ela atendeu.

Lena, está tudo bem?– já foi logo perguntando – Conseguiu resolver os problemas com a sua mãe?

– Sim, Car, eu resolvi – afirmei com a cabeça, estava me segurando para não começar a chorar.

Você está com uma voz tão triste – observou – Sabe que pode me contar tudo, não é mesmo?

– Preciso mesmo conversar com você, Car – afirmei – Será que eu posso ir até a sua casa?

Claro, que sim, Lena – respondeu – Mas eu posso ir até a sua casa te buscar, chego ai em menos de dez minutos.

– Prefiro ir sozinha – expliquei, queria um tempo para pensar – Estarei aí em meia hora, no máximo.

Tudo bem – sabia que minha amiga estava preocupada – Estou aqui te esperando.

Assim que desliguei o telefone, entrei novamente na casa e subi as escadas correndo em direção ao meu quarto para pegar a minha bolsa. Por sorte eu ainda tinha dinheiro que sobrou do almoço de ontem e poderia pegar o ônibus sem pedir dinheiro para a minha mãe. Quando voltei para o jardim da frente, lá estava Damon.

– Lena, nós dois precisamos conversar – pediu.

– Não temos nada para conversar, senhor Salvatore – usei o tom mais frio que consegui – O senhor deixou bem claro tudo que pensa a meu respeito lá dentro com os seus pais. No fundo eu sabia que você ia acabar fazendo isso comigo, mas eu fui boba e decidi te dar uma chance.

– Elena, você não está entendendo – insistiu – Eu não quis dizer nada daquilo a seu respeito.

– Mas você disse – agora eu estava gritando, espero que ninguém venha aqui saber o que está acontecendo – Fala dos seus pais, mas é igualzinho a eles. Acha que eu sou só a filha da empregada e que não merece respeito nenhum. Disse que enfrentaria tudo para ficarmos juntos, mas na hora fez exatamente o contrário.

– Meu pai ia me deserdar e, provavelmente, me demitir da empresa – lembrou – Como você queria que eu sustentasse você e o bebê sem um emprego?

– Nós daríamos um jeito! Eu mesma poderia ajudar, estou grávida, não doente, posso muito bem trabalhar – continuei – Mas você não pensou nisso, não é mesmo, não queria ficar sem o dinheirinho do papai, certo?

Ele não disse nada, apenas ficou me encarando, não tinha mais nenhum argumento sobre isso.

– Agora com licença – passei por ele – Vou me encontrar com a Caroline e já estou atrasada.

– Espera! – segurou a minha mão, fazendo com que eu parasse – E como é que vai ficar o bebê?

– Como se você se importasse – ri – Mas eu posso me virar muito bem sozinha, não preciso da sua ajuda. Agora deixe-me em paz.

Voltei a andar e logo as lágrimas começaram a cair dos meus olhos. Por sorte não comecei a chorar na frente do Damon, ele não merecia isso. De repente, eu ouvi o som de uma buzina e notei que um carro estava vindo a toda velocidade, estava andando no meio da rua, mas não tinha reparado nisso antes.

Uma freada brusca e algo se chocou contra mim, logo tudo ficou escuro diante dos meus olhos...

Damon

Sou um completo idiota. Isso era tudo que eu consegui pensar enquanto encarava o teto da sala do apartamento do meu melhor amigo. Depois da minha discussão com a Elena, tudo que eu conseguia pensar foi que não podia ficar um minuto naquela casa, não depois de tudo que eu tinha feito.

Não acredito que eu disse todas aquelas coisas para a mulher que eu amo, a mãe do meu filho, mas quando o meu meu pai falou a palavra deserdar, fiquei totalmente desesperado, não teria condições de me sustentar, muito menos sustentar um bebê. Agora eu tinha conseguido tudo de volta, mas a que preço? Certamente Elena nunca me deixaria chegar perto da criança.

– Como você está pensativo hoje, Damon – Matt apareceu na porta da cozinha – Será que eu posso saber o que está acontecendo?

Não tinha dito nada para ele, apenas pedi para ficar um pouco ali e Matt aceitou sem nem ao menos questionar.

– Eu fiz uma besteira muito grande com a Elena hoje – expliquei, sem contar muitos detalhes – E tenho certeza de que ela não vai me perdoar tão cedo.

– A Elena te ama, cara, tenho certeza de que vai te perdoar – garantiu – É só dar um tempinho para ela.

–Duvido muito – comentei. Gostaria muito que Stefan estivesse aqui, não que ele tenha alguma experiência com relacionamentos, não mais do que eu, mas conhece Elena muito bem e poderia me dar uns concelhos.

De repente meu celular começou a tocar, era o número de Caroline, sabia que Lena estava lá com ela e já tinha me controlado totalmente para não ligar para lá. Não pensei duas vezes antes de atender.

– Elena! — disse quando coloquei o telefone no meu ouvido, tinha total certeza de que era ela, mas estava usando o número da amiga.

Não, Damon, sou eu – ouvi a voz de Caroline do outro lado da linha, ela parecia preocupada com alguma coisa. Sua voz estava alterada – Eu não sabia o que fazer, pensei em ligar para sua casa, mas não queria correr o risco da senhora Gilbert atender.

– Eu não estou em casa mesmo – avisei – Mas aconteceu alguma coisa com a Elena? Por favor, Caroline, fala logo, você está me deixando preocupado.

Ligaram direto para mim porque o meu foi o último número para quem ela ligou – continuou – A Lena foi atropelada por um carro a poucos metros do ponto de ônibus e ela está na sala de cirurgia...

Deixei meu celular cair no momento em que ela falou a palavra “cirurgia”. Agora eu não só estava correndo perigo de perder a mulher que eu amo, mas também de perder o meu filho. Isso tudo que está acontecendo é minha culpa, apenas minha culpa.

Notas finais
Por favor, não me matem, mas essa parte é extremamente necessária para a história... O que será que vai acontecer com a Lena? E com o Damon? E como vai ser quando o Damon chegar ao hospital? *** O próximo capítulo vai ser o último da parte dos seis anos depois, espero mesmo que estejam gostando. *** Comentem e digam o que estão achando. Quem vai ser o primeiro a recomendar a fic?