Past Dreams

23 Capítulo 20 – One more day


Notas iniciais
Bom gente, depois de uma semana sem post, aqui está o cap novinho para vocês. Espero que gostem

Elena

– Car, para de andar em círculos, isso não vai fazer o tempo passar mais depressa – reclamei – O máximo que vai acontecer é abrir um buraco no chão.

Acordei bem cedo e fui direto buscar a minha amiga para que ela fizesse o exame de gravidez. Claro que não foi fácil convencer Damon que eu precisava sair e que passaríamos menos tempo juntos, mas prometi que depois explicava os meus motivos.

Agora nós estamos aqui no hospital, esperando. A médica tirou sangue de Caroline para fazer o exame e disse que iria demorar uma hora para ficar pronto.

– Desculpa, amiga – passou a mão pelo cabelo e sentou-se ao meu lado – É que eu estou tão ansiosa para saber o resultado do exame. Isso pode mudar tudo.

– Acha que eu não sei – revirei os olhos – Sou a prova viva de como uma gravidez pode mudar uma vida.

– Você nunca me disse como é – continuou – Quero dizer, eu sei como é, já que acompanhei quase toda a sua gravidez, mas como é emocionalmente? Tudo que você sentiu enquanto estava grávida.

– Primeiro, eu senti desespero – respondi, dando um fraco sorriso – Depois que o medo passou e comecei a sentir aquele pequeno ser crescendo dentro de mim, cada dia mais, eu fiquei emocionada. Nos últimos meses eu estava mais que ansiosa para que a minha pequena Mila nascesse logo.

– Acha que eu posso ser uma boa mãe? — perguntou, totalmente em dúvida – Tenho medo de fazer alguma besteira.

– Tenho certeza de que você vai ser uma boa mãe e sei que a Mila pensa da mesma maneira – garanti – E o Stefan vai ser um bom pai.

– Eu e Stefan tivemos uma conversa ontem a noite – continuou – Não contei sobre o suposto bebê, mas ele disse que quer ter vários filhos e que por ele começaríamos agora. Isso me deixa aliviada, pois ele não vai ficar bravo ou com medo se eu estiver grávida.

– Se quiser eu posso te ajudar a contar para o Stefan sobre o bebê – sugeri – Pensa bem, ele ou ela meio que vai ser meu sobrinho.

– Isso é verdade – sorriu – Olha só para você, toda empolgada com o Damon, pelo jeito a história está ficando séria.

– Sim, Car, não tem ideia do quanto eu estou feliz por eu e Damon termos nos acertado – imitei o gesto dela – Queria que esse mal-entendido nunca tivesse acontecido e nós dois tivéssemos criado a Mila juntos, desde o início. É claro que se fosse assim o …

– O Jace não teria assumido a Mila e você não teria descoberto o pai maravilhoso que ele pode ser – me interrompeu, completando a minha frase – Não é isso?

– Sim, é isso – afirmei – Jace é meu melhor amigo e ele me ajudou tanto nesses últimos seis anos e quero que ele seja feliz, que encontre uma garota legal que o ame da maneira que ele merece.

– Tenho certeza de que isso vai acontecer – garantiu.

– Também não quero que ele perca o contato com a Mila – continuei – Quando eu e Damon contamos a verdade para ela ontem a Mila ficou feliz, mas também demostrou que o Jace continua sendo pai dela e é assim que eu quero que as coisas sejam.

– Senhorita Caroline Forbes – a enfermeira chamou, fazendo com que nos duas nos levantássemos – O seu exame está pronto e a doutora vai recebê-la.

– Tudo bem, já estou indo – afirmou antes de se virar para mim – Você vem comigo, Lena?

– Mas é claro – afirmei- Vou estar do seu lado o tempo todo.

O consultório era o mesmo em que tínhamos estado quando chegamos ao hospital. A médica estava sentada observando uns papéis, que pareciam ser o resultado do exame da Caroline.

– Por favor, sentem-se – ela pediu – Caroline, você não está grávida.

Minha amiga ainda estava segurando a minha mão com força. Quando me virei para olhá-la, vi seu sorriso murchar, aos poucos.

– Tem certeza disso? — perguntou em seguida – Será que tem alguma chance do exame estar normal.

– Não há nenhuma alteração no seu exame – explicou enquanto virava o papel na nossa direção – Só daria erro se vocês estivesse nas primeira semanas de gestação, mas como você já está com a menstruação atrasada e tudo mais, não acredito que esse seja o caso.

– Entendo! — deu um longo suspiro de frustração.

– Essas coisas acontecem, às vezes – a mulher continuou – Agora que você vai relaxar, tenho certeza de que não vai demorar muito para a sua menstruação chegar.

– Está bem! — levantou-se – Obrigada por tudo, doutora.

O caminho do consultório até o estacionamento foi feito em total silêncio. Estava com o carro de Damon, então vou deixar a minha amiga na casa dos pais e seguir de volta para o haras.

– Você está bem, amiga? – quis saber, depois de mais alguns minutos em que ela continuava sem falar nada.

– Sei que eu estava um pouco apreensiva com a gravidez – deu de ombros – Mas eu já estava me acostumando com a ideia de ter um bebê. Até me imaginei andando com um carrinho pela rua daqui há alguns meses.

– Sinto muito – foi tudo que consegui dizer.

– Tudo bem, Lena, não foi sua culpa – respondeu – Bom, acho que foi melhor eu não ter contado nada para o Stefan, ele teria ficado tão frustrado quanto eu.

– Olha, Car, aceite o concelho de alguém que teve um bebê aos 16 anos e que sabe o quanto isso vira a vida de cabeça para baixo, principalmente quando você não está 100% preparada – continuei – Talvez tenha sido melhor assim, você vai se casar em alguns meses e vai querer aproveitar a vida a dois ao lado do seu marido. Depois vocês pensam em ter filhos.

– Acho que você tem razão – concordou, por fim.

Quando chegamos, Caroline se despediu de mim e seguiu na direção da casa dos pais. Ela ainda estava um pouco abatida, mas tenho certeza de que vai ficar tudo bem, é só dar tempo ao tempo.

Damon

– Papai, você está olhando? — estava apoiado na grade vendo Mila andando a cavalo e sendo ajudada pelo senhor Penhallow – Isso é tão legal!

– Fico feliz que esteja gostando princesinha – sorri, era tão bom vê-la me chamando de pai, esperei muito por esse momento.

Hoje estava fazendo um lindo dia de sol. Como Elena saiu e não disse exatamente que horas chegava, decidi dar uma voltar para que Mila conhecesse melhor o haras, como ela queria ver os cavalinhos, deixei que desse volta em um.

– Então aqui estão vocês – virei a tempo de encontrar Lena, ela ainda estava com a bolsa no ombro, sinal de que tinha acabado de chegar – A senhora Penhallow disse que vocês vieram para cá logo depois do café.

– Exatamente – concordei enquanto a puxava para mais perto de mim – Será que agora você pode me dizer aonde é que você foi?

– É uma longa história – revirou os olhos – Tudo que você precisa saber é que você não vai ser titio dentro de alguns meses.

– Então está bem – foi tudo que eu disse.

– Mamãe! — Mila começou a gritar e acenar, ainda de cima do cavalo – Que bom que você chegou.

– Oi, filha – ela acenou de volta antes de virar para mim – Pelo jeito você fez a vontade dela. Tenho certeza de que a Mila estava doida para fazer isso.

– Não consigo dizer não para ela – ri.

– Você tem certeza de que isso é seguro, não é, Damon? — perguntou, apreensiva – Não tem perigo dela cair dai de cima?

– Betercup é o cavalo mais seguro que temos aqui no haras, pode ficar tranquila, meu amor – dei um beijo no topo da sua cabeça – E o senhor Penhallow está lá com ela, não vai deixar que nada aconteça,

– O que acha de colocarmos ela em uma aula de equitação? — sugeriu – Tenho certeza de que ela vai adorar.

– É uma boa ideia – concordei – Vou procurar uma aula boa de equitação hoje mesmo.

Puxei um rosto dela para dar um pequeno selinho em seus lábios.

– Senhor Salvatore – nos separamos e vi a senhora Penhallow se aproximando – A senhora Marin está aqui.

– Oh sim, obrigado – falei – Diga a ela que já estamos indo.

– Quem é essa? — Elena quis saber, eu apenas dei um pequeno sorriso torto – Damon Salvatore, o que você está aprontando.

– Não estou aprontando nada – levantei as mãos, me defendendo – Apenas sou bom em guardar segredos, acredite, você vai gostar da surpresa.

Eu a beijei mais uma vez, agora um pouco mais demorado.

– Eca! — Mila já tinha descido do cavalo e correu até a nossa direção, estava fazendo uma cara de enojada.

– Você não vai pensar assim daqui há alguns anos, minha filha – Lena pegou ela no colo e deu um beijo no seu rosto.

– Ah, vai pensar sim – garanti.

– Engraçado, o papai Jace dizia a mesma coisa – encarei os meus pés nesse momento, por mais que as coisas estivessem se resolvendo, ainda era muito difícil ouvi-la chamando o heroína da pai – Desculpa, eu falei alguma coisa errada?

– Claro que não, meu amorzinho – garanti – Lena, além da aula de equitação vamos procurar um colégio feminino para a Mila aqui em Atlanta e, quem sabe, depois a colocamos em um convento quando for mais velha?

– O que é convento, mamãe? — minha filha estava toda confusa nesse momento.

– É um lugar para onde você só vai se quiser mesmo – me dirigiu um olhar mortal na minha direção – Não deixe esse seu pai bobo te influenciar.

– Ainda tem um tempo para convencê-la – brinquei – Agora vamos para dentro que a senhora Marin está nos esperando.

Chegamos a sala e a mulher estava esperando por nós. Ela tinha, mais ou menos, a minha altura, era morena e com os cabelos em um corte chanel.

– Senhora Salvatore – esticou o braço na minha direção – Nós nos falamos por telefone, sou Rose Marin, a descoradora.

– É uma prazer conhecê-la – retribui o seu cumprimento – Essa é minha noiva, Elena, e nossa filha, Mila.

– Então era isso que você estava aprontando – Lena sorriu – Uma decoradora. Não acredito que você vai gostar tanto dinheiro assim.

– Isso não é nada, até porque a nossa casa precisa de móveis – lembrei – Vamos começar logo, temos muita coisa para escolher.

– Trouxe fotos de todos os nossos móveis – mostrou três pastas que ela estava segurando – Tem decoração para a todas as partes de casa e também pode escolher as tintas.

Nos sentamos e começamos a escolher os móveis. Mila fez questão de escolher todos os móveis do novo quarto dela, tenho que admitir que minha filha tem um ótimo gosto.

Depois de uma hora já tínhamos resolvido tudo e Rose já estava arrumando as coisas para ir embora.

– Isso é tudo, senhor Salvatore – disse – Em duas semanas tudo vai estar arrumado do jeito que o senhor quer.

– Está certo, muito obrigado – a levei até a porta antes de voltar para minha namorada e para a minha filha – O que vocês acham de irmos até o shopping?

– Para fazer o que? — Elena me olhou confusa – Você não já gastou dinheiro o suficiente hoje?

– Na verdade não? — dei de ombros – Pensei que podíamos comprar alguns brinquedos para decorar o quarto da Mila e algumas roupas para encher os armários novos.

– Oba! — minha filha disse – Eu gostei da ideia, podemos ir, mãe?

– Já sei que não vou conseguir dizer não para vocês – revirou os olhos – Tudo bem, vamos. Mas Mila, você precisa tomar banho e colocar uma roupa bem bonita. Vai indo para o quarto que eu já te encontro.

– Certo! — concordou correndo em direção ao corredor aonde ficavam os quartos.

Assim que nossa filha não estava mais a vista, Elena se virou na minha direção e cruzou os braços. Tinha um sorriso divertido nos seus lábios.

– O que foi? — quis saber.

– Você me apresentou para a decoradora como sua noiva – disse – Isso é mesmo sério?

– Pensei que estivesse óbvio – dei de ombros – Afinal, eu te pedi em casamento, há seis anos, logo que começamos a namorar. Ou você já se esqueceu disso?

– Claro que eu me lembro, Damon – afirmou – Mas pensei que o pedido não valesse mais. Aconteceram tantas coisas desde então.

– Ainda está valendo, é claro, mas, se você prefere assim – me ajoelhei e segurei a sua mão direita – Elena Gilbert, você quer se casar comigo?

– Sim! — disse.

Me levantei e a peguei no colo e a girei antes de beijá-la. Esse é um novo dias, as coisas estão indo bem para nós e vamos ser muito felizes a partir de agora.

Jace

Logo depois do filme, convidei Clary para ir ao shopping comigo para tomarmos um sorvete. Pedi para que ela escolhesse um lugar para sentarmos enquanto ia até a sorveteria.

– Aqui está! — coloquei os dois potes em cima da mesa – De chocolate para mim e de creme para você, sei que é o seu favorito.

– Não acredito que você ainda se lembra disso – sorriu – Já faz tantos anos que...

– Eu ia brincar na sua casa e você reclamava quando sua mãe comprava outro sorvete sem ser de creme? — completei a frase dela – Claro que eu me lembro, Clary, como poderia esquecer?

– Você tem mesmo uma boa memória – pegou a colher e começou a comer o sorvete – Jace, queria falar com você sobre o Alec, hoje...

– Não precisa dizer nada – a interrompi mais uma vez – Tudo bem, eu fiquei surpreso por saber que meu amigo tem um namorado. Conheço o Alec há anos e nunca desconfiei que ele fosse gay.

– Eu sei, também fiquei surpresa quando descobri – admiti – Mas ele continua sendo o mesmo Alec de antes, nada mudou.

– Sei disso, acredite, eu não estou com raiva do Alec – afirmei – Quanto a isso não precisa ficar preocupada.

– O Alec ficaria muito triste e você parece de falar com ele – garantiu – Tenho certeza de que ele presa muito a sua amizade.

– Também preso muito a amizade dele – garanti – Aliais, a sua e a da Izzy também.

Clary não disse nada, apenas continuou a tomar o seu sorvete. Foi enquanto que eu me lembrei do que Alec disse sobre ela ser apaixonada por mim, será que tinha ficado chateada pela referência que eu fiz da nossa amizade?

– Bom, melhor continuarmos a tomar o nosso sorvete antes que ele derreta – mudei de assunto rapidamente.

Assim terminamos de comer fomos dar uma volta no shopping. Tomei coragem e segurei a mão de Clary, ela pareceu envergonhada, mas entrelaçou os dedos nos meus.

De repente, eu avistei a minha ex-noiva andando de braços dados com Damon, a frente dos dois, Mila caminhava saltitante.

– Papai! — minha “filha” foi a primeira a me avistar e veio correndo na minha direção – Que saudades eu estava de você.

– Também estava com saudades suas, princesinha – me ajoelhei para abraçá-la – Como você está lá na casa dos pais do Stefan com a sua mãe?

– Na verdade nós estamos na casa do papai Damon – ela se virou na direção de Damon e Elena que já tinham se aproximado mais – Mamãe me contou que ele é meu verdadeiro pai, mas eu continuo te amando mesmo assim, papai.

Me deu um aperto no coração ouvi-la falando isso, passei seis anos da minha vida dedicados a essa menina e agora ela vai ser criada por outro. Por sorte Mila ainda me considera seu pai.

– Mas que legal, Mila – foi tudo que eu consegui dizer – Bom, espero que esse seu papai Damon cuide muito bem de você quanto eu sempre cuidei.

– Pode ter certeza de que ele vai cuidar – afirmou – Hoje ele me levou para ver os cavalinhos, eu até montei em um e também escolhi os móveis para o meu quarto.

Eu estava sorrindo, mas na verdade não estava me sentindo assim. Só que eu teria que me mostrar forte, pelo menos até estar sozinho.

– Oi, Jace! — Elena disse para mim – E oi, Clary – nós dois a cumprimentou com um aceno de cabeça.

– Mila, é melhor nós irmos logo – Damon avisou – Imagino que você esteja com fome, não é mesmo? Então vamos lá comer.

– Oba, vamos sim! — pareceu satisfeita – Papai, nós nos falamos mais depois, tudo bem?

– Claro que já está tudo bem – a beijei na testa, mais uma vez.

Os três seguiram em direção a praça de alimentação, enquanto eu e Clary seguimos para o estacionamento. Para a minha surpresa ela não falou mais nada desde o encontro, pelo menos não até chegarmos a casa dos Salvatores.

– Prontinho, está entregue – parei o carro no portão, não quis entrar por motivos óbvios – Nós vemos depois?

– Claro! — afirmou – Será que eu posso fazer uma pergunta? — disse que sim com a cabeça – Você ficou triste por ver a Elena com o Damon?

– Não vou mentir para você, fiquei triste sim – afirmei – Mas por causa da Mila, ela é minha filha e agora ela vai tratar o Damon como pai.

– Bom, ela é filha do Damon, é normal tratá-lo como pai – lembrou – Mas ela mesma disse que continuará te amando do mesmo jeito.

– Tem razão, além disso estou feliz por ter visto a Elena e não ter sentido mais nada – coloquei a mão sob a dela – E tenho certeza de que tem um motivo para isso.

– Jace... — sussurrou – Por favor, não brinca comigo.

– Não estou brincando com você, Clary – garanti – Alec comentou comigo que você sempre foi apaixonada por mim, não sei como não reparei antes.

– Não acredito que o Alec te falou isso – revirou os olhos – É sério, eu gosto muito dele, mas às vezes ele consegue ser pior que uma velinha.

– Não fica com raiva dele, eu gostei de saber disso – ri – Até por que agora eu posso dar uma chance para nós dois – aproximei meu rosto do dela, podia sentir a sua respiração quente contra meu lábio superior – Isso se você me permitir.

Ela não respondeu, apenas encurtou o espaço entre nós e me beijou. Foi um beijo calmo, mas cheio de significado, quando nos separamos ficamos nos encarando.

– Isso quer dizer que você vai me dar uma chance? — quis saber, totalmente esperançoso.

– Sim, Jace, eu vou te dar uma chance – respondeu – Nada me deixaria mais feliz.

Nos beijamos mais uma vez antes dela sair do carro. Fiquei observando Clary caminhar em direção a enorme mansão, sem conseguir tirar um sorriso bobo dos lábios.

Notas finais
Pois é gente, a Caroline não estava grávida e ela ficou triste por isso :C .... O que acharam do Damon e da Elena escolhendo os móveis da casa? E do pedido de casamento do Damon? E do reencontro como Jace? E do primeiro beijo Clace? *** Lembrando que, agora que as minhas aulas e as da Karol começaram, vamos começar a postar apenas uma vez por semana. Ou seja, eu posto uma terça e ela posta na outra terça. *** É isso, comentem e digam o que estão achando. Recomendações?