Passion
32 Capítulo 28 - Tudo me faz lembrar você
Notas iniciais
Só tive dois comentários e aqui estou, esse é pra Inês Brazão.
Maratona segundo capítulo 14hr
1 comentário - 17hr
2 comentários - 16hr
3 ou mais comentários - 15hr
Boa leitura!
Certo, então eu devo ir. Assim como no meu primeiro encontro V8, pego um taxi e dou o endereço, não o que Mari me passou mas um próximo o suficiente do local. Enquanto o taxista dirigi, mando uma mensagem para Genna dizendo para me encontrar para que eu não tenha que andar até o lugar sozinha, no escuro. Ela me responde com uma mensagem empolgada e eu não posso deixar de sorrir. Quando chego, pago o taxi e vejo Mari com Scott me esperando na esquina. Claro que ele não deixaria sua namorada ficar sozinha em uma rua deserta no escuro. Eles são tão fofos juntos e por um momento fico com inveja. Matamos a saudades com um abraço de urso e seguimos a pé, andando e rindo pela rua com pouca iluminação. Apesar disso, me sinto segura com Scott nos acompanhando, o cara mais parece uma montanha. Esse pensamento me faz lembrar de Kraig, o segurança do Mirage e amigo de German. Tudo que eu penso tem que me lembrar dele? Mas que droga! Chegamos ao lugar e tudo é como nas outras vezes. Muitas mulheres seminuas, caras cheios de testosterona com seus brinquedos e muita bebida. Logo avisto Kiera e Stacey numa roda de amigos, e nós três vamos até lá. Acho que vai ser bom conversar e me distrair um pouco, tentar não pensar tanto e German. Apesar que toda essa situação me faz lembrar dele. Me recordo do dia em que fui sua mascote pela primeira vez. Quando ele me jogou em cima de seus ombros e me jogou no seu carro. Nós corremos e vencemos. Depois teve aquela correria por causa da policia e depois disso...nós beijamos no seu carro, em uma rua escura. E ele me disse que me queria. Queria saber o que mudou. *** – Eu já volto.- Digo ao grupo de pessoas com o qual eu estou conversando. Saio em busca de uma bebida. Tenho me acostumado a beber mais ultimamente. As vezes eu roubo uma cerveja do meu pai na geladeira ou tomo uma taça de vinho de uma garrafa aberta. Vou até o cooler de bebidas e pego uma garrafa de cerveja, abro com a mão e tomo um gole. – E nem precisou da minha ajuda dessa vez.- Me arrepio com a voz sussurrada bem perto no meu ouvido. Me viro e encaro Bruno, que não se moveu e está próximo demais do meu espaço pessoal. Ele tem um sorriso convencido no rosto. – Consigo me virar sozinha agora.- – Estou vendo. Mas é uma pena.- – E porque?- Dou mais um gole na minha cerveja. – Porque agora você não precisa mais de mim.- Ele fala como seu eu não vivesse sem ele. Dou uma risada debochada. – Eu nunca precisei de você, Bruno.- Ele me observa com seus olhos escuros e eu brinco com o rótulo da garrafa para manter minhas mãos ocupadas. – Você está diferente. O que aconteceu com aquela garota tímida e que exalava inocência?- Ela ainda está aqui, mas com um salto de 10cm e um vestido curto, fingindo ser gente grande e tentando esconder o sofrimento. Em resposta eu apenas dou de ombros e dou mais um longo gole em minha bebida. – Não sei de qual das duas eu gosto mais.- Bruno me dá um sorriso enorme e pervertido. Eu não digo nada então ele se aproxima mais ainda, encostando seu corpo no meu. Eu dou um passo para trás no mesmo momento que ele dá um passo para frente. Ele aproxima o rosto e acho que vai me beijar mas ele encosta a boca no meu ouvido
Notas finais
O que acharam? Comentem @Violeteros_BR beijos Mari
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