Notas iniciais
AAAEEEHOOOOOOOOOO.

Oiolaa gente, belezinha? ;U

Bom, a ideia desta fanfic surgiu a partir dessa fanart que botei de capa. Eu bem que estava pensando, bem antes, em escrever uma fanfic cujo o tema era a Kiseki + Kagami tudo criança, sakas? E eu ainda quero escrever isso e vou... Mais pra frente. Inclusive reescreverei uma fanfic que se trata do mesmo tema...

Sim, eu gosto bastante de escrever sobre crianças, apesar de odiar todas. KKKKKKKKKKK, Sério, não suporto essas crianças, odeio! Mas escrever sobre elas, escrever fanfics mostrando o quão doidas e ingênuas elas podem ser, é divertido.
Enfim...

Eu bem que estava pensando tb em escrever uma outra fanfic tratando-se desse mundo fofo infantil com o foco no Mursakibara, inclusive, vou escrever mesmo... Amanhã eu posto. KKKKKKKK

Bom, a fanfic não ficou do jeitinho que eu queria, já que acabei escrevendo meio correndo, deixei de escrever algumas coisas que queria botar, sakas? Ficou menor do que eu queria. Mas enfim, gostei do resultado mesmo assim.

Meu braço tá doendo pakas, cês num fazem ideia! kkkkkk. Porram... Socorro.

Bom! Um beijão na bunda e eu espero que vocês gostem dessa one-shot. Fiz de corassaum' :U

Boua leitchura '3'

[Capítulo não revisado]

[Erros em alguns diálogos propositais para aproximar mais de um diálogo normal entre crianças...]

De certa forma era um dia feliz para aquele bando de crianças chatas, briguentas, nojentas e alegres. Era dia de passeio.

Ora vamos, atire a primeira pedra quem não gostava de passeios! Não dormia direito por causa da ansiedade, era sempre bom tomar algum remédio pra ansiedade ou vômito, não parava quieto, enfim, passeio de escola é uma maravilha. Ainda mais quando é para um parque de acampamento, onde as crianças fariam trilhas e conheceriam os animais. Diversão garantida...

Diversão essa que começava desde o ônibus. Todos gritavam, conversavam, estavam felizes! Todas, menos uma...

-Quero ir pra casa... –Disse um garotinho com seus sete anos de idade, com braços cruzados e cara birrenta, e um biquinho pra completar o charme. Ele tinha cabelos arroxeados que uma mecha estava amarrada por uma chuchinha.

-Atsushi, para de reclamar, você é o único que está reclamando... –Disse um garoto que estava sentado do seu lado. Tinha cabelos pretos, na qual a metade de sua franja cobria um de seus olhos.

-Mas eu não quero ficá andano por aí... Eu quero ir pra minha casa e dormir!

-Vai ser legal Atsushi... Já sei, por que você não dorme então? Quando a gente chegar eu te acordo. –Tentou o garoto animar o amigo.

-Não adianta Murocchin, posso até tentá dormir, mas o pessoal daqui não cala a boca. –Disse olhando para trás e vendo seus colegas gritarem.

Como por exemplo um que se destacava bastante entre a gritaria. Um garotinho moreno com vários curativos em todo o corpo com um boné na cabeça. O típico garoto traquinas.

-OHH MOTORISTA, PODE CORREEER, A PRIMEIRA SÉRIE NÃO TEM MEDO DE MORREEEEER!!! HHAAAAEEEEH! –Gritava em pleno os pulmões.

-AOMINECCHI, FICA QUIETO! –Dizia um loirinho que estava sentado ao seu lado tentando o controlar.

-Viu só? –Disse o arroxeado se virando para o seu lado. –Num tem nada pa fazê. –Cruzou os braços mais uma vez.

Himuro não queria que Murasakibara ficasse daquele jeito, então ele pensou em alguma coisa e acabou tendo uma ideia. Dentro da sua mochila havia uns pacotinhos de doces que trouxe para dividir com Murasakibara mais tarde, mas parece que terá de usá-los agora para animar um pouco o amigo.

-Aqui, tó... –Disse o moreno tirando dali um pirulito. –Vai se sentir melhor.

-Uooh! Pirulito! –Atsushi pega o doce, abre e põe na boca. –“Mulotin” é o melhor! –Falou com o pirulito na boca.

E o de cabelos pretos sorriu, viu que conseguiu alegrar o arroxeado pelo menos durante o passeio.

-Já tamo chegando? Já tamo chegando? Já tamo chegando? –Enquanto isso, um pouco atrás do banco de Murasakibara e Himuro, um garotinho de cabelos negros estava sentado ao lado de um garoto de cabelos verdes que usava óculos. Ele sentava na janela e perguntava toda hora a mesma coisa. Parecia ser mais elétrico que o próprio Aomine que gritava lá atrás do ônibus.

-Takao, fica quieto! –Disse seu companheiro que estava sentado ao seu lado. Ele segurava uma HQ de super herói. –Eu to tentando ler, que saco!

-Shin-chan nem sabe ler direito! Hahaha, não sei por quê fica aí... –Disse olhando a janela.

-Eu sei ler melhor que você, cala a boca! Tô até entendo a história. –Disse focando nos quadrinhos.

-A é? Então me mostra... –Takao se aproxima do gibi. –O que tá escrito aqui? –Apontou para uma frase aleatória.

-Peraí... Hmm... –Ele ajeita melhor os óculos. –“O mundo das... das trevas... irá pré-prevale...cer... O mundo das trevas irá prevalecer...” Viu só?

-Uoooohhh! SHIN-CHAN TÁ LENDO MUITO BEM! –O moreninho se levanta e começa a gritar. –GENTE, O SHIN-CHAN TÁ LENDO BEM PRA CARAMBA!!!

E escuta-se um “Dane-se!” vindo do fundo do ônibus que com certeza foi Aomine que gritou.

-Takao, senta!!! –Constrangido, Midorima agarra a camiseta do amigo e o abaixa. –Fica quieto! Não é pra ficá gritando pros outros!

-Por quê? Tu já contou pra professora? Tá explicado por que você tira notas boas na escola. –Sorri.

-Só vou contar pra professora quando eu realmente estiver lendo bem... –Ele vira a página da HQ.

-Shin-chan já leu gibis adultos?

-PORQUE TÁ CONTANDO ISSO? –Midorima quase se engasga com a própria saliva.

-Só to perguntando. Ahh~ Cê já leu! Hahahahaha

-NÃO LI NÃO! MINHA MÃE NEM DEIXA!

Takao se levanta mais uma vez. –GENTE, O SHIN-CHAN LÊ GIBI ADULTO!!!

E escuta-se, mais uma vez, um “Eu também!” vindo do fundo do ônibus que com certeza foi Aomine que gritou.

-EU JÁ DISSE QUE NÃO LEIO! –Midorima quase desesperado puxa Takao pra baixo mais uma vez o fazendo sentar em seu banco.

-Só to brincando Shin-chan! Hahahaha. –E o garoto cai na gargalhada.

-Tsc, sem graça. –Ele ajeita os óculos e volta a ler a HQ.

-Ei, Shin-chan, Shin-chan! Já tamo chegando? Será?

-Takao, fica quieto, me deixa...

-Tamo chegando? Quero chegar logo! Será que tamo? Será, será, será?

-TAKAO!

E nos últimos bancos, por fim, uma criança um pouco mais nova de cabelos azuis olhava para a janela com os olhos brilhantes. Não via a hora de chegar no lugar do passeio, mas não estava na mesma situação que Takao, eufórico. Apenas olhava a janela atentamente de forma calma, não dando muita atenção para o seu colega que sentava do seu lado, Kagami.

Kuroko era uma criança bem calma e tranquila que não era de falar muito, falava apenas o necessário.

-Kuroko, quer fazer alguma coisa? –Perguntou o ruivo que estava sentado do seu lado.

-Não tem muita coisa pra se fazer num ônibus... –Disse o azulado, parando de encarar a janela.

-Quer comer alguma coisa? Eu trouxe um monte de lanche pra gente comer...

-ALGUÉM AÍ DISSE LANCHE? QUERO. –Aomine que estava do outro lado, na outra ponta do banco gritou, encarando a mochila do ruivo.

-SAI FORA AOMINE, ISSO DAQUI MINHA MÃE FEZ PRA MIM! E eu só divido com o Kuroko... –Disse fazendo bico e virando o rosto.

-Nossa, VAI MIGUELAR MESMO?? MESMO, MESMO? –Disse alto mais uma vez.

-Aominecchi, para de gritar, que coisa! –Gritou um garoto loiro que estava sentado ao seu lado. –Eu trouxe lanche também, se quiser comer... –Ele tira um salgadinho.

-Ohh, abre aí! –Disse o moreno sorridente sentando-se no banco para comer.

-Kurokocchi quer também? –Disse o loirinho estendendo o saco de salgadinho para o azulado que estava na outra janela.

Kuroko balança a cabeça negativamente.

-Num to com fome. –Ele para um segundo. –Acho que to com sede...

-Eu tenho água. –Disse Kagami, tirando uma garrafinha de água. –Toma.

-Obrigado... –Kuroko abre a garrafinha e bebe um pouco.

-OE, OE, KAGAMI! –Grita Aomine mais uma vez. –Vamos fazer uma competição para ver quem pega mais besouros!?

-Vamos! –Kagami concorda levantando um braço.

-Vocês são nojentos! –Disse Kise.

-Você que parece uma menininha... –Falou Aomine, rindo no final.

-NÃO PAREÇO NÃO! –Retrucou Kise.

E o ônibus continuou seu caminho a vários e vários quilômetros a frente, indo em direção a uma parte distante da cidade da grande, longe da poluição, onde havia bastante mato e terra, e enquanto isso as crianças continuaram a cantar músicas alegres e sem sentidos fazendo apologias a “coragem” e “não ter medo de morrer”.

Quando o ônibus finalmente chegou a professora desceu primeiro fazendo com que todos os pequenos alunos que faziam parte da mesma sala fizesse uma fila única. A professora, junto com os outros instrutores do passeio começaram a andar pelo lugar apresentando as arvores, os animais e insetos, que Kise odiou essa parte...

Fizeram uma trilha no meio da floresta, entraram numa caverna, viram uma cachoeira... Aproveitaram bastante.

-Bom crianças, agora que nós vimos uma grande parte das coisas interessantes que tinha no passeio, vocês estão livres para andarem por aí, ok? Mas não é pra ultrapassar as faixas amarelas, podem acabar se perdendo e encontrar animais selvagens na pequena floresta daqui... E voltem daqui a trinta minutos para a hora do lanche!

Todas as crianças começaram a correr se dispersando pelo parque.

Murasakibara andou até um quiosque que havia por ali e pegou o telefone no orelhão e Himuro foi atrás dele.

-Telefonista, telefonista, eu quero falar com a minha mãe! –Disse Murasakibara falando no telefone.

-Oe, Atsushi, o que está fazendo? Vamos brincar com o pessoal... –Disse o moreninho.

-Peraí Murocchin, to tentando falar com a minha mãe...

“Boa tarde”

-Telefonista! Eu quero falar com a minha mãe...

“Diga o número do destinatário por favor?”

-Desti-o quê? Não moça, é a minha mãe...

-Atsushi solta esse telefone... –Disse Himuro tentando fazer o amigo mudar de ideia.

-Peraí Muro-chin... Oh moça, passa logo pra minha mãe!? –O arroxeado já estava ficando irritado.

“Preciso saber o número da sua mãe pra fazer a transferência, senhor”

Murasakibara tira o telefone da orelha e olha para o Himuro que estava do seu lado.

-A moça tá me chamando de “Senhor”... Muro-chin acha que eu tenho cara de velho?

Himuro põe as pequenas mãos no rosto e diz:

-Atsushi, solta logo esse telefone e vamos brincar... Daqui a pouco é hora de tomar o lanche.

-Mas eu quero ir embora logo, quero a minha mãe... –Ele põe o telefone novamente na orelha. -Oh telefonista, já conseguiu ligar pra minha mãe!?

“Mas senhor...”

Himuro pega o telefone da mão do arroxeado e põe de volta no orelhão.

-Muro-chin! –Reclama.

-Vamos logo Atsushi, daqui a pouco a gente vai comer... E eu deixo você comer todos os meus doces.

-Ohh, doces!

-Pois é, doces... Ei, espere aí. –Himuro se aproxima de Murasakibara e vê que a chuchinha que o outro usava estava desamarrando. O moreno amarra ela de volta na mexa do cabelo do arroxeado. –Pronto... Estava soltando.

-Ah... Obrigado... Tá, vamos lá. –Murasakibara correu em direção ao parquinho.

-Vamos!

E os dois saíram do quiosque em direção ao parque onde estavam as outras crianças.

-ACHEI MAIS UMA!!!

-HAAAAAAAAAAAAAA!!!

-E EU, OUTRA!

-KYYAAAAAAAAAAHHH!!!

Aomine e Kagami estavam procurando insetos, besouros e minhocas, fazendo uma competição entre si para verem quem achava mais. E a cada vez que Aomine ou Kagami puxava uma minhoca na terra, Kise soltava um grito agudo de puro pavor.

-Kise-kun, vou ficar surdo... –Dizia Kuroko que estava sentado ao seu lado sendo estrangulado pelos braços do loirinho que o agarrava de medo.

-D-desculpa Kurokocchi, é que eu morro de medo dessas coisas, HAAAAAAAAA OLHA O TAMANHO DAQUILO!

-YEAAAH, ACHEI UM GRILO! –Gritou Kagami, levantando o inseto e pôs dentro do potinho.

-Espere aí que eu vou achar uma coisa bem mais da hora que isso aí! –Aomine estava com o braço enfiado num buraco de terra a procura de mais insetos.

-Vocês deveriam brincar de alguma coisa que eu e o Kurokocchi possa brincar também! –Kise gritou com pura birra em suas palavras.

-Kise, você é muito chato! –Disse Aomine.

-Você também Aominecchi! –O loirinho mostra a língua.

-As vezes eu acho que um dia, o Kise-kun e o Aomine-kun vão se casar... –Disse Kuroko calmamente em seu lugar.

-SE CASAR???

-EU E O AOMINECCHI???

E as duas crianças, como de costumes ao escutarem essa palavra, fizeram um “BLEEEERRRGH~” fingindo vomitar.

Não muito longe da onde os meninos catadores de insetos estavam, Midorima e Takao andavam pela pequena trilha. Takao caminhava a contra gosto, já que queria ficar brincando com as outras crianças, mas Midorima estava mais interessado em pesquisar mais sobre a pequena floresta.

-Shin-chan, Shin-chan, vamos brincar, vamos! –Falava o moreninho puxando a camiseta do outro.

-Takao, para de me encher! Por que você não vai, eim? –O esverdeado tentava ignorar o seu amigo, mas era difícil.

-Eu não quero ir sem você! Vai, vamos...

-Me deixa em paz!

Takao faz biquinho e continua a seguir o esverdeado, tentando não fazer muito barulho. Midorima observava as plantas e as formigas que faziam filas em direção ao formigueiro. Ele achava tudo aquilo um tanto curioso e interessantes. Enquanto para Takao, tudo aquilo era chato!

-UOOOH, SHIN-CHAN! –Grita Takao, correndo para uma direção ao contrária de Midorima.

-Takao, fica quieto! –O esverdeado reclama, olhando para o moreno que corria para um certo lugar.

Midorima seguiu o amigo que não havia ido muito longe. Ele estava parado em frente a uma pedra que indicava uma coisa.

-O que está escrito aqui? –Perguntou o pequenino.

-Hmmm... Calmaí, vou tentar ler... –Midorima se agacha e estreita os olhos, ajeitando os óculos, tentando ler. –Águas.. ter-termias... Águas termias á duzentos me... métros a direi...ta... –Com um pouco de esforço o garoto conseguiu ler.

-ÁGUAS TERMAIS! Shin-chan, vamo!? –Disse alegremente.

-Ir nas águas termais? Agora? Eu não! –Midorima dá meia volta.

-Shin-chaaan, para de ser chato! Vamo, vamo, vamo!

-Takao!

-Vamos tomar banho juntos!

E de repente, o rostinho redondo do dono de cabelos negros mostrou-se um pouco ruborizado e olhos brilhantes. Parecia que Takao realmente queria aquilo, sabe-se lá o que se passava na cabeça daquela criança de sete anos.

E Midorima as vezes, com o que aquele Takao fazia, achava ele um tanto peculiar...

-Takao... Você é estranho... –E disse, o encarando com uma gota descendo pelo canto da testa, meio assustado.

E alguns minutos mais tarde, quando a brincadeira estava no auge, quando a competição em pegar insetos estava acirradas, quando os gritos afeminados de desesperos estavam quase cessando graças a própria garganta que não aguentava mais, quando as ligações para a mãe foram deixadas de lado graças aos doces, quando o desejo de ir as termas com o amigo estava sendo cobiçado, a professor em frente ao ônibus, grita em plenos pulmões, chamando todas as pestinhas para voltarem ao transporte e ir direto para a escolinha.

Todas voltaram, nenhum ficou de fora. Entraram no ônibus cansadas, sujas e de barrigas cheias. Continuaram a gritar e a cantarem músicas sem sentido no ônibus. Conversaram e conversaram. Bateram papo e dividiram guloseimas. Olharam para as janelas, gritavam para as pessoas que viam andarem pelas calçadas das ruas da cidade, botavam a cabeça pra fora não tendo medo de perdê-las, cuspiam pela janela, eram os capetas.

Capetas esses que aos poucos foram sumindo, sendo convertidos pelos anjinhos que todos conhecem e amam, assim quando o cansaço chegou, quando o sono chegou. Todos dormiram.

Dormiram no ônibus...

De volta para a escolinha...

Notas finais
Gostou? Gostou.
Não gostou? Não gostou.
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Me ajuda demais da conta :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!