Pasión|Prohibida A Força Do Destino
9 --Me Quitas El Dolor--Salvame De Este Juego
Notas iniciais
"Y Entonces,El Destino
Quiere Jugar Com Mi Vida.
Y Que Puedo Hacer?
Como Puedo Luchar Contra Esta Obsesión?"
~~>Maria Santillana
Ao chegar em casa,Maria entra na casa consolando Sônia.
Arthur viu como as duas estavam sensíveis e abaladas,ele sabia a hora de agir.
—Vocês querem que eu fique aqui?(disse Arthur olhando para Sônia)
Quando a mesma ia responder,Maria entra na frente.
—Não obrigada!(pálida)você já fez muito Arthur!É melhor você ir,queremos ficar sozinhas.(Maria)
—Qualquer coisa Maria!Qualquer coisa você pode contar comigo!Você e você também Sônia!Até mais.
Sônia balança a cabeça,e Arthur se retira Dalí.
Maria e Sônia estavam do lado do sofá.
Sônia olhava cada canto da casa em silêncio.
Maria tocou em seu ombro dizendo em que ela pensava.
Sônia ao olhar para um lustre,relembra momentos ao lado de Augusto.
Quando eles se casaram e quando ela entrou pela primeira vez naquela casa.
Maria carícia os cabelos de sua mãe e a chama para subir.
Elas se dão a mão e Maria a ajuda subir as escadas.
Maria leva Sônia Até seu quarto,e aí se deita.
Sônia diz que quer ficar sozinha,mais Maria não permite e se deita abraçando sua mãe.
As duas pegam no sono.
Arthur entra em sua casa e é recepcionado por Constância.A mesma pergunta porque ele estava tão eufórico,ele responde que tudo está conspirando à seu favor,em seguida ele sobe as escadas e dizendo a Constância para lhe prepará um café bem forte.
Um pouco mais tarde em seu escritorio.Arthur chama Constância.
—Aconteceu alguma coisa enquanto estive fora?(olhando alguns paséis)
Constância formal responde.
—Sim Senhor!Seu sobrinho ligou para casa procurando o senhor,disse que precisava urgentemente falar com o senhor.
Arthur diz que mais tarde irá retornar a ligaçao,e pede para se retirar.
Em seguida ele se levanta da poltrona e pega o celular e faz uma ligaçao.
Ligaçao On:
—Como foi tudo?(Arthur)
—Está tudo pronto Arthur!Quando você quiser pode prosseguir com o plano.
—Aih que ótimo!(suspirando aliviado)Mais vou esperar só um pouco!Vou dar uma única chance a Maria.(Arthur estava sério)
Ligação Off.
Já era noite.
Maria acorda um pouco sonolenta e vê sua mãe ainda dormindo,carícia seu rosto e a cobre com uma coberta,depois sai lentamente depois de apagar a luz.
Maria desce correndo as escadas e pega o telefone e liga para Beto.
Ligação On:
—Beto!Sou eu Maria(indo para a sala de start)
—Oi Maria.Desculpa não ter te ligado,eu ia tomar um banho e ia imediatamente pra sua casa.(Beto)
—Aih Beto!A empregada disse que não pararam de ligar aqui pra casa!Amigos do papai!Lamentando(triste)
—Já resolvi tudo Maria!Amanhã o velório será aí na casa,como sua mãe quis.(sentado na cama)Como está a Sônia?(Beto)
Maria caminha pela sala e diz que sua mãe acabou de pegar no sono.
Beto diz que no que elas precisarem,ele estará lá pra ajudar.
Maria agradeçe pela amizade de Beto.
Ligação Off.
Beto continua no mesmo lugar,com os olhos fechados,pensando.
Seus pensamentos estavam em sua voz.
—Ele sabia que eu amava a Sônia!Nunca me disse nada!(pensativo)Porque Augusto?Porque?(Beto procurava respostas).
Maria coloca o telefone no lugar,e sobe as escadas,em meio a ela,Maria para e olha para baixo.Ela pensou em voz alta.
—Aih papai!(Chorando)Porque teve que ser assim?Porque?(Maria estava sensível)
Mal sabia ela que o sofrimento estava mal começando.
Em seguida segurando no corrimão,sobe para o seu quarto e tenta dormir.
Horas mais tarde,o dia já havia amanhecido.
Arthur já estava de pé com seu terno preto,ele estava na mesa no jardim,tomando seu café.
Constância,enquanto o servia comentava sobre o ocorrido.
—Agora a senhorita Maria deve estar inconsolável não é mesmo senhor?(sorrindo)
Arthur entende o que ela quis dizer e começa a rir sarcástico.
—Aih Constância!Eu adoro esse seu humor sabia!(Tomando café)Eu vou tratar de consolar a pobre Maria!Ha hah hah!
Na Casa Santillana.
Maria já estava de pé,ela usava blusa e calça combinando,toda de preto.Por cima de sua blusa havia uma simples renda consigo levava um óculos.
Sônia estava sentada na cama,ela vestia um vestido preto até o joelho,e um chapéu também preto.
Em suas mãos,ela segurava um lenço.
Horas depois,o corpo já haviam levado o corpo,e nesse momento rm que chegaram já haviam algumas pessoas mais próximas de Sônia e de Augusto.
Sônia quis um momento mais reservado,somente para a família e amigos mais próximos.
Beto chega de terno preto,lentamente caminha comprimentando algumas pessoas.
Depois ele segue em direto a Sônia,que estava sentada perto do caixão.
Ele se senta perto dela e segura sua mão.
Maria tocava no caixão,chorando,ela estava arrasada.
Ela tentava ser forte,mais estava sendo impossível.
Arthur chega na casa,também é comprimenta alguns e olha para Maria de longe.
Algumas pessoas a todo instante se aproximavam de Sônia e de Maria dando_lhes os pêsames.
Foram horas cansativas e muito triste.
Depois já era a hora do enterro.
Maria estava do lado de Sônia,caminhando até o cemitério.
Até chegar no local.
Beto e Arthur vinham atrás.
Chegou a hora de enterrar Augusto,e assim foi depois de uma pequena oração.
Maria foi a primeira a jogar uma rosa branca em sinal de paz,depois Sônia,e em seguida os outros que alí estavam.
Ao sair dali,Beto recebe uma ligaçao,mais não atende,em seguida o celular toca de novo e ele resolve atender,enquanto as pessoas caminham para fora do cemitério.
Ligação On:
—José!O que houve?Estou no enterro do Augusto!(Beto)
—Desculpa Beto,mais soube de algo que não posso esconder.
—Soube do que?É tão urgente assim?(Pergunta Beto)
—Você não tem nem idéia,Beto.Antes de falar com a Senhora Sônia,tenho que falar com você.O Augusto mudou o testamento dele,um dia antes de fazer aquela viagem com o Arthur.
—Oque?Como assim mudou?(Beto se assusta)
Em seguida Beto diz que irá procurá_lo depois e desliga.
Ligaçao Off.
Beto fica pensativo e curioso pra saber sobre isso.
Sônia e Maria vão para casa acompanhadas por Arthur e Beto.
Sônia agradece aos dois e sobe para o quarto.
Beto pede um pouco da atenção de Maria.
A mesma,pede para ele a esperar no escritório de seu pai.
Mais antes Maria queria esclarecer algumas coisas com Arthur.
—Sabe Arthur!Eu tenho que te agradecer por tudo que você fez por mim e por minha mãe.Mais(sendo direta)acho que temos cortar essa intimidade.
Maria colocou suas mãos sobre a boca,e depois Arthur tentou outra vez fazer o seu teatro.
—Maria!(a olhava)você precisa de um tempo pra pensar!Eu escutei o que você disse pro Augusto no leito de morte!(Arthur)
—Eu não sei o que me deu Arthur!Só sei que esse foi o último pedido de meu pai(direta)mais não pense você que eu vou fazer isso!Aliás,eu nem sei de nada!Não tenho cabeça pra pensar em nada agora.(Maria)
Maria caminha até a porta e a abre para o Arthur,pedindo_lhe que se retire,a mesma olha para o chão,enquanto lentamente Arthur sai a olhando.
Em seguida,ela fecha a porta e vai para o escritório.
Já lá,ela tranca a porta.
—O que você quer me dizer com tanta urgência Beto?(com o semblante pálido)
—No caminho Maria,eu recebi uma ligaçao!Uma ligaçao do tabelião de confiança do Augusto.Ele me disse que faz alguns dias,mais ou menos um dia antes da viagem,ele...
—Ele oque?(preocupada)O que meu pai fez Beto?(Maria)
Beto não sabia ao certo,mais achou melhor falar o quanto antes com Maria,pois Sônia não estava em condições.
—O Augusto modificou o testamento dele.Ainda não Sei o que ele acrescentou ou o que ele retirou.Ele tem urgência em falar com vocês,junto do advogado da família,para ler o testamento.(Beto)
—Beto!Nem eu e nem minha mãe temos condições de ouvir leitura de testamento(tentando ser clara e objetiva)
—Eu sei Maria.(a olhando)mais você sabe o que já havia te dito!Você sabe o estado que está a empresa Maria!
Maria andava de um lado pro outro com as mãos sobre a cabeça,era como se toda a carga da empresa caísse em seus ombros.A mesma dizia que não sabia o que fazer.Ela estava nervosa.
—Não quero te preocupar Maria!(segurando sua mão)Você sabe que pode contar comigo em relação a tudo!Vou ver o que posso fazer com a empresa.
—Beto!Beto!Eu sei a situação da empresa,mais por favor,por favor entenda minha dor!Não quero falar sobre a empresa.(Maria)
Beto a abraça e diz que ela tem razão.
Depois ele se despede e sai da casa.
Maria olha para todo o escritório,e se senta na poltrona em que seu pai sempre sentava.
Em pensamentos altos ela disse com os olhos fechados.
—Preciso ter forças!Por mim e por minha mãe!(com as mãos sobre a mesa)A família Santillana está caindo!Mais eu juro que vou erguer novamente essa empresa!eu juro(abrindo os olhos).
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