Parte de mim
3 As primeiras impressões
Notas iniciais
Por Annie: Acordei muito cedo, logo fiz minha higiene e corri para tomar café, poxa estou bem atrasada.
—Annie: Vamos pai! Depressa... -digo bem apressada.
—Charlie: Calma filha, a escola não vai sair andando.
—Annie: Mais estou atrasada, então se apresse logo... -digo preocupada.
—Charlie: Está bem, vamos apressadinha...
Assim fomos saindo, rumo ao colégio novo, depois de alguns minutos finalmente chegamos e olha só o nome desse lugar “Colégio Particular e Integral de Phoenix”, logo na entrada do presídio, assim dizendo, saquei que seria bem chato. Com isso, desci do carro e me despedi de meu pai, e parti para a forca, mais o estranho e que o pessoal daqui parece nunca ter visto gente.
—Annie: Agora estou perdida! Era só o que faltava... -digo confusa.
Dirrepente senti algo cutucando as minhas costas, quando me virei, dei de cara com um garoto...
—Eric: Oi, você é a garota nova não é? Perdão pela intromissão, meu nome é Eric Yorkie, sou os olhos e os ouvidos desse terrível lugar. -diz ele, empolgado.
—Annie: Oi, sou Annie, eu estava precisando mesmo, estou perdidona aqui.
—Eric: Então você está com o cara certo, vamos, eu lhe mostrarei á sua sala nova amiga.
Saímos e logo chegamos em sala, ele foi um perfeito cavalheiro, gostei da recepção, o professor já havia me reservado um lugar.
Por Edward: Já acordei atrasado, o banho que tomei foi àquele bem popular, o famoso “banho de gato”, fiz minha higiene bucal ás pressas, enquanto Alice, já estava se irritando com a minha demora.
—Alice: Edward termina rápido, já estamos bem atrasados, principalmente eu, porque já esta quase no horário de entrar na faculdade. -diz ela preocupada.
—Edward: Vamos Alice, pois, não quero demorar no colégio... -digo já saindo do quarto.
—Alice: Vai fugir?-pergunta já preocupada.
—Edward: Não, falei só para ver sua reação... -digo rindo.
—Alice: Eita irmão você é demais!-diz ela, rindo e colocando suas Mãos em meus ombros.
—Edward: Sei disso... -digo já me gabando.
Logo saímos, depois de tanto chão finalmente chegamos ao colégio, sai do carro tão apressado que nem me despedi de Alice, quando entrei no colégio puxei carreira para ver se chegava á tempo, mais entrei tão desgovernado na sala que todos juravam ter sido um furacão invadindo a sala. Depois dessa lá se vem o professor James encher meu saco.
—Prof. James: Edward, se isso acontecer novamente, você será expulso da sala, está me ouvindo?-diz ele todo sério.
—Edward: Você manda nessa joça?-pergunto já desafiando o professor.
—Prof. James: Claro que não, é só um aviso. -responde todo desconfiado.
—Edward: Olha pra minha cara professorzinho! Se liga meu velho, o único que pode me expulsar e o gestor, e você não manda em nada aqui, não passa de um Zé ruela. -digo ironizando.
Com isso, o professor foi se afastando de perto de mim e logo se dirigiu para frente da classe.
Por Annie: Nossa que troglodita, tratou o professor como se fosse lixo, nem sei por que o professor não meteu uma bicuda nele, e o pior e que esse garoto é o mesmo que vi na avenida, ele é o moleque de rua, eu sabia que ele era um sem futuro, só porque é riquinho quer da um de autoridade, vê se pode uma carniça dessa.
—Ângela: Liga não, o Edward sempre quer dá um de gostoso, sendo que só o que ganha com isso é a renuncia das pessoas. -diz ela franzindo a testa.
Nem tinha me dirigido á ela, até que no começo quis chamá-la de enxerida, só que ela estava certa, esse bobão só saberá das conseqüências no dia quebrar a cara.
—Annie: Oi, sou Annie, qual é o seu nome?-pergunto curiosa.
—Ângela: Sou Ângela, prazer em conhecê-la!-diz ela toda animada.
—Annie: Gostei de sua atitude...
—Ângela: Obrigada...
Nem percebi quando trocou de aula e logo a professora veio e...
—Prof. Mary: Só para ver se estavam prestando atenção, citem uma frase do livro bazar do folclore, e não venham me dizer que não sabem por que citei vários nesse minuto. -diz ela toda séria.
Antes que Ângela disse-se que não sabia, levantei a mão e fui logo dizendo, claro que fiz questão de olhar pro focinho de Edward.
—Annie: “Quem quer ser mais do que é, acaba ficando pior do que está”. -digo ironizando.
Nisso, a professora retornou para frente da classe.
Por Edward: Será que estou maluco ou aquela garota da avenida está estudando comigo? E o pior é que aquela indireta que ela jogou parece que foi pra mim, vejo que terei problemas com ela. Será que ela prestou atenção no que falei para James? Ela deve ter achado irado, pelo jeito dela deve ter gostado....graças á Deus que agora liberaram para o salão de lanche, “COMER”, essa é a minha praia, lá vem o Jacob todo sorridente.
—Jacob: Mano adivinha quem eu vi... -diz ele todo se achando
—Edward: O que viste amigo? Não vai me dizer que você andou escondido no banheiro feminino outra vez... — digo surpreso
—Jacob: Não! Isso foi ontem, mais voltando ao que interessa, eu vi a gatinha da avenida... -diz ele com um sorriso de ponta a ponta no rosto.
—Edward: E eu com isso?
—Jacob: É... Não sei você, mais acho que vou tentar a sorte com ela... -diz todo esperançoso.
—Edward: Se ela te querer vai ser um milagre, ela tem um jeito estranho...-digo ironizando.
—Jacob: Isso não é nada! Com o meu charme ela já esta no papo, vou saindo agora... — diz se achando.
—Edward: Vai garanhão... — digo rindo.
Não sei por que, mais acho o Jacob um indiota quando o assunto é “garotas”, Annie esta ali com Ângela, em vez e quando ela dá uma escapadinha e olha pra mim, estranho isso.
Por Annie: Olha que indiota, não para de ficar me olhando, esta parecendo uma pedra e é isso que dá a pessoa ser tão ignorante com os outros, acaba sozinho e com ninguém, dá até pena de uma pessoa dessa.
—Ângela: Annie porque você olha tanto pro verme?-pergunta curiosa.
—Annie: Sei lá! Imbecil do jeito que ele é dá para notar de longe... -digo sendo sacartica.
—Ângela: Não olha muito não, porque Victória não iria gostar disso... -diz ela sendo medrosa.
—Annie: Victória?
—Ângela: É ela é louca pelo Edward, sabe por que né?
—Annie: Não!
—Ângela: Ele é rico e de boa família, quem não queria um partidão desses?-pergunta toda esperançosa.
—Annie: Eu! Ser fascinada por uma pessoa que além de mal-educado quer dá um de tal só porque é rico, eca... -digo com nojo.
—Ângela: Verdade... -diz sem graça.
Estou vendo que a Ângela é meio bobinha quando o assunto é gostar ou não de alguém, vou ter que dá umas aulinhas pra ela. Graças á Deus que terminou as aulas.
Por Edward: Acaba as aulas e Annie já sai na frente com Ângela, linda esta menina, parece um anjinho, mais garotas assim costumam brincar com os sentimentos da gente, agora Victória é outro caso, ela é bonita, só que ela só se interessa em boa família, sabe como é né.
—Victória: Edward, á quanto tempo... -diz sorrindo sinicamente.
—Edward: É né... -digo sem ânimo.
—Victória: Você está lindo, como sempre é claro... -diz toda querendo ser.
—Edward: É, legal né... -digo sem ânimo e passando a mão na cabeça.
—Victória: Se não for incômodo, eu queria chamar você pra dá um rolé comigo hoje á noite, topa?
Eu não estava com ânimo, mais para não fazer desfeita...
—Edward: Vamos, é claro que sim... -digo fazendo uma careta de “não tô afim”.
—Victória: Fechado então! Você me pega ás 19 horas.
Assenti com a cabeça e dei um sorriso meio que forçado, eu não queria sair hoje, só que se é o jeito fazer o que né, acabei de entrar no carro rumo á toca do leão “Minha casa”.
Por Annie: Cheguei em casa e dei de cara com meu pai dodói, ele estava com febre, dei um remedinho para ele e subi para o quarto pra tomar banho, assim que terminei me vesti e desci para fazer minha refeição e logo escutei alguém batendo na porta, assim que atendi dei de cara com a Ângela...
—Annie: O que foi? Aconteceu alguma coisa?-pergunto já preocupada.
—Ângela: Eu vim te chamar pra sair comigo, dá uma voltinha pela cidade... -diz ela toda ansiosa.
—Annie: Agora?
—Ângela: É!
Olhei para meu pai no sofá, fiquei com pena de deixá-lo sozinho naquele estado, pensei e...
—Annie: Melhor não, meu pai esta muito doente e. — digo não conseguindo terminar o que eu iria falar.
—Charlie: Que é isso filha! Saia vai se divertir, além do mais estou melhor minha linda... -diz ele todo sorridente.
—Annie: Sei não pai, você tá com cara de que precisa de uma babá... -digo ironizando.
—Charlie: E eu lá preciso trocar fraudas, vá logo... -diz ele rindo da minha cara.
—Annie: Aaaaaaaa esta bem... -digo guiando meu pai até o sofá.
Depois que me pai insistiu para que eu saí-se com Ângela, fui logo o conduzindo até o sofá, assim que o deixei acomodado, fui dá uma voltinha com Ângela, andamos e andamos até que entramos em um restaurante chick, Ângela que escolheu, eu queria ter ido para a lanchonete aqui perto, só que Ângela se fissurou nesse restaurante, ai tive que aceitar né.
—Garçom: O que desejam senhoritas?
—Ângela: Lagosta e um pouquinho de salada.
—Garçom: E a senhorita?
—Annie: O mesmo.
Logo nos serviram e nos deliciamos.
Por Edward: Cheguei em casa e nem tive descanso, corri para o banheiro e tomei banho pra tirar a murraça do corpo que estava de matar, logo sai do banho e fui me vestir, ao terminar logo desci...
—Emmett: Aonde vai cinderela, você está cheiroso, vai namorar?Pergunta sendo irônico e ao mesmo tempo sacartico.
—Edward: Não é da sua conta... -digo já me irritando.
—Carlisle: Você não tem vergonha de falar assim com seu irmão?-Pergunta franzindo a testa.
—Edward: Não! E não venha encher meu saco... -digo já me direcionando até a porta.
Logo chega Esme...
—Esme: Filho!-diz exaltada.
—Carlisle: Ou você muda sua atitude, ou te mando pra um colégio interno moleque... -diz zangado.
—Edward: Manda! É assim que resolve tudo mesmo... -falo desafiando.
Nisso Carlisle ficou me encarando, e eu não fiquei atrás, também fiquei o encarando por uns minutos, assim que virei às costas, Emmett pegou no meu ombro e...
—Edward: Solte meu ombro, ou vai sofrer as conseqüências... -digo olhando de ponta de olho e irado.
Fiz cara feia para Emmett e ele se afastou, nisso fui saindo em direção ao meu carro, entrei nele e logo dei partida, e zarpei rumo á casa de Victória. Chegando lá, peguei-a e á levei no restaurante mais próximo, chegando lá escolhi á melhor mesa e o melhor vinho da casa, e é claro fizemos os pedidos.
—Edward: Garçom quero o melhor vinho, e traga para nós estrogonofe de frango á passarinho.
—Garçom: Sim senhor.
Fiquei fissurado no que ocorreu em casa.
Por Annie: Não demorou muito para ocorrer algo, assim que fixei meu olhar para frente dei de cara com ele, “Edward”, o próprio, até parece que esse garoto está me seguindo, aonde vou ele vai, nosso muito estranho esse garoto.
—Ângela: Amiga, olha quem está ali... -diz ela apontando para o merda do Edward.
—Annie: Quem seria?- digo fingindo não ter visto nada.
—Ângela: Edward e a cobra da Victória... E estão juntos!-diz ela ironizando e esticando o pescoço para vigiar os dois.
—Annie: Idai?-pergunto sem me importar com o que ela disse.
—Ângela: Ai Annie, você parece que nem liga para fofocas! Se eles estão juntos é porque está rolando um clima entre eles... -diz ela bebendo o resto do suco que estava em seu copo, e é claro, vigiando os pombinhos.
—Annie: é né... -falo ironizando e revirando os olhos para ver como os pombinhos estavam.
—Ângela: Annie é impressão minha ou Edward Cullen está de olho em você... –diz ela desconfiada.
Realmente Ângela estava certa, Edward estava olhando tanto pra mim que parecia que seus olhos iam espocar pra fora, ele parava olhando em nossa direção, então olhei para baixo pra tentar disfarçar, mais parece que quanto mais ele olha mais eu me entrego á pequenos olhares.
Só que não demorou muito para Victória perceber...
—Ângela: xiiiiii amiga, a bruxa percebeu... –diz ela olhando para os lados como se nada estivesse acontecendo.
—Annie: Idai Ângela? Nem ligo para esse garoto... –falo preocupada, já que a culpa toda é desse garoto chato.
É me ferrei, dá raiva porque á culpa toda é desse garoto inútil.
Por Edward: Dei sorte, olha quem esta ali, “Annie”, parece que o destino teima em nos unir.
—Victória: O que tanto olha?-ela pergunta toda desconfiada.
—Edward: Nada... –digo completamente longe dali.
Parece que quando á vejo, todos os problemas se afastam, e o pior é que a Victória já percebeu.
—Victória: O que essa recalcada faz aqui?-pergunta ela já se irritando.
—Edward: Victória! Você não vai fazer um escândalo, por favor... –falo tentando acalmar a escandalosa.
—Victória: Não! Não sou da laia dela, vamos embora... Agora... –fala ironizando e fazendo charme.
Tive que levar essa garota mimada pra casa, se não eu acabaria morrendo de vergonha, mais parte meu coração deixar de admirar aquela menina, que parece mais um anjo.
—Victória: Vamos logo garoto! E pare de babar por aquela desclassificada... –diz ela morrendo de raiva e se mordendo de ciúmes.
Fui saindo, mais não deixei de encarar a Annie, demorou mais deixei a vick em casa, depois fui embora fingindo ir pra casa, mais quando virei à esquina fui direto para o restaurante, galera tô voltando pra vê aquela maravilha de garota.
—Edward: Será que ela ainda se encontra no restaurante?
Por Annie: Que sorte ele já foi embora, mais fiquei com vergonha, pois, ele não parou de me encarar durante á sua saída, e o pior é que a Victória e Ângela perceberam tudo.
—Ângela: É amiga, agora tô sacando tudo... Ele gosta de você... –diz ela espantada com a discoberta.
—Annie: Isso é farça, esse garoto só faz isso pra depois se aproveitar de nossa inocência... –digo com voz baixa e olhando nos olhos de Ângela.
—Ângela: Nossa?-pergunta ela sacaneando com a minha cara e rindo bastante.
—Annie: Claro! O que fazer comigo, pode usar contra você... –digo franzindo a testa e séria.
—Ângela: Nada haver Annie... –diz ela rindo e passando as mãos nos cabelos.
Mal fechei á boca e o traste entrou no restaurante novamente, olhando e olhando, tive até vergonha. Como esse “Moleque de rua” se atreve a ficar me encarando assim? Odeio isso.
Por Edward: Sim! Deu tempo, ela está ali, mas, já sei o que fazer para que preste atenção em mim sei que o tempo todo tenta resistir.
—Edward: Garçom! Por favor... –chamo alto e claro.
—Garçom: Sim o que deseja?
—Edward: Você poderia colocar esta música para mim?- pergunto
—Garçom: Claro senhor, espere um minuto... –diz ele esquecendo da letra da música.
Vamos ver se depois dessa ela irá me regeitar, eu acho difícil ela me querer porque ela parece ser dura na queda.
—Garçom: Mais senhor, qual o nome da música mesmo?
—Edward: “Let her go” e pra não ter erro, quem canta é Jasmine Thompson.
—Garçom: Esta bem senhor.
A música rola, e enquanto isso, encaro ela profudamente.
Por Annie: Que música linda, que pena que não irei ficar mais , eu queria pegar o nome dessa música, e o pior é que se eu não for embora é bem capaz eu morrer de tédio, tudo culpa daquele traste.
—Ângela: Annie vamos?-pergunta ela já se levantando.
—Annie: Vamos...affs...tô pra não aguentar ficar aqui...-digo suspirando fundo.
É gente estou irritada, não entendo essa irritação que estou sentindo, o que será esse sentimento que sinto aqui dentro, me levantei da cadeira e andei em direção á saída, nem olhei para trás para não dar o gostinho para esse inútil, entrei no carro com Ângela e acabei indo embora.
—Ângela: Tudo bem amiga? Parece deprimida...-pergunta ela meio preucupada.
—Annie: Que nada, estou ótima... -digo franzindo a testa e olhando para Ângela.
E partimos sem olhar para trás.
Por Edward: Não acredito que não deu certo, nossa como sou otário, mais a única coisa que me resta, é segui-lá e vê onde ela mora, corri e ainda tive sorte de vê-la terminando de entrar no carro de Ângela, entrei em meu carro e comecei a segui o carro dela, o bom de tudo é que não perceberam, assim que entramos na avenida já percebi onde elas iriam parar.
—Edward: Então é aqui que você mora, misteriosa Annie... –digo parando o carro perto de uma esquina, sem que elas percebe-se.
Vi ela descer, não sei porque, mais me encanta toda vez que á vejo.
Por Annie: Chegando em casa, fiquei até aliviada por esta em minha humilde residência, logo de cara, meu pai me esperava na porta, esta parecendo que prevê o futuro.
—Annie: Obrigado Ângela, adorei o passeio... –digo me virando para Ângela e sorrindo.
—Ângela: Eu sabia que você iria adorar, então, até amanhã guria, se cuida... –diz ela já entrando no carro.
—Annie: Você também, e valeu... –digo me dirigindo até a porta de casa e ficando frente á frente ao meu pai.
Nisso Ângela zarpou, e eu fiquei paradona encarando meu pai até que...
—Charlie: Parece que temos alguém mal-humorada... –diz ele sorrindo.
—Annie: Só pelo fato de um garoto ter me seguido até o restaurante, não quer dizer que estou zangada...ainda... –digo revirando os olhos e entrando em casa.
—Charlie: Seguindo? Mau chegou e já está despedaçando os corações... Essa é boa! Quem é o condenado?-diz e pergunta sendo irônico.
—Annie: Pai! –digo me direcionando até a escada.
Sorri demais, pois, ele leva tudo na brincadeira.
—Annie: É melhor eu ir tomar um banho urgente... –digo já subindo.
—Charlie: Não se preucupe filha, eu vigiarei a casa toda... –diz meu pai rindo e fazendo graça com o que eu disse.
—Annie: ahhhh pai, você é demais... –digo rindo bastante.
—Charlie: Que bom... –diz ele indo direto pro sofá.
Ao chegar em meu quarto, fui para o banheiro e tomei um banho, assim que terminei vesti meu pijama e logo deitei para dormir, logo cai no sono.
Por Edward: Vi ela sorrindo com um senhor do lado de fora, parece ser o pai dela, logo fui embora, mais o engraçado é que ela veio morar tão longe, é mais uma coisa eu garanto, o pai dela parece ser um cara legal, pra ela né, porque se ele descobrir que estou seguindo a filha dele é bem capaz deu não ver a luz do sol nunca mais. Graças á Deus estou chegando em casa, vou só estacionar o carro e...pronto...agora vou subir rápido para tomar banho, antes que minha alegria se torne raiva.
—Alice: Edward! Carlisle esta com muita raiva, nunca havia visto ele dessa forma... –diz minha mana, com cara de quem viu coisa ruim.
—Edward: Chama o preferido dele, ele vai saber acalmá-lo... –digo ironizando, eu sei que carlisle sempre preferio o Emmett.
Ao terminar a conversa, sai e fui direto para meu quarto para tomar um banho, depois que tomei a bendita chuveirada, me vesti e fui deitar para sonhar com aquele rostinho.
—Edward: Senhor, o que será que esta acontecendo comigo, que sentimento é esse, o que sinto de verdade? Abra a minha mente e ajuda-me a decifrar esse sentimento tão lindo que nasce aqui dentro. Com isso peguei no sono e adormeci.
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