Notas iniciais
Olá minhas leitoras fofas e perfeitas!!! Novo capítulo na área, não tive tempo de revisar, então, perdoem se acharem algum erro.... agora, vamos aos tópicos. 1-Queria agradecer a D.Cristina, flor, eu adorei sua recomendação, é maravilhosa. 2-Queria agradecer a vc's, minhas fofuchas, eu amo de paixão cada comentario q vc's me deixam, não estou conseguindo responder mt's deles pq estou cheia de deveres de casa e trabalhos escolares (Pra vc's verem, nem começaram direito as aulas e eu já estou sofrendo - tenham pena kkk -) Bom capitulo.....

Damon me ajudou a entrar no carro e então foi para o lado do motorista, depois de alguns minutos dirigindo ele parou em frente a uma farmácia e olhou para mim.

— Me de a receita – Pediu.

— Posso ir com você?

— Pode – Sorriu doce – Mas me dê a receita.

Entreguei a receita a ele e esperei ele sair para abrir a porta do carro, quando ele o fez tomou a minha mão e me puxou para o seu corpo, enrosquei meu braço esquerdo em sua cintura e ele passou o direito em meus ombros.

— Em que posso ajudar? – Perguntou o farmacêutico.

— Esses remédios aqui – Disse Damon mostrando a receita para ele.

O farmacêutico olhou para a receita e depois para minha mão enfaixada, sorrindo abertamente.

— É claro, não podemos deixar essa linda mulher com dor não é mesmo?

Apertei a cintura de Damon quando ele deu um passo para frente, suas ações completamente descontroladas. Damon olhou para mim por uma fração de segundos e relaxou.

O farmacêutico logo trouxe o medicamento e piscou o olho para mim, Damon cerrou punhos em minhas costa, respirando fundo peguei rapidamente o medicamento e o arrastei para o caixa.

Quando chegamos ao carro tudo já se encontrava em perfeito estado com o humor de Damon.

— Você sabe fazer curativo? – Perguntou.

— Humm não muito bem – Menti.

— Isso será um problema – Acusou com o olhar divertido.

— Não se você o resolver.

— Você quer que eu faça seus curativos?

— Bom... sim – Sorri torto.

Ele esperou o próximo sinal para me olhar e responder e então sorriu para meu total delírio.

— Você não me atrapalha.

Sorri feliz e lhe dei um selinho, que ele prolongou até uma buzina soar atrás de nós, fazendo-o em meus lábios – o sinal havia se aberto.

Alguns minutos mais tarde ele abria a porta do carro para mim e passava seu braço em meu ombro.

Ele não estava mais com o jaleco – o deixara no carro antes de entrar na farmácia – mas mesmo assim minha mente estava a mil por hora.

Eu teria problemas com isso. Sérios problemas.

Principalmente com a minha calcinha e minhas noites de sono puro.

Assim que o elevador chegou em meu andar Damon me puxou para fora e abriu a porta do apartamento para mim, me levando para o sofá.

— Vou pegar um copo com água para você tomar os remédios – Disse indo para a cozinha.

Pouco depois ele voltou com um copo com água e pegou um dos vários analgésicos da sacola e me forçou a beber.

— Está com fome? – Perguntou depois de algum tempo me olhando.

— Acho que a lasanha que Caroline fez está lá no forno – Disse me levantando.

Ele ia me fazer voltar a sentar, mas eu não tinha machucado as pernas ou algo do tipo, apenas a mão, então, fui até o forno e tirei a lasanha com a luva térmica com a mão boa e a coloquei em cima da mesa.

— Os pratos estão lá em cima – Apontei para o armário.

Ele prontamente os pegou e me ajudou a arrumar a mesa. Comemos em um silencio agradável e voltamos para a sala.

Liguei a TV e me deitei em seu colo.

— Como está a mão? – Perguntou.

— Melhor. Não sinto dor nenhuma – Ele assentiu e se aproximou tocando meus lábios em um maravilhoso início de beijo.

No começo foi difícil porque estava deitada em uma posição desconfortável, mas me levantei e sentei-me em seu colo, prendendo minha mão direita em seus cabelos e descansando a machucada em seus ombros.

Quando o beijo terminou, ele acariciou meu rosto e sorriu.

Por um momento pensei que ele fosse de mentira e quando minha consciência retornou, o abracei com toda a força, ele retribuiu me apertando mais contra si.

— Eu tive medo de você estar com ferimentos graves. Caroline não especificou muito quando disse que você tinha se machucado feio— Murmurou em meu ouvido.

— Você cuidou de mim. É isso que importa – Sussurrei beijando a curva de seu pescoço.

Um arrepio percorreu seu corpo e o fez estremecer quando beijei de novo, sorri satisfeita e lhe beijei novamente.

Continuei com meu rosto em seu pescoço e assim fiquei por um bom tempo, sua mão direita subindo e descendo por minhas costas, em um carinho bom. Às vezes eu estremecia ou me arrepiava quando sua mão tocava minha nuca, ele percebia e eu podia sentir seu sorriso satisfeito.

— Quer assistir um filme? – Perguntei.

Ele assentiu e sorriu para mim. Levantei-me e lhe entreguei a caixa de DVD’s, ele escolheu qualquer um e eu o coloquei.

—Vem aqui. –Pediu abrindo os braços.

Sentei-me em seu colo e o empurrei para trás, fazendo-o deitar no sofá e tirar seus sapatos, fiz o mesmo com os meus e deitei minha cabeça em seu peito.