Part Of Me

17 Capítulo 17


Notas iniciais
Olá lindonas. Bom, primeiramente eu queria agradecer a Caroline, muito obrigado pela recomendação, é magnífica. Obrigado tbm, pelo reviews, vocês são incríveis, me fazem sentir que tenho algo de bom para mostrar. Agora, vamos ao capítulo. Não sei se vcs vão gostar, mais eu sinceramente espero que sim.

Durante duas semanas minha vida não poderia ter sido melhor, Damon era carinhoso, gentil e dizia que me amava todos os dias. Fazíamos amor todas às noites – menos as que ele ficava de plantão – e nos entrelaçávamos mais a cada dia que passava.

Hoje nós iríamos a um almoço na casa de sua mãe, ele queria me apresentar para sua família e minha dependência por ele me impediu de negar.

Agora estava eu diante de uma enorme sala sendo alvo do olhar de todos.

— Então Elena, que faculdade cursa? – Perguntou sorridente a prima de Damon, Katherine.

— Medicina. Entrei esse ano.

— Que legal – Sorriu mais – Assim você vai poder ficar de olho no meu primo futuramente, pois eu não duvido nada que aquelas enfermeiras do hospital se jogam em cima dele.

Gargalhei junto com ela e concordei.

— Fico feliz em saber que meu filho finalmente encontrou um caminho depois de ter feito tantas coisas péssimas – Estendeu-me a mão o pai de Damon.

— Pai! –Disse Damon bravo.

— Deixe-o em paz André – Brigou Cristina baixinho.

Derrepente todos na sala ficaram em um silencio tenso, Katherine apertava minha mão com força, me segurando no sofá, Damon encarava o pai com ódio e o mesmo me olhava com pena.

Quando eu percebi que todos, menos Damon e Cristina, me fitavam, senti-me envergonhada por não fazer a mínima ideia do que Damon havia feito, o que me fazia imaginar coisas terríveis.

— Vamos, o jantar está pronto – Anunciou Cristina.

Todos se levantaram envergonhados pelo silencio e voltaram a conversar forçadamente., enquanto Damon veio até mim e me olhou com um olhar suplicante.

— O quê? Não estou entendendo nada – Disse baixinho.

— Na volta vai entender – Respondeu sério.

Ele passou seu braço em minha cintura e nos levou a sala de jantar. Quando íamos começar a comer a campainha tocou, nos interrompendo.

— Deve ser Meredith – Falou Katherine. Ela se levantou e foi correndo abrir a porta, logo voltando com Meredith em seu encalço.

Ela a apresentou a mim e então jantamos em meio a agradáveis conversas. Depois voltamos à sala e Damon foi falar com o pai em seu escritório enquanto Meredith veio falar comigo.

— É um prazer Elena – Sorriu.

— Igualmente – Sorri enlaçando nossas mãos.

Durante toda a nossa conversa ela sustentou um enorme sorriso até ela perguntar se eu era uma amiga de Damon.

— Sou namorada dele – Sorri orgulhosa.

Nesse exato momento seu sorriso morreu enquanto seu rosto ficou pálido por alguns instantes e seus lábios tremeram.

— Tudo bem com você? – Perguntei pegando em seu braço.

— Claro, claro –Respondeu. Ela puxou seu braço de minha mão e me encarou dura, antes que perguntasse algo, Damon entrou na sala como um furacão.

— Vamos Elena!

Me levantei rapidamente e dei um breve aceno a todos, ele abriu a porta pra mim e me deu passagem.

Ele saiu da casa de seus pais cantando pneu e depois de alguns quilômetros parou o carro em um acostamento e deu vários socos no volante, com os dentes trincados em pura raiva.

— O que aconteceu? – Indaguei nervosa tocando seu braço.

Sob meu toque seus músculos destencionaram e ele olhou para mim, seu olhar frio derreteu-se lentamente e após alguns instantes ele me puxou para um beijo sôfrego, onde suas mãos puxavam-me mais e mais para seu colo.

— O que aconteceu? – Perguntei desesperada enquanto ele me ajeitava em seu colo.

Ele respirou fundo, negando com a cabeça e abraçando-me forte, distribuindo beijos pelo meu pescoço, maxilar e finalmente beijando meus lábios com sofreguidão.

— Meu pai – Suspirou contra meus lábios – Disse que estou enganado você.

— E você está? – Sussurrei.

— Não – Murmurou ele fechando os olhos e me segurando com força – Omitindo talvez, mas eu não enganei você, nunca pretendi isso.

Minha posição estava desconfortável, então tentei me mexer um pouco, mas ele tomou isso como algo negativo e agarrou minha cintura me olhando com olhos desesperados. Algo ia mal.

— Não... Não...

— Não vou fugir de você – Cortei rindo baixinho – nunca, mas estou desconfortável com nossa posição.

Ele sorriu por um momento e permitiu que eu me ajeitasse em seu corpo, quando finalmente me encaixei em sua extensão, seu corpo relaxou e sua cabeça caiu em meu pescoço.

— Está melhor agora? – Perguntou sobre a minha pele.

Assenti com a cabeça e incentivei-o a continuar a falar. Seus lábios tremeram em meu pescoço e seu aperto em minha cintura se intensificou. Sua respiração era forçada em mim, sua pele quente me fazendo esquecer da situação delicada em que ele estava.

— Damon – Puxei seus cabelos com força.

Ele me fitou intensamente e então me beijou, cheio de paixão e desespero, rasgando minha blusa e desabotoando minha calça em total rompante.

— Tire os sapatos, a calça e apoie os pés no banco – Pediu inclinando o banco para trás.

Com dificuldade fiz o que ele pediu e tirei a calça, ele desabotoou e abaixou a sua e voltou a me beijar. Tirei sua jaqueta de couro e desabotoei sua camisa – me desculpando baixinho por ser desajeitada – fazendo com que ele gemesse excitado e me penetrasse um dedo.

Gemi alto me jogando com força no volante, puxei com força a sua boxer e o olhei com um olhar suplicante, ele grunhiu em resposta e tirou seu dedo trocando-o por seu membro.

— Quero você gemendo para mim amor. Bem alto, para quem passar ouvir que você é minha.

Gemi sentindo seu pau quente em mim me alargando e me impulsionei para trás, fazendo minhas costas doerem ao bater no volante e a buzina tocar estridente.

Rapidamente me joguei contra seu peito e gargalhei junto a ele. Sua boca foi de encontro a meu pescoço e mesmo rindo, ele distribuiu beijos molhados em minha pele.

Sua feição se tornou séria quando ele voltou a encarar-me e seus movimentos começaram a bombear em mim com mais força, confundindo seus suspiros satisfeitos aos meus.

Ele estocava cada vez mais fundo, me fazendo subir e descer, sentindo o carro todo balançar. Suas mãos seguraram forte minha cintura, me fazendo pairar em cima de seu pau e deslizando bem devagar da direita para a esquerda lambuzando a cabecinha.

— Você ainda vai me matar – Ofegou me forçando para baixo em um rompante.

Meu orgasmo em certo ponto escorria por seu pau, o lambuzando completamente, mas mesmo assim não parei, aproveitei a lubrificação e forcei-me ainda mais contra sua cintura, indo tão fundo que doía.

— Damon, você é todo meu. Entende? –Afirmei agarrando seus cabelos com força e ligando seu olhar ao meu.

Ele estocou mais forte ainda, murmurando várias vezes que sim e deixando seus olhos revirarem a cada ponto máximo de seu prazer. Em certo ponto seus movimentos tornaram-se descoordenados, suas pernas o ajudavam a se movimentar em mim e aos poucos fui sentindo ele se esparramar dentro de mim.

Encostei-me cautelosa no volante e recuperei a respiração enquanto Damon me encarava ofegante e satisfeito. Ele saiu de mim e me abraçou forte, enterrando seu rosto em meu peito.

— Me sinto como um viciado – Riu-se.

Suspirei e estreitei meus braços em seu pescoço.

— Não é só você –Murmurei.

Ficamos assim por alguns minutos até eu decidir sair de seu colo e vestir minha calça, quando alcancei minha blusa fiquei mortificada, pois ela agora ela mais parecia um pedaço de pano velho do que algo decente a se vestir.

Estava rasgada dos seios até o umbigo e com uma manga maior que a outra. Como diabos ele fizera isso?

Damon riu prazeroso e se vestiu.

— Minha camisa também está estragada – Disse divertido.

— Mas você pode deixá-la de qualquer jeito que não vai ficar vulgar, vai ficar ainda mais gostoso! Mas se eu sair com isso — Apontei para a blusa — Vou ser uma vadia.

— Então você me acha gostoso? – Levantou a sobrancelha enquanto se aproximava.

— Isso é sério Damon! – O empurrei depois de lhe dar um selinho.

Ele riu e deu partida, ficando o caminho todo em um silencio divertido. Ao chegarmos ao meu prédio suspirei antes de sair do carro e logo que saio gemi em frustração pois antes que eu pudesse tampar-me com os braços um grupo de adolescentes passa na calçada.

— E ai gostosa! – Grita um deles.

— Saúde hein! – Replica outro.

Damon olha furioso e estica ainda mais o braço para que eu pegue sua jaqueta.

— Eu disse para você vesti-la no carro – Acusa.

— Desculpe – Sussurrei.

—Não quer dar uma voltinha pra gente avalia o material completo? – Grita novamente o garoto já a alguns metros de distância.

Damon avança contra ele e lhe dá um murro, logo sendo contido pelos outros garotos.

— Da próxima vez eu quebro você moleque – Ameaçou.

Os outros amigos o ajudam a levantar e rapidamente o arrastam para longe.

— Não era para tanto Damon– Briguei quando já estávamos no elevador.

Ele prensou-me na parede e murmurou sedutor:

— Ninguém que mexe com a minha mulher sai ileso.

Sorri ao ouvir o "minha mulher" e acariciei seu peito desnudo e lhe dei um selinho, indo para seu pescoço e o mordiscando também. Suas mãos fortes fincaram-se em minha cintura e pressionaram seu quadril contra mim, roçando sua calça já apertada em mim.

O grande problema foi que em tal momento o elevador se abriu, deixando-nos completamente sem jeito. Damon inverteu nossas posições e abraçou minha cintura. Sua excitação diminuiu um pouco ao ver duas senhoras entrarem o que fez com que eu gargalhasse baixinho e provocou-lhe uma crise de risos que ele abafou em meu ombro.

Querendo o provocar me esfreguei contra ele que gemeu em resposta e friccionou seu pau ainda mais em mim. As senhoras nos encararam curiosas e Damon sorriu normalmente as cumprimentando.

Ri baixinho quando elas voltaram a fitar as portas do elevador e me esfreguei novamente nele, que mordeu forte meu pescoço e empurrou-se contra mim.

Pelo espelho do elevador pude ver sua agonia e me senti ainda mais molhada, quando ele estocou novamente em mim e achou meus olhos no espelho do elevador pude sentir algo em meu estômago revirar-se. Era ele. Meu Damon. E o queria tanto.

Seus olhos se tornaram desesperados e ele segurou minha cintura com força, se contendo com um gemido abafado e me fazendo rebolar contra sua calça. Felizmente o elevador chegou, mas as duas senhoras moravam no mesmo andar que eu, então andamos grudados quase, o que atraiu o olhar das senhoras e fez-nos sentirmos ainda mais exaltados.

Quando elas rodaram a chave em suas portas Damon derrubou as minhas de propósito, quando ia me agachar para pegar ele segurou minha cintura. Olhei para ver se elas já tinham entrado e então me abaixei lentamente, arrancando de sua boca um gemido sôfrego.

Quando peguei a chave ele friccionou-se ainda mais em mim e me forçou para cima, Abri rapidamente aporta logo sendo empurrada para o sofá e tendo uma única certeza: eu seria fodida por Damon Salvatore.

Notas finais
Bom é isso. Beeeeeeeeeeijossssssssss da Nathi.............