Paraiso Imperfeito
8 Frieza, vicio e frustração
Notas iniciais
Mas antes de postar queria agradeceer os vários comentárioos *_*(record de todos os capitulos) arigatoouu minnaa!
ps: Ah é...eu não me lembro se eu já coloquei a idade deles aqui...tem uma parte que digo que a idade da Hanabi é 16, e como eu não sei quantos anos ela é mais nova do que os outros, os outros vão ter 20, blz?!
\"O amor está mais perto do ódio do que a gente geralmente supõe. São o verso e o reverso da mesma moeda de paixão. O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença...\"
(Érico Verissimo)
Shizune adentrou a sala da Hokage com os últimos relatórios do dia, e observou sua sensei fitar preocupada o teto da sala, tão absorta nos próprios pensamentos que nem percebeu a entrada dela.
Shizune: O que a preocupa?
Tsunade: A missão que dei aqueles quatro – disse, sem se dar ao trabalho de especificar de quem se tratava, mas Shizune sabia muito bem.
Shizune: Entendo. Eles também não pareciam nada bem hoje. — se pegou pensando nas caras carrancudas e irritadiças dos quatro jounnin\'s reunidos naquela mesma sala, horas atrás. — A senhora percebeu?
Tsunade: Não. — mentiu. É claro que notara, mas não queria pensar nisso – mas seja o que for, eles terão que esquecer enquanto estiverem nessa missão. Ela pode ser mais perigosa do que imaginamos.
Shizune: Será? Eu os acho uma equipe muito forte. Uma maravilhosa médica, uma ótima rastreadora e dois incríveis combatentes tanto em curta quanto em longa distancia. É um time perfeito.
Tsunade: Eu sei, e foi por isso que os escolhi, mas tenho o pressentimento que as coisas não serão tão fáceis. — murmurou mais consigo mesmo do que com a pupila que ainda ficava confusa com as palavras da godaime.
OoOoOoOoOoOoOoOo
A tensão era sufocante e quase palpável entre o grupo de jounnin\'s da vila da folha.
Sakura, nomeada líder da missão, ia na frente, tendo Naruto ao seu lado direito e mais próximo a ela, Hinata em seu lado esquerdo, entretanto um pouco mais afastada e atrás de todos, um pensativo e inexpressível Sasuke Uchiha.
Contudo, dessa vez, Sasuke não era o único que mantinha a carranca fria de poucos amigos, os quatro compartilhavam a mesma expressão por motivos diferentes, mas que ironicamente tinha haver – nem que fosse indiretamente – com Naruto Uzumaki, que também mantinha-se irritado já que seus dois ex-companheiros de equipe pareciam lhe culpar por uma briga idiota entre eles.
Hinata, apesar de não fazer parte da antiga equipe 7, sabia muito bem que havia alguma coisa muito estranha entre eles já que seu time era conhecido pelo companheirismo e integração entre os três ninjas, e agora comportavam-se como se nem se conhecessem, até mesmo a expressiva Sakura Haruno parecia desligada, para não dizer cabisbaixa. Por sua vez, a hyuuga também não estava muito contente de estar naquela missão, principalmente por causa de seu atual time composto pelas últimas pessoas que ela quisesse interagir, na verdade, por mais estranho que pudesse parecer, ela preferia tentar um contato com o frio e medonho Uchiha do que qualquer um dos outros dois.
Alheia a isso, Sakura parecia tentar a todo custo ignorar os dois rapazes e por isso, sempre que queria compartilhar algo, falava com Hinata, que ficava bem desconfortável com a situação, para não dizer irritada, principalmente quando via o olhar esperançoso de Naruto todas as vezes que a rosada abria a boca para falar algo.
Sakura: Hinata-san, já está escurecendo, veja um lugar para que possamos passar essa noite. — apesar da ordem, sua voz era calma e controlada até demais, como se estivesse fazendo um enorme esforço para isso.
Sasuke: Está cedo ainda. Podemos continuar por pelo menos mais uma hora! — se pronunciou pela primeira vez desde que saíram da vila, e para espanto de todos, recebeu um olhar frio da Haruno.
Sakura: Podemos cair em alguma armadilha.
Sasuke: A hyuuga pode ficar de guarda!
Por impulso, Hinata imediatamente concordou e se viu alvo de duas furiosas orbes cor de esmeralda, mas que por sorte voltaram a fitar o uchiha que não se intimidou.
Sakura: Não temos por que fazer isso. Vamos parar agora e amanhã bem cedo seguiremos caminho e eu estou dizendo isso como líder dessa missão. — ela completou e dessa vez seu tom era quase ferino, olhando superior para Sasuke como se o desafiasse a retrucar.
Mas este não o fez, sem perder o próprio e enorme orgulho, Sasuke apenas deu os ombros como se não ligasse para aquela discussão e ficou em silêncio deixando Sakura vencedora, apesar da mesma imediatamente perder a pose ao vê-lo tão indiferente àquela briga que ela desejava que continuasse. Ainda tinha coisas entaladas na própria garganta, e a rosada procuraria uma oportunidade para cuspir toda a agonia e frustração que ainda restavam em seu coração.
Sakura: Hyuuga. Pode nos mostrar o caminho? — dessa vez ela se mostrava tão gentil, provavelmente por não ter gostado da rápida concordância de Hinata com o seu namorado quase ex.
Hinata teve vontade de mandá-la procurar sozinha, mas se controlou ao máximo e voltou a correr, sendo imediatamente seguida pelos três. Não precisava procurar, já havia descoberto um, mesmo antes de Sakura pedir, ao longo dos anos, Hinata se tornou uma excelente ninja rastreadora, superando até mesmo Neji nesse quesito, e achar um lugar seguro era fácil para ela, que já conhecia aqueles caminhos melhor que a maioria dos ninjas.
Ela levou o time 7 até uma parte da floresta aonde poderiam montar as barracas e que estava fora da rota dos animais selvagens que existiam por ali. Também a poucos metros, escondido entre a vegetação densa, passava um córrego de uma fonte segura aonde podiam conseguir água fresca. Certamente, um ótimo lugar para montar acampamento.
Sakura não perde tempo e soa a própria voz de comando.
Sakura: Hinata pode pegar água – a hyuuga confirmou com a cabeça e saiu imediatamente, precisava ficar longe daqueles três para o bem de sua própria sanidade — e... — sua voz some, quando imediatamente se vê sendo ignorada pelo Uchiha que vira de costas e vai se afastando.
Sasuke: Vou patrulhar os arredores. — avisou tranquilamente, mas saindo rápido o bastante para que Sakura não conseguisse retrucar a tempo. A verdade era que precisava se afastar um momento, precisava de silêncio, mas sem a tensão terrorista em que estavam, queria pensar um pouco em toda aquela situação que parecia piorar a medida que os segundos se passavam.
Sakura: Baka! — resmungou furiosa.
Naruto: Sakura-chan...
Sakura: Se aquele idiota não sabe receber ordens, com certeza saberá quando eu der meu relatório a Hokage lhe contando sobre isso – disse, parecendo não dar muita bola ao Uzumaki – Naruto, você pode pegar alguma madeira para que possamos fazer a fogueira. Eu fico e monto as barracas.
Naruto continuou parado fitando a rosada, sériamente.
Sakura: algum problema? — perguntou irritada por ser observada pelo loiro.
Naruto: Não. — mas dessa vez sua resposta era fria e ele se virou afastando-se de Sakura, irritado.
OoOoOoOoOoOo
Já haviam se passado algumas horas desde que Hinata voltara da sala da Hokage, e avisou que iria partir imediatamente para missão. Mal Tenten teve tempo para conversar e mais uma vez, se viu treinando com Neji, entretanto perdendo vergonhosamente por estar distraída demais devido a pequena conversa que teve com Hanabi.
Quando decidiu que já era hora de ir, Neji imediatamente disse que a acompanharia e ela achou uma oportunidade perfeita para brigar com ele por não ter lhe dito que iria se casar. O por que da repreensão é que nem ela saberia explicar.
Neji: Vamos. — chamou, mas foi interrompido com a aproximação de Hanabi que observou todo o treinamento sempre que teve oportunidade.
Hanabi: Aonde vão? — perguntou tentando parecer inocente.
Tenten: Eu já tenho que ir. Neji disse que ia me acompanhar. — explicou distraída.
Hanabi: Ah, mas eu queria treinar. — disse manhosa – Oto-san pediu que eu treinasse mais meu tai-jutso, Neji-kun você precisa me ajudar.
Neji: amanhã eu...
Hanabi: Amanhã não. Talvez eu tenha missão. — mentiu.
Tenten: Tudo bem, eu posso voltar sozinha. — sorriu, mas ficou um pouco desapontada por não poder brigar com Neji – Até outro dia. Sayonará.
Neji viu a amiga se afastar, frustrado por não ter a chance para perguntar o por que dela estar tão distraída e abatida. Por algum motivo, tinha a impressão de que isso tinha haver com algum homem, e anotou mentalmente que brigaria com ela por ser tão impulsiva em seus relacionamentos, afinal, ele sempre avisava que ela se envolvia com os mais problemáticos. Rezava a Kami-sama que o culpado não fosse Shikamaru, ou então jurou que fecharia todos os seus tenketsus e Ino e Temari teriam que se contentar em uma conversa nas madrugadas.
Hanabi: Treine comigo, Neji-kun – ela disse sorrindo e puxando-o pela mão carinhosamente, aproveitando-se da distração dele.
Neji: Eu estou um pouco cansado, Hanabi-sama. — murmurou voltando a realidade e se afastando da prima, que não soltou sua mão. Ao invés disso, o olhou emburrada.
Hanabi: Pra mim você sempre está cansado ou nunca tem tempo. — disse manhosa – e já falei para parar de me chamar de Hanabi-sama como se eu fosse uma ansiã.
Neji sorriu quase que imperceptivelmente o que fez Hanabi derreter-se, mas logo seu encantamento se transformaria em raiva ao ouvi-lo falar.
Neji: Tem razão, você é apenas uma criança ainda. — ele a estava provocando, sabia o quanto ela odiava ser comparada a uma criança. Detestava quando tinha apenas 10 anos, e continuava detestando agora com 16. Aproveitando-se disso, ele puxou a própria mão que ela segurava enquanto a via olhá-lo furiosa.
Hanabi: Não sou mais uma criança!
Neji: Sim, você é! — provocou, no fundo se divertindo com aquilo e virando-se de costas, para ir embora.
Hanabi: vou provar pra você quem é a criança, Neji! — murmurou, furiosa e em um gesto tão rápido e inesperado, ela segurou o braço do Hyuuga e se aproximou dele, colando seus corpos de maneira quase vergonhosa.
Neji sentiu o próprio rosto esquentar, tão surpreso com aquela atitude que mal conseguiu reagir. Inesperadamente, se viu sendo agarrado pelas barras do kimono que usava contra o pequeno corpo da prima que estava em uma aproximação proibida.
Hanabi sorriu, sem conter as batidas do próprio coração, eufórica por estar tão perto assim daquele homem que tanto desejava, e antes que ele tivesse qualquer reação, quebrou a distancia que ainda tinha entre eles e fechou os olhos sentindo os lábios firmes do hyuuga contra os seus.
Não foram nem dois segundos e Neji, recuperado do choque daquela situação, praticamente a empurrou para longe quase não conseguindo conter a expressão incredula e fechando-se em uma mascara fria.
Neji: Não faça mais isso.
Hanabi: por que, tem medo de gostar? — desafiou-o sorrindo, mas seu sorriso murchou ao vê-lo virar de costas e ir embora – Neji! Neji! — mas ele não a escutou e sumiu pelo dojo. Os olhos da caçula de Hiashi, imediatamente encheram-se de lágrimas quentes — baka, baka!! Por que ele tem que ser tão frio? Por que ele não vê que eu o amo? — se perguntou olhando para as próprias mãos e depois passando os dedos nos lábios, relembrando o beijo roubado.
Como sonhou com aquele beijo e prometeu a si mesma que não seria o único.
OoOoOoOoOoOoOoOoOoO
Quando Naruto voltou para o acampamento, Sakura continuava ser a única a estar lá, sentada ao lado de uma fogueira improvisada, abraçando os próprios joelhos e fitando o fogo com uma triste determinação. Aquilo comoveu o loiro que imediatamente esqueceu-se da raiva que sentia por estar sendo alvo da frieza da kunoichi.
Naruto: Sakura-chan, o que você tem? — perguntou, preocupado, deixando os cantis cheios de água, perto das mochilas. Seu impulso foi de se aproximar, mas parou ao ver a Haruno fitá-lo com as sobrancelhas franzidas.
Sakura: Nada. — disse secamente e voltando a fitar a fogueira a sua frente. Queria ficar sozinha, será que o uzumaki não entendia? — Afinal, o que isso te interessa?
Mas a grosseria dela machucava muito mais aquele uzumaki do que ela podia imaginar, e enquanto olhava para a fogueira a sua frente, não viu os olhos azuis tornarem-se opacos e frios enquanto a fitava com uma rara irritação.
Naruto: Eu acho que pelo menos tenho o direito de saber do por que estar sendo tratado com tanta grosseria se eu não fiz nada. — respondeu a altura da rosada, que diante das secas palavras rebatidas, pareceu acordar de um transe e perceber a injustiça que cometia. Olhou para o loiro, arrependida, mas este já se afastava irritado, fazendo o coração dela se encher de culpa.
Sakura: Espere, Naruto.
Naruto levantou a cabeça, sentindo o estomago revirar ao escutar a voz agora mansa e doce de sua amada. Ao virar-se encarou os olhos esmeraldas tristes e arrependidos e só ao vê-la assim, já a perdoava apesar de não dizer isso em palavras.
Hinata se aproximava do acampamento, parando automaticamente ao ouvir o chamado de Sakura. Não soube exatamente por que parara, mas também não conseguiu dar mais um passo, enquanto via a cena por entre as árvores, próxima o bastante para ouvir o que se passava.
Sakura: gomenasai, Naruto. Gomenasai – repetiu baixinho – é que...eu estou um pouco irritada. — envergonhada, ela não queria contar aquilo para naruto, mas sentia-se na obrigação de se explicar – eu e o Sasuke brigamos e....eu acabei descontando em você. Gomen.
Finalizou com um suspiro e Naruto sofreu junto com ela. Sasuke Uchiha mais uma vez a fizera sofrer e o loiro não entendia como ela não enxergava que aquele relacionamento só a fazia mal. Teve o impulso de abraçá-la e de consolá-la, mas não o fez, ela tinha que entender por si mesma, ela tinha que descobrir sozinha que, talvez, Sasuke não fosse a pessoa certa para ela. E quando isso acontecesse, ele estaria lá para abraçá-la, como sempre estivera durante quase toda a sua vida.
O silêncio do uzumaki, fez com que Sakura entendesse que não fora totalmente perdoada, e já ia voltar a se desculpar quando o ouviu novamente.
Naruto: Eu entendo. — murmurou voltando a ficar de costas para ela – Eu só queria que você lembrasse, que eu nunca faria nada para te magoar. — ele disse, o que estava entalado em sua garganta por muito tempo e ela teve vontade de chorar por saber que o tinha o magoado. Só que ela não tinha idéia da profundidade dos sentimentos de Naruto.
Mas Hinata sabia.
E enquanto olhava aquela cena tão afetuosa de demonstração explicita de amor e carinho por parte do Uzumaki, ela teve vontade de sair dali, de correr para bem longe e finalmente se afastar. Pela primeira vez, ela não quis ter uzumaki Naruto em sua vida, em seu coração. Ofegou na tentativa de conter as lágrimas, mas apenas quando limpou seus olhos com as costas da mão, percebeu algo que antes lhe escapou devido a distração da ceninha no acampamento.
Do outro lado, talvez na mesma distancia que ela estava dos outros dois, estava Sasuke Uchiha, observando a cena provavelmente tão atento quanto ela e também escutando cada palavra, e tirando as próprias conclusões. Ficou assustada e corou por uma vergonha inexplicável quando ele também a enxergou. Afinal de contas, Naruto havia praticamente se declarado para a namorada dele, e ela desconfiava que o Uchiha estava tão desconfortável quanto ela. Mas voltou a realidade quando ele seguiu em direção ao acampamento e ela aproveitou para fazer o mesmo, chegando ambos ao mesmo tempo e provando a tese que estavam na mesma distancia.
Quando os viu, Sakura imediatamente recolheu-se tentando disfarçar o próprio sentimento, entretanto Naruto nem se deu ao trabalho e fitou o uchiha com frieza.
Naruto: Temos que decidir quem ficará de guarda.
Sasuke: Eu fico agora. — disse, antes que Sakura pudesse se pronunciar e ela voltou a olhá-lo, irritada.
Naruto: Eu fico depois. — murmurou dando os ombros, sem perceber que também interrompera Hinata.
Sakura: Posso ficar depois... — falou, desinteressada
Hinata: Então, eu fico por último – suspirou sem expressão, queria ficar de guarda o quanto antes. Sozinha. Em silêncio. Mas parece que teria de esperar.
Sakura já se encaminhava para sua própria barraca: boa noite. Estou cansada. — ela não esperou resposta e se recolheu.
Hinata não disse nada e também recolheu-se, Naruto foi logo depois e Sasuke suspirou, recostando-se em uma árvore. Finalmente poderia pensar.
OoOoOoOoO
A madrugada colocou a floresta em profunda escuridão e silêncio, quando Naruto decidiu tomar seu posto na guarda, ainda não havia pregado os olhos por nenhum momento e já se via irritado por ter que ficar ali, deitado. Encontrou o Uchiha, na mesma posição que Sakura, algumas horas atrás, observando a fogueira atentamente, mas não o suficiente para não perceber sua presença e deixou-o assumir o posto sem qualquer objeção.
Claro que não fora tão simples, não com Naruto.
Sasuke: O que foi, dobe? — perguntou, secamente, vendo o loiro lhe encarar com frieza. Não estava com paciência e tinha que controlar a vontade de partir a cara de Naruto ao meio. No fundo queria um motivo para a briga, no fundo, era tudo o que ele mais queria.
Naruto: Se decida logo Sasuke. Ama a Sakura-chan ou não? Você devia se decidir logo.
Sasuke ficou em silêncio, fitando o nada, mas logo voltou a olhar para o uzumaki, sério.
Sasuke: Você também, Naruto.
Naruto não entendeu, mas Sasuke virou as costas e entrou em sua própria barraca, deixando-o sozinho e ainda mais irritado.
Agora, o ninja estava em cima de uma árvore, sentado em um dos galhos com as costas apoiadas no tronco principal da gigantesca árvore, enquanto lá embaixo, havia deixado um kage bushin que fingia dormir para o caso de uma emboscada.
Absorto nos próprios pensamentos, as palavras do Uchiha não faziam qualquer sentido em sua cabeça, mas o incomodava o fato de Sasuke aparentar que sabia algo sobre ele.
De repente ficou alerta ao ouvir um barulho e ajeitou-se melhor na árvore a fim de avistar o motivo. Para sua surpresa, viu Hinata passar por seu bushin tão apressada que nem o notou, e sem conseguir controlar a curiosidade, ele resolveu segui-la com cautela.
A kunoichi parecia tão absorta que continuou seu caminho despreocupadamente por entre as árvores e Naruto não pode deixar de recriminá-la por ser tão descuidada. Também não deixou de notar que ela estava apenas vestida com um short curto deixando a mostra suas pernas bem torneadas, e para sua decepção, o enorme casaco, grande demais para uma noite de calor como aquela. E a cada minuto que ele a via correr pela floresta, com uma leveza e graça incomuns, ele tinha cada vez mais certeza que o calor ia apenas aumentar.
Sem saber exatamente para aonde ambos estavam indo, ele seguiu a hyuuga até finalmente vê-la parar no córrego aonde ele própria havia buscado água. Na hora, não havia percebido, mas o lugar era mais afastado do que imaginava e não haviam muitas árvores próximo, o que fazia com que o lugar ficasse todo iluminado pela lua brilhante lá em cima, e consequentemente Hinata também. Agora, mais claramente, ele podia ver o brilho azulado nos cabelos escuros que balançavam levemente devido ao vento, do jeito que ele gostava, e percebeu que o short era ainda mais curto do que imaginava, não chegando nem a metade da cocha.
Mas foi ao ver Hinata abrindo o próprio casaco, e revelando estar apenas com um top preto por baixo que ele realmente sentiu que estava prestes a perder o controle de seus atos. O que ela estava fazendo afinal? Será que sabia que ele a observava e estava provocando? Ele não sabia dizer, mas enquanto observava aquela pequena e sensual mulher se aproximar do córrego, ele sentia seu corpo reagir cheio de desejo e tesão. Era inevitável, Hinata era um vicio.
Hinata estremeceu sentindo a dor nas costas apenas aumentando e se espalhando. Não pode esperar até o seu próprio turno, teve que correr o risco ou então acabaria dando bandeira aos outros e isso era a última coisa que ela queria. Enquanto se aproximava do córrego, retirava um pequeno pote da pomada curativa de seu clã do bolso de sua jaqueta e a jogava no chão. Olhou o próprio reflexo nas águas cristalinas e se viu horrível, depois virou-se de costas e virou a cabeça a fim de continuar a ver o reflexo. Apesar da posição desconfortável, não foi difícil identificar a mancha marrom de bordas arroxeadas na altura de sua cintura, a esquerda da coluna vertebral. Estava maior do que lembrava, mas não tinha importância e voltou a olhar a pomada em suas mãos, para depois pegar um pouco do creme em seus dedos e passar no hematoma. Entretanto, mal seus dedos o tocaram e ela gemeu, com a dor pulsante que a fez fechar os olhos para tentar se concentrar. Não podia fraquejar diante de uma dorzinha como aquela, era patético demais até para ela.
Quando voltou a abrir os olhos, novamente estremeceu, entretanto dessa vez não foi por dor e sim por ver Naruto bem na sua frente a olhando tão próximo que se desse um passo, conseguiria sentir o corpo dele.
Piscou na tentativa de tirar aqueles pensamentos de sua cabeça, definitivamente não era hora pra isso.
Naruto: Você está começando a exagerar nos seus treinamentos. — disse com um tom reprovador e ela teve de controlar para não desviar os olhos dele e fitar a própria imagem na água, que ele parecia ver agora.
Não estava satisfeita com ele, e por mais que cada celula do seu corpo gritasse para que ele a tomasse em seus braços e tocasse seu corpo no dela, ela tinha que mostrar que não era tão submissa assim as vontades daquele homem. Apesar de ser vergonhosamente verdade...
Hinata: Como se você se importasse – disse rudemente, lembrando-se de como ele a expôs diante todo o clã naquela tarde. Quando os olhos azuis encontraram com os seus, sentiu seu estomago revirar com o brilho sedento de desejo que eles passavam, e o sorriso de lado sensual e cheio de segundas intenções por um momento fizeram as pernas dela balançarem, mas não se entregaria tão fácil, e ao vê-lo se mexer, imediatamente também recuou um pouco percebendo que se fizesse isso novamente cairia na água – o que faz aqui, afinal?
O ninja olhou para aquelas feições tão delicadas que agora encontravam-se levemente retorcidas de chateação e pensou que ainda sim continuavam lindas e a boca pálida parecia pedir um beijo que deixassem os lábios vermelhos e inchados.
Naruto: Vi uma movimentação suspeita e resolvi dar uma olhada – rebateu, sem tirar os olhos dos lábios dela como um animal cercando sua presa.
Hinata: Mas agora que já viu que sou eu, pode ir embora. — retrucou, mas sua respiração já estava acelerada, nervosa com aquela aproximação forçada que se continuasse acabaria destruindo a barreira que ela tentava impor entre eles.
Naruto: Acho que não. Pode ser perigoso você ficar aqui sozinha. — ele ignorava categoricamente o tom frio dela, que corou nervosamente quando ele aproximou seu rosto do dela, parando apenas a milímetros de sua boca, ao sentir as mãos dela em seu tórax.
Hinata: N-não faça i-isso. — ela gaguejou sem poder se conter, seu coração estava disparado e seu olhar caiu sobre as próprias mãos quando sentiu as dele sobre as suas.
Naruto: Por que? — ele sussurrou sorrindo, ele podia sentir o tremor dela, mais do que isso, sentia seu nervosismo e isso o satisfazia – eu quero você.
Hinata: não dessa vez.
E para a surpresa do loiro, e também a dela própria, a hyuuga conseguiu empurrá-lo e sair de perto do córrego, pegando a própria jaqueta esquecida ali no chão.
Naruto: O que foi, heim? — dessa vez ele estava realmente irritado – por que tudo isso?
Hinata nem chegou a fechar a própria jaqueta, virando-se para ele revoltada com tamanha falta de caráter.
Hinata: Como você é cínico! — disse furiosa.
Naruto: Eu? Cínico? — ele revirou os olhos, enfadado, todos haviam enlouquecido, agora todos o culpavam de algo – Então por que você não me fala o por que de eu ser cínico? Me explica, Hinatinha!!!!! — desafiou-a, sem saber que despertava a fúria dela com aquele apelido.
Hinata: NÃO ME CHAME ASSIM! — fechou os olhos tamanha a fúria que aquilo lhe causou. A cena de Naruto dentro do clã Hyuuga mais uma vez invadiu seus pensamentos, a ferindo – Você foi até o meu clã apenas para desafiar o meu pai!!! Fez tudo de proposito!!! Até mesmo me usou para isso!!
Naruto bufou exasperado.
Naruto: Foi apenas uma brincadeira, e aquele velho idiota merecia isso!
Hinata: MAS EU NÃO!
Naruto: QUAL É SEU O PROBLEMA AFINAL, FOI SÓ UMA BRINCADEIRA SEM CONSEQUÊNCIA NENHUMA! A Hokage nem vai ficar sabendo!
Hinata: Sem consequência? — ela o encarou incrédula. Baka! Baka! Foi com um grande esforço que conseguiu segurar suas lágrimas – Você não sabe de nada, Naruto Uzumaki!
Ela se virou para ir embora, mas ele foi mais rápido e segurou em seu pulso a impedindo de partir. Naquele momento, ele decidiu que não queria que ela se fosse. O motivo? Ele a queria. Por que? Por que ele sempre a queria. Ela era um vicio.
Naruto: Não, espera Hinata... — dessa vez sua voz era mansa e ele acariciou o pulso dela com gentileza. — espera... — ele murmurou e ela sentiu-o se aproximando lentamente. — eu não quero brigar com você – ele sussurrou na orelha dela e tocou em seu ombro com carinho. — Você não passou a pomada – continuou sussurrando sensualmente, enquanto Hinata sentia a suave respiração dele em seu pescoço. Aquilo era covardia. Naquela hora, ela já não entendia o que ele dizia, e apenas percebeu que estava sem o seu casaco quando as mãos dele tocaram em sua barriga com uma delicadeza sensual fazendo um caminho até a barra de seu short. Sentido-a se recolher, ele parou – não vou fazer nada que você não queira, tá legal? — ela balançou a cabeça, confirmando e ele sorriu – Eu passo o remédio em você.
Ao lembrar-se da pomada, e principalmente do motivo dela, Hinata imediatamente pareceu acordar de um transe e se afastou do uzumaki com rapidez.
Hinata: Não, não preciso que faça isso.
Naruto: Vamos Hinata, eu nem sei como você conseguiu esse hematoma, mas isso daí ta feio. Deixa eu te ajudar, pelo bem da missão, todos temos que estar 100%. — a expressão inocente dele a deixava confusa, mas sua lógica era inegável apesar de no fundo ela saber que aquilo era só uma desculpa.
Quando Naruto se aproximou novamente, ela não recuou e ele sorriu satisfeito. Com calma, destampou a pomada e passou nos próprios dedos, depois a olhou tão profundamente nos olhos que Hinata sabia que naquele momento faria qualquer coisa que ele pedisse.
Naruto: Vire-se – ele falou e ela obedeceu, imediatamente, quando sentiu seu corpo inteiro queimar, ao senti-lo tocar o outro lado de sua cintura com firmeza.
Quando os dedos ásperos tocaram o hematoma arroxeado ela gemeu em agonia e ele a sentiu apertar a sua mão que estava na cintura dela. Com cuidado, se aproximou e entrelaçou suas mãos, encaixando seu rosto na curva do pescoço delicado.
Naruto: Não se preocupe, a dor vai passar – afirmou e ela estremeceu com a voz grave em seu ouvido. Quando mais uma vez, ele voltou a passar a pomada na pele, tomava todo o cuidado para ser o mais suave possível .
Seus dedos percorriam o hematoma com atenção, enquanto sussurrava palavras incentivadoras no ouvido dela que esquecia-se cada vez mais da dor, consciente demais da presença dele tão perto de si. Era incrível como uzumaki Naruto conseguira transformar um cuidado médico em uma sessão erótica e excitante.
Com as mãos ainda entrelaças nas dela, ele segurava firme em sua cintura, mas sempre que podia aproveitava para esfregar seu corpo no dela, ou simplesmente tocá-lo das mais diversas formas apenas para sentir aquele delicioso corpo ao seu alcance. Quando sentia-a estremecer em seus braços, ele enrijecia, mas era quando ela resolvia se mexer que inconscientemente o torturava. O traseiro se recostava contra seu pau, que aquela hora já pedia por clemencia, e ele jurava que se ela fizesse isso outra vez, não se controlaria e a atacaria como estava com vontade de fazer desde que a vira saindo do acampamento.
A pele era tão macia, e o cheiro dela o embriagava e de repente, ele não percorria a mão apenas pelo hematoma e sim por toda a extensão da costa feminina. Ouviu-a gemer, mas não era de dor, era de ansiedade, e ele decidiu que queria ouvi-la gemendo ainda mais, ainda mais alto, por causa dele.
Quando Hinata percebeu que a mão dele parara de se movimentar, imediatamente resolveu se afastar, mas foi pega de surpresa quando sentiu a boca dele, mordendo a parte macia de sua orelha e o gemido ficou preso em sua garganta, seu coração tão disparado que por um momento ela pensou que não estava mais respirando. Percebeu, tarde demais, que as mãos dele passeavam por sua barriga até finalmente seguirem por dentro do top. O desejo incontrolável subiu por todo o seu corpo quando a mão, cobriu o seu seio, e a boca dele chupou seu pescoço.
Hinata: n-não faça isso. — seu pedido era não mais que um sussurro fraco e sabia que cairia naquele momento, se ele não estivesse tão próximo de si.
Naruto fechou os olhos, tentando controlar os desejos violentos que o incentivavam a rasgar a roupa daquela pequena delicia e devorá-la das mais diversas maneiras. O seio macio e cheio preenchiam sua mão e o mamilo rígido de tesão já era visível mesmo sob o tecido do top, a pequena mão entrelaçada a sua, suava e apertava sua mão como se não quisesse perder o controle, mas conhecia aquele corpo bem o suficiente para saber que já estava chegando ao seu limite.
Quando sua mão, ainda sobre a dela, desceu até a barra do short, ameaçando seguir o caminho até a calcinha, ela roçou a cocha uma na outra como se tentasse suprimir o desejo, e ele teve certeza que ela estava úmida, e preparada para ele. Avançou sem piedade, ainda sob o tecido do short, mas ela o parou colocando suas mãos sobre a dele, ambas sobre a intimidade quente dela, enquanto o membro dele roçava no traseiro empinado, impaciente por devorá-la.
Hinata: n-não faça... — ela quase implorava, tentando manter a sanidade, tentando se lembrar da raiva que sentia daquele homem, mas que sempre fugiam de sua mente cada vez que seu corpo era tocado.
Naruto: Gomenasai, Hinatinha... — sua voz ao pé do ouvido dela, estava carregando do desejo que ele também tentava controlar – mas é impossível para mim não tentar me aproveitar de você. — confessou ofegante, não parecendo estar muito envergonhado ou arrependido.
Quando ele a virou e a olhou nos olhos, não lhe deu tempo nem de raciocinar direito e esmagou aqueles doces lábios com os seus, a beijando com força, chupando e mordiscando até que o ar finalmente lhe faltasse e ele a largasse para contemplar os lábios vermelhos e inchados que ele desejava ver. E então foi pego de surpresa quando ela se aproximou dele, e o beijou retribuindo a violência do primeiro beijo.
Ela se colava sob o seu corpo e o beijava com fervor, o deixando louco.
Ela passava a mão sob o torax dele enquanto gemia em seu ouvido, devolvendo toda a luxuria e desejo com que ele a seduzira minutos atrás. Quando ele a apertou contra seu corpo, Hinata suprimiu um grito de dor devido o machucado, mas depois continuou e arranhou a barriga dele enquanto mais uma vez lhe dava um beijo de tirar o folego.
Naruto: H-Hinata... — ele gaguejou sem ar, quando sentiu a mão roçar em seu pau, fechou os olhos com força, desejando, implorando em pensamentos, ter aquela boquinha pequena e vermelha em seu membro, este já prestes a explodir dentro da cueca.
Naruto estava tenso, duro, e completamente excitado.
E foi a vez de Hinata sorrir.
Hinata: N-naruto! — ela suspirou no ouvido dele, quando sentiu coxa ser apertada com força. Estremeceu automaticamente, quando da coxa, ele subia para o meio de suas pernas
Naruto: E-eu q-quero você, Hinata...
Hinata: N-naruto-kun – O loiro teve de usar de todo o seu controle, ao ouvir aquela voz mansa e doce ofegando em seu pescoço – Tudo tem consequências. — murmurou baixinho, mansinho, mas sem nenhuma hesitação.
E Naruto só ficou consciente de suas palavras, quando foi pego de surpresa e viu o pequeno corpo se afastar. Automaticamente, seu corpo a seguiu, mas ela se manteve longe.
Naruto: Quer parar com isso!? — disse já irritado, impaciente, precisava, necessitava de Hinata.
Mas ela não se moveu, e apenas juntou o próprio casaco e o vestiu sob os olhos incrédulos do loiro. Ela não o olhava, mas quando o fez se preparou para não fraquejar. Precisava ser forte naquele momento, precisava mostrar para ele que não era tão fraca assim.
Naruto: Hinataa, o que está fazendo? — incrédulo, ele a viu sorrir.
Hinata: Isso é pra você aprender a não me humilhar na frente do meu clã. — só ela sabia o quanto fora difícil falar aquilo sem fraquejar. Apenas o olhar dele, a enfraquecia, tentava subjugá-la e quase conseguia.
Naruto: Você não pode me deixar nesse estado! — disse aborrecido – Hinata!! HINATAAAA!!! — mas ela já havia ido, e ele teve o impulso de segui-la mas não o fez. Estava tão frustrado que mal conseguia se mexer. — KUSOOOOOO!!!
Olhou o córrego com água fria.
Era o único jeito.
Enquanto isso, Hinata corria desesperada, apertando o pote de pomada contra seu peito, em um gesto de nervosismo. Havia conseguido, pela primeira vez, havia dado uma lição naquele Uzumaki, mas no fundo tinha medo.
No fundo, sabia que se ele não a quisesse mais, morreria.
E mais uma vez se perguntou como pudera virar aquele tipo de pessoa? Estava viciada, não conseguia mais parar.
Quando o sentiu pela primeira vez, sabia que iria se entregar, e aconteceu como ela já tinha previsto.
Precisava dele, Naruto Uzumaki se tornou o seu vicio.
OoOoOoOoOoOoOo
Na manhã seguinte, bem cedo, aqueles quatro ninjas levantaram acampamento e seguiram viagem, a tensão e nervosismo ainda maior que na noite passada. Sakura ia na frente com Naruto, mas este estava tão absorto nos próprios pensamentos que nem ao menos tentava uma aproximação com a Haruno.
Naquela manhã, o Uzumaki não pensava em nada e nem ninguém que não fosse Hyuuga Hinata. A amaldiçoava por tê-lo deixado naquele estado na noite passada, e desde então não conseguiu tirar de sua cabeça. Mesmo quando Sakura veio ocupar seu posto, ele nem ao menos prestou atenção nas palavras que ela lhe dissera, tão atordoado que ainda estava com a provocação daquela maldita Hyuuga. E Naruto a odiou como odiou a todos naquele clã, mas percebeu que ao invés de querê-la longe, a irritação que sentia apenas fez aumentar a vontade de tê-la para si. Era insano até mesmo para ele, e aquilo o assustava.
Sasuke e Hinata mantinham-se frios e longes como os outros, mas seus pensamentos divagavam sobre os dois ninjas que iam na sua frente.
Mas de repente, Hinata hesitou, seus pensamentos borbulhando mudando sua postura para defensiva. Sasuke percebeu na mesma hora.
Sasuke: o que foi?
Hinata: Estão chegando perto em uma velocidade impressionante... — mal terminou de falar e ofegou horrorizada – SAKURA!!!!
Mas quando Sakura se virou já era tarde demais e uma Kunai vinha em sua direção, rápida e já perto demais para que ela pudesse ter alguma ação. No alvo, sem duvidas seria o fim de Sakura se uma segunda kunai não tivesse interceptado a primeira a fazendo mudar de trajetória e acertar um tronco seco.
Sasuke mal conseguia respirar, diante do medo que invadiu sua cabeça com aquela imagem. Ainda continuava com o braço parado no ar, depois de ter jogado a própria kunai de maneira automática, visto que mal conseguiu raciocinar e agora que via a rosada bem e olhá-lo, assustada, ele pode agradecer por ter feito o certo.
Sakura: a-arigatou – ainda estava chocada demais com a velocidade da situação.
Naruto: Estão vindo. — ele disse, com os dentes trincados sentindo a presença de vários chacras se aproximando apesar de não saber aonde estão.
Sasuke: Quantos são, Hinata?
Hinata: 15 – disse séria e todos se prepararam para o ataque do pequeno exercito.
Mas havia algo incomum, Hinata já havia percebido...
Notas finais
O Naruto tá começando a ficar confuso quanto os seus sentimentos, mas no próximo capitulo que ele vai realmente fazer alguma coisa descente e talveeeez os leitores pela primeira vez não vão ficar com ódio mortal dele..hamham...to falando demais já!
Até o próximo capitulo minnaaa!!
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