Para nunca mais Perder Aquele que Ela verdadeiramente Amava
1 Capítulo Unico
Notas iniciais
Aviso1: No final da fanfic existe um Glossario com a tradução das palavras e termos em japonês que aparecem na fanfic.
Aviso2: A midi é indispensavel para completar o clima da fanfic, por isso, se possivel, desliguem qualquer outro tipo de som/musica. Aproveitem.
_-| _-- PARA NUNCA MAIS PERDER AQUELE QUE ELA VERDADEIRAMENTE AMAVA --_ |-_
Makuhari, Província de Chiba, Japão. Agosto de 2004, Verão.
O sol nasce, anunciando mais uma manhã de verão para cidade de Makuhari.
Narumi Takayuki, 24 anos. Noivo. A menos de 3 meses havia se mudado, junto da noiva, de Tóquio para Makuhari.
Hayase Mitsuki, 23 anos. Noiva. A menos de 3 meses havia se mudado, junto com o noivo, de Tóquio para Makuhari.
O sol iluminava especialmente uma casa naquela manhã. Ainda bem cedo, através do janelão de vidro, o sol invadiu o quarto da casa, onde duas pessoas dormiam abraçados em uma cama de casal.
- Mitsuki...? – murmurou Narumi, acordando com o sol que lhe atingia o rosto.
- Nani...? – ao ouvir seu nome, Hayase também acorda, abrindo levemente os olhos.
- Ohayou... – Takayuki sorri casual para a noiva, e lhe da um beijo na testa.
- Ohayou... – ainda sonolenta, Mitsuki retribui com um sorriso.
- Vou primeiro. – afirmou Takayuki, enquanto fazia um cafuné nos cabelos azuis da amada. Levantou-se e foi para o banho.
Fora dessa forma, nos últimos 3 meses. Acordavam junto do sol, Takayuki ia para o banho, Mitsuki levantava minutos depois e arrumava a cama. Seguido disso, Takayuki se arrumava para o trabalho e Mitsuki tomava um banho quase sempre rápido. Eles sempre se beijavam nessa transição. Após prontos, finalmente faziam o desjejum, em meio a uma animada conversa sobre os acontecimentos do dia anterior. Sim, era uma rotina, no entanto, uma rotina agradável, não fosse pelo fato que...
- Uso! Hahaha, dessa eu não sabia! – Narumi se divertia, enquanto terminava de tomar chá em sua caneca de polvo.
- É verdade, quando chegar do trabalho lhe mostro o artigo na revista! – frisou Mitsuki, brandindo a caneca de golfinho, que a esta altura já se encontrava vazia.
- Bom... – confere o relógio e conclui que estava atrasado. Toma o resto do chá e coloca a caneca sobre a mesa — ... eu preciso ir! Até mais. – Takayuki se levanta rapidamente, vai até a noiva, lhe da um beijo ligeiro e segue em direção a porta, pegando sua maleta no caminho.
- Oe, que horas vai voltar hoje...?
- No horário de sempre. Ittekimasu!
- Itterashai! – gritou Mitsuki, antes que a porta se fecha-se completamente.
... Takayuki acabar se atrasando, infelizmente, também tinha virado rotina.
Em Tóquio, Mitsuki sempre conseguira manter Takayuki dentro de seus horários, porém, desde que mudaram para Makuhari, algumas dificuldades de adaptação apareceram e ainda levaria um tempo para Mitsuki conseguir administrar corretamente o seu tempo, como também o do noivo.
- O que farei agora...? – Mitsuki pergunta a si, em meio a um bocejo. Ergueu os braços, espreguiçando lenta e preguiçosamente. – Acho que arrumarei a casa primeiro...
Uma vez decidida, Mitsuki levantou-se e tirou a mesa de desjejum. Ainda antes das 7:30 da manhã já tinha arrumado toda a casa. Verdade que a casa era pequena, mas o que explicava toda essa rapidez era uma estranha motivação que havia nascido em Mitsuki depois da mudança. Ela sempre gostou muito de Tóquio, mas a mudança para Makuhari era símbolo de vida nova, de recomeço, e por isso, ela queria dar o melhor de si.
Por um instante Mitsuki para na janela da sala e olha para o céu veraneio, tão azuis quanto seus cabelos. Ela sorriu e pegou em seus cabelos, colocando-o gentilmente sobre os ombros, para que pudesse vê-lo. Hayase tinha optado por deixar o cabelo crescer mais um pouco, agora ele cobria metade das costas. O sol, ininterrupto naquela manhã, iluminava Mitsuki que continuava à janela. Mesmo sozinha naquele momento, ela sentiu-se especial e vitoriosa, finalmente podia gozar da eternidade que desejara.
- Yokata...! Arigatou. – sussurrou, como se falasse com Deus, enquanto limpava os olhos que enchiam-se d’água.
Enquanto isso, saindo da estação:
- Sumimasen! Gomen gomen!
Que Makuhari era menos populosa que Tóquio, isso era de fato, mas ainda era possível ficar agarrado no transito de pedestres que lotava a estação nos horários de pico. Ainda mais se essa pessoa era Narumi Takayuki. Outro fator era estar atrasado e como não queria se atrasar no emprego que recentemente havia se firmado, abrir caminho entre a multidão era sua única saída, o que demandava vários e vários pedidos de desculpa, até que conseguisse sair da estação.
- Ufa... consegui. – comemorou Takayuki, chegando a rua, e colocando as duas mãos sobre o joelho, respirando fundo. Ergueu a cabeça levemente e viu um grande relógio do outro lado da rua que marcava 7:30 – Nani...?! – conferiu em seu relógio – Shimatta!
Pôs-se então a correr, seu expediente havia começado naquele minuto. Cruzou em disparada os 2 quarteirões que faltavam e entrou no prédio cuja placa indicava “Sokai Temporu”. Entrou no elevador e apertou o botão que levava ao 4º Andar. Enquanto o elevador seguia seu caminho, Takayuki não pode deixar de lembrar de Sakiyama Tenchou:
“
- Tenchou! Pretendo me mudar para Makuhari e por isso, me demito! Imamade Arigatou! – disse Takayuki de uma vez, temendo não conseguir se encorajar novamente e seguidamente se curvou em uma polida reverencia em agradecimento.
Sakiyama fica surpreso e por um momento fica calado.
- Sumimasen! – Takayuki se curvou ainda mais – Não queria decepciona-lo, Tenchou!
- Hahaha, não é isso. É que não tem nem 1 ano, o Sky Temple abriu uma filial em Makuhari.
- Uso! – assustou-se Takayuki, dando um pulo para trás.
- Não, é verdade. Itou-san estava comentando da filial algumas semanas atrás. Se estiver interessado, posso pedir ao Itou-san um cargo no Escritório. Gostaria de trabalhar no Sky Temple de Makuhari, Narumi-kun?
- H -hai, Tenchou! Imamade Arigatou!
“
Takayuki deu um leve sorriso, enquanto lembrava da reação de Ayu e Mayu ao saberem que ele partiria
“
- Narumi-san...? – Mayu não acreditava, e tinha os olhos cheios d’água.
- Oe! Muuuuuuuushiiiiiii! – Ayu bate o pé contra o chão – Já era hora de ir trabalhar com os pingüins! Vamos Mayumayu, temos trabalho a fazer! – Daikuhji se virou bruscamente e Takayuki pode ver que uma lagrima se desprendera dos olhos da menina e cortara o ar singularmente. Lagrima aquela que Narumi nunca saberia dizer se fora realmente uma lagrima. Ayu então pegou a companheira pelo braço e saiu rapidamente dali...
“
Quando a porta do elevador se abriu o momento nostálgico infelizmente acabara. Takayuki entrou no escritório com passos ligeiros se dirigiu a sua sala. Para reafirmar sua má sorte, Takayuki encontra com seu novo Tenchou no caminho. Narumi rapidamente se curva e começa a se explicar:
- Ohayou gozai masu! – reverencia – Peço desculpas pelo meu atrasado, Tenchou! Não acontecerá novamente! – foi apenas na hora da reverencia que Takayuki percebeu o quanto sua roupa tinha amarrotado na confusão da estação e como se não bastasse, o nó da gravata estava a ponto de se desfazer.
- Ohayou, Narumi-kun. Não se preocupe com isso, tenha um bom trabalho. – e Tenchou encarou a situação com normalidade e com uma breve reverencia se retira do local.
“Uff...”, suspirou Takayuki, se dirigindo mais tranqüilo para sala. Parou na frente de uma porta, onde uma pequena placa metálica dizia: “Setor Empregador”. Entrou na sala, sua assistente já estava presente.
- Ohayou, Jun-san. – disse Narumi enquanto arrumava a gravata.
- Ohayou gozai masu, Narumi-san! – a jovem assistente que tinha o cabelo preto preso a um coque, retribui o cumprimento, animada para trabalhar.
Takayuki tinha sua próprio sala, sua própria mesa. Agora que trabalhava no escritório, tinha a obrigação de se vestir de terno e gravata. Preço barato a pagar, julgando que estava empregado em uma ótima empresa e uma remuneração mais que suficiente para sustentar um casal. Aos poucos se acostumaria com a nova indumentária.
- Pode pegar aqueles currículos para mim, Jun-san?
- Hai! Aqui.
- Domo. Pode começar a digitalizar os dados daquela folha, tudo bem?
- Hai hai!
Naquele mesmo momento, Mitsuki desembarcava na mesma estação que Narumi, porém, algumas horas depois do noivo.
“Bom, farei as compras primeiro, depois acho que vou olhar umas roupas...”, Mitsuki tracejava mentalmente seu caminho enquanto saia da estação quase vazia. “Mas aonde fica o super mercado mesmo?”, mas o único problema, é que Mitsuki mal conhecia as redondezas de sua casa, quanto mais aquela parte da cidade.
Chegando na rua, olhou para um lado e para o outro. Conferiu que o grande relógio do outro lado da rua marcava 9:20. “Ainda tenho muito tempo”, pensou. “Acho que consigo achar o super mercado”, uma vez que estava decidida, atravessou a rua e andou pelo passeio de cimento, olhando para o comercio, na intenção de grava-los, para quando precisasse, saberia onde encontrar.
“Olha, aqui tem uma Academia... acho que estou ficando fora de forma.”, olhou para o próprio corpo, que apesar de não Ter perdido a forma, implorava por algum exercício físico. Após ficar mais alguns segundos se observando, voltou a andar, procurando o Super Mercado.
Não demorou para que Mitsuki encontrasse. Era um edifício grande com uma placa verde chamativa. La dentro ela pegou duas sacolinhas e foi ao setor de Higiene.
- Como as coisas estão caras! – surpreendeu-se Mitsuki – Levarei só o necessário. – falou para si, colocando 3 sabonetes e 2 vidros de Xampu na sacola. – Do que mais irei precisar...? – indagava para si, com o indicador no queixo e com olhar economista para a prateleira.
Após o setor de Higiene, Mitsuki visitou outras áreas do Super Mercado, no entanto, comprou só o necessário, tendo em vista o preço elevado atribuído aos produtos.
Saiu de lá carregando 3 sacolinhas. O relógio publico já marcava 10:15.
“O que farei para o almoço...?”, se perguntava enquanto atravessava a rua, seguindo para as escadas da Estação.
E no Edifício Sky Temple:
- Hai. Venha pela manhã. Você é o mais novo membro da nossa empresa. Congratula...! – Takayuki falava ao telefone, até que de repente fica mudo – Moshi moshi?
- Ahhhh! Narumi-san! O computador desligou sozinho! Perdi todos os dados da folha! – Jun, a assistente, se desespera, colocando as mão na cabeça – Eu juro que não fiz nada para que ele desligasse!
Antes que Takayuki pudesse dizer algo, um funcionário bate na porta e logo depois entra, informando:
- Problemas com rede elétrica do prédio. Tenchou liberou todos os funcionários, para que os técnicos tenham mais liberdade na manutenção. Até amanhã.
O funcionário então saiu.
- Bom... então vamos embora, Jun-san.
- E a folha? – Jun perguntou preocupada.
- Apenas me dê a folha, eu passo para o computador lá de casa e depois envio para o e-mail do escritório.
- Mas essa não seria uma tarefa minha? – indagou Jun, dando a folha à Takayuki.
- Pode deixar.
Takayuki guarda a folha em sua maleta e sai dali, acompanhado da assistente. Saindo do prédio eles se despedem e Takayuki segue para Estação.
“Yokata! Vou poder passar o resto do dia com a Mitsuki.”, este era o único pensamento de Takayuki, enquanto esperava o metrô leva-lo ao seu destino.
- Tadaima! – disse Takayuki em alto e bom som enquanto passava pela porta. Foi possível escutar os passos ligeiros de Mitsuki que vinham em direção a porta sobre o assoalho de madeira.
- Takayuki-kun?! – ela então fica surpresa ao vê-lo na porta, logo sorri e vai abraça-lo – Okaeri nasai!
- Houve um problema com a rede elétrica do prédio, por isso eles liberaram todos os funcionários. – o noivo explicou contente, abraçando a amada.
- Que bom! O almoço esta quase pronto. Por que não colocar uma roupa mais fresquinha? – sugeriu Mitsuki e Takayuki logo concordou com a cabeça, indo para o quarto.
- O que temos para o almoço? – gritou Narumi do quarto.
- Arroz, carne e legumes! – respondeu Hayase da cozinha – Quer que faça mais alguma coisa?
- Não, para mim esta ótimo!
Minutos depois, vestido de short azul e camisa branca, Narumi chega na cozinha.
- Pode ir colocando a mesa, querido?
- Claro. – Takayuki foi um armário branco, pegando 2 pratos e 2 copos, colocando-os sobre a mesa do cômodo vizinho. Voltou para pegar os talheres e quando passou por trás da noiva, ele se aproximou furtivo e soprou de leve em sua orelha.
- Kya! – Mitsuki se assusta e se vira rapidamente.
- Te peguei! – Takayuki da seu sorriso casual, desarmando a raiva da noiva.
- Não me assuste assim! – disse a Hayase, um pouco vermelha e levando uma das mãos a orelha soprada.
Takayuki então beijou a testa da noiva e saiu dali rapidamente.
- Terei minha vingança, Narumi Takayuki... – dizia Mitsuki fingindo seriedade, se virando novamente para o fogão, desligando-o — ... Nessa vida ou na outra!
- Hahahaha, é mesmo? E eu já não ouvi essa frase de algum lugar?
O casal foi para mesa e se seguiu uma agradável refeição. Mitsuki aproveitou a oportunidade para falar dos preços altos do Super Mercado:
- Takayuki-kun... – iniciou e deu uma pausa, para tomar um pouco do suco.
- Nani? – perguntou Takayuki, de boca cheia.
- Hey! Mastigue a comida, mocinho!
- Gomen nasai. – se desculpou, ainda de boca cheia.
- Você não tem jeito... bom, o que eu ia falar é que, hoje fui a um Super Mercado comprar algumas coisas que estavam faltando, mas achei o preço um absurdo.
- É da Rede de Super Mercados Ima num sei lá o que?
- É um que tem uma placa verde.
- É esse mesmo, inclusive, tem um perto de onde eu trabalho.
- Verdade? – Mitsuki ficou pensando se ela teria passado perto do local onde Narumi trabalha. – Qual o nome da rua que você trabalha, Takayuki?
- Etto... – Takayuki largou os talheres e colocou uma das mãos no queixo — ... não sei, hahaha. Já vou lá a 3 meses e ainda não sei.
- Só você mesmo... – Mitsuki bota a mão na testa — ...mas como você descobriu que eu estava falando dessa Rede de Super Mercados?
- É que ouvi meu chefe reclamando dos preços também faz poucos dias atrás.
Segundos depois, Mitsuki introduz o assunto da Academia que havia visto próxima à estação.
- Academia? Pode ser interessante, acho que estou precisando me exercitar um pouco também.
- Eu também. – disse Mitsuki olhando para barriga – Já estou ficando gorda. Olha! – preocupou-se Mitsuki, levantado meta da blusa, deixando a barriga nua.
- Não estou vendo nenhuma gordura ai, querida. – disse Takayuki se debruçando na mesa e olhando de perto.
- Mas eu quero fazer academia assim mesmo. – emburrou-se, virando a cara e fazendo bico.
- Hahaha, tudo bem. Apenas passe lá amanhã nessa academia e veja o preço.
- Arigatou, Takayuki! – disse Mitsuki, animando-se de repente, abraçando o noivo e o enchendo de beijos.
O sol da tarde avançava o céu. Mitsuki lavara a louça e Takayuki terminava de digitalizar os dados da folha em seu computador.
A tarde se dava por fim e Takayuki deitou-se de lado no chão da sala apoiando a cabeça em uma das mãos. O janelão a sua frente era como a moldura, de uma bela pintura do sol poente. Sentiu-se seus olhos pesarem, até chegou a dar um leve cochilo, interrompido com a chegada da noiva na sala.
- Takayuki...?
- Venha cá, querida. Vamos ver o pôr do sol? – convidou-a, virando a cabeça vagarosamente para Mitsuki, que estava de pé as suas costas.
Mitsuki olhou para a janela e então se deitou atrás de Takayuki, abraçando-o pelas costas. Ficaram ali alguns minutos, contemplando o sol.
- Mitsuki... – sussurrou Takayuki, ainda olhando para o sol.
- Un?
- Aishiteru. – declarou-se baixinho, só para os dois ouvirem.
Mitsuki sorriu e chorou de felicidade em silencio, repousando sua cabeça sobre o ombro do noivo e o abraçando forte.
Para nunca mais perder aquele que ela verdadeiramente amava.
F I M
Glossário ( Em ordem de aparecimento. )
Nani?: O que?
Ohayou: Bom dia.
Uso: Mentira.
Oe: Ei!; Hey!; ou variante.
Ittekimasu: Dito tradicionalmente quando se esta saindo. Soa algo como “Estou saindo”.
Itterashai: Dito tradicionalmente para quem esta saindo. Soa como “Vai com Deus”.
Yokata: Que bom!
Arigatou: Obrigado.
Sumimasen: Me desculpe; Com licença.
Gomen: Desculpa.
Shimatta: Droga!
Sokai Temporu: “Sky Temple”, segundo a grafia japonesa.
Tenchou: Chefe; Patrão.
Hai: Sim.
Imamade Arigatou: Obrigado por tudo.
Mushi: Inseto.
Ohayou Gozai Masu: Bom dia. Mais formal que “Ohayou”.
Moshi moshi: Alô.
Tadaima: Dito tradicionalmente quando chega em algum lugar. Soa como "Cheguei".
Okaeri nasai: Dito tradicionalmente para quem chega. Soa como "Seja bem vindo".
Un: Sim. Mais informal que “Hai”.
Aishiteru: Eu te amo.
Considerações Finais:
Primeiramente eu gostaria de comentar o final. Sim, é um final bem tranquilo, nada marcante, mas é justamente isso, o dia a dia, nem sempre é marcante, mas para um casal, cada dia é marcante, e é nessa tranquilidade e paz que o final fecha o ONE-SHOT, dando ideia de que se seguirão dias de paz e felicidade entre o casal.
Agradecimentos especiais aos betas Penny e //fenrir, que fizeram o papel de beta contra a sua vontade XD~ mas fica ai o agradecimento pelo apoio moral que eles me deram =]
— Souzou Sagara Fujiwara no Takefuro
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