Notas iniciais
Hello Humanos. Vim em seu planeta em busca de desculpas para os leitores. E percebi que não existe desculpas o suficiente, mas vou tentar, vamos lá. ^^ Pessoas me perdoem pela demora, realmente estava sem tempo, sei que isso não é desculpa mas toda vez que eu tirava um dia para continuar a fic, tinha mais alguma coisa para impedir, então por favor, não me estrangule, estrangule o destino, rs' Enfim pessoas mereço todos as ameaças de morte, e por fim, espero que gostem. Tenham uma boa leitura!

Eu havia acabado de acorda, sentindo a luz do sol dourar a minha pele, e a brisa fresca, tocar minha face, e nos cantos dos olhos vi a cortina a porta que dá a varanda de meu quarto voar com o vento que soprava, e me levantei, me espreguiçando , e retirei o coberto que cobria meu corpo, e me levantei, sentindo minha alma vazia, meus olhos ainda queimavam de tanto chorar, meu coração em pedaços, eu não me sentia mas a mesma, minha alma se tornou fria, e insensível, já pegando a jarra de água, que toda noite a Rosa, põem sobre meu criado mudo ao lado de minha cama, para quando eu for tomar minha medicação durante a madrugada e a manhã, e enchi o copo com água, e peguei um dos comprimidos, e os tomei, com a água. E me levantei de minha cama, e logo me chamou a atenção mais uma mecha de meu cabelo espalhada pelo travesseiro, eu a acetei, e fui até o banheiro de meu quarto, e retirei meu baby doll, e fui fazer minhas higienes matinais costumeiras.

Passei horas debaixo daquele chuveiro, sentindo minha amargura, sem ter mais lagrimas para deixar escorrer em minha face, e quando finalmente consegui derramar uma gota, não consegui mais contê-las. Depois que terminei meu banho, abri a portinha de vidro do meu armário, peguei uma toalha, e enrolei-me, e depois passei meu creme de pele, e assim que terminei, atravessei a porta que dava do banheiro para o meu closet, então fui até o corredor que era apenas de shorts e calças jeans, e vesti um short jeans claro cintura alta, que tinha um estilo meio rasgado, ele era bem curtinho, mais não tão curtinho, vinha até um pouco acima do meio da coxa, e fui a um armário apenas com cintos, e coloque um preto que tinha uns brilhinhos, e fui até o outro corredor de guarda roupa, apenas com blusas, e vesti uma cropped estilo regata bem folgadinha, e amostrava apenas um pouco da parte de meu estomago, e fui até o outro corredor, dessa vez de tênis e saltos, e calcei um tênis all star, cano alto, preto e ele tinha Spike em todo seu tecido, nas laterais, depois eu fui até o final daquele closet, onde ficavam todos os produtos para cabelo, loção, perfumes, maquiagens que não uso, essas coisas assim, e então me sentei em frente o espelho, e escovei meus cabelos, passei um doce perfume, me levantei, e fui até a outra porta que dava em meu quarto, então me sentei em minha cama, e fiz minha maior tortura, com muita dificuldade eu estiquei cada canto de minha boca, e fitei o chão sorrindo, mais eu não consegui mantê-lo, minhas lagrimas o afogaram, todas que tinha pelo resto de minha vida, derramou logo naquele instante. Percebi muitas sombras por baixo da porta, e passos, que acabavam em frente minha porta, e depois de segundos, eles voltavam para onde vinham, era as pessoas que trabalhavam em minha casa, mas nenhum deles teve a coragem de entrar, ninguém tinha o consolo, para me tirara daquele eterno sofrimento, mas tem a Rosa, depois de mais de quase meia hora, alguém tentando entrar, ela entrou em meu quarto, se sentou ao meu lado, e passou a mão em minha cabeça, acariciando meus cabelos, e a ouvir dizer num tom angelical_ Chorar, não os trás de volta filha.

Eu não conseguia me controlar, a dor era mais forte e ela continuo_ Você deveria ficar feliz por eles minha pequena.

– Como isso Rosa?_ Perguntei ainda chorando mergulhando meu rosto no meu travesseiro.

– Eles estão bem melhor meu anjo, eles conseguiram, eles saíram desse mundo, eles estão descansando em paz, sem que ninguém os atormente, e nos continuamos, nesse mundo terrível, cheio de crueldade, e quanto mais eles verem o seu sofrimento aqui na terra, eles não vão aguentar, e vão querer voltar de volta para o mundo, então, vamos tentar esquece-los, e viver nosso tormento como o destino descreve, até chegar a nossa vez também de dá uma pausa, e ir se encontrar com ele, estamos em sofrimento eterno, estamos todos condenados a uma vida nesse inferno, já eles, estão de sol e água fresca_ Ela diz fazendo um pouco de graça.

Eu dei um leve riso enquanto chorava, e levantei-me pulando em seus braços a abraçando, e disse_ Eu te amo Rosinha.

– Eu também te amo minha flor_ Ela disse retribuindo a braço.

Depois que desfazemos o abraço, ela sorriu e disse_ Vamos descer para tomar um bom café da manhã, pois vira uma pessoa, para cuidar exatamente, como posso dizer... Cuidar de você.

– Eu achei que vocês estavam brincando_ Eu digo enxugando meu rosto, ainda num tom choroso.

– Não mesmo, o advogado de seu pai achou melhor, não exatamente um enfermeiro, ou medica, para ficar em seu pé, alguém que seja mais divertido_ Ela explica.

– E quem é?_ Eu pergunto.

Eu percebi essa sorri de modo falso, e dizer_ Você vai ver, mais sendo oque Deus quiser minha flor, saiba que não foi sugestão minha.

E logo ela se levantou, me deixando curiosa, e desentendida, ela continua com uma tristeza em seu olhar, uma pena enorme_ Te espero lá em baixo, você precisa comer.

E logo ela saiu, e respirei fundo tentando conter minha dor terna, e sussurrei para mim mesma_ A Rosa tem razão, se controla Mônica.

E comecei a pensar em outra coisa, para tentar abafar, o meu sofrimento.

“Talvez seja a Maga...”

“Não a Maga não consegue guarda nenhum segredo de mim, ela leva nossa amizade muito a serio, e mesmo quando foi armado àquela festa surpresa para mim, ela me disse sem querer, naquele dia meus pais realmente ficou impressi...”

“Meus pais”

Em tudo, em cada detalhe de minha vida, meus primeiros passos, minha primeira fala, meu primeiro dia de aula, minha doença, cada detalhe, eles estavam incluídos, eles eram o meu bem mais precioso, tudo oque tinha, a vida é tão injusta? Meu Deus dê-me forças.

Eu enxuguei os olhos, e resolvi finalmente descer, talvez as pessoas que trabalhem na casa, me faça esquece-los por alguns segundos.

E me levantei, indo até a porta de meu quarto, e sai do quarto, e olhei o corredor solitário, o quarto de minha meus pais trancado, e o escritório de cada um deles, eu dei um suspiro doloroso, e percebi a porta um pouco em frente á do meu quarto, aberta, ali era um dos quarto para hóspedes, então me aproximei lentamente, estava tudo tão organizado, o quarto bem espaçoso, e percebi que já tinha algumas coisas. Deus, quem será em?

Então eu encostei a porta, e segui pelo corredor, até a enorme escada de minha casa. Acho que um toque final seria um elevador. E cortei caminho indo direto para sala de jantar, lá, tem uma enorme mesa, bem pesada, bege, com detalhes dourados, e todos os alimentos já estavam sobre ela, e suas cadeiras também, só que são leves, com o encosto alto, como de um trono, e têm cinco janelas lá, com lidas cortinas vinho, um lindo lustre que minha mãe escolheu no teto, e um belo quadro meu, que minha mãe pintou, em uma das paredes, e tem alguns vasos de plantas que frutam umas belas flores vermelhas, e o chão era coberto por um belo tapete vinho, e bege. Minha mãe já fez arquitetura, e ela mesma decorou toda casa, como faz falta sua presença, pois, mãe, é mãe.

Logo eu me sentei só na mesa, e senti meu coração apertar, uma lagrima já escorria, eu rapidamente tratei de enxuga-las, e quando retirei minhas mãos dos olhos, eu vejo minha mãe se sentando ao meu lado com um enorme sorriso, e o meu pai do outro.

– Mãe? Pai?_ Pensei sentindo meu coração acelerar.

Então enxuguei as lagrimas que empatavam minha visão, e quando retire as mãos dos olhos, eu permanecia só ali, meu coração já tinha sito destruído, de um modo que não ha regeneração. E que nada nesse mundo pode juntar os pedaços, até que vi a Rosa se aproximar, eu enxuguei meus olhos e ela disse_ Mônica, depois que terminar, ligue para o advogado de seus... Ligue para o advogado, o Carlos. Ele precisa vim para saber que alguém vem te ajudar.

– Rosa, eu não preciso da ajuda de ninguém, estou ótima sozinha_ Eu digo.

– É eu sei, mas ninguém conseguiu só na vida linda_ Ela diz me dando um beijo na testa, e continuo enquanto ia embora_ Estarei cuidando do jardim se precisar.

Nossa como ela ama aquelas plantinhas, nos temos três jardineiros. Eu sorri de canto, mas o sorriso logo se desfez, e senti a solidão me abraçar, o silêncio sorrir para mim, e a tristeza acariciando minha cabeça, eu fitava os alimentos que estava sobre a mesa sem nenhum apetite, e para fazer uma diferença, eu peguei uma maça, e antes que a Rosa visse eu me levantei, e segui até a escada principal, para voltar ao meu quarto, e enquanto subia sentia meu coração gelar, minha cabeça estava preste a estourar, e subi a outra escada em passos rápidos, e entrei em meu quarto, batendo a porta com toda minha força, e jogando aquela maça sobre a cama, logo depois me joguei em minha cama, e desabei no choro.

Passando- se meia hora, eu me encontrava, deitada em minha cama fitando o teto do meu quarto sem ter mais forças para chorar, eu peguei meu celular, e liguei para o advogado, e sem demorar muito, ele atendeu dizendo_ Bom dia Môniquinha.

– Bom dia!

– Como você estar?

Eu não tive respostas para aquela pergunta, e ele continuo_ Desculpa...

– Tudo bem, eu preciso de você aqui, eu fiquei sabendo que virá alguém aqui, para me ajudar em meus medicamentos, mesmo sem eu precisar.

– Sim Mônica, você precisa, e eu já fiz tudo aqui, e ele chegará logo, logo, e pelo menos achei alguém que estudou medicina.

– Ele?

– Sim, é o... Desculpa, eu acabei de receber uma ligação sobre, o testamento de seus pais, enfim , ele chegara em breve.

– Amanhã eu estarei passando em sua casa. – E logo ele desligou.

Eu olhei em meu celular já era exatamente 02h15min, eu quase não dormi essa noite, tive apenas um cochilo, e foi às cinco horas da manhã. Até que, eu ouvi bem longe, o grande portão da entrada de minha casa, e ouvi um carro, e me levantei, indo até a varanda de meu quarto, era uma enorme lamborghini mercy preta, gente era um carro realmente incrivelmente lindíssimo, eu lembro que meu pai amava esses carros, e tem uma garagem só para seus carros valiosos, e no centro sua preciosa Ferrari, meu Deus que saudades. Então finalmente sair dali, e ficarei por aqui mesmo, depois quem sabe eu falo com “Ele”, E logo eu escuto meu celular tocar, e eu carro para atendê-lo, e quando pego, vejo que é a Maga, e eu atendo dizendo_ Oi Maga.

– Oi Mô, estar melhor?

– E- Eu estou... Bem._ Falei com uma forte dor do peito.

– Sei que não estar... Bem, eu vou ter que ir passar uns dias na casa de minha tia Mônica, mas assim que chegar eu passo ai estar bem?

– Tudo bem Maga.

– São apenas uns quatro a cinco dias.

– Okay.

– Olha Maga, meu advogado, disse que seria bom ter alguém, para cuidar de mim, em meus medicamentos, ele disse que não precisa ser um medico que pegue em meu pé, mais alguém que eu possa interagir, e ele achou alguém que já estudou medicina, e a Rosa disse que eu conheço. Eu sei que não preciso disso dei me cuidar sozinha, eu tenho que aprender a ser só na vida, meus pais me deixaram, e eu preciso ser forte para continuar de onde eles me deixaram.

– Talvez seja o melhor Mô, tenta gostar da ideia.

– E- Eu vou tentar.

– Eu vou deligar Maga, mas tarde te ligo.

– Okay, até mais.

Eu fui novamente até a varanda, e não vi mais ninguém, talvez já esteja aqui dentro de casa.

Passando- se algum minuto finalmente sair de meu quarto para cumprimenta-lo, e desci até a sala. Chegando lá havia apenas a Rosa, um dos seguranças de minha casa e um homem alto de pele morena, de terno e gravata.

“Eu não o conheço” – Disse para mim.

– Boa tarde _ Digo aproximando-me dele, e estendendo a mão.

Ele estendeu a mão cumprimentando-me, e ele disse com um sorriso gentil_ Boa tarde senhorita.

– Deixe-me apresentar, eu sou o Felipe, o Advogado e defensor de Cebola Menezes_ Ele continua.

Eu senti algo diferente me mim, e eu perguntou praticamente em um sussurro de forma assustada_ Q- Quem?

Eu vi a Rosa me olhar com um sorriso falso, e logo ouvi uma voz atrás de mim_ Oi Mônica.

Eu me virei o fitando surpresa, e o seu advogado continuo _ Eu já vou indo, já estar tudo organizado.

– Tenham uma boa tarde todos, e avisarei ao Carlos que já estar tudo pronto_ Ele disse sorrindo gentil.

Ele me cumprimentou novamente, e ao segurança, e a Rosa, e depois o Cebola, ele disse para ele_ Depois agente se fala.

– Estar bem_ Ele disse.

E então, o segurança o acompanhou, e a Rosa disse com um sorriso angelical_ Cebola, a Mônica vai te amostrar seu quarto.

Eu a fitei sem reação, e fui á escada em passos lentos, e ele me acompanhava um pouco afastado de mim.

Deus, oque eu fiz para merecer essa tortura, logo o Cebola, por quê?

E depois de chegar o quarto em frente o meu, e chegando lá, eu me virei para ele e disse_ Olha garoto, eu não preciso de sua compaixão, e piedade, eu não preciso de você.

Ele simplesmente se aproximou de mim, e disse de forma calma e gentil_ Sei disso, nem eu de você, nem você de mim, não faço isso por você, você é independente.

– E por que não se vira e vai?_ Eu digo de forma grossa.

– Eu faço isso em memoria de seus pais_ Ele diz dessa vez de modo serio e de cabeça baixa.

“Não posso acreditar que tem isso naquela porcaria de testamento”

Pov. Cebola

Ela continuava a me fitar de modo raivoso, onde foi parar aquela garota cheia de doçura, e meiguice, e eu continuei _ Você estar diferente?

– Se não fosse abrir a boca eu não estaria tão diferente_ Ela disse de forma agressiva.

Eu passei o dedo indicador e o polegar na testa já sem paciência, e apoie a mão na parede onde ela estava encostada, e disse a fitando bem perto de mim_ Já disse que não fui eu.

Ela se aproximou mais de mim, me fitando com a cabeça um pouco inclinada, por ser tão baixinha, e disse com um olhar frio_ E quem foi então?

Eu sabia quem foi, mas não podia dizer e continuei_ Não faço a mínima ideia.

– Claro que não_ Ela disse de forma grossa.

E logo ela passou por baixo de meu braço, e entrou em seu quarto que era logo ao lado, e entrei batendo a porta, eu me virei indo em direção á porta indicada, e girei a maçaneta, era um quarto bem espaçoso para um quarto de hospede, e bem iluminado, e ainda mais pela varanda que tinha no final do quarto. Então entrei reparando minhas coisas, que como meu advogado disse que seu estaria aqui, e reparei na chave que permanecia sobre a mesa, que era do quarto, e me sentei na cama respirando fundo, estar longe de meu pai era o paraíso, e instantaneamente meu celular tocou e eu retire do bolso vendo que era o meu pai, e atende sem animo dizendo_ Oi.

– Como estar filhão?

– Como já disse, a dona da casa me odeia. Quando providenciará alguém para ser o dono dessa descoberta.

– Providenciarei em breve.

Eu respirei fundo e disse_ Cara, não posso permanecer aqui.

– Pode, e deve filho, já conversamos a garota, vai se convencer.

– Puta merda, em que você foi me meter.

– Fica tranquilo filho, depois eu te ligo, até mais.

– Até.

Ele desligou e eu coloquei novamente o celular no bolso, senti um papel em meu bolso, e retirei vendo que era oque indicava as medicações da garota, e pensei passando a mão na nuca – Fudeu!

Pov. Autora

Depois que o sol já estava se pondo, a garota estava sentada, no banco em que seu pai mandou que colocasse debaixo daquela enorme árvore, por sua filha não gostar de tomar sol, e por gostar de ficar naquele espaço atrás da estufa, ela estava sentada de lado no banco, com o corpo curvado, e com seus joelhos contra seu corpo, e ela os abraçava, apoiando sua cabeça sobre eles, enquanto afogava seu rosto de lagrimas, sua dor era forte, o suficiente, para atingir a todos por perto. Mais a presença de alguém, á fez engolir um pouco o choro, e logo aquela pessoa se sentou ao seu lado, e ela levantou a cabeça de lentamente e viu aquele belo rapaz que hospedava em sua casa, e ela perguntou de forma grossa_ Oque você quer? Não posso mais ficar só?

– Claro, apenas vim avisar que uma simpática senhora que trabalha em sua casa, pediu para que eu te chamasse_ Ele á respondeu.

– Ótimo pode ir agora, me deixa em paz Cebola, eu não preciso de sua ajuda_ Ela disse.

Ele se levantou e sem dizer uma palavra e deu dois passos a frente quando se virou, a garota estava pálida, e parecia não respirar de forma normal, de forma rápida ele voltou á pegando em seus braços, e lembrou que tinha uma porta ali, que dava bem perto da escada principal, então, ele correu, e a porta estava aberta, por onde ela havia saído, e correu entre aquele corredor, e como não havia ninguém na sala, ele subiu as escadas na velocidade da luz, e foi até o quarto da garota abrindo a porta de uma só vez e a deitando em sua cama, e retirando de forma brusca o papel do bolso, e leu rapidamente, e pegou o comprimido indicado, e deu a ela, ele encostou a mão, em sua testa, e ela estava quente de uma forma impressionante. E logo ele percebeu ela dormir, e ele saiu de seu quarto e desceu até a sala novamente e se encontrou com a Rosa, e disse de forma preocupada_ A senhora poderia vir comigo, por favor.

A senhora preocupada subiu as escadas com o rapaz e os dois entraram no quarto da garota, e a vendo deitada em sua cama, ela de forma assustada foi até ela, e tocou em sua face, sentindo sua mão esquentar com o queimar da pele da garota, e ela acrescentou_ Isso não acontecia faz tempo. Meu Deus.

– E-Ela vai ficar bem?_ Ele perguntou.

– Graças a você sim, essa garota ainda vai me matar do coração_ Ela diz.

Ele sorriu aliviado sentando-se numa poltrona, que havia em frente a cama da garota, e ela disse_ Ela acorda daqui á pouco, e eu trazer a janta dela para o quarto, não vai descer?

– Eu vou esperar ela acordar_ Ele diz preocupado.

Ela sorri de forma doce para o rapaz e diz_ Como quiser, posso trazer a sua também?

– Não, obrigada_ Ele diz retribuindo o sorriso.

– Nessa casa ninguém deixa de comer rapazinho_ Ela diz o fitando gentilmente.

– Me desculpa, mas prometo que será apenas hoje_ Ele diz.

– Ótimo_ Ela diz, saindo do quarto.

E ele permanece sentado, á fitando assustado, e ansioso para que a bela morena despertasse. E a Senhora foi e voltou, ela permanecia desacordada, e finalmente passando-se, uns 45 minutos, ele a vê despertando, e quando ela abre seus olhos, e o vê ela, puxa seu cobertor até o pescoço e pergunta assustada_ Oque faz aqui?

Ele se levanta indo até ela e diz_ Não precisa agradecer Mônica.

Ela se vê vestida, e retira o coberto, ele pega o termômetro sobre o criado mudo ao lado de sua cama, e diz_ Com licença.

E coloca o termômetro debaixo de seu braço para ver sua temperatura. Enquanto seus olhos não saia de seu doutor Menezes, bem em sua frente cuidando dela, ele colocou suas mãos apoiada em sua cama, de cada lado dela, e perguntou a fitando fixamente_ Posso te ajudar em mais alguma coisa?

Sem reação ela continuava olhar fixamente em seus olhos castanhos, seu olhar serio, que fazia algo crescer dentro dela, e ele se ergueu, e disse_ Se precisar é só chamar.

E ele seguiu até a porta, e depois que ele girou a maçaneta, ela o chamou_ Cebola.

Ele se virou, e ela disse num tom bem baixo_ Obrigado!

– Desculpa, eu não ouvir_ Ele diz.

– Obrigado!_ Disse num tom um pouquinho mais alto.

Ele se aproxima mais e diz_ Devo estar ficando velho, ainda não ouvir.

– Obrigado!_ Ela repete já estressada.

–Repete, por favor, ainda não entendi, pode falar um pouco mais alto_ Ele diz sorrindo de canto.

– Obrigado Cebola! Obrigado, obrigado, obrigado, que merda_ Ela diz de forma bem alta dessa vez.

Ele sorriu e diz_ Por nada. E quer saber, eu ouvi da primeira vez.

Ela o fita irritada e diz_ Sai.

Ele sorriu mais uma vez para ela, e vai novamente até aporta, e antes de sair, ele disse_ Ah, Mônica.

Ela o fitou cruzando os braços, e ele continuo_ Achei que não precisasse de mim.

Ele sai fechando a porta, bem na hora em que ela arremessa um travesseiro, que acaba atingindo a porta, ela pega o outro travesseiro, e põem contra o rosto, e disse em seus pensamentos.

“Eu não preciso dele... Não preciso daquela canalha, idiota, miserável, trairá, insuportável, cretino, safado, filho de uma... Ou... Eu preciso?”

Continua...

Notas finais
Gente eu necessito de um Doutor Menezes. O.o Rs' espero que tenham gostado. Kisses