Para Todo Sempre
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Para todo Sempre“Ela se foi Dougie... eu sinto muito cara” disse Harry a mim.“Por que ? Eu só me pergunto o por que disso tudo ta acontecendo comigo?” disse chorando. “O que eu fiz para perder todas as pessoas que eu amo hein Harry, por que?”“Dude, ficar se martirizando agora não adianta” disse Danny se aproximando de mim e me abraçando.Me sentei novamente, em minha mente veio a lembrança do dia que conheci Fernanda.*flash back*Estávamos todos ali na sala de reuniões. Fletch tinha acabado de nos contar que tínhamos ganhado um premio muito importante. Foi quando ela entrou na sala. Estavam todos rindo no momento, os risos cessaram e os olhares foram dirigidos a ela uma menina de uns 20 anos, longos cabelos vermelhos e olhos azuis vinham em minha direção eu não entendi mais logo vi que Fletch a conhecia pois ele passou na minha frente para cumprimentá-la.“Prazer, Fernanda Fletcher.” Foi o que eu ouvi quando sai do meu transe.Todos olhavam para mim“O que foi?” eu perguntei.“Dougie essa é Fernanda, minha filha.” disse Fletch. Eu a olhei e apertei a mão dela que estava estendida.“Dougie Poynter.” Disse dando meu melhor sorriso. Ela riu e abaixou a cabeça.“Bom, aqueles são Harry, Danny e Tom, meu amor.” Continuou Fletch com as apresentações. “É um prazer conhecer vocês meninos, meu pai fala muito de vocês.” Disse ela.*end flash back*“Alguém já ligou para o Fletch?” Perguntei e ninguém me respondeu nada. Peguei meu celular no bolso, tentei sem sucesso mudar minha voz para ele não ficar preocupado e liguei o numero que eu sabia de cor. “Fletch?” Falei. “Quem é?” ele perguntou com uma voz de sono. Claro, era tarde.“Fletch, sou eu Dougie.”“Poynter, por que você está me ligando a essa hora? Posso saber” Ele perguntou um pouco nervoso, como eu ia dizer.“Eu preciso de você aqui no hospital agora.” Terminei e as lagrimas voltaram a descer.“O que você aprontou?” Ele ainda estava nervoso.“Nada, só que você venha para o hospital Meridional agora, por favor.” Ele deve ter percebido que minha voz não estava boa e então concordou.Desliguei e sentei no sofá, que já estava sentado a mais de duas horas. Em minha cabeça veio o dia que pedi Fernanda em namoro ao Fletch. Foi um dia engraçado.*flash back*“Então, vocês tem alguma dúvida sobre a campanha?” Perguntou Fletch assim que terminou de explicar sobre uma campanha de cuecas que nos íamos participar.“Eu tenho Fletch.” Disse me levantando, ele me olhou atravessado, no dia anterior havia discutido com ele por causa da Fernanda.“O que você quer Poynter?” Ele perguntou se sentando eu me sentei também.“Eu...eu quero...” gaguejei estava muito nervoso e os meninos riam de mim.“Fala logo Poynter, o que você quer?” Disse ele serio.“Euqueronamorarcomafernanda.”disse muito rápido.“Claro, que língua você falo agora?” Ele perguntou com uma cara engraçada“É a língua do amor, Fletch.” Disse Harry já que ele sabia o que eu tinha falado.“Acho que ontem nós conversamos sobre isso não é, Poynter?” É, ele tinha falado que se fosse para fazer a Fernanda sofrer, era para eu me afastar dela.“Então, eu quero algo serio com ela por isso eu tomei essa decisão...” Tá, ele me interrompeu.“Qual?” Ele disse e se levantou. Alguém tinha batido na porta. “Eu quero namorar com a Fernanda.” Na hora, ele abriu a porta e desmaiou. Isso mesmo, caiu para trás. Os meninos caíram na risada. Eu como bom futuro genro fui socorrê-lo. “PAI” era ela que estava na porta. Não a via fazia três dias, havíamos discutido por causa de uma reportagem idiota de uma revista.Deixa eu explicar, duas semanas depois daquele dia em que o Fletch me apresentou a Fernanda nós nos encontramos num pub e rolou. Isso faz 1 mês hoje.“Fletch acorda.” Eu disse preocupado.“Pai, anda acorda pai.” Ela parecia muito preocupada por causa de um simples desmaio e até hoje eu não sei o porquê daquilo.“Fernanda, Dougie, licença.” Disse Danny. E logo jogou um copo de água na cara do homem que acordou assustado.Tom e Harry nem por um minuto pararam de rir, até receberem uma fechada de Fernanda.“Posso saber porque vocês estão rindo?” Disse ela séria “Nada.” Foi o que eles disseram. Eu olhei para Fletch esperando uma resposta, ele fez que sim com a cabeça e se sentou em sua cadeira. Me dirigi a Nanda.“Nanda, me escuta” Disse a ela.“Eu já te escutei, Poynter.” Ela disse seria e foi em direção ao pai.“EU TE AMO.” Foi que a fez parar. Andei até ela e disse: “Você foi a primeira pessoa por quem eu me apaixonei, a única que eu amei e que sempre vou amar.” Ela tinha lagrimas nos olhos e eu também. Continuei “Nanda, quer namorar comigo?” Ela se pendurou no meu pescoço e me beijou, aceitei aquilo como um sim.*end flash back*Olhei para porta e vi a Kariny entrando com uma cara preocupada, quando viu meu estado a ficha pareceu cair.“Como a Nanda ta?” Ela perguntou receosa.“A Nanda ... ela” Respirei fundo. Não era fácil dizer que a amiga de infância dela tinha morrido. “Eu sinto muito, Kah.” Não agüentei e chorei muito, ela me abraçou forte e chorou também.Me lembrei do dia em que conheci a Kariny*flash back*Entrei no pub e logo vi as duas sentadas, então me aproximei.“Oi gata, e ai quer dançar?” Brinquei com a Nanda.“Claro que não. Ela tem namorado, se enxerga ta?” A Kariny disse e eu ri.“O que você ta rindo? Tenho cara de palhaça?” Ela estava ficando nervosa.“Kah.” Disse a Nanda rindo “Ele é o Dougie.” Ela disse e me deu um selinho.Cumprimentei a Kariny e nós três conversamos a noite toda.*end flash back*A porta se abriu novamente dessa vez entraram Geane e Tom. Eles eram namorados e Geane era a outra melhor amiga da Nanda. Ela já estava chorando. Tom havia ido buscar ela e com certeza havia contado.“Dougie, eu sinto muito.” Ela disse chorando e me abraçou.Me lembrei do dia em que a conheci*flash back*“Oi gatinho.” Disse uma garota se sentando na minha mesa a olhei de cima a baixo. Era bonita.“Oi.” Foi a única coisa que disse.“Está sozinho?” Ela perguntou dando em cima de mim.“Estou esperando minha namorada.” Sem olha-la.“Vai me dizer que ela é melhor que eu?” Ela tava falando sério. Eu me perguntava. Apenas respondi que sim.“Com certeza ela é muito melhor que você.” Disse.“Namorado cego.” Ela disse com um sorriso enorme.“Namorado cego não, apaixonado.” Disse a Nanda surgindo atrás de mim. Tomei um susto. “Apaixonado e fiel.” Foi o que a outra garota falou. As duas riram da minha cara de duvida, foi ai que a Nanda me explicou.“Dougie, essa é a Geane Ane. Esse é o Dougie meu namorado.” Ela disse com aquele sorriso que eu amava.*end flash back*Eu ri com aquela lembrança.“Porque você ta rindo?” me perguntou o Tom.“Eu tava lembrando do dia que conheci a Ane.” Respondi e ela sorriu.O tempo parecia não passar. Esperávamos pelo medico. Eu pedi que ele voltasse quando eu pudesse me despedir dela.O momento que eu não queria havia chegado. Fletch adentrava a sala em silêncio e sério.“Poynter, o que aconteceu?” Ele parecia desconfiar, mais não queria acreditar.“O avião da Nanda...” tive que parar era muito difícil “Ele bateu.”“Cadê a minha filha Poynter?” “O avião pousou mais o freio de pouso falhou fazendo o avião bater.” Eu terminei e ele chorava e eu também.Com dificuldade ele perguntou: “Como ela está?”Eu não tinha condições de terminar Harry se aproximou“Fletch ela ...não resistiu aos ferimentos.” Nesse momento o médico entrou na sala, todos se levantaram.“Sr. Poynter me acompanhe por favor.” Disse o médico sério.Caminhamos em silêncio até uma porta e paramos.“Nós milagrosamente conseguimos ressuscitá-la.” Quando ele disse isso, um sorriso enorme se fez no meu rosto. “Ela quer te ver...ela não tem muito tempo de vida”Entrei no quarto ela estava branca e muito ferida,deitada naquela cama.“Dougie” ela disse com a voz baixa e fraca “Eu sinto muito” uma lagrima desceu dos seus olhos e dos meus.“Não, calma, não fala nada eu to aqui. Você vai ficar bem.” Eu disse. “Não Dougie” ela respirou fundo “Diz ao meu pai que eu o amo muito e ele foi o melhor pai que poderia ser.” Ela chorava muito.“Nanda, você vai poder dizer isso a ele.” Eu disse, ela não podia estar se despedindo.“Você tem que deixar eu falar por favor...diz as meninas que eu as amo também. Diz a Kah para deixar de ser burra o Harry ama ela...” Nós dois rimos. “Eu te amo muito desde o dia em que eu te conheci, no dia em que você me pediu em casamento foi um sonho para mim.”“Nanda, tudo que eu te disse aquele dia era verdade, era não, é verdade. Eu ensaiei tantos dias para te dizer aquilo, na hora eu esqueci tudo foi no improviso.” Eu disse e ela sorriu. Ah como eu amo esse sorriso...“Eu só preciso saber de uma coisa...” ela disse voltando a sorrir.“Fala, meu amor”“Você vai me amar amanhã?”“Para todo sempre Nanda”Ao ouvir isso ela se foi, se foi para sempre para nunca mais voltar.Eu a beijei. O último beijo. Minha vida era perfeita. ERA.
Um mês depois a Kariny e o Harry acabaram juntos.Fim
Notas finais
Espero que gostem e comentem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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