Para Sempre Seu
7 Eu ordenno
Notas iniciais
— Hades!
— Por Zeus Shaka! Não fale besteira. Hades está descansando no campo elísios! –Dizia Mu assustado.
— Não pode ser! –Shun se levanta do sofá.
Porque será que isso está acontecendo. Eu já vi esse filme, será que realmente Hades voltou... Aquelas palavras que esse homem sussurrou em meus ouvidos. “Eu quero você... quero você”. –Pensava Shun.
— Acalme-se Shun, nós não temos certeza é só uma desconfiança. Olha... Talvez seja a Pandora! –Mu se aproximou do menino e tentou o acalmar.
— E talvez vocês tenham razão, deve ser a Pandora querendo se vingar. –Falava Shun.
— Shaka... E melhor pararmos por hoje, temos que descobrir quem era aquele homem. E o que a Pandora quer com o Shun. –Saori falou parando com a tensão que no ar estava.
— E verdade, vocês tiveram uma viagem cansativa. –Mu se levanta.
— Falando nisso... Que horas são? –Perguntou Shun.
— São 14horas, ainda é cedo, mas é melhor vocês irem descansar. –Mu sorria para os amigos.
— Sim, você tem razão. Meninos, agora eu vou para o meu aposento, até depois. –Saori saia da sala.
— Atena, deixe-me lhe acompanhar? –Sorriu Mu.
— Claro Mu, deixo sim. –Sorriu a garota.
Saori e Mu saíram da casa de virgem e foram para os seus aposentos, deixando Shaka e Shun sozinhos.
— Shun... –Shaka o chamou.
— Ah! Oi Shaka. –Disse o menino saindo do transe.
— Está tudo bem?
— Shaka não se preocupe eu estou bem. –Sorriu o menino.
— Que bom então... Ah! Você gostou do quarto? –Perguntava Shaka curioso.
— Claro Shaka... Eu adorei. –Sorriu o garoto.
— Fico feliz por ter gostado. –Mu olhava para Shun e dava um lindo sorriso.
— Shaka, desde quando você começou a sorrir assim, de um jeito engraçado. Antes você nem falava com a gente.
— Ah Shun, e... Que... Quando eu fui para o submundo eu vi que a minha vida de nada valeu a pena, lá eu fiquei durante três anos. Eu tinha somente 17 anos e não aproveitei nada. E quando eu soube que eu e os outros iriamos voltar, eu prometi que iria aproveitar as pequenas coisas da vida.
— Hum... E por isso que não fecha mais os olhos? –Perguntou Shun curioso.
— Sim, o mundo é muito lindo para não ser visto.
Enquanto os dois conversavam, começaram a caminhar pelo o corredor da casa Zodiacal. Shun queria saber mais e mais sobre o seu novo mestre.
— Shaka, posso te perguntar uma coisa?
— Claro Shun. –Ria Shaka.
— por que você cortou o cabelo e... Por que você parece mais novo.
— Ah, e que um dos juízes do submundo disse que, para poder todos voltarem, tinha que rejuvenescer pelo menos uns 3 anos. Por isso eu pareço um adolescente. E também eu parei de crescer. –Bufou Shaka.
— Há há há, desculpe mas, você era mais alto que o Ikki, agora ficou mais baixo que ele. –Ria Shun descontroladamente.
— É o Afrodite vai encher o meu saco por causa disso.
— Shaka, obrigada por tudo.
— De nada Shun. –Os dois sorriam.
— Bom, agora eu vou para o meu quarto, e lembrem-se ás noves temos o jantar da Deusa Atena.
— Pode deixar Shaka.
Os dois rapazes foram para os respectivos quartos, Shun entrou e foi direto para o banheiro, depois de tomar banho se enxugar e se vestir. O rapaz olhou para relógio na parede.
— Nossa ainda é 14h30min, ainda tenho tempo para dormir.
Shun se deitou na cama, pegou o despertador que tinha em seu quarto e marcou para despertar as 20horas.
— Bom, vai dar para descansar bastante. Eu não consigo entender como a Saori e os outros estão de pé, bem dispostos. –Dizia o menino com os olhos pesados pelo o sono.
Shun olhou novamente para as estrelas que estavam no teto do seu quarto. Lentamente o menino adormeceu, a sua porta estava somente encostada, pois Shaka pediu aso menino que nunca fecha-se, pois se algo ruim acontecer tem como fugir.
X X X
— Camus, você está ai?
Milo de escorpião batia na grande porta da casa de aquário. Até que um homem veio atender.
— Milo é você... –Dizia o cavaleiro.
— Sim Camus, posso entrar? –Perguntou Milo sorrindo.
— Sim, claro que pode?
Milo entrou na casa de aquário, tudo lá era bonito e organizado, o homem se sentou no sofá e olhou para Camus que estava em pé.
— Camus, o que está acontecendo?
— Eu ainda não posso falar Milo. –Camus olhou para o homem.
— Hum... E segredo né, então tudo bem, senhor Camus. Se é assim vou voltar para a minha casa.
Milo olhou para o outro, levantou-se do sofá e foi em direção à porta.
— Espera Milo! –Gritou Camus.
— Hum... Vejo que mudou de ideia. –Ria o escorpião.
— Não, eu não mudei de ideia. Por favor, entenda eu não posso falar pela segurança de Atena... E até sua. –Camus foi em direção ao rapaz.
— Nossa... Como você consegue ser chato hein. Mas se é uma ordem da deusa Atena, não há nada que eu possa fazer.
— Ainda bem que você entendeu. –Camus suspirava aliviado.
—Porém... Vou querer algo em troca.
— Ah! La vem coisa... –Camus olhava para o escorpião.
Milo se aproximou do cavaleiro e o agarrou pela cintura o puxando para um beijo, Camus foi pego de surpreso como nas as outras vezes, mas, ele tinha que admitir que o escorpião beijava muito bem.
— Pa...para Milo! Alguém pode nos ver! –Camus empurrou o jovem.
— E daí? Eu estou beijando você não eles.
— E daí! Milo... Somos cavaleiros. O que acha que vão pensar de nós se descobrirem isso.
— Problema e deles, a vida é minha, nós estamos namorando, deixa pensarem besteira. Eu gosto de você não deles e ponto final. –Sorriu Milo.
— Milo, para com isso.
— Vamos pro quarto, aí você aproveita e me fala sobre o grande segredo que você e o Mu estão escondendo.
— Milo, eu já disse que não vou falar nada! –Brigou Camus.
— Está tudo bem, espero essa tempestade passar. –Disse Milo.
— Pelo menos isso.
— Mais... Um beijo você pode me dar não é Camus de aquário? –Milo fez uma cara maliciosa.
— Eu sei muito bem onde esse seu beijo vai parar Milo de escorpião! –Disse Camus abismado com o cinismo do outro.
— Ei! Eu to falando a verdade, não confia em mim não é?
— Confio Milo, nossa... É claro que confio. –O cavaleiro falou com deboche.
— Então... Eu posso lhe beijar? –Disse Milo chegando bem perto do rosto de Camus.
— Sim...
—Nossa ainda bem viu. Pensava que iria ter de usar a força. –Ria Milo.
O escorpião chegou bem perto do rosto de Camus, ele apenas estava o encarando. Gentilmente passou a mão pela cintura e foi descendo, devagar, mas, Camus o impediu.
— Ei! Ta doido. Eu disse que era só um beijo. –Camus olhou para Milo irritado
— Eu sei, só queria te irritar um pouco. –ria Milo.
— Ah! Bem típico de você. –Camus tentava não rir.
Milo se aproximou da boca de Camus e o beijou gentilmente, no começo era um beijo sereno, mas, depois se tornou quente e selvagem. Camus sabendo onde isso iria parar, resolveu interromper.
— Chega... –Disse Camus ofegante.
— Tudo bem, pelo menos eu já fiz um pouco do que eu queria.
— Você é muito sonso Milo. –Disse o cavaleiro abismado.
— Sou, mas você gosta. –Ria Milo.
— Já chega agora você precisa ir... Ninguém do santuário pode desconfiar da gente. –Disse Camus agoniado.
— Bom, pelo menos ganhei um premio de consolação.
— Ah como você é dramático. – Falava Camus.
— Então como você não quer papo comigo hoje é melhor eu ir andando. – O escorpião vai em direção à porta e fica do lado de fora da casa.
— Tchau Milo.
Mas antes de Camus fechar a porta, Milo o puxa pela gola da blusa e o beija novamente. Mas agora era do lado de fora, onde qualquer um de seus amigos podia ver. O escorpião vendo que iria levar bronca correu depois do beijo e foi embora.
—Milo de escorpião! –Gritou Camus com raiva.
— Porcaria! Ele quer me matar só pode! –Disse Camus com raiva e ao mesmo tempo feliz.
X X X
— Por Zeus Saga! A sua cabeça está sangrando! –Gritou Jabu.
— Não exagere rapaz. –Saga gemia de dor, pois não queria preocupar o mais novo.
— Saga tem certeza que está melhor? –Perguntou Jabu.
— Eu acho que sim, mas, a minha cabeça está doendo muito. –Saga fez uma careta de dor.
— Caramba! Esse Afrodite é doido, como ele faz uma coisa dessas. Sendo que você nem estava com a armadura de ouro.
— Tudo bem Jabu, a culpa também foi minha. Eu não tinha nada que ir lá perturbar ele, é principalmente dar língua. –Ria Saga fazendo careta.
— Saga, temos que ir até Atena na sala do mestre, quem sabe ela faz um curativo.
— Jabu eu não gosto de ir pra lá, você sabe. Aquele lugar me traz lembranças ruins. E isso me faz querer morrer. –Disse Saga abaixando a cabeça.
— Me desculpe por te fazer lembrar isso, mas, precisamos o mais rápido possível ir para lá, temos que cuidar da sua cabeça, você pode... Morrer! Além do, mas não é sua culpa, é sim do seu irmão Saga. –O menino toca no ombro do novo mestre.
— Mesmo assim, me sinto mal a ir para lá.
— Vamos lá, tenha força, você é um cavaleiro de ouro. Precisa se curar para proteger Atena e seus amigos.
— Você está certo Jabu!
— Legal! Então vamos? –Sorriu Jabu.
— Claro! Além do, mas, preciso estar vivo para me vingar do Afrodite.
— Pó mesmo morrendo você só pensa em bagunçar e se vingar do Afrodite. –Riu Jabu ajudando o amigo a se levantar.
Saga de gêmeos e Jabu de unicórnio foram para a sala do mestre, o homem estava com a visão embaçada e sentia muito sono. Saga segurava um pano em sua cabeça para estancar o sangue. O que deixou seu pupilo preocupado ainda mais.
X X X
Enquanto isso Afrodite andava de um lado para o outro com uma rosa vermelha na mão, o rapaz parecia atordoado. Ikki saiu de seu quarto e viu o novo mestre agoniado, suando frio.
— Ei Afrodite, aconteceu alguma coisa? –Perguntou Ikki.
— Ah! É você... –Afrodite revira o olho.
— Quem mais seria?
— Sei lá, que tal o papa! –Gritou Afrodite.
— Ixe, já vi que você está com a macaca hoje hein!
— Ah Ikki! Vê se não enche ta legal!
— Nossa tudo bem, não precisa ficar nervosinho. Agora da pra falar o que houve, pra te deixar assim?
Afrodite se sentou no sofá e Ikki ficou em pé olhando o amigo, o moreno só esperava as palavras saírem da boca do belo rapaz.
— E...e...que...eu taquei uma barra de ferro na cabeça do Saga. –Falou o rapaz gaguejando.
— Caramba! O que ele fez pra merecer isso hein? –Perguntou Fênix assustado.
— Ele veio aqui na minha janela, me deu língua é ainda por cima disse que pareço uma garota. GAROTA!
— Há há há...nisso ele tem razão. –Ria Ikki alto.
— O que! –Gritou Afrodite.
— Brincadeira, era só uma brincadeira. –Ikki enxugava as lagrimas de riso com seus dedos.
— Então pare de besteira!
— Nossa... Ainda bem que ele estava com a sua armadura, se não...
— Se não o que! Diga-me! –Ordenou o rapaz aflito.
— O que você acha Afrodite, é claro que ele teria morrido, pó meu... Foi uma pancada na cabeça. Ele estava com a armadura não é? –Perguntou Ikki preocupado.
— Ah...claro... sim ele estava. –Mentiu Afrodite, rindo nervosamente.
— Hum, ainda bem. Se não ele teria morrido de hemorragia.
Afrodite se levantou do sofá, olhou para Ikki e correu para o seu quarto, sem dizer uma única palavra. Pois estava preocupado com o amigo.
— Ixe, o que deu nele agora. –Disse Ikki em voz baixa.
Afrodite trancou a porta de seu quaro e sentou-se em sua cama, o rapaz estava atordoado.
— Droga! E agora o que eu faço... Ele não estava com a armadura. Será que algo de ruim aconteceu com o dupla personalidade.
Afrodite tirou suas roupas e foi tomar banho, pare que á agua que descia do chuveiro pudesse aliviar sua tensão. Ele sentia as gotas escorrerem pelo o seu belo corpo.
— Eu...não odeio o Saga...eu...não quero que ele morra, ele é o meu amigo de infância. –Uma gota de lágrima escorre pelo seu rosto.
Depois de tomar banho, Afrodite se vestiu e começou a olhar para o teto pensando no amigo, e como se arrependia por ter feito algo tão grave assim.
— Ele não vai morrer, o Saga passou por coisas piores que isso... E também Jabu está lá agora, com certeza ele o ajudou.
X X X
— Chegamos Saga, agora é só a gente entrar. –Dizia Jabu ajudando o amigo a andar.
— Sim Jabu, vamos nessa.
Saga e Jabu abriram a grande porta e encontraram Saori tocando piano. Enquanto isso Saga estava tentando estancar o sangue com o pano, mas parecia não funcionar. Já que o pano branco estava encharcado de vermelho.
— Saori, podemos falar com você? –Disse Jabu ondo em direção da Deusa.
— Olá Jabu, o que está fazendo aqui? Aconteceu alguma coisa. –Levantou-se a menina.
— Bom, na verdade aconteceu sim, vem Saga.
Saga se aproximou, o rapaz estava com o pano na cabeça, o sangue estava visível e Saori ao ver isso se assustou, e correu em direção ao cavaleiro.
— Saga por Zeus! O que houve? –Perguntou Saori assustada.
— E...que..
— Depois você me fala, vem! Temos que fazer um curativo o mais rápido possível! Jabu! Vá pegar os curativos com os cavaleiros de prata. –Disse a menina.
—Sim Saori!- Jabu correu e foi buscar os curativos junto com os cavaleiros que lá estavam.
—Saga venha, sente-se aqui.
Saga sentou-se em uma poltrona marrom, enquanto isso Saori tirava o pano da cabeça do amigo.
— Por Zeus, como está sangrando. Vai precisar levar ponto.
—O que! Ponto. –Saga fez careta.
— Sim, mas, não se assuste vai levar só três, já que o corte não foi tão grande. Mas em compensação o ferimento foi muito profundo, por isso esta sangrando muito.
— Atena, está doendo muito é der repente fiquei com muito sono.
— Sim Saga, são os efeitos do baque, quando nós batemos a cabeça sentimos sono. Mas não caia nessa, dizem que quando alguém bate não pode dormir.
— Porque Atena?
— Porque essa pessoa nunca mais acorda, ela morre.
— Então eu não vou poder dormir?
— Infelizmente não...você vai ter de ficar acordado por dois dias seguidos.
— Onde você aprendeu isso Saori?
— Ah, o meu avô me ensinou tudo de medicina, ele também foi doutor.
— Poxa Saori, eu não irei aguentar eu...eu vou morrer!
— Deixe de chorar, e claro que vai aguentar, você é um cavaleiro.
— Saori! Saga! Voltei! –Gritou o menino com uma grande mala nas mãos.
— Graças a Zeus, está preparado Saga?
— Sim...
— Então vamos para a enfermaria. –Disse Saori olhando para Jabu.
— Aqui tem enfermaria? –Perguntou o unicórnio
— E por que você me mandou buscar isso? –Perguntou Jabu desconfiado.
— Eu mandei por que não tinha materiais na enfermaria e nem gases.
— Ah tá, foi mal. — Riu Jabu sem jeito.
Saori e os outros foram para a enfermaria. Saga deitou de bruços em uma maca, Atena colocou luvas mascara assim como Jabu.
— Jabu! Você vai me ajudar!
— O que! Cadê a enfermeira daqui?
— Está de férias. –Riu Atena.
Depois de limpar a ferida e desinfetar os objetos, a menina começou a colocar os pontos já que Saga estava com anestesia. Depois de alguns minutos já estava tudo resolvido.
— Pronto agora só falta o curativo.
—Atena estou morrendo de sono.
— Saga você não pode dormir, agora se sente preciso terminar o curativo.
— Por que ele não pode dormir Saori? –Perguntou Jabu.
— E que quando alguém bate a cabeça deve ficar em observação, pois corre risco. E se elas dormem não acordam mais.
— Credo Saori! Eu não sabia disso. –Jabu se assusta.
— Pois agora sabe, e você vai ficar encarregado de vigiar o Saga. Ele não pode dormir por dois dias.
— O que! Eu? Quem era pra estar aqui e o Afrodite e não eu! –Jabu disse com raiva.
— Como assim o Afrodite? –Disse Saori terminando de enfaixar a cabeça do amigo.
— Isso é tudo culpa daquele doido, só porque o Saga deu língua pra ele, o Afrodite tacou uma barra de ferro "FERRO" na cabeça dele.
— O Afrodite fez isso mesmo Saga? –Perguntou Atena chateada.
— Sim Atena.
— Então se é assim, quando chegar a hora do jantar eu vou ordenar Afrodite cuidar de você durante dois dias, sem parar. Ele vai ter de arca com as consequências, aqui todos tem que se tratar como irmãos e não como animais.
— Uhuu! Afrodite se deu mal. –Pulava Jabu.
— Sei não Atena, ele vai terminar é de me matar! Ele me odeia!
—Odeia nada Saga. –Riu Saori.
Depois de se despedirem e de agradecer a deusa Atena por ter ajudado, os dois rapazes foram em direção à casa de gêmeos.
— Saga hoje vou te vigiar, mas de noite quem vai e o Afrodite.
— Jabu, ele vai me matar com o travesseiro, não me deixa amigo. –Choramingava Saga.
— Para de besteira Saga, ele não é nem doido, se ele fizer isso volta para o submundo.
— E tem razão... Agora vou tomar banho.
Saga saiu da sala e foi para o seu quarto tomar banho. Como Saori o aconselhou, o home não lavou a cabeça, pois estava com o curativo e sua cabeça enfaixada.
— Eu tenho que me fazer de vítima nesse jantar, quero todos tenham pena de mim, e vejam o Afrodite como um vilão da história. –Ria Saga.
— A minha vingança apenas está começando Afrodite de peixes. Hoje a noite você vai ter o que merece.
Continua...
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