Notas iniciais
Mil perdoões meus amores, eu trabalhei a tarde inteira hoje por isso o atraso no capítulo, mas aqui está. Fiquei muito chateado só tive 2 comentários no último cap, e isso, pra mim, significa que a história está ficando uma merda.... Enfim se você realmente acha isso me fale, obrigado.

Cap 16

"bom dia papai!" bocejou Klaus vendo Peter sentado na cama, quando percebeu o rosto serio. "O que aconteceu?"

"Nada." Peter tentou sorrir.

"Peter eu te conheço, esse não é o seu rosto de "nada." Klaus sentou na cama com a ajuda do companheiro.

Peter olhou para a barriga dele.

"Isso?" Klaus riu vendo o hematoma. "Não se preocupe é normal." Deu os ombros.

"Não é não!"

"É quando se está grávido de um lobisomem." Completou.

"Ela está te machucando?" Peter ficou preocupado.

"Não meu amor, é normal ela se mexe, só!" Sorriu.

"Meu amor?" Peter sorriu. "Gostei..."

"Não vá se acostumando não..." Cantarolou voltando a deitar. "Pode esquecer."

Peter se ajoelhou e se debruçou sobre o menino beijando-o.

"Estou feliz." Disse Peter. "Vamos ter um bebê." Sorriu.

"E espero que cuide muito bem dela!" Sorriu Klaus, vendo o sorriso de Peter sumir.

"Sem você..." Peter sentou na cama.

Klaus pode ver o rosto triste do companheiro, mas ele não tinha culpa, não teve escolha, sua filha os de Stiles, ele o outro poderiam morrer se ele não aceitasse, ele faria isso, daria sua vida pelas dos outros, e principalmente pela própria filha, essa que seria um orgulho para Peter que levariam seus nomes.

"Pelo menos você não terá mais o meu ciúmes doentio." Deu os ombros.

"Prefiro você vivo." Peter suspirou.

"Não fica assim." Klaus se levantou e colocou as mãos no rosto dele. "Eu sempre vou estar com vocês onde vocês forem..." Abraçou o homem.

"Tudo culpa minha." Peter reclamou apertando Klaus.

"Isso não se nega, mas é também minha e principalmente do Stiles!" Ele riu. "Vamos ficar bem eu prometo."

"Eu te amo."

As palavras de Peter não saíram devagar ou rápido, foram na velocidade certa para que Klaus pudesse captá-las e começar a chorar, Peter havia dito que o amava, de verdade sem mentiras ou desviar de olhares foi ali olho no olho, Klaus se entregaria feliz ao Superiores agora. Ele sabia que Peter o amava.

"Eu também te amo seu lobisomem filho duma..." Choramingou.

"Ó a boca!" Riu Peter abraçando ele.

"Nós vamos ficar bem." Klaus suspirou.

"O que você fez desta vez sei idiota!" Stiles entrou no quarto chorando e bravo, recebendo o olhar dos dois que desfizeram do abraço.

"O que está acontecendo?" Derek entrou logo em seguida.

"Além de o seu namorado entrar do nada no meu quarto?" Klaus arqueou a sobrancelha.

"Mas você estava chorando, eu estava chorando, enfim, por que estava chorando?" Stiles ficou confuso.

"Você estava?" Derek olhou para Klaus depois voltou o olhar de raiva para Peter. "O que você fez?"

"Eu disse que amava ele!" Peter rebateu. "Daí ele começou a chorar."

"Klaus? Isso mesmo?"

Klaus sorriu um sim.

"Não acredito em você!" Stiles levantou o nariz e saiu do quarto.

"Seu namorado está pedindo umas bordoadas." Klaus revirou os olhos.

"Não se preocupe eu mesmo vou dá-las depois que os gêmeos nascerem!" Riu fechando a porta e saindo do quarto.

–-

"Sabia que esses livros são super interessantes?" Stiles dizia colocando mais jujubas na boca.

"Sabia que não é educado comer com a boca aberta? E muito menos falar enquanto come?" Klaus advertiu sem tirar os olhos do livro.

"Você não quer?" Ele esticou a saco de doce para o outro.

"Não, obrigado." Recusou com a mão.

"Achei que você ficaria com vontade, eu estou com vontade." Deu os ombros.

"Não em tudo, Stiles." Klaus disse desatento.

"Então... O Lobisomem mal de olhos azuis te ama?" Perguntou franzindo a testa em uma careta.

"Sua curiosidade é incrível." Klaus fechou o livro rindo.

"Você acredita nisso?"

"Talvez." Deu os ombros.

"Às vezes eu não te entendo." Stiles se arrumou na cadeira. "Você disse que não gostava de mim, agora gosta, disse que sempre quis que Peter te amasse, agora, é "Talvez". Juro que não te entendo."

"Não queira Stiles." Sorriu.

Os dois voltaram a ler.

Klaus viu um vulto passar atrás deles e levantou seguindo-o, sumindo no meio das estantes.

"Não é uma boa idéia fazer isso..." Riu a voz de Vanessa.

Klaus riu. "A sua idéia não é tão boa assim."

"Qual a minha idéia Klaus?" Ele perguntou passando rapidamente atrás dele.

"Tirar Peter de mim." Afirmou.

"Ou... não é tirá-lo de você, é vencer você e tê-lo pra mim." Ela riu.

E no momento que tentou passar por ele novamente foi presa pela fumaça, Klaus a ergueu n ar.

"Eu não me importo que você tente ficar com ele, nenhum pouco, afinal eu vou ter que ficar aqui. Mas se você tocá-lo nos próximos meses enquanto eu estiver grávido, você pode ter certeza de uma coisa, eu vou reparti-la ao meio, drenar todo o seu sangue e depois dar para as sanguessugas do lago se alimentarem." Ele sorriu. "Você entendeu?"

A mulher sentiu um gelo amedrontador na espinha, acenou um sim. Klaus soltou fazendo cair no chão com tudo.

"Então estamos entendidos." Deu as costas e saiu.

A Mulher olhava com um rosto de vingança e ódio.

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Já se passaram horas e Peter desceu até a cozinha para prepara preparar algo para os quatro comerem.

"Opa... Olha o que temos aqui. Um lobo cozinheiro!" Riu Vanessa entrando na cozinha.

"Pois é os preguiçosos não querem descer..." Reclamou.

"Isso nos da tempo..." Ele comentou passando a mão pelos ombros de Peter, fazendo o lobo sentir algo estranho.

"Que estranho." Comentou pra si mesmo.

"O que?" A mulher passou a mão na sua bunda.

"Ou, ou ou... Pode parar ai..." Ficou irritado.

"Qual é Peter, você não precisa daquele moleque!" Ela riu e sentou no balcão.

Peter se virou apontando a espátula pra ela, ele estava preparado para mandá-la a merda, mas quando a viu, pareceu esquecer que existia mundo apenas se aproximou e ficou entre as pernas da mulher, ela a puxou para um beijo. Derek e os grávidos desceram para saber da demora do outro quando entraram na cozinha Klaus automaticamente ficou roxo de raiva.

"Posso matá-la?" Perguntou com os olhos negros e tremendo de raiva.

"Não!" Derek o segurou.

"Não falei com você!" Olhou Derek por dois segundos.

"Não, você não pode matá-la." Peter o olhou confuso, parecia perdido.

"Por quê?" Klaus perguntou com mais raiva ainda.

"Por que ela nos ajudou até aqui." Stiles segurou a mão do outro com força.

"E agora está com ele entre as pernas dela." As mãos do jovem jorravam a fumaça preta.

Peter respirou um pouco da fumaça que avançava sobre ele, quando espirrou, pareceu espirrar gotículas amarelas, pareceu voltar a si e encarou a mulher, se viu em meio a ela e depois olhou Klaus.

"Não, calma eu explico..." Entrou em desespero vendo que Stiles e Derek seguravam Klaus, que parecia extremamente furioso.

"E ainda está entre as pernas dela." Reclamou com a voz mais grossa, mas completamente desapontado e triste.

"Calma! Por favor." Peter saiu das pernas da mulher.

"Deixa, ele é uma criança, vocês nem juntos estão mesmo." Ela tentou capturá-lo novamente com as pernas.

"Ok... Agora ela vai morrer!" Asmo afirmou com toda certeza possível.

Asmo com certeza odiava aquilo, ver seu melhor amigo sentindo aquelas emoções desnecessariamente, sua vontade era matar ela e Peter, sem dó ou piedade; fazê-los sofrer arduamente até a morte chegar e levá-los para o inferno, mas pensava em Klaus, em sua filha e tudo mais que acontecia dentro da cabeça de Klaus.

"O bebê, se lembre do bebê." Derek mantinha as mãos nos ombros, até mesmo ele sentia a raiva.

"É nosso..." Peter.

"Meu!" Asmo cuspiu, depois pareceu relaxar deixando Klaus retomar as forças, o jovem deu as costas e saiu.

"Aonde você vai?" Stiles perguntou, mas não tentou alcançá-lo.

"Sumir!" Disse com a voz triste e machucada.

"Espera." Peter tentou alcançá-lo, mas Derek o segurou com um olhar de advertência.

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"Ei..." Stiles sorriu vendo Klaus no telhado.

"O que você quer?" Perguntou triste.

"Conversar." sussurrou.

"Eu não quero conversar." Afirmou.

"Então me ouvi!" Pontuou. "Você sabe que ele é assim desde sempre, e querendo ou não ela era gostosa..."

"Ela o enfeitiçou" Klaus sorriu.

"Então não foi culpa dele?" Perguntou.

"Não totalmente, mas ele queria..." Pontuou apertando os olhos.

"Você, não está legal não é?"

"Nenhum pouco. Quero que isso termine logo!"

"Faltas uns 3 meses ainda. calma!"

"Estou calmo." Riu.

"Vou descer, está ficando frio aqui em cima." Stiles passou as mãos nos braços.

"Tudo bem..." Sorriu virando o rosto para Stiles.

Stiles desceu pela janela tomando cuidado com a barriga da mesma forma que subiu. Deixando o jovem sozinho.

–--

"Alguém viu o estressadinho?" Peter perguntou descendo as escadas.

"Você o deixou assim." Derek olhou em reprovação.

"Aquele mulher tem poderes mágicos, a culpa não foi minha." Ele se defendeu.

"Para de ser tão cafajeste, você é assim com ou sem magia." Stiles cerrou os olhos com raiva.

"Achei ofensivo." Ele brincou.

"era pra ser ofensivo idiota!" Derek pontuou.

"Ok, alguém viu ele?" Peter suspirou.

"Não!" Derek voltou a ler.

"Você o viu?" Peter perguntou para Stiles que disfarçava.

"Talvez..." cantarolou.

"Onde?" perguntou.

"Eu disse talvez..." Pontuou.

"Onde?" Ficou irritado.

"No telhado." Levantou as mãos.

Minutos depois...

"Ele não está lá!" Peter desceu mais irritado ainda.

"Como não? Eu não o vi descer." Stiles levantou a sobrancelha.

"Nem eu." Derek deu os ombros.

"Ai que droga!" Stiles deu tapa na própria cabeça.

"O que?" Peter olhou.

"O que ele fez?" Derek.

"Não é o que ele fez é o que ele vai fazer!"

"E o que..." Peter

"Ele vai firmar o acordo!" Stiles disse desesperado

"Não mesmo..." Peter correu, vendo Derek atrás dele.

Eles chegaram até a porta grande de madeira.

"Aonde vocês vão?" Stiles perguntou ofegante.

"Ele não está lá dentro?" Peter perguntou empurrando a porta.

"Claro que não! Ele está na nemeton das trevas!" Ridicularizou. "Esse tipo de coisa é feito nos bosques!"

Realmente as tardes de leitura tinham feito bem para humano.

Eles saíram correndo da casa, sem esperar por Stiles.

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"Qual será sua decisão." As trevas perguntou com sua voz grossa.

"Sim." Lamentou com uma lágrima.

"Muito bem, começaremos imediatamente." Luz disse suave.

"Seus lobos guardiões estão vindo." Terra alertou com um sorriso.

"Não chegaram a tempo." Afirmou Klaus.

"Como você sabe?" Terra perguntou.

"Eu só sei, é um dom." Sorriu.

"Pois então teremos todos os seus dons." Trevas pareceu sorrir.

Klaus se pôs no meio do circulo desenhado pela fumaça dos Superiores. Ele começou a se sentir leve e puro, como se toda sua humanidade estivessem sendo limpa para receber a magia.

"Klaus!" Gritou Peter parando rente ao círculo.

"Não dá pra passar." Derek o segurou.

"Por quê?"

"Por que os círculos do Klaus são fortes, imagina os dos Deuses!" Derek precisava falar alto.

O vento e o barulho das criaturas correndo e se assustando com a ação dos Superiores assustava qualquer um. Quando tudo terminou, Klaus estava caído e os Deuses haviam entrado na floresta dissipando nos caminhos.

Peter correu chorando para o companheiro, colocou a cabeça de Klaus sobre seu colo e chorou mais.

"Meu Deus como você consegue ser tão fingindo?" Klaus fez uma careta levantando e sacudindo a poeira da roupa. “Que drama atoa!" Revirou os olhos.

Derek riu e se aproximou abraçando o amigo.

"Você está bem?"

"Vou sobreviver..." Riu. "Vamos o escandaloso!" Pegou a mão de Peter e o levantou logo o abraçando.

"Eu não queria fazer aquilo, eu sinto muito." Peter o apertava forte.

"Eu sei, mas eu iria acabar fazendo cedo ou tarde, e quanto mais cedo, menos dor e mais tempo pra você achar alguém." Deu os ombros.

"Eu quero você e minha filha, isso é o que eu quero!" Afirmou mirando os olhos do Klaus que agora não tinham pupila só duas bolas negras. "Seus olhos."

"É... Vão ficar assim até o nascimento." entortou a boca.

Peter voltou a chorar e abraçou o outro.

Derek saiu dali, sabia que não precisa estar ali, não mais.

Os dias começaram a ficar mais cansativos e desanimadores para os grávidos, a barriga parecia pesar cada vez mais, seu corpos fraquejavam por muitas vezes ao dia, sem contar que para Klaus estava sendo angustiante a idéia de ter que perder seu liberdade em pouco mais de um mês.

Ele estava caminhando preguiçosamente por um dos bosques que cercavam a Nemeton do fogo. Escutou alguns gritos e seguiu para lá.

"Incendia!" Gritou uma menina de cabelos brancos e olhos escuros atirando linhas de fogo pelas mãos em direção ao carvalho sagrado.

"Atacar uma Nemeton de um Deus não é lá uma coisa inteligente!" Ele riu cruzando os braços.

"Digo o mesmo de ficar grávido de um lobisomem." A menina se virou encarando com um olhar de ironia. "Ela está protegida pelos círculos arcanos, nada passa!" Explicou mostrando os círculos desenhados no chão. "Incendia!" Gritou jogando novamente o fogo.

"Se a arvore é protegida, por que quer atingi-la?" Klaus ergueu a sobrancelha, confuso.

"Esse é meu acordo! Eu preciso pelo menos derrubar a proteção de um dos círculos." Explicou, parando e respirando fundo.

"Acordos impossíveis." Pontuou.

"Na verdade não, um dia eu ouvi que os Deuses fazem acordos extremos para ensinar que não se deve lutar contra o destino ou algo que não devêssemos deixar de cumprir que ficou no passado." A menina sentou-se numa pedra.

"Vou ter que ficar aqui pelo resto da minha vida, para que minha filha sobreviva." Lamentou olhando a moça que tomava uma garrafa d’água.

"Nossa você deve deixado algo muito importante para isso." A menina se levantou e cumprimentou. "Pyron Alana."

"Equilibrai Klaus." Sorriu estendendo a mão para a outra. "Qual foi seu pedido?"

"Eu me neguei a dar auxilio quando o meu Alpha pediu ajuda." Lamentou. "Eles agora estão doentes quase morrendo."

"Por que se negou, é seu trabalho como emissária." Acusou.

"Eles queriam aumentar o Pack, morder pessoas inocentes, mas foram amaldiçoados por outro Arrows."

"Feiticeiro?"

"Sim, então pedi para os Deuses que os curassem, Fogo disse que eu teria que passar um dos círculos que protegiam sua Nemeton." Deu os ombros.

"A quanto tempo está tentando isso?" Cerrou os olhos.

"Uma semana, e cada vez que passa, eles pioram." Ela levantou olhar.

Klaus pode ver a lágrima descer ele poderia ajudar.

"Está fazendo errado." Sorriu.

"Como assim?"

"Todo circulo Árcade tem um ponto fraco, não é atacando diretamente ele, mas sim que o controla!"

"Terei que atacar Fogo, ficou maluco?" Ela riu ignorando o menino.

"Não, você sabe que toda Nemeton tem um guardião. Um ente basta encontrá-lo, e pelo que eu já percebi ele está aqui." Klaus apontou com o polegar para trás rindo.

Com a fumaça vermelha das mãos ela chamou o ente com os dedos.

"Ele te ajudara, mas antes." Klaus lançou uma bola negra contra a mão da menina fazendo a fumaça de tornar rubra. "Isso e ajudara também, adeus!" Se virou e saiu.

Voltou para o caminho dos bosques, sabia que Stiles estaria dormindo naquela hora da manhã, e que Derek e Peter haviam saído para correr e fazer exercícios. Decidiu que era um bom momento para entrar em Silêncio.

Fechou os olhos se concentrando logo conseguiu sentir a brisa fria dos ventos se tornarem um bafo quente.

"Para de bufar no meu rosto?" Disse entortando a boca e abrindo os olhos para ver Asmo.

O Ambiente branco e limpo, nada, não era sua mente, não era mente de ninguém, era o mundo inteligível era o Silêncio.

"Finalmente veio me visitar."

Klaus sorriu vendo a forma do Silêncio se construir com a fumaça branca.

"Achei que havia se esquecido de mim!" Sorriu Silêncio.

"Ele agora só tem tempo pro lobo estúpido e essa criança que fez ele perder a liberdade." Asmo disse cruzando os braços.

"Você era maior não era?" Klaus encarou a criatura.

"Graças a sua criança meu ser enfraquece, ou seja, perco magia e fico menor." Explicou mostrando que as assas mal se abriam.

"Eu sinto muito mesmo, Asmo." Lamentou.

"Não se desculpe meu pequeno, está dando a vida por está criança." Silêncio tocou sua barriga.

"Uma criança mestiça que provavelmente vai nascer sem poder algum!" Asmo riu ridicularizando.

"Às vezes eu acho que você está com ciúmes Asmo, Klaus terá que dar atenção a essa pequena." Silêncio riu.

"Ela não terá a atenção dele por que ele não vai ficar perto dela nunca mais." Asmo pontuou.

"Eu estou aqui!" Klaus levantou a mão.

"Desculpe, somos tão acostumados com você só ouvindo." Silêncio.

"Agora posso decidir as coisas." Deu os ombros.

"Péssimas decisões por sinal." Asmo.

Klaus revirou os olhos, e encarou Silência.

“Uma moça, disse que os Deuses fazem acordos extremos com quem deixou de cumprir algo no passado.”

"Mas que ainda podem ser cumpridos." Silêncio encarou-o.

"Não entendi." Cerrou os olhos.

"Klaus, eu sou um Asmodeus, eu sou do exercito criado para derrubá-los, acredite é puro medo de eu sair e matá-los."

"Que exagero Asmo, você é energia, os Asmodeuses livres nem vivem neste mundo." Debochou. "E você não é do exercito de Ellius você é a fantasia de uma criança de oito anos que ficou tão fascinada em você que decidiu que um Asmodeus seria a forma de sua energia."

"Posso te transformar em um pônei se eu quiser!" Riu Klaus.

"Se atreva!" Ameaçou.

Os três riram, Klaus era tão acostumado com aquele lugar, Silêncio e Asmo foram suas únicas companhias antes de encontrar alguém.

"Melhor você voltar!" Silêncio alertou.

Klaus retomou a consciência, mas se manteve de olhos fechados apreciando a brisa das arvores.

"Muito obrigado!" Celebrou Alana pulando o banco e sentado ao lado de Klaus o fazendoele abrir os olhos.

"Conseguiu?" Perguntou sorrindo.

"Sim! Fogo disse que atenderá meu pedido, mesmo tendo ajuda do Ente." Ela sorriu. "Eu posso?" Ela olhou para barriga de Klaus.

" Pode, mas ela não está chutando muito hoje." Lamentou entortando a boca.

Assim que a bebê sentiu calor das mãos da menina ela se mexeu, os dois sorriram, Peter e Derek passaram por ali correndo, Peter olhou estranho para os dois sentados e sorrindo, Klaus não havia sorrido realmente desde que firmou o acordo, todos os sorrisos e risadas eram forçados, mas ali era tão verdadeiro, sentiu o ciúmes subir de suas pernas até a cabeça. Sem perceber começou a caminhar até ele.

"Quem é ela? E por que ela está acariciando minha filha?" Peter cerrou os olhos para a menina com um tom grave.

Klaus revirou os olhos. "Alana, Peter. Peter, Alana" Klaus apresentou.

"Tudo bem?" Ela esticou a mão que Peter retribuiu. "Você tem um companheiro muito inteligente, ajudou a salvar minha matilha."

"Eu sei..." Peter olhou o jovem com um olhar de desconfiança.

"Ajudei ela a arrevesar um dos círculos que protegiam a arvore do Fogo, não sai por ai atacando ninguém." Explicou.

"Tudo bem, mas vamos subir você parece cansado." Peter se aproximou.

"Mais uma vez obrigado Klaus, e boa sorte com sua bebê." A jovem sorriu sinceramente e logo viu Derek passar por ela indo atrás dos dois.

"Obrigado, e você com sua matilha!" Ele acenou um adeus e se foi apoiado no companheiro.

Notas finais
Comentem o que você estão achando da fic até aqui, sério gente eu preciso saber!