Para Sempre Cinderella (HIATUS)
5 Chapter III - Velho Amigo
Notas iniciais
– Então qual o motivo de querer criticar os dragões? Quero dizer que é cultura, nova mas é – Argos simplesmente parou de balança-la, e com um tom severo disse.
– Já chega Astrid, vá fazer outras coisas!
Astrid apenas ficou parada o fitando com negligência, uma pontada de raiva surgia em sua cabeça lentamente, mas não menosprezaria seu pai. Ela simplesmente ficou lá, analisando uma grande nódoa branca, aquilo que ela chamava de Jardim, suas rosas haviam sumido, às árvores sem folhas, o que restara era seu balanço antigo.
Até que por um momento, ela escuta algo atrás de si, um passo dado fortemente, era John, só podia ser se existe uma pessoa, que possa entendê-la de tal forma, era ele. E somente ele gostava desse tipo de brincadeira.
– Loira, como vai? – disse o jovem, pouco mais velho que Astrid, moreno, com os olhos tão azuis quando o céu, que nesse momento, havia sido nocauteado neste instante.
– John, que surpresa desagradável neste instante. – avisou com melhor censo de humor que lhe foi legado.
– Não brinca, deixe-me adivinhar, seu pai? Tem haver com Berk? Ou não, ele vós deixou de castigo, Astrid? Esse mundo de hoje, se virou de cabeça para baixo, nunca...
– Tá, já entendi John, o mundo é sem graça! – Astrid o censurou.
– Você é esperta, com isso talvez consiga muita coisa não acha? Esse mundo é sempre previsível.
– Eu discordo plenamente, acredito que essa vida sempre é capaz de nós surpreender! Mas, nunca saberemos se não continuarmos vivendo... Seguindo em frente, ultrapassando nossos erros e...
– Já entendi Astrid, seu mundo é perfeito! – criticou colocando seu dedo, nos delicados lábios da jovem. – Mas o meu, nem um pouco.
John Stilskin é filho da cozinheira do palácio, seu Pai serviu para o castelo por oito anos, era mordomo, até ele morre em um acidente. Astrid nunca fora de falar com o mesmo, porém com o tempo, amos foram se conhecendo, seu pai jamais negou esta amizade, o Rei conhece John desde seus dois anos.
– Desculpe chegar neste ponto! Não era minha intenção. – Falou com seus lábios já livres.
– Não tudo bem, não é sua culpa, nunca foi, agora se será. Eu já não sei... – Astrid soltou um sorriso, John havia aprendido essa lição. – Já sabe das novidades?
– Quais? – Astrid perguntou igual a uma criança, de forma doce e fina, com seus olhos brilhantes ao se darem com a luz da Lua.
– Ah, se não sabe, não posso lhe contar! Ordens de mamãe! – Astrid não insistiu, por outro lado, ela gostaria de saber.
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