Notas iniciais
Bom...esse capitulo ficou um pouco grande...e com certeza esse foi o cap mas triste e doloroso que já escrevi...toda vez que releio eu fico triste, eu sei que vocês vão querer matar eu e a Paty, mas tudo tem um porém...bem eu gostaria de agradecer meu querido amigo Kaleb por me ajudar em um momento de falta de criatividade e amnésia hahahaha, então vou dedicar esse cap a ele, e agradecer também pois o mesmo escreveu o começo do cap que ficou simplesmente incrível..
Espero que curtam...

POV Narrador

Os passos fortes do Finn ecoavam pelo corredor, o suor já descia pela lateral de sua testa, estava pouco se importando com o que iriam pensar. Seu coração estava acelerado e sua respiração estava densa, o rapaz só queria chegar e receber a noticia que tudo estava bem, que fora apenas um susto passageiro. Passou a extensão do braço nos olhos limpando as lagrimas que já escorriam desde que ele pisou no estacionamento do hospital. Pensava se aquilo era realmente a realidade, e por segundos pensou ser um pesadelo, e que iria acordar e estar ao lado do seu amor, da pessoa que faz seu coração acelerar em cada beijo, se apaixonar em cada sorriso, fazer seu corpo estremecer a cada toque.

Parou em choque a ver a Santana cabisbaixa aos prantos sentada numa poltrona na sala de espera, sentiu que seu chão estava estremecendo, e por milésimos sentiu que estava caindo num abismo sem fim. E com passos lentos fora andando até a latina, que até o momento não tinha notado a presença do amigo.

– O que aconteceu? Me diz, por favor – A escutar a voz grave e rouca, que provavelmente, era por causa do choro, Santana levantou seu rosto e viu o quanto ele parecia acabado, o rosto do rapaz estava completamente vermelho e seu olhos inchados — Por favor, me diz – Ele agachou a sua frente.

– O Brody... – No instante que aquele nome fora pronunciado, Finn já sabia que, tudo era culpa desse monstro. E que ele não fora homem capaz de proteger a pessoa mais incrível, que ele já conhecera – Ele... a machucou muito, Finn. Eu... não consigo falar. Não quero lembrar daquela cena. Por favor, me perdoa, eu não cheguei a tempo – Ela não conseguiu falar mais nada, não estava com cabeça para ficar lembrando-se daquela cena, sangue, sofrimento, era demais para sua cabeça.

– Me diz o que aconteceu, não me deixa assim, me diz – Finn implorava para saber o que realmente acontecera com sua amada.

– O Brody a estuprou Finn, quando cheguei lá vi aquela cena nojenta. Era muito sangue Finn, e o coração da Rachel é puro, tão que ela não queria saber de si, queria saber se sua filha estava bem. Ela não merece isso, e por que aconteceu? – Santana não aquentou e pulou para abraçá-lo, precisava daquilo. E Finn também, que naquela altura, seu coração já estava derretido em brasas. Não estava acreditando que isso era a realidade, talvez fosse um mundo paralelo. Se afastou de Santana a fitando.

– Não Santana, você está vendo coisas, a Rachel está bem, não? Me diz que sim, me diz que é apenas uma pegadinha, e que ela vai aparecer gargalhando por aquela porta. Me diz, por favor – Lagrimas não paravam de sair, e Santana não podia fazer nada. Ela queria muito, mas não podia.

– Houve muito sangramento, pois ela teve deslocamento da placenta. E... talvez o bebê esteja em risco – Finn não agüentara escutar mais nada, queria estar com ela, queria estar ao seu lado num momento tão difícil, delicado. Seu maior amor estava sofrendo, e ele queria protegê-la de tudo, cercá-la em seus braços e dizer que tudo acabaria bem.

– Onde ela está? – Perguntou levantando-se.

– Está na sala de cirurgia, no próximo andar, o Puck está... – Finn não esperou que ela terminasse e correu como se, estivesse numa competição olímpica, correu como se sua vida estivesse em risco, ou melhor, a vida de seu amor estivesse em risco.

( Na sala de cirurgia )

A tensão podia ser sentida no ar, aquela situação era muito delicada e o medico, junto com seus ajudantes, não podiam ser distraídos por nada. Teria que ser uma cirurgia rápida e bem feita, ou o bebê e a mãe não iriam resistir. Puck apertou a mão da mulher para que ela soubesse que não estava sozinha, e que não precisava preocupar-se. Rachel contorcia-se e gritava de dor, e partia o coração do bad boy, sabia que nem ela e nem o bebê mereciam aquilo, e nem o Finn, que amava as duas mais que tudo nessa vida.

Noah olhou pro medico que estava com uma injeção e logo se posicionou para fazer o ato, apesar de ser um bad boy, sempre teve medo de agulhas, até sentia a dor da Rachel.

– Rachel você precisa ficar com os olhos abertos o tempo todo, aplicarei uma anestesia local, não vai fazer efeito após a injeção, entretanto, não teremos tempo pra esperar – Logo ele começou a fazer seu trabalho.

– Vocês vão cortá-la com isso? Você acabou de dizer que não vai pegar – Puck fora tão ingênuo que entre a dor, Rachel ainda teve forças para sorrir pro amigo.

– É uma cesariana de risco, e tenho que fazer isso ou o bebê e a mãe morreram – Puck engoliu em seco, e olhou para mulher, que já estava com as pálpebras pesando. Noah de imediato se desesperou, não podia deixar ela dormir, por nada nesse mundo.

– Ei, Rachel. Não dorme certo? Vai doer um pouco, mas vai ficar tudo bem. Agüenta firme, eu estou aqui com você – Ela olhou pra ele, e assentiu.

O medico posicionou o bisturi um pouco acima da intimidade da Berry e sem delongas começara a corta os tecidos, epiderme, derme e assim por diante. Rachel não parava de gritar, nunca sentira uma dor tão forte assim, parecia que ia morrer. Porém, ela sabia que tinha que ser forte, por sua filha, que iria nascer com saúde. A dor aumentava cada vez mais, e Rachel, mesmo tentado com todas as forças não estava conseguindo mais manter-se acordada, sentia que suas pálpebras pesarem cada vez mais, e a única coisa que vinha em sua mente era sua filha, e o Finn... Finn. E quando já não estava mais agüentando ficar acordada, falou a primeira coisa que veio a sua mente.

– Finny, eu te amo... — ela disse e derá algumas piscadas antes de fechar os olhos.

( No corredor )

Finn estava correndo pelos corredores, desesperado para chegar até a Rachel. Parecia que quanto mais ele corria, mas ficava distante. E mais uma vez suas lagrimas vieram. Sem entender por que, o Hudson parou no meio do corredor e perdeu o fôlego, parecia que algo de ruim acontecera, e mais uma vez sentira seu chão estremecer. Mas em seguida voltara a correr, e ouvirá o barulho de um coração bater cada vez mais devagar, o que o fizera correr mais ainda.

( Na sala de cirurgia )

— Rachel...Rach fala comigo — Puck chamava a amiga desesperadamente porém em vão.

— O bebê está com insuficiência renal — o doutor disse e Puck olhou para o mesmo que acabará de levantar o bebê, porém olhará para Rachel e chorará, ela não respondia ele.

— Os batimentos dela estão caindo rapidamente, ela está tendo um parada cardíaca — uma enfermeira disse e o doutor colocará o bebê em um pequeno berço, enquanto enfermeiros rondavam o mesmo, o doutor correrá para perto da garota, onde começará uma massagem cardíaca enquanto arrumavam as coisas.

— Noah você precisa sair daqui — ele disse, porém o rapaz balançara a cabeça enquanto chorava agachado ao lado da maca, segurando na mão da amiga — Noah é necessário — ele disse e Puck levantará saindo da sala. E ficará parado em frente a porta olhando a mesma, de cabeça baixa. Quando ouvirá barulhos de tênis e olhará para a ponta do corredor.

...

Finn ainda corria pelos corredores, olhando os paralelos que ficavam entre o mesmo, quando finalmente chegou ao ultimo, parou e viu o amigo parado em frente ao mesmo, de cabeça baixa e chorando em frente a uma porta. Correu até o mesmo.

– Puck? Onde ela, me diz – Finn gritara. Se aproximou mais do amigo que o fitava com os olhos vermelhos.

— Eu sinto muito cara... — Puck falou e olhou para a porta.

Por um momento Finn pareceu receoso, mas finalmente adentrou o local, sentiu o ar ficar preso no pulmão, olhou e viu vários médicos envolto sua amada, ele se aproximou e cairá agachado no chão perto da maca após se aproximar.

— Rachel, amor...me responde — Finn falará entre os soluços que faziam com que ele perdesse o fôlego, acariciando o rosto dela — por favor fala comigo, eu te amo Rach, volta — ele pedia.

— Finn, você precisa sair daqui — o doutor dissera e Puck adentrará a sala e começará a puxar o amigo para fora, já que o mesmo não conseguirá se levantar e se debatia nos braços do amigo para poder ficar ali com ela, finalmente Puck conseguirá arrastar o amigo — tragam o desfibrilador, temos que reanima-lá — o doutor disse antes que ele saíssem da sala. Finn continuará no chão chorando e o amigo se agachou perto do mesmo o abraçando, e chorará junto com o amigo, que chorava compulsivamente.

— Os senhores não podem ficar aqui, precisam esperar na recepção — uma enfermeira falou aos dois, e Puck ajudou o amigo a se levantar, que desceu praticamente escorado no mesmo, por não conseguir nem andar.

Chegaram na recepção, onde agora já tinham Kurt e Blaine — que tinha decido ir de taxi com o namorado até o hospital após Finn ter corrido para o mesmo — junto a Santana. Eles rapidamente se aproximaram.

— O que houve? — Kurt perguntou, porém Santana perceberá o que estava acontecendo pelo estado do próprio noivo e do amigo.

— Não, não...não — Santana disse desesperadamente e colocará a mão no rosto assim como Finn que começará a chorar alto, se deixou abater e caiu de joelhos no chão, Santana foi até ele e se agachou e o abraçou, permitindo aos dois chorarem mais. Todos ali estavam chorando, Puck agora já estava sentado em uma cadeira com o rosto entre as mãos abafando o choro, Finn e Santana permaneciam agachados no chão abraçados e Blaine consolava o namorado que estava aos prantos. Depois de algum tempo ali, o medico finalmente veio até eles. Puck rapidamente se levantou e cutucou Santana, que soltou Finn que levantou rapidamente.

— Doutor? — Finn perguntou desesperado.

— Ela está bem agora — o doutor disse e todos suspiraram aliviados — conseguimos controlar os batimentos, demos alguns remédios para não voltar a ter nenhum problema e agora ela está dormindo — ele disse e Finn dera um sorriso em meio as lagrimas.

— E nossa filha? — O grandão perguntou e o medico abaixou a cabeça suspirando e logo falou.

— Quando a Rachel chegou aqui a mesma estava com um sangramento muito forte, a bolsa tinha rompido e ela estava com um deslocamento de placenta, isso dificultou pois o bebê nasceu com o cordão umbilical no pescoço e ele nasceu com insuficiência renal, logo depois começando a ter uma parada respiratória, eu sinto muito Finn...não conseguimos salvá-la... — ele disse e Finn abaixou a cabeça fitando o chão, era possível ver algumas lagrimas baterem no mesmo.

— Ela já sabe? — Santana perguntou triste.

— Não, e seria muito bom que vocês estivessem lá quando ela saber — ele disse e saiu. Santana pois a mão no ombro do grandão que levantou a cabeça fitando a amiga chorando assim como ele, suspirou e saiu andando. Kurt tentou ir atras dele porém Santana o impediu logo limpando as lagrimas e foi até o namorado do rapaz.

— Blaine certo? — ela perguntou e ele assentiu — porque você não leva o Kurt e o Puck para comerem algo, eles não estão bem, principalmente o Puck, eu vou atras dele — ela disse e Blaine assentiu novamente, saindo com Kurt e Puck para a lanchonete.

Finn andava devagar pelo corredor, a dor que ele estava sentindo agora impedia ele de ter forças até para andar, andou mais um pouco e chegou aonde tanto queria, se aproximou do vidro e viu um casal chegando para ver seu filho recém nascido. Santana se encostou no batente da porta do início do corredor e ficou um tempo olhando a cena.

— Eu me lembro de encontrar você aqui a 3 meses aqui — ela disse e o rapaz olhará para a mesma assustado — sabia onde podia te encontrar — ela disse e se aproximou.

— Eu me lembro de ficar triste, mas feliz ao mesmo tempo — ele disse e lagrimas escorriam novamente por seu rosto — eu perdi a minha filha...por que ela era sim minha filha...a perdi por culpa daquele desgraçado — ele disse a abaixou a cabeça, a garota pois a mão no seu ombro.

— A culpa também é minha Finn, eu não devia ter demorado tanto para ir para lá — ela disse e Finn olhou para a garota colocando sua mão sobre a da mesma.

— Não, a culpa é só dele — ele falou a e se afastou sentando nas cadeiras que ficam em frente ao berçário — eu quebrei minhas promessas — ele disse e ela sentara ao seu lado.

— Como assim? — ela perguntou.

— Eu prometi que não deixaria o Brody fazer nada com ela, que ia sempre estar ali, cuidando dela e da nossa filha, a protegendo de todo mal — ele disse e suspirou — eu só faço promessa para a Rach, a única que consegui cumprir foi que um dia iríamos nos reencontrar, mas nem isso eu fui capaz de fazer direito — ele disse.

— Tudo tem motivo Finn, a culpa não é sua — ela disse e se levantou esticando a mão — vamos ela vai precisar de você, agora mais que tudo — ela disse e ele levantará, ao invés de pegar na mão da amiga a abraçou e desceu abraçada com a mesma. Adentraram o quarto e Finn foi até a poltrona que ficava ao lado da cama, pegou na mão da namorada, que começou a se mexer após sentir o toque do rapaz, logo abriu os olhos.

— Olha quem acordou... — Santana disse tentando disfarçar a tristeza o que passou despercebido pela baixinha ainda sonolenta.

— Oi — ela disse.

— Oi amor — o grandão falou com a voz abatida. Ela tentou se sentar, porém sentiu uma dor absurda do corte o que a fez lembrar das coisas.

— Cade minha filha? — ela perguntou meio desesperada.

— Santana você pode nos deixar — o rapaz disse e a latina assentiu saindo da sala.

— Finn? — ela perguntou desesperada.

— Amor, o bebê nasceu com insuficiência renal e teve uma parada respiratória — ele disse e lagrimas já rolavam pelo rosto da pequena — me desculpa amor, eles não conseguiram salvá-la — ele disse com a voz embargada. Ela começou a chorar e começou a perder o ar, a dor que ela estava sentindo fazia com que a mesma chorasse mais e mais, a única coisa que conseguiu fazer foi puxar Finn para perto de si.

— Minha filha... — ela dizia entre os soluços, o que fizera o rapaz começar a chorar baixinho. Rachel dormiu nos braços do rapaz que tinha achado melhor deitar na cama, porém Finn não dormirá a noite, as vezes chorava baixinho quando começava a acariciar o rosto da namorada, e foi assim durante a noite inteira.

1 semana depois.
POV Finn

Rachel tinha acabado de ter alta e estávamos indo para a casa. Ela estava no banco do passageiro com as mãos sobre o ventre e a cabeça encostada no vidro do carro. Ela estava assim desde de que eu tinha dado a noticia pra ela. Só conseguirá dormir na primeira noite, e eu não consegui em nenhuma.
Chegamos no prédio e adentrei o estacionamento, parei o carro em frente ao elevador e vi que teria que subir com a Rachel para carregá-la já que o elevador estava com problemas e só estava subindo até 3 andares antes do nosso, e ela não pode subir escadas. Desci do carro e ela desceu também, veio meio que correndo até mim e me abraçou pela cintura encostando a cabeça em meu peito, passei o braço por seu ombro, subimos em silencio, paramos no andar e passei os braços por suas pernas e a levantei, ela se aconchegou melhor encostando o rosto em meu peito, e se agarrando em minha blusa. Subi as escadas e parei em frente a porta do apê.

— Amor, eu vou buscar algumas coisas no carro — eu disse me abaixando para por ela no chão, e ela segurou mais forte em minha camisa.

— Não, entra comigo eu não quero entrar sozinha ai — ela disse.

— Tudo bem — eu disse e arrumei ela para poder abrir a porta, adentrei o apê e fui com ela até o sofá, mas a mesma aperto meu peito e fez que não com a cabeça, subi as escadas e a passei pelo pequeno quarto que estava com as portas fechadas, porém vi Rachel fechar mais os olhos. Fui até nosso quarto e a coloquei na cama.

— Já volto — eu disse e dei um beijo na testa dela, logo saindo do quarto, desci até a garagem, demorei um pouquinho para subir porque tinha bastante coisa, subi e deixei as coisas no sofá, comecei a subir as escadas e ouvi um barulho baixo de choro, cheguei ao topo da mesma e vi que a porta do quarto do bebê estava aberta, adentrei o mesmo e vi Rachel sentada com o rosto entre as mas na poltrona.

— Rachel? — chamei e ela levantou a cabeça e deu um sorriso triste entre as lagrimas.

— Sabe eu me imaginava, aqui sentada dando de mama para minha linda princesinha...não...assim... — ela disse e fui até ela me agachando na sua frente.

— A culpa é minha, devia ter levado você, me desculpa — eu disse e abaixei a cabeça, ela pois a mão no meu queixo e levantou o mesmo.

— Eu não tenho do que te desculpar, a culpa não foi sua — ela disse e fiquei em silencio.

— Eu tenho que ver uns papeis no escritório, quer ficar comigo? — perguntei depois de um tempo.

— Quero...me leva no colo? — ela disse esticando os braços, eu sorri e a peguei, ela entrelaçou os braços no meu pescoço e a perna na cintura, desci com ela e a coloquei no sofá do escritório, fui até a TV e a liguei e então sentei na minha mesa. Depois de quase 1 hora ali, afastei um pouco a cadeira e fechei os olhos, senti alguém sentar no meu colo e me abraçar pelo pescoço e sorri.

— Eu te amo Finny — ouvi ela dizer.

— Eu também te amo Rach — eu disse e ela se afastou e logo selou nossos lábios, nós afastamos e a carreguei no colo, me sentando com a mesma no sofá, depois de um tempo pude ouvir que ela suspirava profundamente, olhei para ela e vi que a mesma estava dormindo. E eu fiquei feliz que ela conseguiu dormir, depois de um tempo a coloquei no sofá, e fui para a mesa trabalhar mais um pouco, porém depois de duas horas mexendo nos papeis e não conseguindo me concentrar, decidi sair de lá, olhei para Rach que ainda dormiu profundamente dei um sorriso e sai de lá, subi as escadas e adentrei o pequeno quarto que estava de porta fechada, pois tinha fechado antes de sair de lá com a Rachel, fui até a cômoda e abri a mesma onde tinha roupas que eu e Rach tínhamos comprado, peguei um lindo vestidinho de festa que eu mesmo tinha escolhido, e sentei no chão, encostei o vestido na minha testa, e me permiti chorar de verdade pela primeira vez, a perda da MINHA filha.

POV Rachel

Eu acordei e me espreguicei, olhei para os lados e não encontrei o Finn ali, eu me lembrava muito bem de ter dormido nos braços dele, olhei por todo o escritório, nada, fui na cozinha e sala, nada, decidi subir as escadas, cheguei no topo da mesma e pude ver que a luz do quarto estava acesa, fui até o mesmo, parei na porta e vi uma cena que partiu meu coração, Finn estava sentado no chão chorando desesperadamente segurando um vestido de festa que ele tinha escolhido, fui até o mesmo e me sentei ao seu lado, puxei sua cabeça a deitando em meu colo, ele chorava e soluçava mais e mais, comecei a passar a mão por seus cabelos e chorar junto com ele, e foi naquele momento que eu sabia que não seria fácil fazer aquela dor passar.

Notas finais
Nós digam o que acharam...logo tem mais...até lá...