Para Sempre

40 Alguém pode nos ajudar...


Notas iniciais
Oieeee Gente, esse capitulo foi meio dificil para escrever, pois eu to gripada e com muita dor no corpo, mas após o Ep de Glee ontem, eu tirei uma inspiração maravilhosa... Pra quem viu o Glee ontem, sabe do que eu estou falando, quando eu digo que me emocionei com o Puck cantando Keep Holding On e a camêra focava na Rach e ela estava com aquela cara de neném e depois ver a Quinn chorando doeu um pouco (mesmo não curtindo muito ela), mas o que mais me emocionou nesse episodio foi ver o Will levando o Cast da primeira temporada até o auditorio, onde as duas placas do coral estavam, e ver a Rachel chorando por conta da placa do Finn, me destruiu de uma forma que eu nem sei explicar, ver a Rachel chorando pelo Finn, foi diferente dessa vez, porque era a Lea chorando pelo Cory também, e eu fiquei muito mal com isso, chorei junto com ela naquela cena, mas agora já estou mais recuperada, e escrever me ajudou muito, então espero que vocês gostem desse capitulo... Bom, Boa leitura a todos!!!

– Não chora filha, o papai esta aqui... – Finn repetia para Belle que não parava de chorar, já se passavam das 03h00min da manhã, Puck e Santana estavam na casa do rapaz o ajudando a cuidar de Belle, mas o choro afinado dela acabou acordando Murilo, Puck acabou ficando no quarto com o cunhado enquanto a esposa tentava acalmar o filho no andar de baixo, os dois já estavam surtando – o que você tem meu amor? – Finn perguntou doce e ela se acalmou um pouco, fez um bico e voltou a chorar.

– Você já tentou trocar a fralda? – Puck perguntou e ele assentiu – mamadeira? – Puck perguntou e ele assentiu novamente – então eu não sei o que podemos fazer, já demos comida, que no caso ela recusou, já tentamos lhe dar a chupeta, já demos banho, trocamos a fralda – Puck disse e se jogou na cama de casal do quarto principal.

– Rachel, você faz tanta falta – Finn disse baixo quase começando a chorar.

– Finn, não é melhor levar ela no médico? – Santana perguntou adentrando o quarto – O Murilo já esta dormindo e olha que ele demora muito para pegar no sono, já fizemos de tudo e às vezes pode ser um dorzinha – ela disse e ele assentiu.

– Você tem razão, eu vou para o hospital com ela, vocês podem ficar aqui – ele disse e entregou a filha a Santana, foi para o quarto e arrumou uma bolsa com algumas coisas importantes, voltou ao seu quarto e foi até Santana pegando a filha, que ainda chorava, mas já estava bem mais calma.

– Leva papinha e mamadeira, vai que ela sente fome – Puck disse e eles foram até a cozinha com a bolsa, enquanto Finn agasalhava a filha.

– Eu vou trazer a mamãe de volta, eu prometo meu amor – Finn disse para a filha e deu um beijo em sua testa, pegou Belle no colo e desceu às escadas, a garotinha estava extremamente fofa, com uma blusa um pouco grande e uma toca, ainda chorava só que bem mais baixo Santana sentiu os olhos encherem de lagrimas ao perceber que Belle estava cada vez mais parecida com Rachel.

– Desculpa, é que eu não consigo deixar de notar o quanto a Belle esta parecida com ela... – Santana disse e abaixou à cabeça chorando, Finn sentiu o peito apertar e Puck lhe olhar também com cara de choro.

– E-Eu já estou indo... – ele disse pegando a bolsa em cima da mesa e saindo com a filha no colo.

Abriu a porta e saiu da casa, foi até a garagem e colocou a filha no bebê conforto, foi até o outro lado e entrou no banco do motorista, encostou a cabeça e sentiu as lagrimas deslizarem facilmente por seu rosto.

– Porque Rachel? – ele perguntou a si mesmo, começou a soluçar, mas logo se acalmou olhou para trás e Belle fazia uma careta enquanto chorava – vai ficar tudo bem filha – ele disse e enxugou as lagrimas, deu partida no carro e seguiu para o hospital.

...

– Ela está com uma infecção, duas na verdade – o médico disse terminando de examinar Belle que estava deitada na maca do consultório de pediatria e que ainda chorava, felizmente havia médicos de plantão durante a madrugada.

– Aonde? É grave? – Finn perguntou preocupado.

– Você a trouxe a tempo, poderia ficar mais grave – ele disse e o grandão suspirou aliviado – ela está com uma infecção nas amidalas e uma infecção estomacal – médico disse – a infecção estomacal foi causada por uma alimentação incorreta, provavelmente durante as duas ultimas semanas – ele explicou, Finn havia explicado o que havia acontecido com a filha nos dias anteriores e o rapaz sentiu o sangue ferver por saber que Brody não tinha cuidado de Belle – e a infecção nas amidalas foi provocada por ter tomado alguma friagem ou algo gelada – ele explicou.

– Ela vai ficar bem? – ele perguntou.

– Sim, ela terá que ficar em observação por no mínimo dois dias e quando eu ver que ela já está melhor, ela será liberada, agora vamos transferi-la para um quarto – o médico disse e Finn saiu com a filha no colo, andaram um pouco e entraram em um dos quartos do hospital, Finn, pois Belle na cama e a cobriu com o lençol, se sentou na poltrona ao lado da cama e viu uma enfermeira adentrar o quarto.

– Oi princesinha – ela disse doce e Belle se acalmou um pouco, ela preparou um seringa e a bolsa de soro com o remédio – vai precisar distrai-la – ela disse para Finn que assentiu.

– Filha? – ele chamou e Belle o olhou, o fazendo sorrir – cadê a neném do papai? – ele perguntou e ela deu um leve sorriso, antes de voltar a ficar séria e olhar fixamente o pai – princesa do papai? – ele chamou e, pois a mão em sua barriguinha fazendo um carinho, a enfermeira furou o braço de Belle que não hora fez uma careta de dor e voltou a chorar – não chora meu amor, não foi nada foi só uma picadinha – ele disse e ela pareceu se acalmar.

– Eu vou ver alguns pacientes, qualquer coisa é só me chamar – a enfermeira disse e saiu do quarto ao ver Finn assentir, puxou a poltrona a encostando mais na cama, olhou para a filha e ela tinha os grandes olhos castanhos arregalados.

– Vou está com saudades da mamãe não é? – ele perguntou sabendo que não haveria resposta – o papai também está... Ela cantou pra você? – ele perguntou a ela mexeu os braços logo voltando a fazer careta por mexer o braço com soro – você vai ficar bem meu bebê, logo você já vai estar em casa... Eu vou trazer a mamãe de volta pra você, sabe por quê? Porque não somos nada sem ela – ele disse com algumas lagrimas nos olhos – O que é que um pai pode fazer... Pro nenê nanar... O que é que um pai pode fazer... No meio da noite... Pro nenê nanar... — ele cantarolou e sorriu ao ver a filha meio sonolenta — Ouça essas canções... Da tua fita de ninar... Ela não foi feita pra dançar... O que é que um... Pai pode faze... Pro nenê... nanar...- terminou a música e Belle já dormia, pegou o celular e mandou uma mensagem para o cunhado avisando que Belle teria que ficar no hospital, encostou a cabeça na cama e deixou o sono tomar conta.

...

Finn acordou sentindo alguma coisa na sua cabeça desencostou a testa da cama e viu a filha acordada e com um pequeno sorriso no rosto.

– Oi princesa – ele disse sorrindo e deu um beijo em sua testa.

Ela começou a brincar com a sua mão e ele ficou admirando a filha, Santana tinha razão, Belle tinha cada vez mais os traços da mãe, o mesmo sorriso, o mesmo olhar, o mesmo biquinho, ela só tinha o nariz, a pele clara e cabelo dele. Rachel. A mulher de sua vida, que havia sumido há dois dias e tinha deixado apenas uma carta, uma carta onde não havia nenhuma pista de onde ela poderia estar, Mark e Ken estavam fazendo de tudo para achar algo, a única coisa que tinham achado foram digitais de dois homens, provavelmente dois capangas de Brody. Finn também estava tentando de tudo, ligava de duas em duas horas para a delegacia, mas não havia noticia alguma, o rapaz não sabia mais a quem recorrer, não havia muitos contatos que pudessem ajudar.

– Senhor Hudson – o doutor lhe chamou mais uma vez e ele finalmente o olhou – eu vim examina-la – ele disse e Finn se afastou, o médico começou a ver se estava tudo bem com Belle.

– Ela já está melhor? – Finn perguntou.

– Esta melhorando, agora é questão de mais algum tempo aqui, tomando os medicamentos e logo ela já vai estar pronta para voltar pra casa – o médico disse e acariciou a bochecha dela – antes que eu me esqueça, uma mulher veio aqui e perguntou sobre sua filha – o médico disse e Finn ficou confuso.

– Uma mulher? Qual seu nome? – ele perguntou preocupado e com um pouco de esperança.

– Marley – o doutor disse e Finn sentiu uma pontada de tristeza e confusão – eu tenho que ir, tenho uma criança que esta na UTI e preciso ver se esta tudo bem, mais tarde eu volto – ele disse e saiu dali ao ver Finn assentir.

Finn se sentou na poltrona novamente e ficou com aquilo em sua cabeça. Marley.Sabia que conhecia aquele nome de algum lugar, lembrava que alguém havia falado de alguma Marley, mas não se lembrava de quem era essa mulher.

Ficou um tempo com aquilo na cabeça, achou melhor ir tomar um café já que Belle havia voltado a dormir tranquilamente.

Seguiu até a cafeteria e se sentou em uma das mesas, pediu um café comum e um salgado, por mais que estivesse sem fome, precisava comer para cuidar de Belle, logo a garçonete lhe entregou seu pedido, bebeu um pouco de café e quando estava para comer lembrou-se de algo e deixou o salgado cair de volta no prato, limpou as mãos na calça mesmo, pegou o celular e fez algumas pesquisas, sentiu o coração disparar ao ver aquilo, ele poderia ajuda-lo d alguma forma poderia pelo menos isso é o que ele achava, mas Finn tinha certeza que poderia pedir ajuda ainda mais depois do que Rachel havia lhe contado, com as mãos tremulas discou o número de Mark, não demorou muito e o policial atendeu.

– Mark, eu preciso que você venha até Hospital Mount Sinai, eu acho que sei de alguém que pode nós ajudar a achar a Rachel...

Notas finais
Gostaram? Não Gostaram? Não deixem de nos dizer, amamos ler os comentarios de vocês... Quem será essa pessoa? Digam quem acham que é, se bem que muitos devem ter sido espertos hahahahaha Pra quem acompanha HDIYL, vou postar daqui a pouco... Não haverá spoiler hoje, porque se não perde a graça do próximo... Paty esta liberada para começar o 41... Beijos e até o 42