Notas iniciais
Yoo Danoninhos! ^-^
Aqui estou eu com o encerramento dessa fic... TT.TT
Vai ser um MxN pra vocês õ/ É a primeira MxN da minha vida, então não sei se está bom...
Esse Extra não é do Final Alternativo, mas sim do primeiro (pra evitar confusões... e.e)
Espero que gostem e perdoem qualquer erro ^^
Boa leitura ♥

Near’s POV

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Eu estava jogado no chão, naquela sala escura, com uma corrente me prendendo à parede. Meu corpo estava dolorido por ter que dormir ali e já fazia três dias que Mello não aparecia com mais comida, ele me jogara lá e eu que me virasse.

De repente a porta se abriu e a luz fez meus olhos doerem. Mello apareceu com suas roupas de couro negras e se agachou à minha frente, encarando-me com os olhos azuis.

– Diga olá ao novo L e ao novo Kira. – Falou com um sorriso diabólico. Apenas senti pena. Eu me lembrava de quando Mello era criança e brincávamos na Wammy’s House. Ele não vestia couro e não tinha aquela cicatriz. E não só por fora, mas também por dentro ele era mais leve. E menos perverso. Agora era outro Mello.

E o que me entristecia era que eu continuava sendo o mesmo Near. No fundo, ele era o mesmo Mello.

– Bem, diziam que você tinha o QI superior ao meu, não é? – Perguntou. O olhei sem esboçar nenhuma reação. Ele continuou – Estavam considerando isso, em relação a quem seria o melhor sucessor de L. Mas existe alguém melhor para ser a justiça do que a injustiça? Eu sou o gênio perfeito. Eu causo o mal e eu combato o mal. Entende? Sou eu quem controla tudo.

Continuei o encarando impassível, como se não desse a mínima para o que ele falava.

– Uau, é realmente chato conversar com você. – Se queixou. – Mas o que eu poderia esperar? Near ficou chato depois que o Mello parou de brincar com ele...

Essa frase realmente me surpreendeu.

Olhei para ele assustado. Ele se referia à época da Wammy’s House, quando nós... ficávamos. Juntos.

Vi-o se inclinar em minha direção e segurar meu queixo com força. Me olhou de forma profunda. Mas aquele não era o mesmo Mello. Aquele Mello não gostava de mim. De fato, não éramos mais crianças. E Mello era um psicopata querendo ser Deus, tão lunático quanto Raito. E eu tinha ódio dele. Tenho que me lembrar disso. Eu o odeio. Mello é um bandido agora.

Meus lábios foram tomados em um beijo violento, Mello explorava cada mínimo canto de minha boca, enquanto eu tentava o empurrar. Ele parou com aquele enorme sorriso no rosto.

– É... Você beijava melhor também. – Ele disse com uma careta. Então olhou para mim e deu uma risada alta. – Vamos ver se continua gemendo como uma garotinha.

– Mello o que pensa que vai- – Mas fui interrompido com sua mão apertando meu membro com força, me fazendo dar um gemido baixo de dor.

Em seguida ele abaixou minhas calças, quase rasgando-as. Encarei seu rosto com raiva.

– Por favor, Mello. – Murmurei quando ele abaixava minha roupa íntima. Ele me mandou um olhar e por um momento, vi nele o Mello de anos atrás.

– Me desculpe, Near. Mas... eu tenho que fazer isso. – Disse. E sua voz estava mudada. Mas logo, sua expressão dura voltou. E ele deslizou o braço por baixo de minha camisa enquanto beijava meu pescoço.

Por que fazia isso? Isso não causava prazer nenhum à ele.

Eu controlava os gemidos, mordendo meus lábios com tanta força que cheguei a sentir o gosto do sangue invadir-me. Mello então colocou os lábios perto de meus ouvidos.

– Gema meu nome, Near. Rápido. – Sussurrou. E então colocou a mão em meu membro, o acariciando. Senti-o ficar rijo e Mello colocou uma das mãos ao seu redor. Um gemido quase inaudível foi liberado por mim. Mas Mello o captou. Droga.

E então começou a me masturbar com movimentos firmes, me fazendo dar mais e mais gemidos.

Suas...

Mãos.

Eu sentia vontade de gritar seu nome, de beijá-lo, de senti-lo dentro de mim e ouvi-lo gemer por mim, sucumbindo ao Mello que ainda brilhava em seu interior, o Mello que ao invés de me odiar, me amava. Mas eu não podia! Aquilo era... impossível.

– Near... – Ele murmurou enquanto marcava meu pescoço repetidamente. Soltei um gemido. Por quê?! Por que ele tinha de me deixar tão completamente entregue?!

– M-mello! – Gritei ao sentir seus lábios em meu membro, sugando levemente minha glande. Ele lambeu toda a extensão, inebriando-me e me fazendo eu me contorcer no chão, elevando o quadril em sua direção. – Mello! M-mais...! – Gemi com todas as minhas forças. Ele abocanhou o membro e começou a pagar para mim com dedicação indo e vindo e apertando-o com as bochechas. Eu senti meu corpo estremecer e ia gozar, quando ele parou.

– Espere. – Disse. Seus lábios estavam levemente vermelhos e inchados. Olhei para aquilo sentindo as bochechas vermelhas. Então ele veio em minha direção e abaixou as próprias calças, libertando o membro ereto.

Senti seus dedos em meus lábios e eu sabia que era escolha minha sugá-los ou não, porque, por algum motivo, tinha a certeza de que Mello não me forçaria. O problema é que... eu os suguei.

Os dedos esguios deslizaram até minha entrada e se alojaram ali, mexendo-se com vontade. Foi desconfortável, mas não posso dizer que foi ruim. Ou não até ele colocar os outros dois. Doeu e doeu bastante, mas logo eu fui me acostumando com aquela invasão. Mello notou isso e então se posicionou entre minhas pernas. Ele olhou diretamente em meus olhos enquanto eu sentia a pressão contra minha fenda.

Sua glande era grande e eu senti os olhos lacrimejarem quando ela me adentrou. Soltei um urro de dor e ele esperou até que eu me acostumasse. Demorou. Mas quando a dor já era menos insuportável, rebolei sobre o membro de Mello e ele imediatamente iniciou as estocadas, dando beijos em meu abdômen.

– M-mell... – Gemi alto. – Mello! Me... llo! – A cada vez que sentia-o entrar gritava mas rápido, apertando seus ombros em busca de equilíbrio. Ele então pegou minhas pernas e colocou-as por sobre seus ombros, começando com estocadas mais fortes. – AAAAAAAAAah!

Achei que fosse enlouquecer.

Mello havia atingindo o ponto em meu interior que fazia de tudo prazer, que me fazia revirar os olhos e ir com cada vez mais força contra ele. O barulho de nossos corpos se chocando podia ser ouvido e ele masturbava meu membro enquanto estocava.

Estávamos pingando de suor quando eu senti o corpo de Mello ter um espasmo de prazer e ele se desfez em meu interior. Segundos depois, sentindo-me preenchido por seu sêmen, eu fiz o mesmo.

Estava cansado e me deixei cair, mas Mello se levantou. Subiu as calças olhando para mim de cima para baixo.

– Valeu pelo sexo, Branca de Neve. Como sempre... É só ser um pouco gentil. – Ele me cortou com aquele olhar de gelo. – E vê se para de gemer como uma vadia.

Tudo bem, como eu passei daquele momento para esse tão rápido? Ouvi a risada de Mello enquanto ele saía dali. Eu estava cansado e dolorido. Cheio de dúvidas.

Lembranças antigas misturando-se às recentes. Me senti um idiota.

Quando eu aprenderia a não ceder para Mello?

O Mello que eu amei não existe mais.

Não sei quanto tempo se passou até que eu finalmente adormeci.

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Mello’s POV

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Voltei com cuidado, me sentando na escada e o olhando. Lágrimas vieram em meus olhos e as limpei com raiva. Uma parte de mim queria apenas fazer Near feliz e esquecer Kira, L e todas essas porras que estragavam minha vida.

Mas outra parte gritava por poder.

Mais lágrimas vieram.

Não sei quanto tempo fiquei olhando Near pensando, deitado no chão, com o semblante triste. Ele devia me odiar. Cheguei perto dele, só para constatar que ainda estava dormindo.

Eu iria ter que mantê-lo preso, se quisesse ser o sucessor de L.

Mas isso não queria dizer que eu gostava de fazer isso... Cacete!

Aproximei-me dele, me agachando sobre seu corpo.

Beijei de leve sua testa.

– Eu te amo.


Notas finais
Está aprovado? >-<' Espero que sim :D
Bem, aqui está o final. *dor no peito*
Espero que tenham gostado da fic e que não tenham a considerado uma perca de tempo.
Eu amei escrevê-la e cada review lindo que vocês me mandaram está no meu coração ^^ kk
Obrigada por serem tão kawaii >_<' kk
Eu não poderia terminar sem essa frase:
~~Kissus no Kokoro!~~
(sim, isso foi podre .-.)
Meus últimos reviews?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!