Para Evitar Uma Inspeção...

12 Extra 1 - Limonada, com muito amor...


Notas iniciais
Yoo Minna-sama! Ficaram com saudades de mim? -qq
Aqui estou eu com o primeiro extra! o/ Aqui não teve muita história, mas foi kawaii e teve um lemon satisfatório. (Mentira :S aopksa)
Perdoem qualquer erro, tenho lição pra fazer e nem deu pra revisar. e.e
Nos encontramos lá embaixo, meus pervs! ^^
Boa Leitura ♥

Raito’s POV



Eu estava mais uma vez na sala do QG, L nos explicava o porquê de achar que quem estava atacando no momento, não era Kira. Encarei os lábios finos de L se movendo enquanto ele falava e um sorriso surgiu em meus lábios. Chegava a ser ridículo o que estava acontecendo entre nós, mas eu não conseguia me forçar a parar aquilo.

Quando eu estou longe de L, acho isso ridículo, tento me convencer de que é uma tática, bolo formas de terminar com essa palhaçada. Mas quando ele está a minha frente, eu nunca tenho forças para repudiá-lo. E isso me irrita. Maldito detetive.

Olhei para ele. Me perguntei se uma pessoa como ele deveria realmente existir. Aquela criatura corcunda e cheia de olheiras sequer parecia um ser humano! Reparei que enquanto ele falava mexia levemente os dedos dos pés, esfregando um ao outro. Outro sorriso sutil surgiu em meus lábios. Um completo retardado...

Ryuuzaki finalmente parou de falar e todos deram razão à ele, também falei qualquer coisa para mostrar que concordava com o que dizia. Pouco a pouco, todos foram saindo e eu realmente pensei em ir com eles, não cometer o erro de ficar até mais tarde e repetir o que aconteceu no dia anterior quando o fiz... Mas quando estava bem diante da porta, cometi o erro de olhar para trás. Meus olhos foram fisgados por seus orbes pretos e, ao invés de dizer tchau, eu disse:

– É melhor pesquisarmos algo sobre quem pode estar assassinando os criminosos, afinal, sendo Kira ou não, mortes estão acontecendo. E alguém tem que pagar por isso.

Estava explícito em cada sílaba “Desculpa. Esfarrapada”. L sorriu.

– Não pense que desviará da atenção de sua investigação citando outro criminoso, Kira. – Disse ele, mas não usava seu tom acusador irritante que sempre me fazia querer quebrar sua cabeça em quatro. Era como se estivesse... me provocando.

– Estou começando a gostar de quando me chama de Kira... Acho bem excitante você ter tanto medo de mim. – Zombei com um leve sorriso, me sentando despreocupadamente em uma cadeira. L se levantou de onde estava, andando calmamente até mim, minha respiração falhou ao ver a imagem esguia daquele detetive estranho, os olhos famintos e os lábios semiabertos.

Pensei que ele fosse me beijar e já encarava seus lábios finos e levemente rosados, quando ele os desviou para meus ouvidos.

– E de onde você tirou que eu tenho medo de Kira? – Sussurrou ameaçador, fazendo com que todos os meus pelos se arrepiassem. Mas eu não ia mostrar que ele havia me deixado sem reação e louco de desejo como pretendia. Controlei-me e ignorei sua proximidade. Dei uma risada seca.

– Deveria ter, afinal... – Peguei em seus cabelos, trazendo seus ouvidos para perto de meus lábios. – Se eu fosse o Kira poderia matá-lo enquanto geme como uma vadia abaixo de mim. – Ameacei roçando os lábios em suas orelhas, fazendo sua respiração se alterar. Mas ele logo a controlou e se afastou de mim, com um enorme sorriso no rosto. Era tão lindo quando ele sorria, era tão raro em seu rosto sombrio um gesto tão humano... Eu amava vê-lo sorrir. Com um olhar maroto ele encarou meus olhos.

– Posso dizer que não sou eu quem geme como uma vadia... – Ele riu. – Também não sou eu o Sr. Uke. – Afirmou. Enrubesci ferozmente enquanto ele se divertia em ver minha reação. “Foi só parte do plano! Caralho, eu não sou um uke!” é o que eu queria gritar com todas minhas forças. Se isso não fosse foder com a minha vida, claro. Por isso encarei o detetive rir com os dentes brancos e então pousar a mão sobre meu rosto aquecido. – Não precisa se envergonhar, Raito-kun... – Disse deslizando o dedão por minha pele. Então ele se inclinou, beijando minha bochecha. – Será nosso segredinho. – Afirmou com a voz sexy. Eu não podia evitar um sorriso brincando satisfeito em meus lábios.

Olhei os olhos profundos daquele garoto (pois eu nunca conseguiria vê-lo como homem feito, por mais que já fosse um adulto), como eu amava aquela criatura? Eu me sentia a ponto de explodir só por estar ali, perto, sem sofrer ofensas, sem sofrer suspeitas e sendo apenas... sendo apenas eu. Eu era seu único amigo. Ele me disse isso uma vez. E eu realmente me sentira mal por estar sendo tão falso com ele... e por isso eu o odiei tanto. Mas agora eu havia aprendido e aceitado o fato de que nunca seria inteiramente verdadeiro com ele. E, no entanto, não podia evitar olhar nos seus olhos e me deixar leve. Eu não estava encenando. Mentia? É claro que sim. Mas sabia que ele sabia disso. E, mesmo assim, estava tudo bem. Porque eu não podia encarar aquele rosto branco e angelical sem me perder dele, simplesmente era doloroso demais...

– Ra-Raito-kun? – Gaguejou ele tímido, se afastando de mim. – Por que está me encarando? – Perguntou. Eu sorri.

Sem responder sua pergunta me levantei e o abracei por trás, pousando a cabeça em seu pescoço. Lambi levemente sua pele, fazendo-o dar um gemido quase inaudível, tombando a cabeça para trás e roçando os cabelos em meu pescoço, em seguida dando um leve sorriso que ficou incrivelmente bem em sua face.

– Você está tentando me provocar? – Perguntei enquanto o virava de frente pra mim, tomando seus lábios em um beijo desesperado. Ele correspondeu, rodeando meu pescoço com os braços. Minha língua acariciava a dele ao mesmo tempo em que eu o empurrava contra uma parede, o encurralando nela e erguendo-o do chão, fazendo-o rodear minha cintura com as pernas. Segurei suas coxas com força, o impedindo de cair. Já estávamos animados e nossas ereções roçavam uma a outra de forma agradável. Gemi alto quando L passou a movimentar os quadris para frente e para trás, espremendo sua pélvis contra a minha. Era como se sempre fosse a primeira vez.

Ataquei seu pescoço, mordendo-o sem machucar e lambendo-o e distribuindo chupões sensuais. L se contorceu de prazer, tentando chegar mais perto de mim. Eu sorri. Acho que dessa vez não serei o uke... O carreguei até o sofá e me sentei nele, L em cima de mim, me encarando ofegante, eu sentia suas nádegas rebolarem sobre minhas pernas.

Tirei sua blusa branca e joguei-a em qualquer lugar, me embriagando com o cheiro de sua pele enquanto a beijava loucamente, chegando a seus mamilos rosados e os mordicando levemente, os lambendo, os chupando. L gemeu. Ah, como eu gostava quando aquele filho da puta gemia... Dei uma risada parando com aquilo, ele protestou com um grunhido, mas tomei seus lábios em um beijo.

– Eu te amo, detetive. – Falei sério, passando a mão por seus cabelos negros bagunçados. Ele simplesmente sorriu e então começou a tirar minha camisa social.

– Eu sei... – Afirmou jogando a camisa no chão. – Eu te... amo. Também. – Disse com um sorriso tímido. Eu sabia que para ele ainda era difícil dizer aquelas três palavras.

Deitei L no sofá ficando sobre seu corpo magro. Encarei-o dali, seu rosto envergonhado e suas pernas abertas ao meu redor o deixavam extremamente sexy... Tirei sua calça com destreza e então ele tirou a minha. Lambi sua pele, apreciando seu gosto. L esfregou seu corpo contra o meu, com um gemido senti as mãos de L sobre minha ereção, brincando com ela. Dei um gemido alto e então L parou olhando-me com um sorriso provocante. Ele levou a mão a uma almofada e tirou dela uma embalagem cumprida. A encarei e só então entendi o que era. Lubrificante.

– Eu não sou idiota como você. – Brincou ele. Encarei-o com uma careta.

– Isso é realmente muito gay. –Retruquei sem querer pegar aquilo. L deu uma de suas risadas baixinhas.

– Ficar assim – ele pousou a mão em minha ereção – por um homem é realmente muito gay também.

Dei uma risada, ignorando aquela discussão boba e beijando seus lábios mais uma vez. Lembrei-me com amargura de quando pensei que o havia matado... Não, isso nunca poderia acontecer! O beijei ainda mais desesperadamente após esse pensamento. Pois sabia que iria acontecer, L estava impedindo o progresso do Deus do Novo Mundo e eu me via obrigado a pará-lo. Parei de beijá-lo, colocando um pouco do lubrificante na ponta dos três dedos maiores. Saboreei a pele de seu pescoço enquanto escorregava meus dedos para sua fenda.


L’s POV



Sentia os lábios quentes de Raito acariciarem minha pele, enquanto tudo em minha mente ficava branco de desejo. Mal senti seus dedos esguios deslizarem por minha entrada, logo se alojando nela e fazendo movimentos de tesoura que começavam a me enlouquecer.

– Vai rápido... – Murmurei no ouvido dele. Raito me obedeceu imediatamente. E dessa vez ninguém se virou de costas para o outro. Um olhando o fundo dos olhos do outro ficamos posicionados. Os cabelos de Raito estavam levemente úmidos nas pontas, pois ele suava. Seu olhar em meu rosto parecia me venerar e eu sentia sua pulsação através da pele livre de imperfeições.

Primeiro senti a leve pressão entre minhas nádegas e então comecei a me sentar sobre aquilo vagarosamente, os olhos fixos na expressão cheia de êxtase de meu amante. Ele segurou firmemente minha cintura, beijando meu tronco e distribuindo chupões. Após alguns segundos eu já me senti pronto e então passei a rebolar sobre seu membro que pulsava dentro de mim, me fazendo sentir preenchido. O lubrificante realmente ajudava...

Comecei uma leve cavalgada sentindo o volume sair e entrar de dentro de mim, meu membro espremido contra o abdômen de Raito. Então Raito mudou as posições, pegando minhas pernas e passando-as por cima de seus ombros, controlando agora os movimentos. Tombei a cabeça para trás e soltei gemidos altos, pois com isso Raito conseguiu atingir meu ponto sensível.

– Ahh! R-raito... – Eu gemia alto enquanto sentia-o golpear minha próstata mais e mais vezes. Meu membro já latejava quando senti as mãos grandes de Raito tocarem-no, masturbando-me enquanto dava as estocadas.

Ficamos assim por um tempo indeterminado, até que senti algo diferente no pênis de Raito e logo o senti gozar dentro de mim, estremecendo com o orgasmo e se largando na cama. Gozei em seguida, sujando seu abdômen másculo com o meu liquido. Raito me encarou com um sorriso cansado.

– Vem aqui... – Murmurou, retirando-se de mim e me trazendo para si. Aconcheguei-me em seu corpo, abraçando-o com os braços e com as pernas. Raito fez carinhos em meus cabelos e suspirou. – Nós precisamos de um banho, detetive. – Disse ele. Eu sorri, me levantando desconfortável com as dores em minhas partes.

– Então vamos, Raito-kun. – Falei com um sorriso estendendo a mão para ele. Raito me encarou com os lábios rosados e levemente inchados dos nossos beijos sorrindo. Fomos para o banheiro de nosso quarto e ao entrarmos lá, ligamos a banheira e sentados em uma mureta, esperamos que ela se enchesse de água quente. Logo que estava cheia, passei a mão pelos cabelos caramelo e sorri. – Acho que já podemos ir.

Raito sorriu olhando feliz para mim. Seria a primeira vez em que tomávamos banho juntos. Entramos na banheira, primeiro Raito e depois eu e começamos a nos ensaboar. Peguei a embalagem branca do xampu e coloquei uma quantidade generosa em minha mão. Estava entretido massageando meus cabelos quando senti uma mão em meu membro. Olhei para o lado sobressaltado e dei de cara com Raito, olhando-me com desejo. Senti o rosto enrubescer.

– Acabamos de fazer isso... – Lembrei-o. Mas Raito sorriu passando a mão por meus cabelos cheios de espuma.

– Relaxa, dessa vez só eu vou trabalhar. – Dito isso ele me ergueu, me fazendo sentar na ponta da banheira, Raito se abaixou e então lambeu a extensão de meu membro. Encarei seu rosto enquanto fazia isso, logo ficando completamente animado e soltando um gemido longo.

– M-mais... Eu quero mais... Raito-k-kun... – Implorei enquanto ele me torturava com as lambidas. Raito sorriu e me obedeceu, a cavidade bucal apertada contra meu órgão, indo e vindo sobre ele, úmida e agradável. Meus gemidos dominaram o banheiro e eu apertei a borda da banheira com força. – Ah... Eu vou gozar, Raito... P-pare! – E ainda bem que não parou. Poucos segundos e tive um espasmo de prazer, desfazendo-me dentro da boca do japonês. Raito veio até mim com um sorriso, me abraçando. Relaxei em seus braços, me deixando descansar ali.

– Ei, Ryuuzaki... – Ele me chamou com a voz serena.

– O que foi? – Perguntei sem verdadeiro interesse.

– Se eu fosse Kira, te mataria agora mesmo... – Zombou. Balancei a cabeça negativamente. – Ah, e, amo quando geme meu nome. Mesmo que gema como uma garota.

Não pude evitar uma risada.

– Baka!

Joguei água em seu rosto.


Notas finais
E então, está aprovado?
Era pra ser um presente pra vocês, então se não gostaram podem falar ^^ (no caso, cavalo dado se olha os dentes sim. ú.ú kkk)
Bem, espero que tenham gostado! *3*
E se você é um leitor fantasma (sim, eu sei que vocês existem, só nunca toquei no assunto... asoaks) obrigada por existir também ^^
Até os próximos 2 extras (quando tudo acabará! T^T)
Kissus ♥